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domingo, 14 de abril de 2013
Datas Festivas
Datas Festivas
Mensagens de Otimismo
Um Farol em sua caminhada
8 de Março
Dia Internacional da Mulher
Hoje, ao celebrarmos o Dia da Mulher, recordamos aquela que é a essência do amor, a beleza da vida, a riqueza do homem, a grandeza de Deus, o perfume da realidade, a jóia do coração romântico, a pérola do relacionamento vivo, o sentimento em forma de talento, o sorriso da graça, a alegria sensível, o otimismo sempre de plantão, a parceira de cama e companheira de caminhada, a profissional do sexo, a mãe preocupada com seus filhos, a noiva pronta para casar, a namorada eterna, a paquera de todo fim de semana, a esposa dedicada ao marido, a viúva sempre ansiosa por recomeçar a vida, a solteira em busca do seu príncipe encantado, a desquitada que não desiste de amar, a divorciada que ainda não perdeu as esperanças do amor, a jovem estudante que procura ser alguém na vida, a menina inteligente e educada que deseja um lugar ao sol, a garota trabalhadora que luta pela vida, a idosa doente sobre a cama de um hospital, a professora criativa que produz conteúdos de conhecimento, a advogada que batalha pela defesa de seu cliente, a engenheira geradora de obras de arte, a juíza solícita que trabalha em favor do direito e da justiça, a mecânica de automóveis que conserta o carro do freguês, a dona de casa que socorre a sua família, a empresária que constrói o capital de seus funcionários, a comerciante que compra e vende para sobreviver, a trabalhadora operária construtora de tijolos que fazem o edifício, enfim, a fêmea que no cotidiano da vida combate em benefício da sociedade do bem e da paz.
Assim é a mulher.
Pequena ou grande, mulata ou morena, poderosa ou humilde, compreensiva quase sempre, perfeita de vez em quando, excelente uma vez ou outra, rica ou pobre, patroa ou empregada, chefe ou subordinada, ela está sempre na moda, com seu jeito simples de viver, com seu modo elegante de se comportar, com sua maneira esperta de se relacionar, driblando os problemas da vida para encontrar soluções corretas para as dificuldades e conflitos do seu dia a dia, vencendo a guerra da violência urbana ao optar pela bondade de seus atos, a boa educação com o semelhante, o respeito ao próximo, equilibrada e sensata quase sempre, responsável e comprometida com uma sociedade justa e fraterna, pacífica e solidária, que encontra na fé em Deus a força para não desanimar e o ânimo para ajudar os outros, garantindo assim a sua consciência de liberdades conquistadas, de direitos adquiridos e de deveres a serem cumpridos.
Mulher cidadã.
Mulher com dignidade.
Mulher com qualidade de vida.
Mulher que trabalha incessantemente pelo bem da humanidade e pela paz em sua casa e pelo bem-estar da sua família.
Mulher amada ou amante.
Mulher que assume com seriedade os esforços por uma sociedade mais livre e feliz, ordeira e tranqüila, calma e em paz.
Sim, hoje é o dia delas.
Mulheres apaixonadas.
Mulheres lutadoras.
Mulheres trabalhadoras.
Mulheres profissionais.
Mulheres maternais.
Mulheres namoradeiras.
Mulheres cujo desejo é a loucura da paixão.
Nesse dia delas,
convoco as Gabrielas,
as Manuelas e as Rafaelas,
para comerem comigo um doce de chocolate e um suco de laranja em homenagem àquelas que dão sentido às nossas vidas e razão às nossas existências de cada dia e de toda noite.
Parabéns, mulheres!
Com vocês, aprendi a viver, trabalho com alegria e descanso com tranqüilidade.
Sem vocês, não há ordem nem paz em nosso dia a dia.
Vocês são como o sol.
Iluminam nossas madrugadas.
Esquentam nossos ambientes.
Aquecem os nossos trabalhos.
Fortalecem os nossos desejos.
Abençoam os nossos lares.
E glorificam a Deus cotidianamente.
Vocês, o farol da minha vida.
A Paz que eu gosto de ter.
O Bem que me traz a verdadeira felicidade.
Obrigado, Senhor, pelas mulheres de hoje, de ontem e de amanhã, vivas e falecidas, no céu ou na Terra.
Hoje, elas sobem mais um degrau na escadaria da vida.
O Degrau da consciência de que podem intervir na realidade em favor da paz na sociedade.
Interferir na conquista da liberdade para si e para os outros.
Podem escolher o melhor caminho.
O Caminho do Bem.
Só assim a paz será possível.
E elas são da paz.
E do bem também.
Graças a Deus.
Dia de todas as Mães
(9 de Maio)
Todas as vezes que eu me lembro de minha mãe, já falecida, recordo os bons momentos de minha infância e juventude.
Nela, eu sempre encontrava o carinho e o acolhimento de quem respeita os seus filhos, compreende os seus problemas e os ajuda a resolver as suas dificuldades do dia a dia.
Com ela, repartia o meu salário de trabalhador e professor do ensino médio no Estado do Rio de Janeiro.
Sem ela, não há calma na minha alma nem paz no meu espírito.
Ela era tudo para mim.
A Mulher responsável pelas coisas de casa.
A Mulher que me aconselhava na hora das contradições da minha vida.
A Mulher que entendia os meus limites e aceitava a minha natureza pobre e fraca, muitas vezes envolvida pelas adversidades da sociedade e pelos transtornos do meio em que vivíamos.
Ela era a companheira que me levava para a escola estudar ou para o hospital quando eu tinha necessidade.
Ela me dava dinheiro para a merenda escolar e ia comigo para as festas juninas do Colégio.
Quando ela ia à feira na rua vizinha, sempre me trazia um riquinho, um presente ou um doce ou alguma coisa que pudesse me alegrar e alimentar, a mim e aos seus outros filhos e filhas.
Ela achava dinheiro na rua, e assim comprava para nós umas bananas no final da feira ou umas tangerinas para saciar o nosso desejo por frutas que têm vitamina C.
Na Tijuca ou no Rio Comprido, e na Praça da Bandeira, cuidava dos filhos e filhas com o amor de mãe interessada sempre na nossa boa saúde e ótimo bem-estar físico, mental e espiritual.
Conosco, freqüentava os botequins da vida, as padarias com seus sonhos e pizzas, as farmácias do melhoral e do xarope vick vaporouge, as missas das igrejas perto de nós, sempre ao mesmo tempo nos dando um conselho para a nossa caminhada cotidiana, um alerta diante dos perigos das ruas e uma chamada de atenção quando cometíamos alguma falta grave ou erro de conduta.
Mas ela era Mãe.
Mãe sempre bem intencionada.
Que nos dava bons exemplos de vida.
Mãe sofredora e trabalhadora.
Mãe atenta aos nossos desejos e solícita perante as nossas necessidades.
Ela fazia tudo por nós.
Quase tudo.
O Impossível ela entregava a Deus.
Mulher de oração e espiritualmente firme e forte.
Gostava de Deus.
Pôs os seus filhos e filhas no caminho do Senhor.
Cumpriu a sua obrigação.
Fez o seu dever de gerar e educar os seus herdeiros para a vida.
Não os aprisionou nem os escravizou, como se quisesse guardá-los só para si.
Ao contrário, quando maiores, entregou-os à vida, e deixou que a vida os levasse, como canta o Zeca Pagodinho, certa de que Deus estaria com eles e elas, os ajudaria e abençoaria sempre nesta vida.
O nome dela era Glória.
Glória da Conceição.
Como ela, assim são as Mães, todas as Mães, sem exceção, vivas e falecidas.
Na vida, elas são a luz mais brilhante que o Sol.
Elas são o amor mais quente que o fogo.
Elas têm o dom de bem educar para a vida.
Elas são o perfume mais agradável do Céu.
A Jóia mais valiosa.
A Pérola mais preciosa.
O Tesouro mais rico que podemos ter.
O Pedaço de ouro que ainda resta em nós.
O Canto macio dos passarinhos.
O Doce aroma das rosas e das violetas.
O Suave beijo que só elas sabem oferecer para os seus.
O Abraço carinhoso.
A Acolhida de quem ama de verdade.
Uma mulher sem preconceitos.
Assim é toda Mãe.
Uma mulher verdadeira e autêntica.
Uma mulher que tem a transparência do espelho que ilumina o nosso rosto e o nosso corpo com seu brilho incomparável.
Ela é Mãe, mulher e nada mais.
É a música mais perfeita do paraíso.
Rica em virtudes.
Bela como a Flor .
Grande como o Oceano, porém mais pequena que a bola de gude.
Ela pode ser um giz miúdo aos olhos dos outros.
Todavia, para mim ela é uma gigante dentro do lar, a Rainha do apartamento, a Dona da casa, a Mestra da Cozinha, a Doutora do coração que sabe qual é o melhor remédio para seus filhos e filhas.
As Mães são assim.
Mais elegantes que a prata.
Mais charmosas que as margaridas.
Mais bonitas que o verde das matas e o oxigênio das florestas.
Elas são lindas.
Lindas porque além de mães elas têm um carinho especial por Deus, que as faz ainda mais importantes do que são.
Interessante.
Por que toda mãe gosta de Deus ?
Talvez porque elas foram feitas pelo Senhor para serem o Deus de seus filhos e filhas.
Deus no Céu e a mãe na Terra.
E como deusas do amor são perfeitas no seu lado humano de cuidar bem da sua herança.
Eis o que é Mãe.
Porque têm respeito e fazem tudo direito visando sempre o bem-estar da sua família.
Porque são quase perfeitas já que possuem seus problemas pessoais e suas dificuldades familiares.
Porque zelam por seus maridos, pais dos seus entes queridos.
Porque rezam.
Rezam todos os dias e todas as noites.
Por isso tudo, Deus é a Mãe na Terra.
Ninguém como a mãe sabe o que é Deus.
Deus não é Mãe.
A Mãe não é Deus.
Mas ambos são o reflexo de um e da outra.
Mãe é isso.
É a única coisa que ela sabe ser.
Não sabe ser outra coisa.
Dia do Amigo
(20 de Julho)
Que bom ser amigo e que
maravilhoso ter amigos!
Amigo não é um tesouro,
porque ele vale mais do que o ouro.
Amigo perfuma mais do que a rosa,
porque ele é uma pérola bem preciosa.
Amigo é sempre uma necessidade,
sempre pronto a nos ajudar em qualquer realidade.
Amigo é humano dentro do nosso cotidiano.
Amigo é divino, o cristalino dos nossos olhos, sem o qual tudo é catarata, tudo nos parece obscuro e embaçado, como que faltando uma luz para clarear a nossa consciência.
Amigo é da vida a essência e não a aparência sem transparência.
Amigo é sempre verdadeiro para conosco.
Aquela pessoa autêntica em quem a gente confia e se entrega, a quem abrimos os nossos segredos e de quem esperamos a palavra certa na hora mais incerta, o conselho legal ainda que estejamos diante de um grande carnaval, a atitude corajosa que nos tira do sufoco, que nos livra do obstáculo, que endireita as nossas veredas.
Amigo é aquele cara bacana que todo dia nos cumprimenta mesmo que a gente não o aceite nem o compreenda, porque ele vai além do aparente, sempre contente, e que nos diz sempre alegremente: “Bom dia, garota” ou “Boa noite, seu doutor”.
Amigo é coisa rara.
Temos muitos conhecidos, mas poucos amigos.
Os conhecidos só aparecem no dia da festa, nos momentos alegres, ou nos instantes de felicidade.
Amigo não.
Amigo está presente na dor ou na alegria, na tristeza ou no contentamento, no sofrimento ou no júbilo, na discórdia ou na concórdia.
Amigo é mais, é sempre mais, é muito mais que mais...
Amigo vai além das aparências.
Amigo enxerga o nosso coração.
Amigo sente as nossas necessidades.
Amigo ajuda quando é preciso.
Amigo é sempre uma luz no nosso caminho.
Amigo é sempre uma força a nos levantar.
Amigo é sempre “sim” para nós.
Não sabe dizer “não”.
Só sabe ajudar.
Não sabe fazer outra coisa.
Porque Deus está com ele, por isso ele coopera conosco e colabora com quem é amigo da gente.
Amigo é leal, cordial, sincero, honesto, verdadeiro, justo, uma pessoa direita, que sempre nos respeita, e nos orienta no caminho correto.
Que bom ser amigo das pessoas!
A gente só tem a ganhar.
Que maravilhoso ter muitos amigos!
A gente só cresce, progride e evolui.
Que gostosa é a amizade de quem nos ama, nos respeita e nos dá valor!
A gente parece a felicidade em pessoa, a pessoa mais feliz do mundo.
Quão belos são os amigos!
Quem não tem amigo,
faz da vida um inferno.
Quem possui amigos,
a vida se torna um céu e a amizade um paraíso.
Amigo nos fala ao coração.
Suas palavras são facadas de alegria.
Seus gestos são caminhos de felicidade.
Sua alegria nos faz contente também.
E quem melhor do que Deus para ser o nosso maior e melhor amigo ?
Deus é mais do que um amigo.
É O Amigo.
12 de Outubro
Dia das Crianças
Hoje, aqui e agora, é o dia dos meninos bacanas, dos garotos legais e das crianças bonitas.
Elas, as crianças da bonança cheias de esperança.
Elas, curiosas, com muitas perguntas pra fazer.
Elas, observadoras, tentando descobrir o mundo, a natureza e o universo.
Elas, descobridoras, interpretando a sua maneira a realidade que as cerca.
Elas, realistas, brincando de verdade.
Elas, verdadeiras, livres com autenticidade.
Elas, autênticas, sonhando com a felicidade.
Elas, sempre felizes, alegres e contentes, sorrindo para a vida, animando a existência, motivando a sociedade, incentivando a humanidade.
Elas, entusiasmadas, dançando a festa eterna no meio de nós.
Elas, as crianças da bonança cheias de esperança.
Elas, gritando com seus colegas de escola, cantando para as suas mães de família, dançando para os amigos da festa, pulando com os macacos do jardim zoológico, rezando toda noite de mãos postas para o seu Deus e Senhor, brincando de pic com sua turma do recreio, jogando bola e sambando no carnaval, mascaradas e de fantasias, vestidas de índio e envolvidas com o “para casa” das professoras do colégio, obedecendo aos seus pais e respeitando seus amigos e responsáveis, buscando sempre segurança no colo dos papais ou procurando amor, conforto e carinho nos braços das mamães, sempre elas, lindas gabrielas e corajosos marcelos do nosso cotidiano da vida.
É hoje o dia delas.
Com elas, mais alegria para a vida e mais esperança para a humanidade.
Sem elas, mais pessimismo e negativismo no meio de nós.
Com elas, otimismo em dobro, positivismo de sobra, um sorriso sempre a nos encantar, alegrar e emocionar.
Sem elas, menos saúde e bem-estar.
Elas, a alegria da vida.
Por isso, hoje, nesse dia delas, reze por elas, lembre-se sempre delas.
Elas são Deus no meio de todos e cada um de nós.
A Alegria de Deus.
O Sorriso de Deus.
O Otimismo de Deus.
O Positivismo de Deus.
A Saúde de Deus.
O Descanso de Deus.
Dia do Professor
(15 de Outubro)
Em sala de aula, dentro da escola ou fora do colégio, na faculdade de estudantes ou com os alunos da Universidade, lecionando ou pesquisando, estudando ou trabalhando, o Mestre do ensino, o Pedagogo da aprendizagem, o Educador de matérias e disciplinas, o Gerador de conteúdo, o Produtor de conhecimentos, o Criador de idéias, o Promotor de debates e o Incentivador de pesquisas, o Animador dos grupos docentes e o Motivador das comunidades discentes, Ele, formado pela Sabedoria da Vida, informado das questões da realidade cotidiana, Solucionador dos problemas pedagógicos e educacionais, Crítico das interrogações diárias da vida das pessoas, Dialético quando necessário, Canal de respostas para as dúvidas e incertezas relativas ao processo ensino-aprendizagem, Cético de vez em quando, Relativista hoje em dia, Indeterminista sempre que pode, Solitário muitas vezes, Solidário e Fraterno quase sempre, Niilista quando o nada existencial e o vazio espiritual perturbam a sua vida, enfim, o Docente Mestre e Doutor quando possível é o Centro do movimento da vida, que orienta a todos e cada um com seus sábios pensamentos, com seus sentimentos cordiais e seus comportamentos disciplinadores, ordenando de fato a mente das pessoas, organizando a consciência e a racionalidade humanas, determinando as atitudes de grupos e indivíduos que estão sob sua responsabilidade.
Assim é o Professor.
Chave do sucesso da sociedade.
Segredo da prosperidade da humanidade.
