CPC é um blog de criação de novas e diferentes idéias capazes de realizar transformações para melhor na vida pessoal e social dos leitores e internautas
terça-feira, 11 de outubro de 2016
América Latina
As Farc, o Mercosul e a União Europeia
Relações Plurais, Polivalentes e Multifuncionais
Diferenciar a Inteligência da Violência, separar o uso racional das coisas de uma existência baseada na agressividade, buscar o bom-senso no lugar de uma realidade imaginária tendencialmente carregada de cultura da briga e da morte, de uma mentalidade discordante e cheia de contradições, de ideologias da discórdia que priorizam as divergências e ignoram a alternativa da concordância entre diversos e adversos e convergência entre diferentes e até contrários, enfim, utilizar a racionalidade e a cordialidade como mecanismos de prosperidade cotidiana e sucesso no dia a dia real e histórico, vivo e atual, talvez seja a marca registrada deste novo governo da Colômbia deste princípio de século XXI e começo ou meados de 2016 representado pelo Nobel da Paz deste ano concedido pela Academia Nobel de Ciências da Suécia em Estocolmo quem sabe a novidade hodierna colombiana depois de 52 anos de conflitos armados ou não entre os guerrilheiros das FARC e os militares da gestão federal cujo Presidente da República Juan Manuel Santos que descobriu uma opção fundamental para abrir e dar continuidade e fechar o Processo Tranquilo e Seguro de Paz para a cidadania colombiana, a capital Bogotá e regiões urbanas e rurais circunvizinhas e territórios, campos e cidades desta rica, bela e grande Colômbia gigante cultural, musical e artisticamente, grandiosa nas suas lideranças estudantis, representações políticas e interpartidárias do presente e passado e hoje igualmente, de qualidade de vida e trabalho e bom conteúdo existencial em termos de família e sociedade de bons valores de vida e ótimos princípios de trabalho ordenado, de atividades bem disciplinadas e ocupações e preocupações caracteristicamente bem organizadas, um caminho de esperança e segurança que não morre em terras colombianas, afazeres inteligentes que em nome da paz para o povo, do bem para a sua gente e da luz que arquiva em si e guarda para si, armazena de si e por si, como uma Quitanda Virtual e Virtuosa de propriedades eletrônicas e objetos, depósitos e mercadorias cibernéticas, tudo isso pois sinalizando uma diferente e nova Colômbia ora moderna e que de hoje em diante anseia por felicidade geral para sua população cidadã, legitimamente a favor de Juan Manuel, legalmente absolvida e aprovada pela legislação colombiana em vigor neste momento, e lealmente vivendo segundo virtudes morais elevadas e ações éticas altas e de espiritualidade grande, firme e forte, sólida e rochosa, tranquila e segura, ferramentas sociais e familiares, e instrumentos políticos, econômicos e culturais que refletem aqui e agora esse jeito colombiano de acreditar em Deus, no Senhor da Paz e da Esperança, Aquele capaz de oferecer novas estradas para os cidadãos e cidadãs colombianos e colombianas, uma nova maneira de olhar a vida, a realidade e o cotidiano, um outro e renovado modo de enxergar a sociedade e o mundo aqui e agora, tal o otimismo do Presidente Juan Manuel e sua alegria em visualizar a possibilidade de paz, segurança e bonança, calma e tranquilidade para a cidadania colombiana hoje, após uma trajetória cinquentenária de guerra sangrenta, violenta e agressiva na história política, social e econômica colombiana, condições reais que expressaram e mexeram com o sentimento latino-americano, a racionalidade colombiana e a inteligência de Juan Manuel, Nobel da Paz, bem como a experiência secular e cotidiana deste povo de liberdades a conquistar, beijar e abraçar, e de felicidades a viver e existir com qualidade de vida e bom conteúdo de trabalho e excelente matéria de família e sociedade, de honra vivida em suas cidades e realidades e sociedades, de dignidade humana e natural no alto das alturas, de moral grande e alta , e de ética e espiritualidade gigantes e elevadas. Tais circunstâncias de vida e atividades cotidianas afetaram as relações positivas ou não, as interações otimistas ou não, e as atitudes colaborativas e os comportamentos cooperadores, surgidos, aprendidos e apreendidos, financiados por todos esses países desenvolvidos e nações emergentes, os quais têm investido