sexta-feira, 23 de maio de 2014

Romantismo

Vivo a vida romanticamente. Apaixonado pela vida, ponho sempre as mulheres na minha estrada cotidiana. A vida assim ganha sentido e razão de ser. Deus acontece. Tenho fé nas pessoas do meu dia a dia. Há ordem e paz no meu entorno. E aprendi assim que Deus é bom e a vida é a bondade construindo as sociedades.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Paz, um Preocesso

Na Virtualidade, no cotidiano da vida ou em quaisquer ambientes online ou offline, que bom mantermos a paz a nossa volta, a tranquilidade da mente e a segurança de uma vida em estado de saúde emocional quase perfeita. É um modelo de paz que pode ser um dom divino ou uma busca constante ou mesmo algo procurado com insistente amor à calma da alma e o descanso do espírito. Ser pacífico, uma alternativa hoje recomendável, um processo que termina em um bem para a vida, um patrimônio para toda a realidade interior e externa.

segunda-feira, 24 de março de 2014

A Lei do Encaixe

A Lei do Encaixe Assinada solenemente pelo ex-Presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva em 2003 e aprovada unanimemente pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados de Brasília, a nova e importante Lei do Encaixe louva, bendiz e glorifica a Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida, neste momento, entrando em vigor no território brasileiro a partir de sua publicação no Diário Oficial da União, sob o no.2626/2003, nesta Segunda-feira, dia 09 de Abril de 2012, dia do Padre, cujo Padroeiro é São João Maria Vianey, o Cura d’Ars. O Conteúdo dessa Lei trata expressamente do amor entre o homem(macho) e a mulher(fêmea) com suas consequentes, humanas e naturais relações sexuais, partindo do desejo do olhar entre ambos, passando pelo namoro e paquera, noivado e casamento, e terminando no encaixe sexual cuja plenitude é o orgasmo – o prazer e o êxtase sexual completo, constituidor de família, filhos e netos, e garantindo assim a reprodução e a continuidade da espécie humana. Diz ainda essa Lei do Amor e do Sexo que tal relacionamento estabelecido pelo casal deve ser fruto do amor entre ele e ela, sem violência e sem agressividade, com respeito mútuo e responsabilidade recíproca, fundamentado naturalmente no Amor de Deus, garantia de fidelidade e segurança de vida de ambos os parceiros de cama e companheiros de caminhada. Eis portanto a nova Lei do Encaixe: pau no canal, ferro no buraco, bengala na caverna, canhão no caixote, pica na buceta, peru dentro do útero, canhão dentro da bomba atômica, foguete nuclear dentro da granada de dinamite, perulito na vagina, mocotó dentro da rabada, salsichão no vatapá, feijão preto na batata inglesa, bacalhau à portuguesa dentro da feijoada à brasileira, tutu à mineira no interior da macarronada à italiana, cozido verde dentro da dobradinha com feijão branco, peixe frito no interior da galinha assada, ovo recheado dentro da carne cozinhada, banana na caixa, salsicha na panela, cenoura na frigideira, pepino dentro do fogão e mandioca dentro da geladeira. Seguem abaixo as assinaturas dos responsáveis por esse processo e projeto de lei de amor entre o homem e a mulher. Que Deus, o Senhor, nos ajude e nos abençôe.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Procura-se a paz

Paz é um dom de Deus e um benefício do Senhor. Procuramos ela em todos os lugares e em todos os tempos. Queremos paz em casa e na rua, no trabalho e em todas as partes. Desejamos ser pacíficos e levar paz e a paz a todos que têm problemas e dificuldades. Encontrei a paz quando fiz o bem e pratiquei a bondade. Quando passai a respeitar as pessoas. Quando superei contradições fazendo alguma coisa por alguém. Consequência: a paz veio até mim. Deus aconteceu.

quinta-feira, 6 de março de 2014

O Dia da Mulher

Neste Dia da Beleza Interior, do trabalho inteligente, das ordeiras da sociedade e das organizadoras da nossa vida familiar e social, finaceira e espiritual, exaltamos as mulheres que fazem a diferença na vida dos homens e glorificam a Deus com seu jeito de ser educada, inteligente e trabalhadora. Parabéns, mulheres.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Silêncio