Construtor de novas tendências e possibilidades, Ele é a porta do futuro, de um presente cheio de novidades e de um amanhã pleno de oportunidades.
Com o Professor, todos crescem, progridem e evoluem.
Sem o Professor, não há desenvolvimento social, político, econômico e cultural.
Com Ele, a pesquisa científica e as grandezas tecnológicas.
Sem Ele, desaparecem as riquezas materiais e evaporam as belezas espirituais.
Ele, o bom Professor, o Docente dos discentes, é a função matemática em torno da qual todos se sentem bem, em paz com a vida, positivos e otimistas.
Ele, a base fundamental da sociedade do conhecimento.
Dia de todos os Pais
(9 de Agosto)
Pai quer dizer Genitor de vida, Princípio de ser, Origem de coisas, Fundamento de criaturas, Base de gente, Sustento de um povo.
Não é fácil ser pai.
Não é pra qualquer um.
Porque pai não só produz os filhos junto com a mãe, todavia é o responsável por aquele(a) que produz, comprometido com a sua saúde e educação, defensor de sua vida e garantia de sua subsistência, pelo menos nos primeiros passos da criança, na sua adolescência estudantil, até chegar a sua idade adulta, quando então o verdadeiro pai entrega à vida e à sociedade o destino de sua geração e o desfecho de sua herança.
Pai é aquele que sabe o que deve fazer em relação a seus filhos e filhas.
Pai tem a obrigação de ensinar à sua prole o caminho da vida, as boas coisas da existência, os problemas que acontecem na realidade, os desafios que oferecem o cotidiano, e ainda dar-lhe esperança de viver, razões para existir e sentido para a sua nova personalidade cujo caráter será formado antes de tudo e de todos em casa, na família, e mais tarde na escola, na rua e no ambiente social em que se insere atualmente.
Pai tem o dever de sustentar seus meninos, torná-los garotos estudiosos e brincalhões, e depois jovens adultos engajados no presente e futuro da humanidade, a partir da sociedade em que se incluem diariamente, à qual precisam lhe oferecer o seu equilíbrio mental e emocional, o seu juízo reto e o bom-senso das coisas, o controle de suas mentes e o domínio de si mesmos, princípios esses que o pai e a mãe devem infiltrar na consciência de seus herdeiros e no comportamento de seus frutos humanos e naturais.
Pai muitas vezes é duro com o filho, é severo com a garota, é áspero com o menino, é amargo com a mulher, porém tenho certeza que ele o faz pensando no bem de sua família, na felicidade de sua gente, no bem-estar de sua casa.
Mas não basta ser pai.
Tem que participar.
Participar da vida familiar.
Participar das reuniões da escola, da saúde de seus filhos, do dinheiro necessário para mantê-los, do lazer indispensável aos domingos, do esporte quando se faz preciso, brincar com eles sempre que puder, enfim, educá-los para a vida, para depois a vida se encarregar deles e ensiná-los a ser gente, dar-lhes um trabalho para se sustentarem, oferecer-lhes estabilidade de emprego se possível, abrir-lhes a estrada do casamento e da família, indicar-lhes a realização profissional e a satisfação de sua vocação humana, natural e cultural, consolidando então a sua criatividade própria, e os dons, carismas e talentos que a natureza lhes presenteou.
Sim, não é fácil ser pai.
Não é pra qualquer um.
Tem que ter vocação.
A Vocação de ser responsável por seus atos.
Ensinar o respeito e o direito a seus filhos.
Torná-los pessoas justas e verdadeiras.
Educá-los para a vida.
Cuidar de sua saúde mental, física e espiritual.
Dar-lhes o necessário sempre que puder.
Comprometer-se com o seu presente jovem e o seu futuro de mais velhos.
Pai tem que ter atitude.
Pai tem que ser oportuno.
Pai tem que ser equilibrado.
Porque dele, dependem seus frutos biológicos, seus efeitos naturais, suas conseqüências éticas e espirituais.
Pai tem que ser transparente.
Assim, nele a criança terá segurança, o filho terá confiança, a esposa terá esperança.
Pai tem que ser trabalhador.
Garantir o pão de cada dia da família.
Sustentar o colégio dos garotos.
Dar-lhes um plano de saúde sustentável.
Oferecer-lhes o indispensável para bem viver.
Pai tem que ser lutador.
Continuar lutando até a morte.
Ser um exemplo para seus filhos.
Ser um herói se possível.
Entretanto, nunca perder o respeito diante de todos e jamais excluir de sua vida a responsabilidade da criação e da educação de seus filhos.
Isso é o pai verdadeiro.
Limitado sim, mas responsável.
Fraco sim, mas respeitoso.
Isso é o pai direito.
Que não se esquece da mulher e dos filhos.
Que protege os seus.
Que ampara a própria família.
Pai algumas vezes quer dizer Deus.
Porque Deus também é Pai.
E, hoje, é o dia de todos os pais que se parecem com Deus.
Não são deuses, mas é como se o fossem.
Obrigado, Deus, pelos pais,
pelo meu pai aqui na Terra, Sr. Manuel Gomes Fernandes.
Dia da Família
(15 de Maio)
Inserida dentro da sociedade e mergulhada no cotidiano da realidade, a família é o tempo onde deve reinar o amor e o respeito e o lugar em que precisa predominar a amizade, a paz, a concórdia, a boa consciência e as boas virtudes, os bons princípios de vida e os bons valores da existência, a responsabilidade mútua e a generosidade recíproca, a fraternidade e a solidariedade, o bem de todos e cada um, o carinho da mãe e a coragem do pai, sobretudo quando se trata da educação de seus filhos e filhas, netos e bisnetos.
A Família é a célula principal da convivência humana.
Nela, o nosso sustento.
Com ela, o nosso amparo.
Sem ela, o desequilíbrio e a insensatez.
Por ela, vem a vida, a alegria e o otimismo de quem procura ser alguém nesta vida.
Através dela, nos chega a boa disciplina moral e religiosa e o fundamento da boa ética e espiritualidade.
Somente com ela, temos a base de uma boa conduta, de bons pensamentos e sentimentos, boas ações e comportamentos sólidos, bem estabelecidos e bem consolidados.
A Família nos prepara para a vida cotidiana, aqui e agora, e amanhã.
Temos na família a origem da boa política e do bom estado de ordem social e econômica, e a garantia das fontes de uma cultura razoável onde as idéias são bem construídas e os conhecimentos gerados com sabedoria e a experiência de nossos genitores paternos e maternos.
Família deveria significar casa da saúde e templo do bem-estar físico, mental e espiritual.
Porta da liberdade e Porto da felicidade.
Convívio saudável e agradável.
Ambiente pacífico.
Contexto em que as pessoas concordam umas com as outras.
Família é a realidade do amor produzido com alegria e onde a segurança de seus membros deve ser fundamentada na certeza de que o Estado garante a sua sustentabilidade.
Que seria de nós sem uma família unida, que reza junto e trabalha sempre um pensando e se preocupando com o outro ?
Que seria do nosso presente acolhedor e do nosso futuro cheio de novidades, surpresas e esperanças ?
Que seria das bases da nossa consciência voltada para o bem e a paz, o amor e a vida ?
Como teríamos amparo e segurança nesta vida ?
Como faríamos os nossos negócios, esforços de trabalho e empenhos de atividades sustentadas pelo equilíbrio dentro de casa e o bom-senso que se adquire no interior do lar ?
Como ganharíamos o nosso pão de cada dia ?
E a nossa qualidade de vida ?
De que modo conquistaríamos ?
E a nossa fé em Deus e a nossa boa oração que nos faz dialogar com Ele ?
Na família, a paz interior e a segurança externa.
O Céu da nossa infância carregada de prodígios.
O Paraíso da nossa juventude plena de sonhos muitas vezes irrealizáveis.
O Repouso de uma velhice cheia de experiências belas e felizes.
Na família, a garantia de uma vida tranqüila onde a paz da alma é uma realidade e o repouso do espírito tem origem em uma boa cama para dormir, uma ótima casa para morar, água para beber e tomar banho, comida boa para nos alimentar, um teto e um chão que nos dão abrigo, saúde e bem-estar.
Na minha família, tem um lugar para Deus.
Nela, Ele está presente a cada instante e a toda hora.
Com ela, a rua fica mais bonita, temos a liberdade da ida e da volta, a felicidade é quase completa, o equilíbrio impera entre nós, há otimismo de sobra, a alegria é uma realidade constante e o sorriso das pessoas se torna a marca registrada de uma comunidade cuja grandeza é o respeito, a riqueza é a responsabilidade e a beleza é a mistura do amor da mãe e do trabalho do pai, herdados por sua prole.
Assim é a família.
O ninho da segurança e da paz.
Neste dia da família, que Deus as abençoe e ajude sempre.
Sobretudo as boas famílias.
Onde Deus reina.
Dia dos Namorados
(12 de Junho)
Quando um homem beija uma mulher com tremendo entusiasmo, excesso de desejo, grande grau de romantismo, elevado nível de paixão, amor profundo e sentimento de respeito entre ambos, talvez não consigamos reparar que nascemos para namorar, namorar eternamente, fazendo da paquera de um pela outra o segredo da felicidade completa e a chave do sucesso do verdadeiro amor de um macho por sua fêmea, que encontram no beijo apaixonado o sentido da vida e a razão de viver neste mundo temporal e histórico, que nos aponta para a eternidade do amor, cheio de vida, desejo e paixão.
Hoje, é o dia dele e dela, dos amantes e suas amadas, do amor eterno entre duas pessoas de sexos diferentes, mas que se completam, e se realizam totalmente nesse amor fecundo com conseqüências vitais para toda a vida de ambos.
Namorar é bom.
É bom paquerar uma mulher, e dela receber todo o carinho e beleza desse amor carregado de desejo louco e paixão sem limites.
Sim, o amor é lindo.
Sobretudo quando o sexo é efeito desse amor apaixonado de um pela outra.
Isso é a vida de Deus.
Tal o sentido da existência.
Fomos feitos para o amor.
Nesse romantismo de desejos profundos e de paixões enlouquecidas por um amor verdadeiro, está o tesouro mais precioso da vida e da realidade mais rica de um homem e de uma mulher que se amam, se respeitam e se valorizam um ao outro.
O amor é um sentimento grande, rico e belo.
E namorar uma gata, ou paquerar uma garota, é a realidade mais bonita de uma vida plena de Deus.
Fomos feitos para o amor.
O Homem foi feito para a mulher, e vice-versa.
Eis o sentido da vida e o segredo da natureza e a grandeza do universo.
Deus é grande.
O Amor é bonito.
E então namorar se torna a felicidade eterna, que começa no olhar de um homem e de uma mulher que se encontram, se desejam e se apaixonam de verdade um pela outra.
Fazer dessa paquera uma eternidade, eis a beleza da vida e a riqueza da existência.
Em função dessa realidade amorosa e de respeito, gira todo o cotidiano, tem sentido a família e o trabalho, há ordem na sociedade, disciplina no pensamento e organização no campo social e político, econômico e cultural, artístico e científico, histórico e filosófico, moral e religioso.
Dessa relação de amor e paixão decorre todo o sentido de viver e existir, a necessidade do trabalho, o amor à família, o respeito entre as pessoas, a responsabilidade por nossos atos, o cultivo da liberdade e o abraço com a felicidade de poder amar alguém nesta vida e para sempre.
Assim é o amor.
Fomos feitos para namorar eternamente.
Dia do Amante
(26 de Março)
Tenho dentro de mim que nós, homens e mulheres, não fomos feitos para viver sozinhos, todavia fazer do amor a nossa relação mais forte, o nosso intercâmbio mais vivo, a nossa interação mais completa e o nosso compartilhamento mais desejoso e mais apaixonado.
E que esse amor quente se transforme não em um casamento religioso onde os relacionamentos se identificam com a geladeira da cozinha ou com o cemitério do caju, pois são frios e mortos, baseiam-se em papéis assinados e registros civis, têm na aparência a sua lei maior e na hipocrisia a sua imagem mais autêntica.
Não.
O Amor tem que ser eterno, feito de namoro e paixão, realizado com paquera e desejo, isso de uma maneira duradoura, sem fim, sem limites e sem obstáculos a impedir a sua consumação onde então esse amor se torna doce e macio, leve e suave.
Em outras palavras, mais importante é namorar e paquerar, e fazer do casamento um namoro eterno e uma paquera infinita.
Sem as burocracias sem sentimento e sem as burguesias sem coração.
É aí que surgem os amantes, ou melhor, o amante e a amada. Ou o amado e a amante.
Porque os amantes surgem de um desejo do olhar.
Do desejo de amor desse olhar penetrante que envolve a ambos, macho e fêmea, produz-se o namoro.
Do namoro acontece a paquera.
Da paquera vem o compromisso.
Do compromisso o respeito.
Do respeito a responsabilidade.
Da responsabilidade a liberdade.
Da liberdade a felicidade.
Então, a felicidade se torna eterna.
Assim se constituem e se consolidam os amantes.
Ele e ela, juntos e unidos, fazem do amor mútuo a ordem interior e o direito interno, que estabilizam a relação amorosa, fundamentada pois na lei natural como que dizendo que neste momento a natureza aprova tal relacionamento e que o Princípio dessa natureza humana, o Criador, o Autor da Vida, Deus e Senhor, confirma esse engajamento, para o qual contribuem o crédito da sociedade, a amizade de parentes e amigos, e a solidariedade de todos que no mesmo nível de amor conferem a esse encaixe sexual os beneplácitos de quem igualmente vive esse compromisso de amor.
Desse modo nascem os amantes.
Nascem para serem eternos.
Nascem para encaixar um com o outra para sempre.
Nesse encaixe de amor, produzir a sexualidade humana e natural cujos frutos são o prazer e o orgasmo sexual, a felicidade do casal, a origem da família, e uma herança geradora de favores e benefícios que atingem toda a humanidade.
Neste dia do amante, ou da amada, celebramos a lei do amor, a sua ordem interior e o seu direito interno.
Porque no amor, e na vida do amante e da amada, o mais importante é a região do coração e a experiência de duas consciências que se completam, e a prática de dois corpos que se enriquecem, e a atitude de duas almas que se aperfeiçoam, fazendo da beleza do amor a grandeza de uma vida comprometida com a própria vida, cujo sustento é a natureza alicerçada no Senhor nosso Deus.
Hoje, o grande amante e a bela amada festejam a vitória do amor.
A Vitória do desejo e da paixão.
A Vitória do sentimento mais puro e mais profundo.
A Vitória da sensibilidade da mulher e da coragem do homem em assumirem um compromisso responsável, o qual encontra no respeito recíproco e no direito natural a chave para o seu sucesso matrimonial.
Pois no respeito se acha a base da ordem e do diálogo.
E no direito natural se percebe a garantia de que a natureza absolve tal relação e que Deus aprova esse relacionamento amoroso.
Fundamentado nesses princípios éticos e espirituais, o amor se faz, o bem se realiza e a paz se conquista, e a vida se torna a grande vencedora ainda que os trabalhos e os sofrimentos do dia a dia, as dificuldades e as contrariedades do cotidiano, os problemas de relacionamento e as contradições de comportamento estejam presentes e insistentes até a morte.
Que o coração do amante e o sentimento da amada contribuam verdadeiramente para a felicidade do casal, a alegria da família e o bem-estar da sociedade.
Feliz dia dos amantes para todos!
Dia da Juventude
O que move os jovens de hoje ?
Qual o motor da juventude de nossos dias, de outros tempos e de todos os lugares do Planeta ?
Os sonhos que devem se tornar realidade são o dinamismo comportamental que mexe com esses jovens polivalentes e multifuncionais do mundo atual.
Como todo ser humano em geral, os jovens têm sonhos e fantasias, aspirações e desejos, ânsias e esperanças.
Em conseqüência, constroem as suas atividades diárias, os seus eventos e baladas noturnas, os seus programas da madrugada, os seus trabalhos de música e cinema, os seus exercícios espirituais em favor da sociedade do bem e da paz, as suas atitudes amigas e generosas, fraternas e solidárias, as suas paqueras românticas e os seus namoros sensuais, os seus esforços em prol de uma humanidade mais livre e feliz, justa e ordeira, pacífica e de bem com a vida, em paz com a sua consciência, com os outros e com Deus.
Assim, nascem as suas ações esportivas e recreativas, os seus shows culturais e os seus espetáculos musicais, as suas experiências científicas e tecnológicas, a sua filosofia de vida, a sua ideologia político-partidária, o seu engajamento pelos direitos humanos de todos os cidadãos do convívio social, o seu compromisso pela dignidade humana e a qualidade de vida das pessoas, o respeito ao próximo, o seu valor a Deus e a sua responsabilidade social, cultural e ambiental.