comunitária e coletivamente em relacionamentos comerciais, industriais e empresariais de qualidade e bom conteúdo, servindo-se uns aos outros, creditando-se mutuamente e capitalizando-se reciprocamente, uma obra global, globalizada, globalizante e globalizadora, repercutindo e se difundindo e se propagando por todo o Planeta Americano e Europeu, Africano e Asiático e da Oceania em geral, um contexto de colaborações mútuas e cooperações recíprocas nacionais e internacionais, projetos desenvolvidos por todos e cada um destes Estados Democráticos de Direito superadores de suas divergências, transcendedores de suas discordâncias e ultrapassadores de suas adversidades e contrariedades, ainda que as diversidades permaneçam e as diferenças e particularidades continuem entre eles. Esse igualmente um Programa de Trabalho(PT) dos povos latinos, centrais e do norte das Américas, inclusive Colômbia, Venezuela e Paraguai. Chico.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
O "não" da Colômbia
O Povo disse “não” no Plebiscito
Apesar da maioria relativa no Plebiscito de Domingo dia 02 de Outubro deste 2016 ter dito “não” o processo de consecução de Paz na Colômbia permanece, e os negociantes desse caminho alternativo já novamente se unem e reúnem para novas propostas e diferentes respostas em favor dessa possibilidade de Paz para a cidadania colombiana, uma opção que quer tranquilidade para o país e segurança para a população, de tal modo que essa maioria certamente decidirá pelo “sim” dessa negociação pacífica e em favor da Paz, uma estrada como disse segura e tranquila que certamente trará estabilidade para a nação, em um futuro próximo, sustentabilidade política, financeira, social e familiar para todo o povo e gente que anseia por felicidade geral para toda a América Latina. Sim, com o “sim” novo a Paz será possível e teremos então a Colômbia tão desejada por todos e cada um de nós. Nessa hora decisiva, como nós, Deus também se faz Colombiano ou Colombiana. Paz para todos. E Paz para Bogotá e demais Cidades adjacentes e circunvizinhas latino-americanas. Outrossim, esperamos de fato com otimismo e pensamento positivo, que as renovadas negociações sustentem a esperança abraçada por muitos e mantenha de pé a alternativa comum a não poucos de que a paz é possível e urge dar um “chega” a esse clima de guerra sem fim e de guerrilhas sem limites entre militares do Governo Federal e guerrilheiros das FARC, opções que ameaçam inclusive a sustentabilidade social da nação, a manutenção positiva da realidade do MERCOSUL e a garantia de uma nova Colômbia em vias de evolução nas suas liberdades construídas e ora conseguidas, na sua felicidade geral, direito de todos e dever do Estado, fundamentos de um Estado Democrático de Direito, princípio do bem e de bem para todos e paz social e familiar para cada um. Assim construímos a boa e verdadeira Democracia. Tal hoje o caminho viável e possível, leal e legal e legítimo para uma Colômbia de primeiro mundo e feliz como o quer o seu povo. Chico.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
A Vida na Justiça
A Judicialização da Vida
A Justiça e o Direito como respostas únicas para todos os problemas da vida, as dificuldades do cotidiano e os conflitos e contradições da existência, ou melhor ainda, a solução prioritária na temática da realidade de todos os dias quando se recorre aos Tribunais Constitucionais ou Supremas Cortes para se definir sentenças ou tomar decisões ou decidir ultimamente sobre questões dialéticas e situações críticas sendo os Tribunais escolhidos para determinar quem está certo ou errado e com sua Autoridade Máxima ser respeitado em suas respostas sensatas e positivas, soluções racionais, racionalizantes e racionalizadas, usando-se para isso o discernimento do espírito quando fazemos a devida diferença entre as coisas, a racionalidade objetiva que prefere a lei e a subjetiva que prioriza a inteligência, o rico repertório atual e histórico de conhecimentos adquiridos e informação diária e noturna e formação familiar nas problemáticas relativas á ética e espiritualidade, educação e saúde, moral elevada e honra em sociedade, dignidade humana e natural e integridade física e material, e assim dispostas tais condições de vida judiciárias e ações e práticas jurisprudenciais pode-se e se deve preferir a Justiça e seus juízos e juízes, e