O Senhor Deus da Vida
’’Ó Deus do Sexo, Senhor do Amor, ensinai-nos a amar...
Ó Deus da Política, Senhor de Todos, ensinai-nos a fazer o bem...
Ó Deus do Dinheiro, Senhor do Capital, ensinai-nos a lutar pela vida...
Ó Deus do Trabalho, Senhor dos Trabalhadores, ensinai-nos a buscar o necessário para viver...
Ó Deus da Família, Senhor da Sociedade, ensinai-nos a ser bons amigos... Ó Deus da Escola, Senhor dos Professores, ensinai-nos a conhecer a verdade...
Ó Deus da Cultura, Senhor do Esporte e do Lazer, ensinai-nos a refrescar a cabeça, a sair sempre da rotina, dormir com constância e descansar saudavelmente...
Ó Deus do Repouso, Senhor do Movimento, ensinai-nos a lutar e caminhar com justiça em todos os instantes diários e em todos os momentos da nossa vida...
Ó Deus do Silêncio, Senhor do Nada e do Vazio, ensinai-nos a sempre ordenar a nossa mente e as nossas emoções de cada situação vivida e de todas as experiências assumidas com compromisso e responsabilidade...
Ó Deus dos Direitos, Senhor dos Deveres e Obrigações, ensinai-nos a cumprir bem as nossas tarefas diurnas e noturnas equilibrando os nossos desejos e necessidades em todas as circunstâncias possíveis, cabíveis e viáveis...
Ó Deus da Natureza, Senhor do Universo, ensinai-nos a buscar sempre o bem da humanidade e a sua paz interior e exterior tão indispensáveis...
Ó Deus da Paciência, Senhor dos bons valores e das boas virtudes, ensinai-nos sempre a ser bons e a fazer o bem, e a viver em paz uns com outros...
Ó Deus da Fraternidade, Senhor da Solidariedade, ensinai-nos a ser generosos com todas as pessoas, construindo amigos por todas as partes...
Ó Deus da Igreja, Senhor da Religião, ensinai-nos a ser filhos e filhas de Deus...
Ó Deus da Saúde, Senhor dos Médicos e Enfermeiros, ensinai-nos a ter uma vida saudável e de bem-estar...
Ó Deus da Ética, Senhor da Moral, ensinai-nos a ser livres e felizes...
Ó Deus do Respeito, Senhor da Responsabilidade, ensinai-nos a sempre ter juízo e a usar bem o bom-senso da nossa consciência...
Ó Deus do Equilíbrio, Senhor da Ordem, ensinai-nos a controlar a nossa mente e a dominar-nos a nós mesmos...
Ó Deus da Arte, Senhor da Música, ensinai-nos a cantar bem as belezas da vida...
Ó Deus da Ciência, Senhor da Tecnologia, ensinai-nos a crescer e progredir com disciplina e organização...
Ó Deus da Filosofia , Senhor da Sabedoria, ensinai-nos o direito, a justiça e a verdade...
Ó Deus do Pensamento, Senhor do Conhecimento, ensinai-nos a verdadeira verdade...
Ó Deus do Discernimento, Senhor dos Detalhes e das Diferenças, ensinai-nos a escolher o melhor, a fazer tudo direito, a trabalhar com alegria e a realizar bem todas as coisas...
Ó Deus dos Carismas, Senhor dos Dons e dos Talentos, ensinai-nos a ser bem criativos em nosso cotidiano, satisfazendo com amor a nossa vocação nesta vida e realizando com carinho a nossa profissão nesta existência...
Ó Deus da Realidade, Senhor de todos os dias e de todas as noites, ensinai-nos a colocar bondade em nossos relacionamentos e concórdia em nossas interações com as pessoas...
Ó Deus da História, Senhor do Tempo, ensinai-nos a caminhar com segurança, calma e tranqüilidade nesta vida...
Ó Deus do Homem, Senhor da Mulher, ensinai-nos o bom convívio, o bom relacionamento e a boa convivência...
Ó Deus da Sexualidade humana, Senhor dos filhos e dos netos, ensinai-nos a criar bem a vida, educanda-a para a liberdade, fundamento da nossa felicidade...
Ó Deus do Prazer, Senhor do Orgasmo, ensinai-nos a buscar a verdadeira alegria e felicidade, amando, respeitando e valorizando as nossas mulheres de cada dia...
Ó Deus dos Botequins, Senhor das Padarias, ensinai-nos a buscar o nosso pão de cada dia bebendo sempre uma água e tomando sempre um cafezinho...
Ó Deus dos Jornaleiros, Senhor das Farmácias, ensinai-nos a encontrar sempre na sabedoria dos jornais e nos conhecimentos das revistas a nossa saúde pessoal e o bem-estar dos outros...
Ó Deus dos Supermercados, Senhor dos Shoppings, ensinai-nos a ter sempre boa qualidade de vida desejando continuamente os bons alimentos sem gorduras e sem açúcares...
Ó Deus do Rádio, Senhor da Televisão, ensinai-nos a boa distração e o bom entretenimento, vendo e ouvindo os repórteres e as notícias do mundo inteiro...
Ó Deus do Telefone Celular, Senhor da Comunicação, ensinai-nos a sempre conversar convosco e com os nossos amigos e namoradas, parentes e familiares...
Ó Deus dos CDs, Senhor dos DVDs, ensinai-nos a boa mídia, os bons filmes de cinema, as boas fotos da família, as boas músicas da vida e os bons trabalhos e textos dos autores da existência...