Surgem então as bandas de música, os grupos de teatro e cinema, os profissionais liberais, a pessoa humana criativa, talentosa e carismática, o sujeito novo e diferente que faz da verdade a sua lei, da transparência a sua ética e da autenticidade a sua espiritualidade vivencial.
Eis o que caracteriza a juventude moderna e o que a faz movimentar-se constantemente em benefício de si e dos outros, fazendo o bem que deve e procurando a paz que deseja abraçar.
Foge então da violência das ruas, da agressividade das gerações em conflito, da maldade dos homens e da insegurança das autoridades que corrompem, da instabilidade dos governos em crise, do desajuste mental e social de grupos e indivíduos, dos transtornos físicos e espirituais que envolvem parte da sociedade e dos distúrbios ideológicos e psicológicos que atingem a grande maioria dos jovens de hoje.
Quer deste modo a juventude mais espaços e oportunidades para viver e trabalhar, mais saúde pessoal e coletiva, e maior bem-estar para os seus, mais respeito ao meio ambiente, mais compreensão com os idosos e mais velhos, mais amor às mulheres, mais tolerância religiosa, diminuição da pobreza e da miséria, enfraquecimento das atitudes racistas, supersticiosas e preconceituosas, eliminação do analfabetismo, e boas condições de vida e emprego, saúde e educação para todos e cada um.
Eis os jovens hodiernos.
Que anseiam por fazer de seus sonhos uma realidade concreta.
Sem desprezar os seus sentimentos mais fundos e profundos, ou as suas boas idéias e conhecimentos gerados até aqui, ou as suas experiências de bondade e concórdia, produtoras do bem da sociedade e da paz humana e natural.
Eis o que mobiliza essa idade construidora de talentos, plena de carismas naturais, carregada de incessante criatividade e cheia de vida a ser distribuída para o bem de todos.
Os jovens querem vida.
43. Dia da Juventude
O que move os jovens de hoje ?
Qual o motor da juventude de nossos dias, de outros tempos e de todos os lugares do Planeta ?
Os sonhos que devem se tornar realidade são o dinamismo comportamental que mexe com esses jovens polivalentes e multifuncionais do mundo atual.
Como todo ser humano em geral, os jovens têm sonhos e fantasias, aspirações e desejos, ânsias e esperanças.
Em conseqüência, constroem as suas atividades diárias, os seus eventos e baladas noturnas, os seus programas da madrugada, os seus trabalhos de música e cinema, os seus exercícios espirituais em favor da sociedade do bem e da paz, as suas atitudes amigas e generosas, fraternas e solidárias, as suas paqueras românticas e os seus namoros sensuais, os seus esforços em prol de uma humanidade mais livre e feliz, justa e ordeira, pacífica e de bem com a vida, em paz com a sua consciência, com os outros e com Deus.
Assim, nascem as suas ações esportivas e recreativas, os seus shows culturais e os seus espetáculos musicais, as suas experiências científicas e tecnológicas, a sua filosofia de vida, a sua ideologia político-partidária, o seu engajamento pelos direitos humanos de todos os cidadãos do convívio social, o seu compromisso pela dignidade humana e a qualidade de vida das pessoas, o respeito ao próximo, o seu valor a Deus e a sua responsabilidade social, cultural e ambiental.
Surgem então as bandas de música, os grupos de teatro e cinema, os profissionais liberais, a pessoa humana criativa, talentosa e carismática, o sujeito novo e diferente que faz da verdade a sua lei, da transparência a sua ética e da autenticidade a sua espiritualidade vivencial.
Eis o que caracteriza a juventude moderna e o que a faz movimentar-se constantemente em benefício de si e dos outros, fazendo o bem que deve e procurando a paz que deseja abraçar.
Foge então da violência das ruas, da agressividade das gerações em conflito, da maldade dos homens e da insegurança das autoridades que corrompem, da instabilidade dos governos em crise, do desajuste mental e social de grupos e indivíduos, dos transtornos físicos e espirituais que envolvem parte da sociedade e dos distúrbios ideológicos e psicológicos que atingem a grande maioria dos jovens de hoje.
Quer deste modo a juventude mais espaços e oportunidades para viver e trabalhar, mais saúde pessoal e coletiva, e maior bem-estar para os seus, mais respeito ao meio ambiente, mais compreensão com os idosos e mais velhos, mais amor às mulheres, mais tolerância religiosa, diminuição da pobreza e da miséria, enfraquecimento das atitudes racistas, supersticiosas e preconceituosas, eliminação do analfabetismo, e boas condições de vida e emprego, saúde e educação para todos e cada um.
Eis os jovens hodiernos.
Que anseiam por fazer de seus sonhos uma realidade concreta.
Sem desprezar os seus sentimentos mais fundos e profundos, ou as suas boas idéias e conhecimentos gerados até aqui, ou as suas experiências de bondade e concórdia, produtoras do bem da sociedade e da paz humana e natural.
Eis o que mobiliza essa idade construidora de talentos, plena de carismas naturais, carregada de incessante criatividade e cheia de vida a ser distribuída para o bem de todos.
Os jovens querem vida.
domingo, 7 de abril de 2013
Discordar é bom
Em nosso Planeta de diferentes alternativas de vida e grandes possibilidades de negócios, gigantescas relações entre grupos e indivíduos, é bom encontrarmos pessoas que possam divergir de nossos pontos de vista, discordar de nossas opiniões, mesmo quando achamos que estamos certos, sabemos das coisas e somos donos da verdade. Então, o debate surge, para quebrar nossos preconceitos e abrir o diálogo franco e sincero, que nos faz superar superstições, transcender limites e ultrapassar fronteiras de ordem social, psicológica e familiar. Passamos desde agora a tomar consciência de que a dialética nos renova por dentro e por fora, e nos liberta de prisões morais e religiosas, e de escravidões na área da ética, da psicologia e do conhecimento. E vivemos assim um outro momento em nosso dia a dia, capaz de nos elevar espiritualmente, tornando-nos gente aberta, fraterna e solidária com todos e cada um. E eis que ora a vida se restaura, recuperamos nosso ânimo para o trabalho e a família, resgatamos saberes antigos e projetamos novos sonhos que talvez se transformem em realidade. Graças a uma vida dialética, em que as diferenças se impõem, as divergências se fazem e as discordâncias nos ensinam que a síntese de tudo isso é uma vida de bem e de paz, de tranquilidade no convívio humano e de repouso em casa e no ambiente em que vivemos e existimos. Obrigado, Senhor, se eu posso discordar. Se eu posso fazer a diferença. Se assim consigo construir uma vida de saúde e bem-estar, fugindo da violência do cotidiano e da agressividade da sociedade. Graças a Deus. Ainda posso discordar.
terça-feira, 2 de abril de 2013
A Ordem do Amor
A Ordem do Amor
Em nossos trabalhos diários e em nossos relacionamentos cotidianos, nos contatos com a família e os colegas do emprego, na participação de debates na escola e em encontros com pessoas na rua e no supermercado, nas conversas de botequim e nos bate-papos na padaria e no jornaleiro, observamos como a boa sexualidade – o amor entre o homem e a mulher - é fator de ordem interior, condição de paz e tranqüilidade dentro e fora de nós, elemento de equilíbrio da mente e das emoções e bom-senso em nossas atitudes de cada dia, de disciplina moral e organização de nossas idéias e conhecimentos, porque, em tais circunstâncias onde o afeto é importante, o desejo se faz presente e a paixão se torna constante em nossas vidas, temos calma na alma, repousamos bem o nosso corpo, dormimos melhor, controlamos mais as nossas adversidades e dominamos otimamente as nossas atividades cerebrais, os nossos exercícios mentais e as nossas operações de ordem ética e espiritual.
Quando o amor entre o homem e a mulher vai bem, tudo se ordena, tudo se acalma, tudo se pacifica, tudo se equilibra, tudo repousa.
Parece então que o ambiente a nossa volta acompanha o nosso interior, a natureza descansa e o universo sorri para nós.
É como se uma força interna comandasse o nosso destino e uma energia divina contagiasse as nossas relações, determinasse o clima em torno de nós e definisse as nossas ações em prol da coletividade, fazendo nascer e brotar ao nosso lado a fraternidade entre as pessoas e a solidariedade entre grupos e indivíduos.
Em nosso entorno respira-se a paz interior, o bem e a bondade, a boa amizade e a feliz generosidade.
Quando estamos bem com o nosso parceiro de cama e companheiro de caminhada, o mundo atua em nosso favor, a vida nos credita imensos benefícios, Deus mais uma vez sorri para nós.
Então, o amor ordena todas as coisas, tranqüiliza tudo e a todos, faz-nos trabalhar com alegria e viver em repouso permanente.
Fazemos bem todas as coisas.
Tudo caminha direito e vivemos com respeito.
A Justiça habita no meio de nós.
Somos mais transparentes com as pessoas.
A Verdade se coloca ao nosso lado.
A Felicidade se põe em nosso meio.
É a ordem do amor.
É o jeito que a boa sexualidade encontra para nos tornar felizes, de bem com a vida e em paz conosco mesmo.
É a maneira do amor atuar, regularizando todas as coisas e regulamentando os nossos atos a favor do bem das pessoas.
Graças ao amor entre o homem e a mulher.
Essas são as conseqüências de um bom convívio entre as duas partes, os ótimos efeitos de um bom relacionamento em que a felicidade se constrói na dependência entre um e outro, no intercâmbio de boas idéias, na interatividade de valores bem aceitos e de virtudes bem praticadas, no compartilhamento de conhecimentos e vivências que melhoram, enriquecem, fazem crescer e aperfeiçoam a vida dos dois.
É fundamental que um homem ame uma mulher, e que uma mulher se apaixone por um homem.
É o sentido da vida e a razão da existência.
Eis a lei natural criada por Deus para que sejamos felizes aqui e na eternidade.
Da ordem desse amor construído todos os dias e todas as noites dependem o nosso bom dia de hoje, o nosso bom cafezinho no botequim, as nossas boas compras no shopping ou no supermercado, as nossas boas aulas na universidade, as nossas boas orações na igreja, a nossa boa saúde mental, física e espiritual, e o nosso bem-estar material, emocional e existencial.
Desse modo, o nosso ambiente estará bem se o nosso amor estiver em harmonia, se vivermos constantemente apaixonados pela vida e a natureza, o ser e o universo, o pensamento e a existência.
Portanto, graças ao amor entre o homem e a mulher.
Deus quis assim.
quarta-feira, 27 de março de 2013
A Subjetividade Objetiva
A Subjetividade Objetiva
A Fenomenologia da Alma
Em busca do Outro
Eu sou o que não sou
1
Várias vezes durante o dia e a noite vejo-me em situações estranhas e esquisitas quando então assumo uma outra personalidade diferente de mim, um outro eu, com novos caracteres diversificados, uma outra identidade, uma outra alteridade, uma vivência alheia a mim próprio.
Sou então uma alienação em pessoa.
Tenho pensamentos fora de mim, sentimentos alheios ao meu eu, comportamentos que me revelam uma outra pessoa que está dentro de mim.
São instantes que me mostram o meu estado de inconsciência, irrealidade e irracionalidade experimentados simultaneamente.
Estou pois dentro e fora de mim ao mesmo tempo.
Eu sou o que não sou.
Sou sem ser.
Estou sem estar.
Vivo sem viver.
Experimento sem experimentar.
Sinto sem sentir.
Eu de fato um verdadeiro alienado, com outra identidade e nova alteridade em mim mesmo, dentro e fora de mim.
Penso sem pensar. Sou sem ser. Existo sem existir.
Porque vivo uma outra vida diferente da minha.
Fora do meu eu sou um outro, um outro ser, uma outra pessoa, um outro pensamento, uma outra consciência, uma outra existência, uma outra experiência de vida.
Percebo facilmente isso quando estou violento, sou mau com as pessoas, entro em conflito com elas, perco a cabeça e as agrido, sendo cruel com elas, contrariando-as e contradizendo-as, espalhando divisão e mal-estar no ambiente onde eu vivo e me relaciono com as pessoas, excluindo-as e marginalizando-as.
Nesses momentos, estou ausente de mim mesmo, sinto falta do meu eu.
Vivo uma outra pessoa diferente, contrária e contraditória, negando-me a mim próprio.
Vivo uma contradição em pessoa. Sou alienação.
Todavia, quando retorno à prática do bem e da bondade e à vivência da paz e da concórdia, enfim, quando regresso a Deus, o Senhor, então eu me reencontro, volto a mim mesmo, acho o meu eu, antes perdido dentro e fora de mim mesmo.
Passado o período de alienação do meu eu e de contradição de mim mesmo, volto ao meu ser, reencontro a minha essência, regresso a minha substância pessoal própria.
Então, eu volto a ser eu.
Tenho consciência do meu retorno a mim mesmo.
Esse processo de conscientização de mim próprio é importante para a minha paz interior e para eu estar de bem com a vida.
Obrigado, Senhor, porque eu voltei ao que era antes.
2
Esse fato de ser sem ser faz-me uma pessoa evoluida, que busca algo mais em suas vida, outras formas de viver e existir, se comportar e sentir, agir e pensar, novas maneiras de se relacionar no dia a dia com grupos e indivíduos variados, diferentes modos de ver a realidade e interpretar o tempo e os fatos históricos e os fenômenos do cotidiano. Assim cresço em virtudes elevadas, somando mais a mim mesmo, me multiplico diaria e noturnamente, sempre acrescentando alguma coisa ao meu ser que procura outro ser, que me supera, transcendente a mim, que ultrapassa meus limites sociais e psicológicos, minhas fronteiras físicas e mentais, meus determinismos materiais e espirituais, minhas definições psicossociais e emocionais, meus conceitos ultrapassados e tradicionais, quando agora desejo novidade e a surpresa da vida que surge em cada momento e a todo instante. Então evoluo. Sou progresso espiritual e existencial. Desenvolvo minhas características pessoais, meus dons e talentos e carismas, minha criatividade natural e original, minha vocação para a vida e a minha profissão geradora de capital e trabalho, sustentos e fundamentos do meu ser que se aliena e procura outro ser que me completa, faz-me somar e crescer em todos os sentidos da minha experiência cotidiana. Meu ser assim se aliena em busca da alteridade e de uma nova identidade. Sou mais do que eu. Eu sem mim.
3
Parece-nos que hoje em dia o ser humano não tem mais identidade.
Sua identidade é sua alteridade.
Eu não sou eu.
Eu sou eu sem mim.
Eu sou o outro.
Eu sou uma outra pessoa.
Vivo em mim um outro ser diferente de mim.
Observa-se que o homem e a mulher, aqui e agora, têm uma outra consciência de si mesmos, ou várias consciências dentro de si próprios.
Experimentam a sua própria alteridade.
São outros, outros seres em si mesmos, outros pensamentos dentro de si próprios, outras existências alheias ao seu eu.
Sim, eu sou o outro.
Sou o outro quando o sirvo e ajudo.
Sou o outro quando me ausento de mim mesmo, me alieno, me torno completa ou relativa alienação de mim próprio.
De fato, eu sou hoje um alienado.
Estou fora de mim mesmo.
Quando sou mau e violento, então estou longe de mim, fora do meu ser, distante da minha natureza boa, criada por Deus.
Quando uso de agressão e crueldade em meus relacionamentos, então eu sou ausência de mim, estou fora de mim, vivo a falta de mim mesmo.
Quando contrario a minha natureza, que é sempre boa, desde as suas origens, gerada pelo Criador, Autor da Vida, então eu sou alienação, sou uma outra pessoa, não eu mesmo.
Quando pratico a injustiça, uso de falsidade com as pessoas ao meu redor, sou uma mentira em pessoa, vivo um teatro ou uma novela em minha vida, então eu não estou vivendo, eu estou sim na verdade fingindo, representando, sendo ator, e não eu próprio.
Se crio a divisão em torno de mim, excluo as pessoas da minha vida, rejeito-as, oprimo-as e marginalizo-as, então, eu sou eu sem mim.
Vivo então hoje na maioria das vezes uma alteridade em minha vida, sou uma alienação em pessoa, estou fora de mim, ausente do meu ser, pensar e existir, dando falta de mim mesmo em minhas relações, condições e situações de vida e trabalho, experimentando assim de fato a negação do meu eu, minha contradição viva, minha rejeição e exclusão de mim mesmo.
Eu então sou a minha própria negação, rejeição e exclusão.
Eu próprio marginalizo a mim mesmo.
Eu pois vivo o meu eu sem mim.
Sou sim uma outra pessoa.
Um outro ser diferente e ausente de mim mesmo.
Sou sim a minha falta, a minha ausência, a minha carência, a minha miséria, a minha ignorância, a minha pobreza, a minha mendicância.