seu Direito natural e positivo, todos como critérios de Judicializaçao da vida, do trabalho e da família, circunstâncias de existência que sofrem a intervenção judicial a fim de sensata e equilibradamente poder se manifestar social e familiarmente, uma interferência construtiva e otimista que favorece á vida de cada dia, noite e madrugada, e coloca no bom caminho as situações vividas e estabelece a ordem das coisas, a correta disciplina e a organização de tudo e de todos. Assim as situações do dia a dia voltam ao seu devido lugar e as circunstâncias cotidianas encontram então no Discurso e na Prática da Justiça sua segurança de vida e tranquilidade de existência, sua garantia da ordem pública e privada, tendo as coisas da vida e os seres existenciais voltado ao seu devido lugar, retomado o bom caminho e dispostos novamente a andar na linha, como dispõe a ordem do Direito e a experiência da Justiça moderna e histórica, ontem e hoje, e amanhã de manhã certamente. Assim a vida nos ensinou a priorizar a Justiça como garantia de equilíbrio entre as partes conflitantes e manutenção da sensatez perante as dialéticas existenciais e outrossim sustentação do bom senso das coisas e do bom juízo comum que deve acontecer diante das contrariedades do dia a dia e as adversidades da realidade cotidiana. De tal forma, quis a vida cotidiana entregar à Justiça Profissional dos Tribunais federais, estaduais e municipais o destino comum de toda a sociedade e suas particularidades problemáticas e suas singularidades interrogatórias, uma resposta da vida e da Justiça a todos e cada um que querem a ordem no social, a disciplina na economia e a organização na política e na cultura. Para isso serve a Justiça. A Vida a escolheu para colocar tudo em ordem no cotidiano a fim de que todos fiquem na linha e retornem ao seu devido lugar na hierarquia da natureza e do universo justo e correto, direito e que faz o que é certo e não aprova o que está errado ou seja falta violenta ou corrupção de todas as coisas. Assim surge a Justiça. Seu fim, início e processo é colocar ordem na vida. A Vida agradece. E Deus igualmente. E eu também. Chico.
sábado, 1 de outubro de 2016
Paz na Colômbia
Paz na Colômbia
O Grande sonho de Ingrid Betencourt parece que vai se tornar realidade nas ruas e famílias de Bogotá e cidades circunvizinhas à capital colombiana, tendo em vista após um histórico manancial de conflitos armados, guerra sem fim, lutas sem limites nem tréguas, combates entre militares e guerrilheiros, batalha ininterrupta há anos entre as FARC e as autoridades do governo colombiano, depois de tantas mortes violentas, sequestros relâmpagos, revoltas de uns e revolução de outros, o grito nas ruas da nação latino-americana, ameaças e discórdias de ambos os lados, divergências sem fim e contradições sem definições cotidianas, enfim, algo de maravilhoso talvez esteja acontecendo nesse país de gente trabalhadora e cidadania virtual e ambiental, de natureza entre montanhas e universo cultural rico, grande e belo, hoje, aqui e agora, uma luz brilhou nos horizontes das Américas e uma lâmpada foi acesa no meio das cidades em batalha e suas populações em contrastes constantes, quem sabe o sol foi aceso novamente por Deus nos céus da Colômbia e no dia a dia de moradores e trabalhadores desta nação feita de esperança, porque ora desponta e se abre para todos e cada um, iluminando e fortalecendo os caminhos colombianos e despertando uma nova estrada de alegria e coragem, sucesso e prosperidade, e como disse de esperança para um povo sofredor todavia forte já que de princípios sólidos e firmes, fortes e rochosos, e de valores tranquilos e seguros, estáveis e sustentáveis, raízes culturais e sociais, psicológicas e éticas, morais e espirituais que garantem sua sustentabilidade política, econômica e social, determinam sua credibilidade interna e no exterior, fortalecem sua lealdade diante de um MERCOSUL querendo nascer ou acordar para a vida e o mundo, sustentam sua legalidade constitucional e a legitimidade de seu povo e sua gente e as leis, diretrizes políticas, ordem financeira a se equilibrar, uma sociedade que gosta de viver e crescer, como toda nação ansiosa por vida e vida em plenitude, que aspira por evoluir na sua consciência, trabalho e liberdade, crescer como gente e progredir na dinâmica da América Latina perante um Planeta