E só me restou o silêncio Na dialética do cotidiano das ruas e diante da crise existencial que muitas vezes afeta as nossas relações com a família e o trabalho, me vejo no limite da natureza, fadigado espiritualmente, cansado no corpo e na alma, esgotado mentalmente, sujeito ao império de doenças que se espalham rapidamente em nossos ambientes de vida, em nossos relacionamentos diários e noturnos, e em nossos intercâmbios culturais que estabelecemos quase sempre cotidianamente com amigos e garotas, parentes e familiares. Perante o assombro das moléstias, a crise de valores, a falta de princípios, a ausência de regras, a carência de normas que restabeleçam nosso equilíbrio e bom-senso, o vazio de raizes que fundamentem nossas atitudes, consolidem nossos passos e estabilizem nossas tarefas do dia a dia, só nos resta o silêncio de quem carece de opções e sofre com a insuficiência de alternativas que produzam sentido em nossas almas e razão em nossos espíritos cercados de problemas por todos os lados, convivendo com conflitos a todo momento e cheio de dificuldades nas relações e interatividades que realizamos a cada hora, minuto e segundo. Sim, só nos resta o silêncio. O silêncio dos limites com que nos chocamos em nossa existência diária, e sua falta de oportunidades para sair dessa crise de valores e princípios, que ora e outra bloqueiam nossas atividades e se tornam barreiras em nosso caminho de ascensão pessoal e social e obstáculos para o nosso crescimento nas virtudes espirituais como o sorriso para as pessoas, a alegria de viver e o otimismo que levanta os deprimidos e encoraja os mais fracos e abatidos. Então, só nos resta o silêncio de quem não sabe o que fazer, qual caminho perseguir, ou a estrada a ser procurada. Vemo-nos nas fronteiras das impossibilidades e nos limites da ausência de alternativas que possam resolver nossas contrariedades e solucionar nossas dúvidas e incertezas. Falta-nos sim espaços para andar, opções para abraçar, motivos para viver, sentido para uma existência agora vazia e sem nada. E só nos resta mesmo o silêncio. Talvez nesse estado sem alternativas e carente de possibilidades eu encontre algo que preencha os meus vazios ou Alguém que dê sentido ao meu ser, pensar e existir. Quem sabe um Deus resolva aparecer e me dar todas as respostas que eu preciso para bem encaminhar minha vida, resolucionar minhas contradições internas e satisfazer meu desejo pela convergência entre pensamento e realidade e a concordância entre consciência e experiência. É possível que surja uma boa idéia. Ou um outro, novo e diferente caminho a seguir. Ou uma via alternativa que alivie minhas tristezas e angústias, apague meus medos e pânicos, dissolva minhas aflições e desesperos, acabe com minha ansiedade, elimine meu estresse exagerado pleno de adversidades interiores e externas. E só me restou o silêncio. Que ele seja fértil e apresente-me uma estrada diversa capaz de dar soluções aos meus transtornos mentais e emocionais e aos meus distúrbios físicos e espirituais, materiais e existenciais. Pode ser que ele abra para mim uma grande esperança. Renove o meu existir. E liberte-me das prisões da alma e das escravidões do corpo e do espírito. E quando esse instante chegar. Terei paz interior. O Bem e a Bondade me abençoarão. Respirarei a tranquilidade do ambiente que me envolve. E apagarei os meus sonhos e fantasias. E deitarei e dormirei sossegado certo de que Deus me acompanha nesse mundo de silêncio gritador. Deus, a minha Segurança.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

SIME

SIME Síndrome da Instabilidade Mental e Emocional Hoje, aqui e agora, em nossa realidade cotidiana, carregada de distúrbios de toda natureza e transtornos na rua, na família e no trabalho, problemas de consciência e conflitos de relacionamento, dificuldades financeiras e limitações no emprego, choques ideológicos e bloqueios psicológicos na vida de cada dia e de toda noite, urge cultivar uma certa cultura de estabilidade em todas as situações do dia a dia, dentro e fora de casa, nas ações individuais e coletivas, nos intercâmbios políticos, sociais e culturais, nas interações diárias e noturnas com pessoas e colegas, parentes e amigos, familiares que nos rodeiam e acompanham em nossas tarefas e esforços, empenhos e atividades em prol do bem-estar de nossa comunidade local, o que com certeza acabará de vez com o modo descartável de viver e existir que atravessa o nosso cotidiano, quando alguns se casam nessa hora, mas daqui a um mês já estão separados e prontos para um novo romance; políticos que mudam de partido uma vez e outra; o empregado que começa a trabalhar agora e na semana seguinte é mandado embora, e obrigado a procurar uma outra atividade; o estudante ou o professor que não comparecem ao colégio e sempre estão ausentes em sala de aula; o doente que a toda instante procura o médico por causa da dor de cabeça constante; o cidadão que age com violência e desequilíbrio com seus colegas de trabalho; a agressividade de policiais no combate da bandidagem; enfim, esse comportamento instável e descartável, estranho e esquisito, inconstante e transitório, que passeia pela vida cotidiana de muita gente que, na hora do aperto, ou nos momentos de risco, ou nos instantes de perigo, perdem a cabeça, jogam tudo para o alto, e tomam a iniciativa de quebrar tudo pela frente, arrebentar e se destruir mental, física, emocional e espiritualmente. Nessas ocasiões de indefinições psicológicas e indeterminismos da mente, precisamos usar o bom-senso, ter juizo e manter o equilíbrio, a fim de superarmos as divergências internas e externas e ultrapassarmos as discordâncias interiores e exteriores. Precisamos de uma mentalidade onde o bem seja a fonte de nossas experiências e a paz a base de nossas práticas de vida, o respeito e a boa educação os fundamentos de atitudes racionais, sensatas e equilibradas. Tais sintomas de confusão da inteligência e de aberrações morais e espirituais, que alteram o nosso comportamento de quase todos os dias, caracteriza a Síndrome da Instabilidade Mental e Emocional, a SIME. Transcenderemos essas barreiras da consciência e esses obstáculos da experiência abraçando ações, ideias e virtudes, valores e princípios, que possam nos orientar no bom caminho da vida cujo sustentáculo e garantia de uma realidade equilibrada, de bons propósitos e ótimas atitudes, é decisivamente a nossa fé em Deus, a nossa oração de cada dia, o bem que fazemos, a bondade de nossas ações, as nossas atitudes solidárias quando ajudamos uns aos outros a serem alguém nesta vida, felizes por dentro e por fora. Deste modo, venceremos a SIME. É uma questão de exercício virtuoso em que construimos uma existência de bem com a vida e em paz com a consciência. São necessárias a luta e a paciência para ganharmos o jogo do bem contra o mal. Cultivemos experiências de estabilidade. Exercitemos a bondade de nossas práticas cotidianas. Sejamos constantes ao assumirmos compromissos responsáveis. Mantenhamos o direito e o respeito. Sejamos educados. E Deus nos dará a vitória.