Tudo isso porque contrario a minha natureza essencialmente boa, ordeira e pacífica.
Porque então decidi ser violento.
E mau.
4
Meu limite é viver sem limites.
Superar meus limites, ultrapassar minhas barreiras e transcender meus obstáculos, ir além das fronteiras do conhecimento verdadeiramente possível, ainda que tenha que compreender e respeitar minhas limitações humanas e naturais, tal é o caminho da vida, seu movimento eterno, seu processo permanente de superação de si mesma, mergulhando então nas profundezas do oceano vivo e infinito, a fim de conhecer seus segredos e desvendar seus mistérios, descobrir suas verdades e desvelar suas certezas absolutas e relativas, tirar as roupas dos preconceitos e das superstições, ultrapassando seus mitos, ídolos e estigmas mentais, físicos e espirituais, e transcendendo igualmente as definições metafísicas e as determinações éticas, estéticas e religiosas, quando então atingirá o máximo de excelência humana, de perfeição natural e completa transfiguração cultural, realizando assim em si, de si e para si a mais correta metamorfose global e diferencial da existência real e atual, temporal e histórica, eterna e infinita, mesmo em suas dimensões locais e regionais.
Esse o sentido do progresso, o caminho do desenvolvimento, a estrada da evolução e do crescimento construidor de uma nova mentalidade cultural para a humanidade, uma nova cultura do bem e da paz e um novo ambiente de amizade e generosidade, união, fraternidade e solidariedade.
Sim, nosso caminho é sem fim.
Nossa estrada é eterna.
Nessa caminhada infinita e sem limites nem fronteiras, eis o sentido da nossa vida e a razão da nossa existência.
Caminhamos ao encontro de Deus.
5
Sou o que ainda não fui e que ainda serei. Sou a minha superação, o meu ultrapassar de mim mesmo, a minha transcendência própria quando vou além dos meus limites e estou acima das minhas fronteiras psicológicas e ideológicas, mentais e emocionais, conscientes ou não, e assim mergulho no oceano de minhas infinitudes e me afogo nesse mar fundo, profundo e fecundo em que reencontro minhas raizes naturais, recupero meus fundamentos de uma natureza cuja essência é afogar-se no mergulho que nada para o nada, do nada e pelo nada, se reassume como vazio transcendental, o modo mais puro e eficaz de retornar a minha outra identidade e nova alteridade, pois agora sou sem ser, sou construção além de mim, sou projeto acima do meu eu, já que então transcendo minhas limitações para jogar-me no mundo absoluto que substancializa o meu ser, pensar e existir, e me faz ultrapassagem de mim e superação de minhas fronteiras de caráter e personalidade. Aí me torno uma outra pessoa que sou eu mesmo. Pois eu sou o outro. Eu sou o além de mim. Eu sou sem ser o que eu sou. Sou superação. Sou o amanhã de manhã. Sou hoje o futuro.
6
Quando evoluimos de tal maneira que conseguimos superar limites psicológicos e emocionais e ultrapassar barreiras de saúde física e mental, transcender a matéria e avançar em conteúdos e programas de espiritualidade natural, então permitimos ser mais do que somos, definir progresso em nossas vidas cotidianas, desenvolver novos jeitos de viver e existir, outras formas de pensar, sentir e agir, diferentes modos de trabalhar e se relacionar com a família em casa e os amigos na rua, enfim, obtemos qualidade de vida sustentável pois adquirimos princípios éticos e espirituais que fundamentam nosso ser interativo e interpessoal, e valores morais e religiosos que são a base principal de nossas atitudes sociais e nossas interferências na sociedade, construindo pois um mundo de possibilidades onde a liberdade é a diretriz de toda a experiência cotidiana, um campo de alternativas básicas, fonte de comportamentos sólidos, firmes e fortes, guia de atividades que nos fazem bem e provocam apenas o que é bom para nós, um universo de potencialidades geradoras de grandes opções de saúde e bem-estar coletivo e individual. Assim crescemos no ser que busca sua ultrapassagem. Evoluimos no pensamento que se supera. Progredimos nos sentimentos que vão além de si próprios. Tal o nosso jeito de se desenvolver com qualidade sustentável e dignidade de vida e trabalho. Ao encontrarmos a nossa outra realidade que nos supera, então somos progresso espiritual, somamos com os outros, nos multiplicamos em virtudes elevadas, nossa consciência se reconhece alta e elevada gerando uma liberdade saudável e agradável. Então crescemos, somos mais do que nós mesmos, evoluimos.
7
Eu sou o amanhã de manhã. Sou o futuro, além de mim mesmo, mais que mais, de conteúdos transcendentes onde procuro me ultrapassar a fim de superar minhas fronteiras psicológicas e sociais e meus limites naturais e ideológicos, e então mergulhar na minha falta, na ausência de mim próprio, alcançar mais plenitude de ser e viver, pensar e existir, sentir e conhecer, e assim viver mais abundantemente o sentido da minha vida e a razão de meu estar no mundo, e aprofundar-me no meu ego, fecundar ainda mais o fundo da minha alma, até encontrar-me nas raizes do meu espírito em que acho Deus. E jogo-me em Deus, o princípio da minha vida, a resposta aos meus anseios e indagações, a solução para meus conflitos internos e externos, dificuldades de natureza e problemas de consciência. E vou me soltando, cada vez mais livre, superando minhas limitações, e invadindo as profundezas da minha racionalidade e então nadar nas entranhas da minha inteligência quando descubro minhas origens, minha razão de estar aqui e agora e o sentido de eu viver mais para os outros do que para mim mesmo. E vou buscando meu outro e meus outros, minhas diferentes consciências e meus novos corpos de alma mergulhante que navega em direção ao oceano da eternidade, fonte das minhas buscas e sentido dos meus desejos, ali onde encontro a paz espiritual e a tranquilidade social e a segurança existencial. E assim vou me buscando e me achando, me descobrindo e me desvelando até me deparar com a verdade do meu ser, a transparência natural e vital que me identifica, minha vida autêntica, onde sou o que sou, e sou sem ser. E então continuo a constante descoberta das novidades do meu eu, descoberto por minhas procuras loucas e incessantes, teimosas e desejosas. E vivo já o meu futuro eterno. Amanhã será o meu dia. Amanhã de manhã.
8
Segundo os especialistas, muitos historiadores e diversos hermeneutas, os desejos humanos e as necessidades naturais e culturais mobilizam as sociedades, produzem o trabalho e as atividades do dia a dia, movimentam os humanos e os terrestres em busca de novas idéias, sentimentos, realidades e experiências, diferentes alternativas de relacionamento e atitudes, outras formas de interagir com as pessoas e com elas compartilhar conteúdos e matérias de saúde e bem-estar, mentalidades e culturas que nos abrem para uma nova visão da humanidade e nos renovam de mentalidade e nos libertam de distúrbios e transtornos da consciência e da liberdade. Como se observa os desejos e necessidades nos fazem procurar o outro, outras coisas e outras realidades que nos completam e enriquecem o nosso ser, pensar e agir, e aperfeiçoam o nosso modo de estar no mundo e conviver uns com os outros em sociedade. De fato, desejamos mais, temos necessidade de somar, crescer e multiplicar nossas ações e comportamentos, fazendo-nos nos conscientizar que somos progresso, caminhamos para a frente e o alto, gerando riquezas e grandes oportunidades de negócios, novas opções de trabalho e e emprego, diferentes possibilidades de produção de uma nova vida de bens permanentes e créditos constantes que alteram para melhor nossa procura por saúde de qualidade e um nível de vida de grau elevado de dignidade sublime onde os direitos devem ser buscados e os deveres e obrigações cumpridos com compromisso e responsabilidade. Assim crescemos em direção aos outros. Evoluimos na alteridade que na verdade é a nossa autêntica identidade. Somos o outro. Somos outros.
9
Ao buscarmos a nossa identidade original constatamos que somos múltiplos e diferenciados, somos alteridade, com várias cabeças ao mesmo tempo, tal a nossa estrutura consciente e sistema de racionalizações equilibradas onde a nossa mente trabalha polivalentemente, pois assumimos ora uma consciência política ou social, ora uma racionalidade ecológica ou cultural, ora uma inteligência científica ou ideológica, o que nos caracteriza como seres humanos alterados cuja identidade é a soma de diversas mentalizações e a multiplicidade de variadas culturas e ideologias que se adicionam à nossa consciência centralizadora definindo a racionalidade de nossas cabeças em busca de outras realidades, novas ideologias e mentalidades e diferentes culturas e inteligências. Portanto, ao procurarmos o nosso outro ser complementar, que sustenta nossa alteridade e nos identifica como pessoas humanas polivalentes, na verdade estamos assumindo a nossa verdadeira identidade porque na verdade nossa consciência é concêntrica pois concentra em si de si por si e para si outras, novas e diferentes consciências. O que nos identifica é a alteridade.
10
Como o pinto dentro do ovo fica escondido até que a vida aconteça para ele lá fora quando o ovo da galinha se quebra e ele brota para a existência e assim constituir sua realidade de coisas e situações boas e más, grandes e pequenas, violentas e equilibradas, saudáveis e desagradáveis. Assim também nós somos mais escuridão do que claridade, ou nossa realidade cotidiana é mais obscura do que luz, e nessas trevas e noites da existência humana vamos descobrindo as surpresas e as novidades de uma vida potencialmente maior e melhor do que si mesma. E nesse processo de descobrimentos diferentes e saudáveis e agradáveis vamos encontrando nossos outros, nossos amanhãs de manhã, nossos futuros do presente, achando além e acima de nós próprios a nossa identidade e alteridade, a resposta a tantas perguntas e a solução para inúmeros problemas, interrogações e questionamentos. Deste modo a vida acontece. Estamos na verdade mais escondidos do que esclarecidos. Somos mais noite do que dia. Somos mais trevas do que luz. E desta maneira crescemos e evoluimos, construimos novas realidades, contextos e ambientes de vida, e diferentes culturas, ideologias e mentalidades, produtoras de uma existência digna e de qualidade, rica em conteúdos culturais e excelente ética e espiritualmente. Nesse processo, encontramos Deus, nossa realidade maior e melhor. E assim vamos gerando a plenitude da vida, uma existência abundante carregada de virtudes e circunstâncias boas de vida, que geram paz e tranquilidade para nós. Nosso fim, com certeza, é o repouso do espírito e a calma da alma. Descansar em Deus.
11
Vivemos em busca do desconhecido, condicionando a nossa realidade cotidiana em função da procura pelo oculto, sob circunstâncias reais e atuais que nos revelam o quanto somos obscuros e refletimos mais as trevas do que a luz, ainda que o sol seja a nossa meta e seus reflexos luminosos os nossos objetivos finais, quando desejamos nos conhecer a nós mesmos, descobrir os nossos segredos vitais e encontrar as novidades que nos surpreendem cotidianamente, um reflexo de que a cultura da incógnita permeia a nossa existência, ao discutirmos as diferenças que nos fazem como a realidade das trevas para a luz, da guerra para a paz, da violência para a tranquilidade, das turbulências políticas e sociais para uma vida de repouso interior e ordem externa, do caos mental e emocional para a calma da consciência e o descanso de uma liberdade ansiosa por saúde coletiva e bem-estar interpessoal, transformando-nos em pescadores da alma e navegadores do espírito, pois procuramos nada mais nada menos do que as nossas profundezas, o fundo da existência, a essência da vida e a substância de nossas realidades transcendentais, já que nos surpreendemos transcendendo a nós próprios, superando nossos limites psicológicos e fronteiras ideológicas, ultrapassando a temporalidade física e mental, material e espiritual, e mergulhando em uma historicidade reveladora do quanto somos trevas mais que luz, somos mais noite do que dia, sim porque o universo do corpo e da alma vão mais além do que já sabemos e estão acima dos conhecimentos já adquiridos até aqui e agora. E vamos prosseguindo hoje e amanhã avançando na conquista de nós mesmos, descobrindo-nos a cada instante e a todo momento, nos desvelando no ser, nos pensamentos, e no sentir e agir. Assim caminhamos na vida. Vamos descobrindo o nosso mundo interior condição de uma vida de paz e tranquilidade para todos nós. Deste modo evoluimos. Somamos e crescemos. Eis o progresso espiritual, social e psicológico que nos torna mais humanos, de dignidade desenvolvida e qualidade de vida reconhecida por todos e cada um. Eis o que nos leva para a frente e o alto. O Obscuro nos move. As trevas nos movimentam e impulsionam. Somos mobilizados pela incógnita.
12
Ao abrirmos frutas como a melancia ou o melão, a laranja ou a tangerina, encontramos por dentro toda a riqueza do sabor do alimento, escondida por suas cascas, velada por suas roupas frutífuras, obscurecida por seus véus que tampam todo o conteúdo doce, açucarado e delicioso que toda fruta possui. Assim também na vida cotidiana encontramos o novo de nossos comportamentos e o diferente de nossas atitudes ao descobrirmos a realidade por trás dos fatos, abraçando seu material antes obscuro mas agora desvelado por nossas buscas por interioridade e autenticidade, quando refletimos em nós e de nós, por nós e para nós, o que ainda não somos, o que procuramos conquistar e abraçar como essência para a nossa vida, substância primeira para nossas aparências, o fundo de nós mesmos, cuja excelência de conteúdo rico em matéria inteligente nos dá a experiência da descoberta de nós mesmos, o encontro com o que somos de fato a partir do que ainda não foi desvelado por nós. Então avançamos na conquista de nós mesmos, nossa identidade aumenta e se dilata, abrimos a consciência para novas e diferentes realidades, para assim assumirmos o reflexo de nós mesmos, nossa busca por nosso ego, descoberta do que seremos amanhã. Deste modo vamos descobrindo a nós mesmos. Somando tempo e espaço em nossas novidades. Crescendo nas diferenças que nos fazem desenvolver outros hábitos e costumes, atos e atividades que só nos fazem bem e só produzem o que é bom para nós. Então evoluimos. Progredimos espiritualmente, no corpo e na mente, na alma e no espírito. Descobrindo-nos pouco a pouco desvelamos nosso ser, nossos pensamentos e a nossa existência de toda hora, minuto e segundo. E eis que um outro mundo se nos apresenta. Um universo novo. Uma realidade diferente.
13
Na verdade, vivemos o mistério em nossa realidade cotidiana onde as luzes revezam com as trevas, o conhecido com o oculto, a sabedoria com o silêncio, o saber com o vazio, o entendimento com o nada, a compreensão com o desconhecido, o dia com a noite, a claridade com o obscuro, refletindo o nosso ser sempre em busca por alguma coisa, à procura de sua essência mais fundamental, a substância radical que fundamenta o pensamento que se descobre e a existência que se desvela a cada momento e a todo instante, dentro de situações de família, rua e trabalho, e de circunstâncias positivas ou negativas, otimistas ou pessimistas, sensatas ou turbulentas, equilibradas ou violentas. Nesse processo de descoberta de nossas raizes primordiais, vamos fazendo nossa realidade material e espiritual, nosso cotidiano físico, mental e emocional, construindo então experiências de saúde e bem-estar, vivências de bem e de bondade, de concórdia e convergente com tudo o que é bom para nós e nos faz bem. Assim vamos produzindo nossa consciência e alargando a nossa liberdade, gerando outros conhecimentos, novos saberes e culturas, diferentes ideologias e mentalidades que vão integrar todo o nosso ser e nos fazer felizes certamente. Então, encontramos no fundo da alma a realidade da vida de Deus, as pessoas, grupos e indivíduos que colaboram para o nosso crescimento interior, evolução social, desenvolvimento cultural e progresso político e econômico. E eis que ficamos construidos positivamente por nossos desejos de encontrar o mais profundo do nosso espírito e o mais fecundo da nossa consciência. Então somos sem ser. Pois vamos caminhando construindo a nossa realidade aberta e liberta, renovada e descoberta por nossas procuras pelo fundamento do nosso ser, ansioso por se desvelar totalmente. Contudo essa conquista do nosso interior vai se realizando pouco a pouco, cada vez mais e melhor descobrindo novas realidades e diferentes consciências produtoras de uma realidade agradável e mais saudável para nós. E agora encontramos mais verdades a nosso respeito. Nossa vida vai se tornando um espelho de luz refletindo a realidade do nosso ser descoberto e liberto de seus segredos ocultos e definições obscuras e determinismos desconhecidos. Então somos luz.