que se quer sustentável para isso conta e anseia por uma Colômbia ordenadamente pacífica, disciplinadamente tranquila e segura, e outrossim organizada nas suas instituições e políticas públicas e privadas, e então recomeçar de novo e reconstruir um novo país e uma diferente nação agora sim com os instrumentos do equilíbrio e bom-senso e as ferramentas da alegria, esperança e otimismo, tal o processo real, vivo e histórico, atual neste 2016 de Ingrid Betencourt e seu sonho e desejo de uma Colômbia grande e de moral elevada, de honra em sociedade, de dignidade humana e natural alta, gigante como outros, novos ou velhos, diferentes ou não gigantes das Américas, da União Européia ou do lado americano do norte, e possivelmente do entorno africano e asiático. Tal esperança como falei acima reflete a grande política colombiana Ingrid Betencourt, e demonstra sua certeza quase absoluta e verdade ainda muito relativa de que a Colômbia, enfim, vai sair dessa e surgir no cenário internacional como um povo grande e de espírito elevado, de cabeça erguida no seu cotidiano e olhando cara na cara com qualquer outra gente local, regional ou global deste mundo de incertezas e sofrimentos, porém de otimismo abraçado e alegria manifesta por todos os que acreditam não só em Deus entretanto no grito das ruas e nos escândalos das redes sociais, na justiça sempre de plantão, nas respostas que a vida sempre dá e suas soluções positivas ainda que o desespero bata à nossa porta ou as janelas se fechem fazendo cair o teto da casa e desmerecer o chão e o solo onde pisamos cotidianamente, pontapés iniciais de uma Colômbia livre para sempre e liberta desde já da violência que a persegue diária e noturnamente e da agressividade e contrariedades de uma cultura da briga que não deu certo, de uma ideologia da morte que fez muitas vítimas e desapareceu com muita gente, mas que agora tem a chance de driblar o péssimo destino até aqui e se voltar para cima e olhar para a frente e crer com realismo e otimismo que finalmente a Colômbia tem a oportunidade viva e real de renascer de novo e ressurgir diferentemente, então como um país que está dando certo mesmo em meio a dificuldades e inúmeros problemas pois cercado e integrado por gente correta e direita e de respeito cuja fé no Senhor das Colômbia faz dos colombianos e suas mulheres uma nação realmente grande e gigante no meio das gigantes do Planeta. Parabéns, colombianos e suas garotas, que despertaram do sono metafísico e hoje são exemplo para o mundo, referência internacional e modelo político e social de um país que vem se dando bem e no seu presente e futuro estará no pódio do Planeta recebendo de todos a medalha de ouro por sua coragem de recomeçar e seu positivismo regenerador alavancando a esperança de uma população de ideias boas e claras, lúcidas e evidentes, e de ideais gigantescos. Mais uma vez, parabéns gente colombiana. Chico.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Urge Reconciliar
Reconciliar é preciso
O Ambiente atual e histórico de Bogotá e cidades circunvizinhas colombianas, durante vários anos de conflitos cotidianos e guerra ilimitada entre militares e guerrilheiros, as FARC de um lado, e o governo hoje de Juan Maria Santos por outro, mostra-nos que a solução a curto e médio prazo para esses imbróglios latino-americanos, turbulências políticas entre grupos de opinião diversa e adversa, e pontos de vista diferentes e até contrários, sem dúvida e com certeza relativa, está no fato real, vivo e moderno da possibilidade de reconciliação entre ambas as partes, a viabilidade de uma trégua duradoura que consequentemente estabeleça um contexto de tranquilidade para o país e um clima de paz reinante nas sociedades plurais e convergentes desta região de contrários culturais, inadimplências econômicas, emergências sociais, emancipações políticas e interpartidárias, sustentando-se então algo de concordante entre parceiros de visões aparentemente contraditórias todavia que podem - assim é a nossa esperança – transformar-se para melhor depois de grandes ciclos de inimizades e distúrbios temporais e historicamente bem definidos, em ótimas parcerias de trabalho construtivo e companhias de altruísmo e geração de bondades dos dois lados visando a integração nacional, o bem-estar da população colombiana, a saúde familiar e coletiva, social e individual, familiar e interpessoal, o que significará a vitória da paz sobre a violência, a credibilidade de uma cultura agora e aqui pacífica e tranquila em substituição a uma mentalidade até hodiernamente desenvolvida segundo mentalidades e ideologias de agressividade mútua e divergências institucionalizadas e discordâncias nas ruas e nas redes sociais, nas instituições e demais campos de batalha violenta entre os próprios cidadãos e cidadãs da Colômbia, o que culminará certamente em uma alavanca de progresso para todos e cada um, carregada de novos ânimos familiares e incentivos sociais para proporcionar a toda a nação um caminho de desenvolvimento sustentável, evolução na consciência e na liberdade, crescimento interior e em todos os sentidos do ponto de vista psicológico e moral, social e espiritual, tornando os ares colombianos dentro e fora das Américas algo que restaure e renove sua imagem para o mundo e o Planeta, regenere seu comportamento com o exterior e domesticamente, recupere sua credibilidade interna e externa, restabeleça seu apoio popular, engrandeça suas famílias e prepare o Estado e seu povo para um presente e futuro de evolução tecnológica e cientifica, de inovação cibernética e de políticas públicas e privadas que salientem e favoreçam, o meio-ambiente e a virtualidade eletrônica, a geração de empregos e trabalhos e atividades que honrem o cidadão e cidadã colombianos, priorizem sua dignidade humana e natural, assegurem sua integridade física e material, e elevem sua moral cidadã e sua ética e espiritualidade abraçando princípios fortes, seguros e tranquilos, e beijando valores estáveis e sustentáveis que fabriquem uma população de auto-estima alta e bom astral dentro e fora de suas comunidades locais, regionais e globais. Teremos assim uma Colômbia reconciliada consigo mesma, em paz com todos e cada um, segura como a rocha das montanhas e tranquila para viver o seu destino comum que é evoluir sempre como gente feliz e livre para construir bem seu amanhã de manhã. Sim, urge reconciliar. Chico.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Primavera Nova
Uma Nova Primavera nas Américas
Hoje, dia 22 de Setembro deste ano de 2016, início do século XXI, começa entre nós a Primavera, estação do ano voltada para a renovação das flores, plantas e sementes da natureza e seu universo de matas crescentes, árvores plantadas constantemente e todo um mundo de florestas não só amazônica que surgem e se criam e se renovam para mostrar o renascimento da vida natural e do universo ambiental, uma oportunidade sim para refletir o que vem ocorrendo atualmente no continente latino, central e norte americano, uma realidade que as 3 Américas estão vivendo no seu momentâneo cotidiano de sociedades emergentes e desenvolvidas, época de eleições municipais para alguns, enquanto para outros a disputa é federal e estadual, além de interrupções de governos que aparentemente deram certo no decorrer dos anos passados e que ora sofreram o Impechmeant como Dilma Rousseff no Brasil, o novo governo Macri argentino, reformas no Peru e diferentes mudanças quem sabe para melhor na Venezuela do seu ex-Hugo Chaves e agora Maduro, diferentes administrações nacionais nos Estados Unidos com a concorrência de Hilary Clinton e a competição de Trump, além de outras revoluções particulares e pequenas, miúdas porém de grande relevância e grandeza para suas populações locais como Cuba, Nicarágua e Colômbia, como ainda transformações talvez para melhor como disse acima em nações latinas como Paraguai e Uruguai e o próprio MERCOSUL, que respira alternativas de sucesso e progresso, possibilidades de alterações igualmente para melhor nos intercâmbios econômicos nas regiões presentes e relações plurilaterais entre os Estados integrantes, comungantes e dele participantes, tenta se afirmar com seus circunvizinhos, se estabilizar política e economicamente, e se consolidar nos continentes americanos de línguas, culturas, mentalidades e ideologias comuns como afirmado antes portuguesas e espanholas, buscando por outro lado combater a violência das ruas e culturas de agressão e ideologias de briga e agressividade como as FARCs Colombianas, guerrilhas nas fronteiras mexicanas com americanas e canadenses, isso no norte das Américas, e enfim como um todo e em suas localidades específicas muitos movimentos populares, mobilidades urbanas