14
Descobertas, mistérios que se abrem, incógnitas que se iluminam, segredos desvelados, novidades que vêm à luz, tudo isso, enfim, no mundo do conhecimento que se renova e se liberta, chamamos de Subjetividade Objetiva, que se caracteriza pela revelação de nossa interioridade, sua verdade essencial e transparência substancial, a autenticidade de sua linguagem, a grandeza de seus repertórios de saber, a beleza de seus sentimentos mais profundos, a originalidade de suas experiências fundamentais cujas raizes é um ser que pensa o seu pensamento agora descoberto, surpreso com gigantescas novidades, o que reflete seu universo interior cheio de alternativas e possibilidades, ilustrando cada vez mais e melhor seus princípios radicais e seus valores fundamentais, presentes em nossa consciência, bases de uma vida bem orientada identificada com sua fecunda definição ontológica e determinação metafísica. Deste modo encontramos na capacidade e potencialidade da Subjetividade Objetiva uma realidade de interioridades que se tornam agora claras, lúcidas e distintas, mostrando o que somos e o que temos, o que pensamos e sentimos, o que vivemos e o que existimos, caracteres refletidos de nossa ética comportamental e espiritualidade natural bem enraizadas. Desta maneira crescemos em saberes descobertos, evoluimos em uma inteligência criadora e progredimos dentro de uma racionalidade aberta e liberta e renovada, crescendo em conhecimentos novos e diferentes, descobrindo o nosso ser agora revelado. E assim vamos caminhando, processando o reflexo de nossa interioridade desvelada, seguindo a estrada de um conhecimento novo e diverso, diferente e variado, sentido de nossas buscas e razão de nossas procuras por identidade e autenticidade, verdade relativa e transparência moral. Processamos assim a descoberta de nossa interioridade. Essa a Subjetividade Objetiva.
15
É bem verdade que ao buscarmos o nosso Outro desconhecido, obscuro e misterioso, estamos evoluindo para novos conhecimentos, outras abordagens de saber, diferentes repertórios de cultura, gerando discursos originais, mentalidades conscientes e culturas avançadas, articulando uma grande liberdade de idéias que se constroem, de letras e palavras de linguagem inovadoras e surpreendentes, produzindo então contextos de ideologias bem dispostas, com temas diversos e títulos variados, com pontos de vista que muitas vezes se contradizem, contudo que manifestam uma idéia central, de visões claras e distintas, e interpretações da vida e da sociedade feitas com bastante criatividade. Assim vamos procurando o não-ser, indo ao encontro do Outro, progredindo na identidade de nosso Ego, crescendo em sabedoria e desenvolvendo gigantescos saberes agora compartilhados e interativos, dando origem a uma cultura evolutiva e de saberes gerados com progresso ideológico e psicológico. Então crescemos, somando mais ao nosso Eu. E assim o Eu se torna Nós. Nós o Outro de nós próprios. E eis que descobrimos que somos Outro, somos o que não somos. Então tudo é liberdade. Uma consciência livre, de muitas cabeças, de inteligências articuladas e racionalidades colaborativas. E eis que então somamos e nos multiplicamos. Somos mais. Estamos melhor.
ANEXO I
A Subjetividade Objetiva
Quando a nossa realidade interior pede para ser descoberta em sua intimidade, desvelada em seus mistérios, incógnitas e obscuridades, iluminando seus segredos e revelando suas novidades psicológicas e ideológicas, e assim refletindo toda a sua interioridade boa e de bem com a vida, eis que estamos diante da Subjetividade Objetiva, aquela busca do sujeito humano por sua essência mais profunda e real e atual, o seu desejo por encontrar suas raizes fundamentais que dão consistência às manifestações do seu espírito, abrindo-o a todo universo de conceitos diferentes e definições novas, símbolos abstratos e imagens originais, sons e vídeos de uma consciência agora aberta e liberta e renovada em suas entranhas bem fecundas, de onde tiramos saúde de conhecimentos e saberes surpreendentes e o bem-estar de sentimentos que se descobrem a cada momento e circunstância vivida. Tais fenômenos constituem a Fenomenologia da Alma, seus reflexos positivos e otimistas na construção da boa interioridade e ao mesmo tempo a desconstrução da violência de mentalidades diversas e adversas e de culturas diferentes e contrárias. Assim desenvolvemos todo um contexto de interioridade do bem que respira paz em seu ambiente interno, tranquilidade e segurança em seu ser mais fundo e radical. Eis que então a estabilidade do sujeito vem à tona e eis que nos encontramos perante um gigantesco mundo interior, agora descoberto, desvelado e refletido quase que integralmente para nós. É o mundo fenomenológico. De fenômenos que se descobrem e se abrem para dar sentido à vida e razão de ser, pensar e existir ao sujeito descobridor de idéias, sentimentos e experiências novas. Um novo universo. Universo aberto.
ANEXO II
A Fenomenologia da Alma
O que caracteriza substancialmente a Mente Humana e seus efeitos na realidade cotidiana é a sua capacidade de gerar fenômenos inteligentes que se articulam em símbolos criados e imagens compartilhadas, letras e números configuradores do dia a dia, sons e vídeos como arte de cinema e teatro, sua linguagem falada ou escrita, seu jeito de representar ações e experiências diárias e noturnas, seu modo de interpretar a realidade e visualizar o cotidiano, sua maneira consciente de definir princípios morais e valores espirituais, seu senso de equilíbrio perante um mundo violento e agressivo, seu determinismo em pensar positivo e realizar coisas e situações otimistas, o bem que faz e a bondade com que realiza todas as coisas, sua segurança mental e tranquilidade para operar os seres e construir toda uma realidade de saúde e bem-estar, seu anseio por estabilidade dentro e fora de si, enfim, toda uma conjuntura de fenômenos articulados entre si que constituem a Fenomenologia da Alma e sua arte de fazer descobertas, surpreender os conhecimentos e procurar novidades no ser que se constrói, no pensamento criado e na existência humana e naturalmente desenvolvida para buscar as origens e essências de um ser aberto e em permanente construção, desconstruindo a sua volta todos os fatores violentos em forma de distúrbios da mente e transtornos da inteligência, diminuindo com o tempo transcendental sua agressividade imanente, o que a faz transcender todas as coisas, superar problemas e dificuldades em seu processo e ultrapassar as barreiras do saber e os obstáculos do conhecimento que por acaso encontra no meio do caminho. E assim vai gerando todo um universo de surpresas transcendentais, de novidades ontológicas e descobertas psicossociais e espirituais, compreendendo-se assim como contexto de inovação psicológica e ambiente de criação espiritual. Deste modo se produz a Fenomenologia da Alma.
ANEXO III
Imanência e Transcendência
Relações Transcendentais
Em busca da essência de nosso espírito e da substância da nossa alma, processamos situações que se tornam imanentes à nossa consciência positiva, partindo desde então para circunstâncias mais profundas de nosso ser sempre aberto, pronto para se renovar interiormente e se libertar de prisões ideológicas e escravidões psicológicas que bloqueiam a abstração do conhecimento e a apreensão do saber, quando ora nos encontramos desejosos de mergulhar no fundo da alma e nas raizes do espírito, descobrindo-nos mais a nós mesmos, vivendo novas novidades e experimentando surpresas e diferenças que vão pouco a pouco formando e formalizando nossa pessoa, configurando nosso sujeito apreendedor de novas e diferentes instâncias de sentimentos românticos, de ideologias políticas, de repertórios culturais, de conteúdos sociais e matérias de plano econômico, todas constituidoras de realidades que emolduram nosso ser sem ser, nossa pessoa aberta a novas possibilidades e diferentes alternativas, causando-nos assim saúde para o corpo e a mente, e bem-estar material e espiritual. Deste modo transcendemos de definições epistemológicas para contextos cognitivos agora mais abertos, criativos, inovadores e diferenciais. Desta maneira vamos conquistando nosso Ego desvelando nossa interioridade e tornando nossa consciência mais nua, esvaziante e nadante. É o nosso jeito de adquirir o nosso território de saberes profundos, sentimentos abertos, realidades novas e diversas, e experiências que refletem os fundamentos do nosso ser sem ser. Assim caminhamos. Fazemos deste modo a abertura de nosso Ego para coisas maiores e momentos melhores de nossa interioridade e de nossa consciência agora mais otimista e mais equilibrada.
ANEXO IV
Em busca do Outro
De fato, vivemos à procura do Mistério, buscamos a realidade oculta por trás de palavras interativas e letras compartilhadas, desejamos o desconhecido, temos anseios pela Incógnita em forma de saberes obscuros e conhecimentos em trevas, suspirando pela luz que nos traga o Outro, o nosso além de nós mesmos, acima de nós próprios, o contexto de um farol que nos aponte o caminho de uma consciência livre e feliz, saudável e agradável, que luta por desvendar seus segredos inefáveis, conquistar suas novidades essenciais, surpreender-se com o encontro com uma Outra realidade maior do que si mesma, melhor do que si própria, fazendo-nos identidade ontológica, ambiente de cultura cognoscível, discernidora do que somos e não somos, o que podemos ou não, rumo a uma realidade de transparências conscientes, verdades relativas, e definições autênticas, determinando então o que nos resta e o que já achamos, de modo que a realidade obscura é iluminada por lâmpadas acesas que são os nossos desejos já abertos, novos e diferentes, propriedades de nosso Ego em busca do seu Outro, ainda mais maior e melhor, fértil de conteúdos de conhecimento de qualidade, rico em matérias discerníveis, belo como as estrelas da noite que iluminam toda a madrugada, grande como os oceanos e suas águas sempre em movimento, gigante como as músicas suaves dos pássaros azuis, encantado como o perfume macio das rosas vermelhas, fascinante como as lindas mulheres do paraiso. Assim procuramos o nosso Outro. Esse ser desconhecido, que realiza nossos desejos humanos e satisfaz nossas necessidades naturais e culturais. Buscamos novos conteúdos e diferentes matérias de saber. Queremos crescer. Desejamos nos multiplicar. Lutamos por somar mais substâncias à nossa alma e mais essências ao nosso espírito. Nosso objetivo é evoluir.
ANEXO V
Somos Processo Eterno
À medida em que vamos nos descobrindo a nós próprios, discernindo nossas diferenças e alcançando outras novidades, novas surpresas e diferentes repertórios de conhecimento, obtemos mais luz para os nossos vazios psicológicos e espirituais, enriquecendo-nos com saberes diversos e culturas variadas, definidas mentalidades e determinadas sabedorias, o que constitui nosso ser nadante, fazendo-nos mergulhar em grandes conquistas do nosso Ego, somando-nos a esse mundo cognoscível, discernível e abstraível, transformando-nos em pessoas abertas a novas diferenças, detalhes que geram um ser mais original e criativo, construtor de outras possibilidades, novas alternativas de aprendizagem e diferentes e gigantescas potencialidades de constituição de um Outro Eu, agora mais luminoso, descoberto, desvelado internamente, apreendedor das surpresas de uma realidade cotidiana fecunda e fértil, funda de pensamentos profundos que produzem uma cabeça mais rica em conteúdos de conhecimento, de sentimento e de experiência de qualidade cuja dignidade trabalha com a consecução de nossos direitos e cumprimento de nossos deveres e obrigações, compromissos e responsabilidades. Assim crescemos como sujeitos interventores da realidade. Progredimos interferindo para melhor nos destinos da humanidade. Evoluimos na consciência e na liberdade. Somos desenvolvimento eterno. Deste modo adquirimos o que somos e o que não somos. Aos poucos, iluminamos nossas obscuridades. Enxergamos o que outrora eram trevas. De repente, o sol renasceu mais uma vez.
ANEXO VI
O Mistério da Natureza
Ao mergulharmos em um túnel em uma determinada estrada ou avenida de nossas ruas cotidianas, no campo ou na cidade, sabemos que ao final depois de uma rodada de trevas sem luz vem novamente o farol do dia quando então continuaremos nosso processo de vida, construindo outras experiências, conhecimentos e realidades, sentimentos profundos e uma ética de qualidade e uma espiritualidade que nos mostra e demonstra como a natureza humana é misteriosa, fértil como os saberes descobertos, fecunda como os amores gerados, funda como os repertórios de cultura abstraidos com o tempo e apreendidos porque somos mais o que não somos, e o que já captamos sobre nós mesmos é apenas uma etapa deste processo eterno de aprendizagem quando vamos pouco a pouco desvelando o que somos, como que saindo do túnel do tempo e conquistando novas luzes onde o dia é intenso e imenso cheio de diferentes possibilidades e novas alternativas de encontro com nossa identidade original. Somos um mistério. Nossa natureza é uma incógnita. Caminhamos nesse mundo de obscuridades que se despertam para um outro dia de novidades, surpresas e descobetas. E assim vamos fazendo nosso Ego produzindo nossa essência desvelada por construções de um Eu que quer cada vez mais e melhor saber quem sou, o que sou e o que serei. Somos a diferença. A Diferença nos marca e nos move. Deste modo construimos nosso mistério de vida e de realidade. Somos uma natureza a ser descoberta, uma consciência a ser surpreendida por saberes diversos e conhecimentos variados, sentimentos novos e experiências diferentes. Somos mais, sempre mais, muito mais que mais. Isso nos identifica e caracteriza. O Mistério nos rodeia. Somos misteriosos.
ANEXO VII
Somos mais, muito mais que mais...
O Processo discernente, cognoscente e transcendental que nos faz superar tradições e preconceitos, fronteiras psicológicas e ideológicas, ultrapassar as barreiras do pensamento e transcender idéias e ideais já ultrapassados, é um movimento aberto de surpresas reais e atuais, de novidades fecundas que brotam de uma hora para outra, de descobertas constantes que revelam a profundidade do nosso Ego, o fundo do Oceamo Eterno de possibilidades de nossa consciência positiva de alternativas otimistas, de potencialidades equilibradas e realidades sensatas, indicando que podemos ir além de nós mesmos, mergulhar em um diferente mundo de conteúdos novos e matérias inovadoras, revelando o que somos e o que não somos, até onde chegamos e até onde podemos ir, o que reflete a eternidade de nossa consciência e sua realidade de princípios estáveis e sustentáveis, de valores absolutos e necessários, de raizes constantes e permanentes, a nos mostrar que somos maiores e melhores que nós próprios, podemos caminhar eternamente por um universo de gigantescas diferenças construtoras de outras realidades saudáveis e agradáveis, tranquilas e seguras, garantias de uma existência espiritual de saúde quase perfeita e bem-estar relativo. Contudo, observamos que estamos somando uns aos outros, crescendo em saberes e sentimentos novos e diferentes, desenvolvendo talentos e carismas, evoluindo para uma inteligência aberta e liberta, e renovada interna e externamente, progredindo então no corpo e na alma, gerando uma base espiritual que fundamenta o nosso estar no mundo, sustentando nossas ações e atividades em prol do bem comum, da produção de atitudes fraternas e solidárias, portas abertas para um grande campo de liberdade, fonte da verdadeira felicidade. Assim construimos o além do oculto, o que está por trás de nossas obscuridades, o que se encontra no fundo de nossas trevas. E então descobrimos um gigante mundo de luz. A Luz do conhecimento. A Luz da ética e da moralidade. A Luz da psicologia e da espiritualidade. E assim descobrimos Deus, a Novidade permanente, a Surpresa constante de nossos mergulhos no além e aquém de nós próprios. E eis que nos transformamos em pessoas novas e evoluidas. Crescemos mais um pouco.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Eustática
Eustática
A Ciência dos Fundamentos da Vida
A. Bio-Eustática – Uma Nova Ciência ?
Plano Estrutural e Sistema de Projetos
1. Um novo Discurso ?
Um novo conceito de Ciência ?
Uma nova abordagem científica ?
2. A Bio-Eustática e sua metodologia insofismática
3. A Bio-Eustática e o Movimento da Vida
4. A Bio-Eustática e a Sociedade do Conhecimento
5. A Bio-Eustática e a Globalização
6. A Bio-Eustática e a Ética do Bem e da Paz
7. A Bio-Eustática e sua Espiritualidade Natural
8. A Bio-Eustática e sua ordem crítica e seu progresso dialético
9. A Bio-Eustática e seu complexo de tendências e possibilidades
10. A Bio-Eustática e sua abertura ao novo que liberta
11. A Bio-Eustática e seu processo de superação de limites e barreiras
12. A Bio-Eustática e seu mecanismo de transcendência de objetos e ultrapassagem de obstáculos
13. A Bio-Eustática e o desenvolvimento sustentável
14. A Bio-Eustática e o crescimento econômico, a emancipação política e a emergência social
15. A Bio-Eustática e a cultura da vida
16. A Bio-Eustática e a mentalidade de não-violência
17. A Bio-Eustática e sua nova visão da realidade
18. A Bio-Eustática e sua nova interpretação de Deus, do homem e da mulher, do tempo e da história
B. A Ciência Eustática e sua
Metodologia Insofismática
Conceitos e Definições
Pode-se dizer que Eustática é a atividade humana, natural e cultural ocupada com os fundamentos do ser, do pensar e do existir, os seus princípios reais, racionais e intencionais, as suas origens mentais, corporais e espirituais, as suas fontes imanentes, transcendentais e transcendentes, as suas bases conscientes e inconscientes, racionais e desracionais, reais e irreais, de tal modo que assim possa entender a vida, a natureza e o universo, compreendendo-os como fenômenos mentais, ocorrências reais e acontecimentos enraizados na experiência cotidiana.