e rurais, reformas sociais e revoluções estruturais e sistêmicas, características peculiares dos povos latinos, das populações centrais e da gente norte das Américas, cotidiano de confusão social quase que continuamente, de instabilidades políticas e transições econômicas, e de realidades financeiras modestas mas que conseguem evoluir apesar dos curtos mercados e carentes intercâmbios culturais e financeiros, um modelo americano que caracteriza os grupos, comunidades e sociedades das Américas de hoje, revelando que nas Américas seus povos não ficam parados esperando “milagres” acontecerem ou mesmo um “Messias” qualquer que venha salvá-los de ditaduras e violências institucionalizadas de um lado que os maltratam e perseguem, como contextos de contradições culturais e conflitos interpartidários, de grupos polêmicos em imbróglios duradouros até os dias modernos, refletindo uma ‘região continental” onde reina a violência social e impera a agressividade familiar de populações globais, locais e regionais em constante mobilização social e cultural, econômica e política, em permanente movimento de progresso ou retardo de suas sociedades que na aparência se fazem emergentes pois driblam suas crises e superam seus problemas com coragem e determinação preparando um futuro promissor, promovido culturalmente, emergente financeiramente e emancipador politicamente, crescendo social e familiarmente, caracteres que simbolizam aqui e agora a realidade cotidiana das Américas, uma Primavera própria das Américas em contínua renovação e permanente revolução, “personalidade” comum dos povos latinos e das regiões centrais e das gentes norte americanas, “caráter mobilizador de movimento nos campos e cidades”, portanto continentes em estado de guerra constante, que lutam por seu desenvolvimento sustentável, que agregam em seus combates cotidianos e batalhas reais, vivas e atuais valores agregados e princípios morais, psicológicos e espirituais elevados que interagem reciprocamente e se compartilham mutuamente, mexidos e movidos por uma ética da esperança por dias melhores para todos e cada um, conquistando hodiernamente espaços e tempos na rede internet, em políticas públicas de qualidade e bom conteúdo, com apologias ao meio ambiente e defesas da ecologia e advocacias da natureza, um mundo de descobertas sociais e surpresas políticas e renovações interculturais, resgate de raízes educacionais e prioridades para uma vida e realidade de saúde social e bem estar grandes para todos e cada um e bem comum de suas sociedades emergentes ou não. Assim se destaca nas Américas hoje a Nova Primavera Americana, “propriedade nossa e característica de latinos, centrais e do norte nos fazendo gente lutadora tal o seu histórico nesses territórios conflitantes e um presente e futuro de novas perspectivas e grandes expectativas de vida em plenitude para todos e liberdade fundamental fundamento da verdadeira felicidade que seja comum a cada um, cidadãos e cidadãs das Américas cá entre nós. Chico e Família.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Dia do Jornaleiro(a)
Dia do Jornaleiro(a)
(30 de Setembro)
Na Banca de Jornal, os nossos jornais e revistas, álbuns de figurinhas e livros de cabeceira, CDs e DVDs diversos, Mulheres peladas, balas e chicletes, pilhas de rádio e cigarros, canetas de escrever e outras mercadorias e serviços para a nossa alegria e felicidade.
No Jornaleiro, o Centro de Debates dos assuntos cotidianos, onde encontramos amigos para conversar, notícias do mundo inteiro, reportagens locais, regionais e globais, colegas com quem trocamos idéias e apresentamos os nossos pontos de vista, discutimos problemas do dia a dia e resolvemos conflitos e dificuldades de família e de trabalho, solucionamos controvérsias e antagonismos, fazemos novos e diferentes amores e amizades, construímos as boas coisas que a vida tem e realizamos atividades que interessam a todos que ali procuram bons conhecimentos, uma ética comportamental bem otimista e equilibrada e uma espiritualidade que nos faz ficar de bem com a vida, com Deus e com os outros, e com nós mesmos.
Ele, o Jornaleiro(a), é o nosso amigo de sempre, de todos os dias e noites, e até das madrugadas, em quem depositamos nossa confiança diária e noturna, com quem debatemos temas do aqui e agora, dialogamos com respeito, como pessoas direitas que se encontram.
Na Banca, a minha casa, o meu ponto de encontro, o lugar das perguntas e das respostas, o tempo do diálogo franco, aberto, sem medidas e sem preconceitos.
Ali, acho o conselho dos mais velhos, os amores das garotas e as amizades de jovens e crianças.
Lá, um espaço onde sempre encontro a Deus.
Eu acho até que Deus nasceu para ser Jornaleiro.
Porque ali está todo mundo e todo o mundo.
Neste lugar das diferenças que se encontram e dos contrários que se chocam, da diversidade e da adversidade, e momento único e instante especial de conexão extraordinária, onde nos encontramos em todas as horas, minutos de trabalho e segundos de diálogo e dialética, debatendo a temática do dia a dia, discutindo valores importantes e princípios interessantes, como mudar para melhor a nossa vida cotidiana familiar e do trabalho de cada dia, aprimorar nossas conversas, nos conhecermos um pouco mais e melhor todos os nossos diários encontros e noturnas realidades de interação intelectual e coletiva, compartilhando igualmente como uma rede virtual de contatos e amigos e teia digital de interatividades bons conteúdos da vida e sua jornada temporal e caminhada histórica construindo então o que é bom para nós e os outros, e o que nos faz bem diária, noturna e madrugadamente. Então, nos ajudamos uns aos outros. e nos encontramos novamente, mais uma vez, como se fosse um dia novo, especial e extraordinário como disse. Já diz o ditado popular que “a vida é um encontro, uma conexão de sentimentos grandes, de pensamentos ricos que se trocam e de comportamentos belos ali ou lá, aqui ou acolá, distribuindo entre nós experiências novas e tradicionais, todavia a cada momento gerado sempre crescendo interior ou externamente, evoluindo na consciência e na liberdade, e assim nascendo no meio de nós uma outra cultura agora nova e diferente ou uma grande mentalidade de conteúdo alto e repertório gigante ainda original todavia mais larga e madura, evoluída e crescente, desenvolvendo ora felicidade em geral para todos os lados, no entorno da gente e em volta do povo nosso de cada dia e de toda noite e das madrugadas quem sabe sem estrelas ou talvez escuras sem a luz da lua a nos iluminar como disse especiais e extraordinárias de toda a vida cotidiana e das realidades de todas as horas. Ora, progredimos espiritualmente porém também do ponto de vista psicológico, às vezes até nos curando de uma dor de cabeça ou uma noite mal dormida, ou uma doença que insiste em nos perseguir, ou uma moléstia grave, crítica ou aguda do dia e da noite que sempre nos segue e acompanha e paradoxalmente nos parece simpatizante ou mesmo uma enfermidade difícil de sarar ou impossível de obter cura ou um remédio que nos melhore ou injeção capaz de fazer o milagre que precisamos, ou que nos dê a resposta desejada, ou o sonho esperado ou a solução almejada, que possam nos aliviar de tal pressão doentia ou tensão nervosa ou o estresse raivoso com ódio da vida, entretanto ao chegar a essa Central de Idéias que se trocam e desse intercâmbio de ideais conectas e pontos de vista diferentes e até contrários, transformamos para melhor nosso cotidiano real e histórico, vivo e atual de tal modo que esse progredir a cada segundo vivido e a todo minuto praticado nos faz muito bem, e no dia seguinte queremos estar ali de novo para dar continuidade ao nosso debate alegre de culturas otimistas e pensamentos grandes, e mentalidades positivas e idéias gigantes. Assim lá também Deus está, ocorre e acontece. E acabamos descobrindo que se vê e se sente que o Senhor está presente e insistentemente no meio de nós, a cada letra mencionada ou número somado e multiplicado, a toda palavra discutida ou frase pronunciada e debatida que ao final se fazem obras ou livros, e cadernos de leitura silenciosa, e até bibliotecas enormes acerca de temas e assuntos de quem lá e ali aprendeu e vivenciou que Deus é a Vida e a vida ora está em debate e assim então discutimos a vida, da vida e para a vida, com a vida e pela vida, como a televisão que assistimos e o rádio que ouvimos, o jornal e suas notícias que lemos e refletimos e as revistas e