Para investigar, analisar, sintetizar e explicar tais realidades fundamentais da vida do dia a dia das sociedades humanas em geral utiliza-se a metodologia insofismática cujas certezas e verdades captadas e encontradas em seus trabalhos de pesquisa são a garantia segura sustentadora dessas possibilidades.
Logo, insofismática é a verdade que se busca, e eustático é o fundamento dessa verdade procurada.
De fato, não só anseiamos pela verdade, mas sobretudo desejamos o fundamento da verdade.
Nesse sentido, a Bio-Eustática investiga o que é verdadeiro e fundamental para a vida humana, natural e universal.
Através da ferramenta da verdade e de instrumentos certos, autênticos e verdadeiros quer encontrar o fundamental dentro e fora da vida, da criação, da natureza e do universo.
Realista, fugindo dos sonhos, a Bio-Eustática assim constrói seu mundo de opções e oportunidades, alternativas, tendências e possibilidades. Seu objetivo central é explicar a vida, suas causas e consequências no meio de nós, com verdades fundamentadas e com fundamentos verdadeiros.
Isso é a Bio-Eustática.
C. Bio-Eustática, a Ciência da Vida
1. A Cultura da Vida, do Bem e da Paz
A Mentalidade de não-Violência
2. Ordem Mental
Disciplina Racional
Organização do Conhecimento
3. Crítica Metódica
Dialética Sistemática
Lógica Estrutural
4. Uma nova visão da realidade
Uma nova interpretação da vida
Um novo olhar sobre a Sociedade
5. Uma realidade sem sonhos
A Experiência real cotidiana
Os fenômenos do dia a dia
6. Desejar a verdade
Buscar o fundamento da verdade
Procurar o Fundamento dos fundamentos da verdade
7. As condições de possibilidade de
todo e qualquer conhecimento
verdadeiramente possível
8. A Ética do respeito interpessoal e da
responsabilidade social e ambiental
9. Espiritualidade Natural
Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida
10. Liberdade responsável
Felicidade temporal, real e atual
Eternidade livre e feliz
11. Superar limites
Ultrapassar barreiras
Transcender obstáculos
12. Favorecer tendências
Abrir-se a novas possibilidades
Renovar-se interior e exteriormente
Libertar-se de preconceitos e superstições
13. Ser uma pessoa direita
Praticar a justiça
Conhecer a verdade
14. Amar a Vida
Praticar o Amor
Andar na luz da verdade
Fazer o bem
Viver em paz
15. Progredir material e espiritualmente
Crescer econômica e financeiramente
Evoluir social e politicamente
Desenvolver-se moral e culturalmente
16. Silêncio e Paz
Paciência no Sofrimento
Novidade permanente
Movimento constante
17. Juízo e Bom-senso
Razão e Imaginação
A Racionalidade intencional consciente
ou
a loucura da desRazão imaginária
18. Como é bom ser bom
Ser bom e fazer o bem
Trabalhar com alegria
Fazer bem todas as coisas
19. Saúde individual
e
Bem-estar coletivo
20. Fraternidade
Solidariedade
Generosidade
21. Consciência global
e
Razão diferencial
22. Respeitar as diferenças
Amar os detalhes
Valorizar as pequenas coisas
23. Assumir compromissos
Comprometer-se com as pessoas
Responsabilizar-se seria e alegremente
24. Ser otimista
Pensar positivamente
Alimentar o Alto-astral
Elevar a auto-estima
25. Oração a Deus
Adoração ao Senhor
Louvar, bendizer e glorificar o Senhor Deus
26. Ajudar os pobres e necessitados
27. O Princípio da Indeterminação
Alguém que não é ninguém
Eu sem mim
Eu sou o que não sou
A Presença da ausência
Muito mais que mais...
D. O Ambiente Eustático e
suas circunstâncias insofismáticas
A Bio-Eustática por ser uma ciência nova nos apresenta diferentes surpresas, muitas novidades, enriquecidas por sua unidade e diversidade, sua variedade de possibilidades, sua pluralidade de alternativas, sua identidade e alteridade, liberdade de escolhas e opções múltiplas que caracterizam sua polivalência de virtudes éticas, sua certeza do conhecimento verdadeiramente possível e sua boa espiritualidade humana e natural. Tudo isso, de fato, configura seu ambiente eustático e suas circunstâncias insofismáticas. Busca-se a verdade em todos os sentidos. Deseja-se garantir a sua segurança vivencial e existencial. Procura-se na sua autenticidade científica e metodológica viabilizar um mundo de seres e de coisas construido em bases fundamentalmente justas e corretas, radicais e essenciais, humanas e divinas, naturais e culturais, a partir do qual possa se gerar novos e diferentes conteúdos de vida e trabalho, saúde e educação, onde reinam a fraternidade e a solidariedade, a amizade e a generosidade, a cultura do bem e da paz, a mentalidade do amor, produzindo deste modo idéias boas e novas e ideais cujas fontes são a experiência real cotidiana. Surge então a atual sociedade do conhecimento, criadora de condições de liberdade e felicidade para todos, em função é claro de sua postura comportamental eticamente desenvolvida e que encontra no Criador, o Autor da Vida, Deus e Senhor, o Fundamento de todos os fundamentos, suas raizes de bondade, justiça e paz.
Esse é o meio-ambiente por onde circula e se move cotidianamente a Bio-Eustática, respirando sempre a verdade insofismática com seu clima agradável, amigável e favorável de certezas, intenções e interesses bem fundamentados. É assim que se realiza o processo construtor de uma humanidade de bem com a vida, feliz consigo mesma e livre para buscar outras alternativas de valor. Na verdade, a Bio-Eustática é um fluxo de boas tendências e um complexo de ótimas possibilidades. É uma Ciência real.
E. Consciência Crítica e Razão Dialética:
Os Motores do processo eustático e de sua metodologia insofismática
A Bio-Eustática tem sua vida energética impulsionada pelos fenômenos reais, racionais e intencionais da existência humana, natural e universal, ambiental e cultural, a partir da realização de seus desejos imanentes, transcendentais e transcendentes, e da satisfação de suas necessidades materiais e espirituais, físicas e mentais. Com isso, e a partir disso, pode gerar novas fontes de vida, novas alternativas de trabalho, saúde e educação, novas oportunidades de negócios e compromissos responsáveis, respeitando sempre que possível os limites da natureza, superando as barreiras do conhecimento e ultrapassando de fato os obstáculos à produção de novos conteúdos de qualidade de vida, aperfeiçoando assim o seu movimento crítico e dialético possibilitador de outras, novas e diferentes realidades, realidades essas que se identificam com outras consciências internas e externas que se constroem, com novas experiências que se produzem e com diferentes símbolos, idéias e valores que condicionam a vida das sociedades humanas, mobilizando seus pensamentos descobridores do conhecimento, seus desejos, emoções e sentimentos fecundos e profundos que nos proporcionam novos amores e novas amizades, novos compromissos com a fraternidade universal e a solidariedade entre os povos, novas atitudes generosas em prol da coletividade, e ainda processando comportamentos vitais que nos propiciam maiores e melhores condições de existência, no compromisso assumido com a realidade da experiência cotidiana cujos frutos, efeitos e consequências são um viver otimista e feliz, livre e positivamente verdadeiro, uma vida boa fundada no bem e na paz, no amor e na vida, na ordem com justiça, no direito com respeito, e na liberdade com responsabilidade. Finalmente, estamos diante de uma nova espiritualidade e de uma nova ética, de uma nova cultura universal e de uma nova mentalidade global e diferencial em que o resultado feliz de tudo isso é a possibilidade certa, firme e forte de se acreditar em Deus e confiar no Senhor, garantia de nossas boas atividades diárias e segurança de nosso existir real e atual, temporal e histórico. Para isso, pois, de fato, trabalham incansavelmente a consciência crítica da natureza humana e sua racionalidade dialeticamente criada, mantida e desenvolvida.
F. Bio-Eustática
A Vida Fundamental
A Ciência Eustática – que busca os fundamentos da verdade da vida – através de seu método insofismático – que investiga as origens do ser, do pensamento e da existência; os princípios do espírito e da matéria; as fontes da vida mental, corporal e espiritual; as raízes da consciência humana e da experiência real cotidiana; as bases fundamentais que constituem o tempo e a história, o infinito e a eternidade, o homem e a mulher, os símbolos, idéias e valores, imagens e vivências, intenções e interesses, pertencentes ao mundo real e racional, enfim, que procura explicar com profundidade e com seus fecundos conhecimentos os fenômenos da mente(psicológicos e ideológicos), do corpo(biológicos e sociológicos) e do espírito(transcendentes, naturais e sobrenaturais) – orienta-se sempre pelo desejo e tentativa de entender e compreender a vida fundamental, humana e divina, natural e cultural, política, econômica e social, moral e religiosa, histórica e filosófica, científica e tecnológica, artística, esportiva e recreativa, dentro dos limites da natureza e mesmo além das fronteiras do universo, aqui e agora, no presente e no futuro, no tempo e na eternidade, em seus momentos e circunstâncias reais e atuais, locais, regionais e globais, analisando simultaneamente seu passado histórico, seu hoje cotidiano e seu amanhã possível, projetando tendências, alternativas e possibilidades de ordem material e geográfica, com suas perspectivas relacionadas ao corpo humano, sua mente transcendental, sua realidade imanente e seu espírito transcendente. Portanto, o movimento eustático vai ao encontro permanentemente de suas próprias raízes fundamentais, oferecendo-nos por meio de seu método de certezas e verdades insofismáticas conhecimentos de conteúdo de qualidade, explicadores e orientadores para nós do sentido da vida humana, natural e universal e das razões que nós temos para viver e existir, revelando-nos assim as realidades mais fecundas e profundas do tempo, da história e da eternidade.
G. A Genética Global
A Origem, construção e desenvolvimento
do processo de globalização universal
no seio da humanidade
O Mundo moderno cuja característica mais fundamental é o movimento de globalização que o envolve, tem nesse aspécto
real e atual, histórico e temporal, local, regional e global, do qual participam e com o qual comungam todas as sociedades humanas, com seus grupos, indivíduos e comunidades, trabalhando no seu dia a dia, lutando por melhores condições, relações e situações de vida e trabalho, saúde e educação, batalhando por maiores oportunidades de estudo e emprego, combatendo o bom combate do bem, para isso abraçando uma nova e permanente cultura da paz e de justiça, e também uma nova mentalidade de não-violência, de não-agressão, de não-divisão, de não-exclusão e de não-marginalização, sem as quais é impossível gerar amizade e generosidade, fraternidade e solidariedade, novas e boas idéias com conteúdo de conhecimento de qualidade, uma ética baseada no respeito interpessoal, interativo e compartilhado, e na responsabilidade social, cultural e ambiental, uma nova e importante espiritualidade natural que tenha como princípio
original Aquele que é o Fundamento de todos os fundamentos, a partir de Quem se deve gerar, processar e buscar o verdadeiro progresso, sua ordem, disciplina e organização, do que designamos como Bio-Eustática e sua insofismática crítica com funções dialéticas que a acompanha. Tal é a Genética Global que a Bio-Eustática procura compreender, de onde articula arte e religião, ciência e tecnologia, filosofia e história, ética e espiritualidade, desejando assim tornar o ser humano em geral emergente e ascendente socialmente, emancipado politicamente e evoluido econômica e financeiramente. Deste modo, a estrutura da sociedade e seu sistema de comunidades, e todo o conjunto da humanidade, caminharão continuamente crescendo material e espiritualmente. Esse movimento globalizador das sociedades contemporâneas, com seu fluxo de possibilidades e seu complexo de alternativas e oportunidades, processando o tempo e a história com culturas novas e tradicionais ricas em repertório de conhecimentos, trabalhando cotidianamente no sustento da família, lutando pelo pão de cada dia, sempre despertando novas vocações e formando novas profissões, descobrindo novos talentos, satisfazendo ao mesmo tempo seus desejos humanos e suas necessidades naturais, tudo isso, enfim, identifica a dinâmica da globalização cujo motor, origem e princípio certamente são o homem e a mulher, dependentes é claro de uma Luz Superior e de uma Força Suprema a que chamamos de Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida.
H. O Fundamento de todos os fundamentos
Ele está nos rios, mares e oceanos,
e fez da água a fonte da vida.
Ele vive nos lugares mais altos e nos tempos mais distantes,
mas permanece sempre no meio de nós.
Ele canta na voz dos pássaros azuis
e perfuma no aroma das rosas vermelhas.
Ele anda com os ventos e o ar,
Ele acende diariamente o fogo do Sol,
Ele mora na terra mais bonita, Ele ama as mulheres mais lindas
e é amigo dos homens mais corajosos.
Ele explode nas tempestades da vida
e brilha nos relâmpagos da noite tenebrosa.
Ele é a luz do dia a dia.
a força da alegria,
a saúde do trabalhador,
o otimismo do lutador,
o positivismo de quem caminha,
o bem-estar da família,
a realidade sem sonhos,
a razão e a paixão,
o repouso e o movimento,
a ordem e o progresso,
o crescimento e o desenvolvimento,
o bem e a paz,
o amor e a vida,
o respeito e o direito,
a liberdade e a responsabilidade,
o juízo e o bom-senso,
a verdade e a justiça,
a saúde e o bem-estar,
a felicidade eterna.
Ele é Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida.
I. Mergulhar nas profundezas...
O Mergulho que devemos dar nas profundezas da vida, a fim de esclarecer os seus mistérios, elucidar os seus segredos, descobrir as suas verdades, desvelar as suas certezas absolutas e relativas, desabrochar suas belezas naturais, suas grandezas humanas e divinas, suas riquezas culturais e ambientais, científicas e tecnológicas, sociais, políticas e econômicas, artísticas e filosóficas, morais e religiosas, temporais e históricas, eternas e infinitas, possibilitará certamente para todos e cada um de nós que vivemos em sociedade neste mundo em que vivemos uma maior qualidade de vida, uma melhor satisfação vocacional e realização profissional, mais desempenho de nossos dons, carismas e talentos, mais criatividade na elaboração de boas idéias e conhecimentos, mais consciência dos nossos problemas diários e dificuldades e contrariedades cotidianas ao mesmo tempo buscando respostas para nossas dúvidas e incertezas, e soluções para o nosso vazio espiritual e o nosso nada existencial, curando também nossas indefinições irreais e irracionais e salvando-nos de nossos indeterminismos obscuros e inconscientes, libertando-nos de nossas prisões ideológicas e escravidões psicológicas, de nossos preconceitos morais e mentais e de nossas superstições religiosas.
Assim, nos conscientizaremos da Bio-Eustática, de sua importância na cultura humana e no ambiente natural em que vivemos atualmente.
Entenderemos o porquê das coisas, os fundamentos da realidade, as origens dos acontecimentos, as fontes do cotidiano, os princípios da natureza e do universo, o sentido de Deus e as bases da existência do bem e do mal.
Compreenderemos como as mulheres são bonitas quando amam, respeitam e valorizam os homens, e vice-versa, como as crianças, os meninos e os garotos são a esperança da humanidade, como a juventude é viva e eterna na experiência de cada dia, como os velhinhos, idosos, aposentados e pensionistas do INSS têm muito a nos ensinar com sua escola da vida, sua prática de trabalho e sua experiência de família.
Eis pois a Bio-Eustática.
Uma nova Ciência ?
Não apenas uma nova Ciência, mas sobretudo um outro olhar sobre a realidade, uma nova interpretação dos seres e das coisas, uma diferente visão dos fatos e acontecimentos diários e noturnos, uma boa maneira de visualizar bem a sociedade e a humanidade, com otimismo e pensamento positivo, com alto astral e auto-estima elevada, de bem com a vida e em paz uns com os outros, construindo sempre ao invés de destruir, gerando amizade e generosidade, fraternidade e solidariedade ao nosso redor, progredindo material e espiritualmente, evoluindo física e mentalmente, crescendo econômica e financeiramente, emergindo social, cultural e ambientalmente, emancipando-se ética e politicamente, desenvolvendo concomitantemente uma ótima espiritualidade natural, ordenando a racionalidade e seus produtos consequentes, disciplinando a mente humana e seu mundo de idéias conscientes e organizando os conhecimentos adquiridos até aqui e agora tendo em vista proporcionar a todos uma vida mais saudável, agradável e amigável, um ambiente de luz, de paz e de bem, e uma cultura alicerçada positivamente na fé em Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida, o Fundamento de todos os fundamentos.
Em função disso, mergulhemos pois nas profundezas da existência, do ser e do pensamento.
Que Deus nos ajude nesse trabalho.
J. O Processo Vital
A Vida humana, natural e cultural se realiza, em seu movimento histórico e temporal, real e atual, sob determinadas condições ambientais e genéticas, sociais e biológicas, as quais se identificam com seu complexo de tendências e possibilidades, distribuição de valores, alternativas e iniciativas, escolhas que envolvem a liberdade humana e seu universo social, político e econômico, bem como suas construções de ordem moral e religiosa, artística, recreativa e esportiva, científica e tecnológica, histórica e filosófica, tudo isso, enfim, manifestando sua cultura do bem e da paz e sua mentalidade de ordem e progresso, crescimento e desenvolvimento, evolução física, mental e espiritual, exclusão da maldade e da violência, ignorando outrossim quaisquer espécies de divisão de classes, opressão social e política, marginalização econômica, ou falência cultural. Busca-se de fato a fraternidade e a solidariedade, a generosa, vital, processual e virtual emancipação do homem e da mulher, e sua emergência em todas as áreas e setores da sociedade da qual faz parte dentro deste mundo em que vivemos.
Ao final, a glória, a honra e o louvor ao Senhor nosso Deus que nos proporciona aqui e agora, e para o futuro certamente, todas esses benefícios e maravilhas humanas, naturais e culturais.
O Processo Vital é o desejo de Deus para a humanidade hoje e sempre.
K. Em busca da Essência
O Raciocínio, a análise e a investigação eustáticas objetivam alcançar a essência das coisas, da vida e dos acontecimentos do dia a dia, definindo certamente suas raizes sustentadoras de suas possibilidades e determinando seus fundamentos temporais, reais e atuais, físicos e mentais, materiais e espirituais, sempre em busca do sentido de suas realidades aparentes e substanciais, imanentes e transcendentes, fenomenais e transcendentais, o que identifica a natureza do universo humano e seu ambiente de relações com as pessoas ao seu lado e ao seu redor, interagindo ao mesmo tempo com objetos imateriais e seres conscientes e inconscientes, reais e irreais, imaginários e irracionais, elementos que configuram o estado de condições relativas e indeterministas no qual vive a razão do homem e da mulher ainda que sua inteligência operadora e articuladora se desenvolva somente em clima de ordenações mentais, disciplinas lógicas e racionais e organizações pensantes, discernentes e cognoscentes.
Observamos assim então que o fim da natureza eustática é conseguir a essência da realidade mesmo que para isso tenha que atravessar a aparência da história e seu mundo de fenômenos caóticos e relativos, transitórios e instáveis, provisórios e inconstantes.
Sua metodologia insofismática portanto investiga a essência da vida, o sentido da sua existência e as razões de sua temporalidade e eternidade.
Nesse processo eustático de construções insofismáticas obtém-se o conteúdo da realidade, a essência de suas manifestações históricas e racionais, e ainda o seu ambiente de possiblidades mesmo imaginárias, irreais, inconscientes e irracionais.
A Essência real também convive com suas adversidades irrealistas e irracionalistas e suas contrariedades atemporais e inconscientes.
Procurando a essência da vida real, a eustática pode encontrar contrários, regiões do pensamento e da experiência que contradizem o cotidiano de suas manifestações práticas.
O importante nessa busca é não se perder a perspectiva racional e intencional que vai em direção ao sentido do seu ser, pensar e existir.
L. Fundamentar as nossas certezas
Eustaticamente, vivemos em busca de nossas profundezas existenciais e espirituais que servem de fundamento para as nossas opiniões formalizadas, as nossas certezas construidas, as nossas verdades estabelecidas, os nossos princípios morais e religiosos, as nossas ideologias centralizadas, os nossos axiomas metafísicos, as nossas aparências essenciais, as nossas consciências plurais e diversamente produzidas, as práticas cotidianas experimentadas a cada dia e a cada noite que nos tornam pessoas realistas e assim por diante.
Bem fundamentados, nos tornamos equilibrados, controlamos melhor a nossa mente e as nossas paixões e emoções, dominamos os nossos desejos e anseios e a nós próprios.
Desse modo, a vida se faz segura e temos então a garantia de uma existência de paz e tranquilidade.
Assim, acalmamos a nossa alma e o nosso corpo.
Bem sustentados por nossas essências realmente conscientes e racionais, é possível bem viver com nossos sentimentos bem satisfeitos e nossas atitudes bem administradas.
Bem orientados, eis o resultado de uma vida bem substanciada.
Passamos a viver bem.
M. A Transparência Substancial
No fundo mais fundo e mais profundo da realidade em si está a raiz de todos os seres e de todas as coisas, a essência da vida, o princípio da verdade, a origem da consciência e da experiência, a fonte do real e do racional, a base dos valores e das virtudes, o fundamento do bem e da bondade, da paz e da concórdia, a substância da luz, a claridade da transparência, o centro do respeito e da responsabilidade, a definição do juizo e do bom-senso, a alegria do equilíbrio, o sustento do universo, o controle da natureza, o domínio da humanidade, a saúde feliz, a liberdade contente, o bem-estar das criaturas, a condição da boa amizade, fraternidade e solidariedade, ou seja, em outras palavras, a energia vital, a força do Criador, o Poder de Deus, o Senhor, o Autor da Vida.
Ali, sobrevive a transparência substancial, razão de tudo e de todos, sentido da vida e da existência.
Lá, o médico dos médicos, o remédio certo para as nossas dores, a cura perfeita de nossos males, a salvação das nossas contradições internas e externas, a libertação do nosso interior e exterior.
Acolá, a central do sorriso, o otimismo que levanta e o positivismo que nos anima, ilumina e fortalece.
Nas profundezas da realidade em si pois se encontra o segredo da vida e o sucesso da existência.
Nelas, o divino, o determinismo natural, a consciência real, a liberdade feliz e a felicidade eterna.
Nelas, os desejos do infinito e as necessidades do tempo e da eternidade.
Delas, precisamos.
Com elas, nos satisfazemos e realizamos.
Por elas, tudo tem sentido e todos têm a sua razão de ser.
Para elas, voltamos sempre, porque nelas se acham as nossas origens físicas, mentais e espirituais, a consolidação da matéria e do espírito, a estabilidade que garante permanentemente a nossa segurança temporal e histórica, real e atual, local e regional, global e universal, eterna e infinita.
Nelas, nos chocamos com a luz.
A Luz da transparência da verdade.
A Verdade clara e autêntica.
A Essência do Sol.
A Transparência Substancial.
Deus e Senhor.
N. No fundo dos oceanos,
a essência da vida
Quanto mais fundo os nossos pensamentos, melhor descobrimos a vida dentro e fora de nós.
Quanto mais profundo os nossos sentimentos, maior a nossa percepção da realidade, mais fácil a apreensão dos conhecimentos, mais tranquila a nossa abstração de idéias, valores e vivências que afetam o nosso ser e contagiam a nossa existência de cada dia.
No fundo da realidade, a vida se descobre, o mundo se revela, a humanidade se desvela, e se reflete mais para nós a substância real, o princípio dos acontecimentos, a origem dos seres e das coisas, a essência da realidade ao nosso lado e em torno de nós.
Ao aprofundarmos a nossa inteligência no entendimento dos fatos e na compreensão dos acontecimentos cotidianos, descobrimos a vida e seus fenômenos mentais, físicos e espirituais, a verdade da matéria e a transparência do espírito.
Então, tocamos a essência da realidade, a verdade da vida, o fundamento do ser, a origem dos nossos pensamentos e conhecimentos, o princípio da nossa existência temporal e eterna.
Sim, é preciso mergulhar no fundo dos oceanos da nossa vida, para captarmos a sua realidade mais verdadeira e profunda.
Tal o objetivo da Eustática.
O. O Sentido da Consciência:
nela, a Eternidade
Em nossa interioridade, a realidade eterna, o fundo mais fundo do Oceano de tempos infinitos, a essência da vida cotidiana, o contexto de um ambiente transcendental onde a imanência se junta à transcendência, o espaço comum em que os fenômenos da realidade se encontram, interagem e compartilham entre si seus conteúdos de existência de qualidade, o instante das coisas indefiníveis e o momento dos seres indetermináveis, a unidade entre o aquém e o além, o campo dos valores éticos e espirituais, a área dos princípios de uma vida livre e feliz, o tempo do equilíbrio, juizo e bom-senso, a casa da imortalidade da alma e da perpetuidade do espírito, o centro de orientação psicológica e ideológica, a situação mental carregada de material fenomenológico, as circunstâncias vivas de um mundo cheio de possibilidades e altenativas, de boas tendências para o bem e a paz, a bondade e a comunhão, a concórdia e a convergência, um universo onde as oportunidades de construção positiva são inefáveis e inesgotáveis, enfim, o lugar comum dos encontros eustáticos, base das profundidades espirituais e fonte da fecundidade consciente, racional e inteligente, raiz da árvore da vida sempre em construção aberta, renovada interna e externamente, e liberta dos preconceitos e obstáculos de uma racionalidade aparentemente perdida no tempo imaginário, a condição humana vital de onde brotam a plenitude do cotidiano e a abundância de uma realidade sempre em metamorfose, mutável e sustentável psicossocialmente, o bem-comum de uma existência equilibrada, a boa propriedade onde reina a bondade de Deus e o império do bem e da paz substituem a violência e a agressividade do dia a dia. De fato, a consciência humana é um complexo de grandes possibilidades e um fluxo de boas tendências materiais e espirituais. A Moradia da vida. O Fundamento de uma realidade existencial de qualidade em que sua riqueza de conteúdo se identifica com a excelência de suas virtudes. A Consciência: o Espírito Eterno.
P. Um Espírito Eterno chamado Consciência
Eis a situação transcendental, templo da imanência cotidiana e moradia da vida que opta pelo bem e ignora o mal, campo dos fenômenos éticos e espirituais e seus valores de vida em plenitude e princípios orientadores de uma realidade interpessoal onde deve reinar a saúde individual e coletiva e imperar o bem e a paz de uma existência feita de equilíbrio e otimismo. Sim, ela o espaço comum onde se concentram as interatividades humanas e seus compartilhamentos sociais, a casa da boa opção política e de uma estrutura financeira bem ordenada, disciplinada e organizada, lugar de circunstâncias positivas a partir de que se gera o sistema construtor de progresso material e espiritual, de evolução física e mental, de crescimento interior e desenvolvimento sustentável de suas alternativas de vida de qualidade e rica em conteúdo cultural, de possibilidades infinitas, de tendências otimistas e oportunidades para a produção de saúde social, bem-estar coletivo e bem-comum de suas sociedades humanas locais, regionais e globais. Ela, a alma do infinito, o espírito eterno, o encontro de Deus com suas criaturas, a interação de pensamentos comungantes e que participam dos mesmos interesses e intencionalidades, onde a colaboração mútua deve ser uma realidade e a cooperação recíproca o objetivo final de boas intenções geradoras de paz interior e alegria do corpo e da alma. O lugar do coração que pensa, sente e age. A Casa do repouso, da calma da alma e do descanso do espírito e da tranquilidade mental e emocional. Uma boa consciência é fonte de ótimas experiências de vida e trabalho. Nela, o espiritual que se faz infinito e se torna eterno. Seu império é a boa vida moral. Seu reino é a espiritualidade como a raizde uma árvore vital onde o equilíbrio é constante, o juizo permanente e o bom-senso se casa com a estabilidade comportamental e psicológica, e a sustentabilidade ideológica, consolidação de uma ética do respeito e da responsabilidade comprometidos com o bem-estar da humanidade.
Q. A Verdade da Vida
No fundo dos abismos da consciência humana e natural, na profundidade de seus fenômenos mentais e em suas raizes fecundas de onde brota a Árvore da Vida, eis o espaço transparente em que encontramos a verdade de todos os seres e de todas as coisas, que se unem para constituir a realidade cotidiana e seus galhos políticos e sociais, econômicos e culturais, identidades essas que formam e informam a convivência das sociedades e seu mundo plural e diverso de diferenças e detalhes que constroem o progresso da existência, a evolução dos povos, o crescimento dos ambientes de vida e o desenvolvimento dos contextos que transformam em experiência concreta a nossa racionalidade operante e a nossa dinâmica inteligência produtoras de nosso quadro espiritual permanente, de nossos interesses materiais polivalentes e de nossas intencionalidades éticas ordenadoras de nossa vida social e familiar, disciplinadoras de nossas atitudes e atividades e organizadoras de nossos conhecimentos e sentimentos, idéias e corações colocados em prática a fim de que caminhemos subindo os degraus da essência humana e divina, descobrindo outras, novas e diferentes formas de vida alternativa, razão da liberdade de muitos e felicidade de quase todos. Nesse processo de encontro com a verdade da vida, achamos Deus, o Senhor do tempo e da eternidade, o Criador de tudo e de todos, o Autor da Vida, Princípio do bem e da paz, Origem do equilíbrio e bom-senso, Raiz da alegria de viver, do otimismo comportamental e do sorriso aberto que às vezes manifestamos para as pessoas. A Vida é positiva. E o tempo e a história caminham evolutivamente, seguindo a ordem da natureza e a diretriz da consciência, centro de operações de tudo que há, vive e acontece. Tal a nossa verdade espiritual e existencial.
R. As Raizes do Ser
Vivemos um cotidiano onde os conceitos e as definições e suas representações mentais ditam as regras de conduta dos humanos, mas parece também que no fundo dos oceanos da consciência humana e natural a realidade seja indefinível e indeterminável, em que o Oculto comanda as operações da inteligência e o Absoluto dirige as atividades da racionalidade, constituindo então um contexto de vida que se identifica com as atitudes de quem faz de seus princípios éticos e espirituais efeitos de uma razão fundamental sem fundamentos e cujos valores sociais e culturais são sustentados por raizes sem chão nem teto, sem portas nem janelas, como que vividos por uma Mente Superior, base do comportamento humano e fonte das intervenções que fazemos em sociedade. Em outras palavras, somos pensados, vividos e dirigidos por normas talvez sem sustentabilidade cujo fundamento é Alguém talvez Supremo ou quem sabe Superior, razão de nossas liberdade de escolhas e condição de nossa felicidade neste mundo em que vivemos real e atualmente. Somos pois orientados pelo universo da Indefinição e comandados pelo mundo da indeterminação. Sua fonte é Alguém. Supremo e Superior, como disse.
S. Viver com profundidade
Uma existência humana e natural onde sua essência seja profundamente vivida se identifica com a nossa capacidade de fundamentar a nossa realidade cotidiana, sustentando-a com princípios estáveis e valores permanentes orientadores de uma vivência de conteúdos de qualidade espiritual, estabilizadora de virtudes éticas e consolidada com o tempo a partir de raizes fecundas em que o nosso dia a dia seja garantido por normas de vida pessoal e social, seguradoras de um contexto de fundo firme e forte, fonte de ambientes de saúde coletiva e bem-estar social. Com o mundo globalizado hoje, e com nossas tendências nômades bem alicerçadas, podemos trilhar um caminho de sucesso e uma estrada de prosperidade para nós e os outros. Tal processo de vida tem como base uma espiritualidade natural onde Deus é tudo em todos. Fundados e fundamentados nesses movimentos de busca da essência construimos uma vida de bem e de paz, sentido de nossas existências e razão de nossas esperanças por um universo melhor para todos e cada um. A Esperança nos move.
T. Incógnita, eis o meu nome
O que mais caracteriza o essencial da nossa vida e realidade cotidianas é o fato de sempre tentarmos descobrir quem somos, de onde viemos e para onde vamos, qual o sentido da nossa vida e o que estamos fazendo neste mundo, enfim buscamos respostas para muitas interrogações durante a existência, soluções para grandes interrogações, resoluções para gigantescos questionamentos, o que transforma nossa realidade viva em um repertório de desejos em busca do fundamental, fato esse que mostra e demonstra como somos profundamente ignorados por nós mesmos, desconhecidos, verdadeiras incógnitas dentro e fora dos ambientes em que vivemos aqui e agora. Tal realidade questionadora reflete nossa procura pelo Oculto e o anseio que temos pelo Absoluto, buscando indefinições que não nos satisfazem e procurando indeterminismos que não nos realizam. Mas talvez quem sabe seja esse nosso movimento de busca o que nos seja mais próprio na nossa natureza humana. Desse modo, vamos ao encontro do que é substancial em nossa vida de cada dia e de toda noite. Vivemos esse processo de ida ao mais fundo de nós mesmos. E quando chegarmos lá, mergulharemos ainda mais fundo, pois nossas respostas são eternas e as soluções infinitas, uma dinâmica sempre aberta a outras, novas e diferentes possibilidades, renovada de acordo com as alternativas desejadas e liberta de paradigmas escravagistas ou modelos aprisionadores de nossa luta pelo mais fundo do nosso ser, pensar e existir. Surge então a consciência para nos afirmar que a essência é bem mais profunda que imaginamos. Escapa mesmo aos limites da racionalidade e supera os dados e as informações da inteligência. Sim, a essência é mais funda do que funda. Ultrapassa as fronteiras da imaginação e transcende as limitações do espírito. A Consciência é infinita.