suas fotos e imagens visualizadas e pensadas e meditadas por cada um de nós, e reportagens, inclusive da Internet, do cinema visto e do teatro comparecido e presenciado, da vida e do mundo, da Terra, a natureza e o universo, o dia a dia e a realidade cotidiana, a família e o trabalho, as ruas e as avenidas da vida dos campos e das cidades, urbanas e rurais, pensando em comum portanto, refletindo em grupo e meditando em família ou comunidade local, as novidades que surgem no Planeta, as descobertas do mundo científico e tecnológico e as surpreendentes surpresas de todos os dias das Américas e da União Européia, dos países asiáticos e das nações africanas, e de tudo de bom e de bem, de novo e original, surpreendente e a descobrir que a vida e o tempo presente sempre em nome de Deus nos oferta a cada dia de trabalho e nos oferece em toda noite de encontro com a família em casa ou no apartamento, a fim de que nossas madrugadas tenham sentido de viver e razão de ser e existir, agir e se comportar em sociedade. Então lá nascemos de novo. E ali recomeçamos mais uma vez, mais um dia grande, manhã de trabalho, tarde de compromissos e responsabilidades, e a noite em casa com a família. E desta maneira construímos diariamente ali ou em outros lugares e tempos diferentes nossa cidadania, nosso lado pessoal e nossa coletividade. É como se estivéssemos disputando as Olimpíadas e participando dos Jogos Olímpicos da Rio-2016. De repente, como disse o COI no Maracanã, viramos cidadãos e cidadãs do mundo, gente internacional e povo global. E outrossim como enfatizou dessa vez o COB: “o melhor lugar do mundo hoje é aqui”. Porque aqui e agora o mundo é carioca e nos tornamos hoje até o dia 21 de Agosto, fim dos Jogos desse Esporte Mundial, cidadãos e cidadãs olímpicos e olímpicas brasileiros e brasileiras. E assim a vida acontece. É como na Banca de Jornal, de repente todo mundo é jornaleiro e o mundo então ali se transforma em melhor e para melhor em uma Banca de Jornal. Ora, lá somos ao mesmo tempo banqueiros e jornaleiros. Donos de banco e da banca, chefes dos jornais e patrões dos jornaleiros, ou quem sabe de uma jornaleira ou talvez como disse acima de várias jornaleiras simultaneamente. E concomitantemente nos fazemos deuses das revistas e senhores dos jornais. Por quê ? Porque nessa hora tão grande de minutos sobretudo gigantes e de segundos sublimes e mais altos que as alturas mais elevadas do Planeta chamado Jornal e denominado Revista até Deus vira Jornaleiro de plantão apenas para ter o prazer de um debate que abre a mente e destrói preconceitos, supera superstições e derruba barreiras, supera obstáculos e ultrapassa limites, e transcende igualmente as fronteiras da razão para como Eistein, o cientista moderno da relatividade, dizermos: “somos do universo das estrelas que não só brilham mas pensam o pensamento grande“; e igualmente pertencemos ao “mundo das idéias” de Platão, o filósofo grego antigo, pois queremos voar sim porém com os pés no chão, idealistas mas realistas, teóricos mas otimistas e alegres e praticantes da vida, no mundo da lua talvez porém quem sabe a lua dos amantes de Paris e dos Castelos de Berlim, ou propriamente o Sol maior e melhor, o Astro-Rei, das amadas e as outras que a vida diariamente sempre nos apresenta, oferta e oferece como perfumes gostosos da paixão assumida de amores quentes, suaves e românticos docemente leves e macios, para a glória e louvor de Deus, bênção do Senhor para quem faz de suas parcerias de amor o sentido da vida e de suas companhias apaixonadas a razão de viver e existir, com qualidade de vida e trabalho útil e família boa e em paz, dignidade humana e natural, honra em sociedade, integridade de alma e de corpo e de espírito, moral alta e ética elevada, e uma espiritualidade, chefe da hierarquia da natureza e do universo, do tempo e da eternidade, condições de vida e trabalho que o Autor da
Vida e dos Jornais e das Revistas, produziu para a nossa alegria eterna e felicidade sem fim. Chico e Família.
Sim, Deus é Jornaleiro.
E o Senhor é a Banca.
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