U. Seres Substanciais
O Fato de sermos pessoas humanas, de natureza limitada e membros do universo, e partes da criação, filhos e filhas de Deus, nos dá uma certa dignidade, direitos e deveres e obrigações, que nos tornam cidadãos e cidadãs da sociedade civil, componentes de uma humanidade globalizada e nômade, que evolui dia a dia na consciência e na liberdade, progride na saúde individual e no bem-estar coletivo, se desenvolve sustentavelmente unida ao meio ambiente e à justiça social, crescendo em valores e princípios éticos e espirituais orientadores de suas ações, atitudes e atividades, construidas em nome da fraternidade universal e da solidariedade entre os povos. Tal realidade humana, natural e cultural, política e ideológica, econômica e financeira, social e ambiental, artística e filosófica, científica e tecnológica, moral e religiosa, temporal e histórica, nos transformam para melhor, nos constituem em seres substanciais onde a profundidade do ser, pensar e agir, viver e existir configuram a nossa transparência de virtudes, nossa verdade ontológica e nossa autenticidade no convívio diário e noturno com grupos e indivíduos, comunidades e sociedades, ansiosas por viver bem a sua vida, trabalhar com alegria e comportar-se com felicidade de quem faz bem todas as coisas, procura o que é direito e justo e desenvolve vivências e experiências de bem e de paz, de bondade e amizade, de concórdia e convergência deconhecimentos e sentimentos de conteúdos de qualidade fundamentais. Assim, a existência humana tem seu lado bom e procura construir o bem a sua volta e a paz em torno de si. Isso nos faz seres substanciais, fecundos na realidade cotidiana e profundos na geração de uma consciência que vem optando pela liberdade que busca a sua felicidade física e mental, material e espiritual. Tal realidade nos torna filhos e filhas de Deus, de caráter elevado e personalidade de auto-estima grande e alto astral considerável. Isso nos faz felizes.
V. A Verdade Essencial
Por trás das palavras e além dos conceitos e definições, por baixo dos abismos e acima das montanhas, no alto das alturas e no fundo dos oceanos, aquém das aparências e na fecundidade da consciência, no sentido da liberdade e como princípio da felicidade, eis a verdade do ser, a transparência do pensamento e a autenticidade da existência, o significado mais fundo da realidade cotidiana, origem da saúde e bem-estar humano, natural e social, base de uma vida de qualidade, da riqueza de conteúdo cultural e da excelência das virtudes éticas e espirituais, motor do conhecimento possível adquirido, fonte das boas idéias e grandes ideais, sustento da vida segura e tranquila, garantia de estabilidade e sustentabilidade e segurança para quem quer a paz da consciência e ficar de bem com a vida. Em busca dessa verdade essencial, nos movimentamos politicamente, nos relacionamos em sociedade, produzimos cultura e conhecimento, e procuramos preservar o meio-ambiente. Assim construimos a justiça social, o direito e o respeito entre as pessoas e uma vida de liberdade e responsabilidade entre todos e cada um. Eis a razão que origina a nossa procura por essa mesma verdade da essência, fim de nosso caminhar, processo de nossa existência e princípio de nossa mobilidade. Somos verdades, verdades da verdadeira verdade substancial. Nessa dinâmica construtora da verdade relativa, processamos a nossa vida de qualidade de saúde e bem-estar existencial. Tal o sentido de nossa caminhada terrena e eterna. A Verdade nos mobiliza.
W. Somos mais que oceanos
A Vida humana e seus efeitos na realidade cotidiana é tão rica de conteúdo espiritual, cultural e social, tão bela em sua expressão artística e filosófica, tão grande em seu reflexo no dia a dia da natureza ambiental e do universo sideral que talvez possamos dimensioná-la como mais profunda que os mares e seus rios naturais, mais funda que os abismos dos oceanos e mais fecunda que o útero de uma mulher engravidada por várias vezes, tal a sua grandeza de substâncias transcendentais, sua gigantesca excelência transcendente e seu poderoso enraizamento na existência dos seres e das coisas que compõem e formam a natureza humana, animal, vegetal e mineral. Sua fecundidade supera a multiplicidade das gotas das águas das chuvas e ultrapassa a contingência dos pingos que informam os lagos e lagoas, expressando assim a profundidade da realidade cotidiana onde acontece a vida de cada dia, noite e madrugada, e ocorrem os fenômenos políticos e econômicos, sociais e culturais da vida em plenitude de nós seres humanos e naturais. Sua espiritualidade também funda merece destaque conduzindo a hierarquia de valores e princípios que orientam-nos bem para uma realidade saudável e agradável em temos de saúde física e mental, e bem-estar material e espiritual. Assim construimos uma vida em abundância em que reinam o respeito com direito e a liberdade com responsabilidade, garantias de um tempo feliz e de uma eternidade de bem com a vida e em paz com a sua consciência. Eis a vida plena e abundante que faz a nossa felicidade real e atual. Somos privilegiados porque somosa mais fecundos que os oceanos e seus núcleos de profundidade mais fundos que as possibilidades e alternativas de uma vida plural, polivalente e multifuncional para todos e cada um. Somos bem mais que as águas.
X. As Diferenças nos fazem fundamentais
Somos a Diferença. As Diferenças de pontos de vista, os detalhes de cada um quanto à sua visão da realidade, e a diversidade de interpretações da realidade e da sociedade, dos fatos e acontecimentos, nos fazem seres fundamentais, pessoas substanciais e realidades humanas essenciais, o que reflete a nossa natureza filosofática, os caracteres mentais e emocionais que nos diferem entre si, definindo nossa insofismalidade neste mundo em que vivemos, pois o cotidiano nos personaliza, o dia a dia nos individualiza, talvez seja essa pois a nossa marca registrada no tempo e na história de todo dia, noite e madrugada. As Diferenças nos caracterizam. Somos detalhes. As particularidades fazem parte de nossa existência diária e noturna. Somos pessoas singulares, diferentes e até contrárias umas às outras. Tal a nossa natureza humana, o nosso universo temporal e o nosso contexto histórico. Nossa cultura é diferenciada e a nossa mentalidade se constrói a partir das diferenças entre as coisas e os seres formadores da nossa consciência e geradores da nossa liberdade. Assim produzimos uma realidade humana inovadora, sempre renovada cujo diferencial é mesmo a diferença ou a possibilidade de sermos diferentes. Tal a nossa marca. Parte de nossa essência de filhos e filhas de Deus. A Diferença é o nosso registro mais próprio e peculiar.
Y. Minhas raizes, minha Consciência
No fundo de nós mesmos, nos fenômenos que constituem nossa racionalidade e produzem nossa inteligência sempre móvel, real e atual, está a nossa consciência relativa que tende a ser eterna, pois a vida humana, natural e cultural é Consciência, o espírito do homem e da mulher voltado para si próprio e ao mesmo tempo transcendendo seus limites ideológicos e suas fronteiras psicológicas ao gerar realidades representativas da experiência cotidiana, que revela a unidade entre a mente e o dia a dia das pessoas que vivem e convivem em sociedade. Assim se faz a nossa consciência positiva, otimista em relação às coisas e sempre alegre porque o sentido da existência é caminhar sempre para a frente e para o alto distribuindo saúde física e mental e bem-estar material e espiritual a todos e cada um que estão em sua estrada de vida, tornando-os motivados para o trabalho e a família, construindo amigos e romances, paqueras e namoros, razão de nosso viver e significado da nossa existência cujo reflexo mais positivo é o sorriso das crianças, desvelador de uma consciência nua, de bem com a vida e em paz consigo mesma. Como se vê, a consciência é a raiz fundamental da nossa vida de cada dia e de toda noite e madrugada. Assim crescemos e progredimos, evoluindo no movimento de liberdade, fonte da nossa felicidade cotidiana. Deste modo, se constitui a nossa consciência, e suas raízes de vida, e seus valores morais e espirituais, e seus princípios psicológicos e sociais, e suas normas racionais e inteligíveis, orientadoras da nossa boa compostura social e ótima vivência individual e em grupo. No fundo dessa consciência em nós, de nós e para nós, as raízes da eternidade, da existência humana em busca de saúde e bem-estar em todos os sentidos de sua estrutura de corpo e alma, e sistema orgânico e fisiológico, bases de uma espiritualidade firme e forte. Eis pois as bases de uma consciência evolutiva cujas raízes levam em conta a nossa espiritualidade – onde Deus é tudo em todos – e a nossa psicologia social no bom convívio que devemos manter uns com os outros. A nossa boa consciência social e individual condiciana as boas virtudes, ações e atitudes, e atividades que devemos desempenhar em sociedade a fim de que haja paz e tranqüilidade entre nós, e o bem e a bondade, a concórdia de pontos de vista e a convergência de opiniões e visões de mundo sejam maiores que a violência das massas, a turbulência de comunidades instáveis e inconstantes e a agressividade de uns e de outros. A boa consciência e suas raízes vitais nos levam a uma prática de vida equilibrada e otimista, sensata e positiva, ajuizante e alegre, pois o sentido do ser, pensar e existir é evoluir sempre com consciência virtuosa e liberdade construtora de boas alternativas de vida e trabalho para todos, grandes possibilidades de uma realidade viva e mais positiva e de oportunidades múltiplas e polivalentes que tornem a existência dos homens e das mulheres mais feliz e pacífica, ordeira e solidária. A boa consciência nos faz livres e felizes.
Z. O Espírito ou a Consciência humana
Como o cofre fechado de nosso lar, que se abre para acolher o nosso capital de maior valor e recebe o dinheiro e as moedas acumuladas como crédito de uma vida trabalhadora, ansiosa por guardar seus favores financeiros e dar segurança aos seus benefícios econômicos, condicionantes para uma vida de saúde e bem-estar físico e mental e emocional, material e espiritual, cujo serviço é nos prestar assistência diante das necessidades e desejos humanos e naturais, e nossos anseios e aspirações culturais e sociais, assim é o Espírito ou a Consciência do homem e da mulher, diretriz de nossa realidade cotidiana, base dos princípios que nos orientam para a existência, fonte dos valores que nos ensinam a viver e estar neste mundo de polivalências e multifuncionalidades, onde as pessoas, grupos e comunidades de indivíduos interagem e compartilham suas idéias e produtos da racionalidade boa e da ótima experiência que gosta de colaborar para o bem das sociedades e a paz humana fundamental, origem também de uma vida direita e de respeito, comprometida e responsável, fundamento ainda de nossas boas relações no convívio social e familiar, de nossas atitudes e atividades bem feitas e de nossos sentimentos de qualidade e de nossas ações e comportamentos ricos de qualidade moral e espiritual. Assim é a nossa consciência ou espírito humano fundamental. É o centro de nossos trabalhos e relacionamentos, raiz de nossa ótima compostura entre os cidadãos e cidadãs das sociedades generosas, prósperas e de sucesso, que evoluem sempre tendo em vista sustentar a sua liberdade feliz. Tal espírito ou consciência humana é eterna. Em seu interior, a presença de Deus, de sua voz gritante e de sua ideologia orientadora de nossas virtudes e boas caminhadas de vida. Dentro de si, a chave do sucesso e o segredo de prosperidade e felicidade para nossas vidas inteiras. Somos fundamentalmente consciência.
Z.1. No fundo da Alma
O que nos fundamenta e constitui como pessoas humanas e sociais é certamente a consciência que temos e a liberdade de poder fazer as coisas, construir alternativas de valor, empreender diferentes possibilidades de vida interativa, compartilhar novos hábitos e costumes, princípios e valores, que nos orientam no dia a dia, tornando verdadeiras nossas ações, atividades e atitudes, ficando transparentes diante de uns e de outros, assumindo com autenticidade nossos compromissos e responsabilidades, direitos e obrigações, dando assim sentido à vida cotidiana e razão de ser à nossa existência sempre em busca de suas raizes fundamentais que lhe oferecem uma realidade de saúde e bem-estar generalizados. Deste modo encontramos a essência da alma e a substância do espírito, o fundo da nossa consciência construtora de nossa liberdade de ir e vir e produzir conhecimentos e experiências que transformam para melhor o fundo de nós mesmos, um espelho de luz e de força interiores, base da nossa verdade do ser, pensar e agir. Desta maneira evoluimos em sociedade, crescemos como pessoas humanas, desenvolvemos diversas estratégias de ação fraterna e solidária, fonte de uma vivência fecunda e de uma experiência profunda em que nos encontramos com nós mesmos, e achamos então o sentido de nossas vidas de cada dia, noite e madrugada. Assim progredimos na matéria e no espírito, no corpo e na mente, gerando uma consciencia positiva onde o otimismo de vida e seu equilíbrio consciente são as suas marcas registradas na história e no tempo dos homens e mulheres que vivem e convivem em sociedade. Eis a razão que nos faz crescer em conteúdo rico de uma existência excelente cujas virtudes e diferenças são a busca pelo que é bom para nós e o que nos faz bem. Assim encontramos a nós mesmos. Tem sentido as nossas vidas. Encontramos Deus, os outros e a nós mesmos. Somos plurais e somamos para que a evolução seja o maior interesse em nossas vidas de toda hora, minuto e segundo e o que nos faz estar bem interiormente. Pois o que importa é garantir a nossa paz interior e a tranquilidade espiritual. O resto é consequência.
Z.2. No Abismo do Bem
Parece que o que nos caracteriza como natureza humana é a possibilidade de estar no bem e exercer a bondade junto às pessoas do nosso convívio, ser otimistas no cotidiano e manter o equilíbrio nas diversas situações da realidade, usar o bom-senso nas coisas e viver com alegria o nosso trabalho de cada dia, hora, minuto e segundo, compartilhando com todos conteúdos de solidariedade e fraternidade, interagindo em favor da convergência de circunstâncias boas e positivas e concordando com o que é bom e nos faz bem, a tal ponto que possamos ser identificados como filhos e filhas de Deus, o Princípio da Vida e Senhor do tempo e da história, o que reflete entre todos que somos naturalmente bons e existimos para que todos possam crescer em comunidade, evoluir na consciência e na liberdade, desenvolver a criatividade e talentos e carismas, e progredir social e familiarmente construindo sociedades de bem e sensatas onde a bondade das coisas define a nossa identidade, nos dá segurança na vida, estabilidade no cotidiano e tranquilidade física e mental, emocional e psicológica, social e existencial, material e espiritual. Assim caminhamos neste mundo temporal visando a eternidade mais além. Nesse processo de vida, mergulhamos cada vez mais e melhor em condições humanas e naturais mais sustentáveis de modo que possamos conviver pacificamente no dia a dia. Eis o que nos determina como seres humanos. Fomos feitos para a bondade e a paz. Nosso destino é Deus.
Z.3. A Realidade é um
Processo Eterno
No dia a dia de nossas atividades trabalhistas, em casa ou na rua, observamos e experimentamos um cotidiano fundo, de conhecimentos que se constroem a cada instante, de sentimentos que se trocam para constituir vida e vida em plenitude, de interatividades, relações e intercâmbios geradores de saúde coletiva e bem-estar social, enfim, a vida diária e noturna processando suas verdades relativas, produzindo seu estar-no-mundo temporal e histórico de modo a enriquecer cada um com os benefícios do trabalho e de relacionamentos construtores da paz social e espiritual, do bem psicológico, físico e mental, e emocional, fazendo com que a realidade humana e natural se desenvolva sustentavelmente, de maneira segura, tranquila e estável oferecendo a todas as sociedades e seus cidadãos e cidadãs condições de vida e trabalho em que todos se sintam bem com o bem que fazem, adquirindo coisas boas, situações agradáveis e saudáveis, demonstrando assim que a realidade é relativa e processual, pois evoluimos sempre, rumo a novas conquistas na política e na economia, diferentes aquisições na cultura e na sociedade, outros jeitos de crescer pessoalmente e entre todos, o que define um mundo de possibilidades numerosas, alternativas diversas e opções de vida variadas para todo o conjunto da humanidade. De fato, estamos somando e nos multiplicando todos os dias, noites e madrugadas. Estamos evoluindo. Estamos processando eternamente a vida e as experiências que praticamos. Tudo é processo. Nos processamos infinitamente.
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