Ó Deus do Computador, Senhor da Internet e da Informática, ensinai-nos a fazer dos valores digitais, da nova e diferente realidade virtual e desse outro universo eletrônico de diversas possibilidades e variadas alternativas de oportunidades o melhor caminho para chegarmos até Vós, Razão Suprema e Inteligência Superior, Fonte de todos os conteúdos de conhecimento de qualidade e excelência...
Ó Deus da Oração, Senhor da Adoração, ensinai-nos a Vos louvar, bendizer e glorificar eternamente, por todos os favores recebidos e benefícios que em Vós têm origem...
Ó Deus da Eternidade, Senhor dos Séculos Infinitos, ensinai-nos a viver bem a nossa existência temporal e histórica, real e atual, local e regional, global e universal, natural e cultural, a fim de que possamos merecer um dia o Prêmio Eterno pelas boas coisas que fizemos nesta vida e pela paz gerada a cada momento...
Amém. Aleluia. Glória a Vós, Senhor Deus.”
CPC é um blog de criação de novas e diferentes idéias capazes de realizar transformações para melhor na vida pessoal e social dos leitores e internautas
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Médico e Paciente
A Relação Médico-Paciente
Aberrações de um comportamento
Consideraremos aqui os tradicionais problemas que envolvem a relação médico-paciente e suas soluções possíveis, cabíveis e viáveis.
1. A Problemática Patológica Real, Histórica e Atual
a) Monólogo x Diálogo - Médico e paciente não se abrem ao diálogo. O médico fala sozinho. O paciente não participa do seu tratamento de saúde. O médico dita as regras de conduta e o paciente passivamente obedece.
b) Fechamento x Abertura - Fechados entre si, não se abrem ao diálogo nem encontram as condições indispensáveis ao bom e eficiente tratamento médico. Bloqueados mentalmente, cheios de preconceitos e superstições, ambos, médico e paciente, não acham a via necessária ao bom entendimento.
c) Prisão x Liberdade - Presos em seus preconceitos, bloqueios e confusão mental, não dialogam nem se abrem a um ambiente de liberdade e felicidade que deveria reinar entre eles. Sair da prisão e encontrar a liberdade: eis o caminho certo para uma boa terapêutica de saúde, onde os problemas são superados, os preconceitos são destruídos e as soluções urgentes e eficazes são então construídas.
d) Caos x Ordem - O caos está instalado. Cabe, então, ao Profissional de Saúde ordenar o caos, organizar as idéias, administrar corretamente o ambiente adverso, gerenciar com autoridade e competência médica a patologia agora existente, oferecendo então a solução terapêutica necessária. O médico assim coloca ordem no caos.
e) Trevas x Luz - Uma luz interior surge, agora, a partir da qual médico e paciente finalmente se acham e se encontram, providenciando o bem-estar necessário, e favorecendo assim a qualidade de saúde de que o paciente precisa. Nasce a luz e terminam as trevas.
f) Escravidão x Libertação - Desde agora, libertam-se médico e paciente de suas prisões ideológicas, de seus preconceitos e superstições, da desordem patologicamente provocada , da escuridão doentia, e voltam-se pois os instrumentos necessários ao reerguimento da saúde do paciente, criando-se já um clima agradável de saúde e um ambiente favorável de bem-estar generalizado, no qual, ambos, médico e paciente, saem ganhando, este com a cura de sua doença ou a melhoria de seu estado patológico, e aquele com a alegria de saber que pôde cooperar de fato com a estabilidade crescente do quadro de saúde e bem-estar de seu paciente.
g) Tradição x Renovação Urge, desde agora, viabilizar o surgimento de uma nova mentalidade médica, uma nova visão-de-mundo acerca da medicina e suas conseqüentes soluções terapêuticas, ainda que se mantenha uma certa tradição na busca de tratamento eficaz para os problemas de saúde existentes. Renovar e renovar-se: eis o caminho adequado para o enfrentamento clínico e hospitalar dos problemas patológicos encontrados. h) Patologia x Terapêutica - Devem as soluções terapêuticas superar, ultrapassar e transcender os problemas patológicos. Deste modo, o paciente será beneficiado crescentemente, adquirindo presente e futuramente qualidade de saúde e bem-estar geral para os seus problemas existentes. Os diagnósticos serão corretos. O tratamento de saúde eficiente. O paciente salvo e curado. E o médico feliz e satisfeito. Saúde e bem-estar para todos.
2) As Soluções Terapêuticas Necessárias a) Mentalidade nova - Devem ser criadas uma nova mentalidade médica, uma nova visão-de-mundo a respeito da medicina, onde os problemas possam ser facilmente superados e as soluções tranquilamente encontradas.
b) Fortalecer o sistema imunológico - A defesa do corpo humano (órgãos, sistemas e aparelhos) deve ser fortalecida, criando-se as condições indispensáveis para o combate de doenças, moléstias e enfermidades, destruindo pois elementos estranhos ao organismo funcional humano, tais como vírus e bactérias.
c) Remédios vitais - O uso de remédios vitalmente adequados contribuirá certamente para o combate e cura das doenças, males e distúrbios encontrados no paciente diagnosticado.
d) Um clima agradável e um ambiente favorável - Realmente, construindo-se um meio-ambiente saudável, tanto nas clínicas médicas como nos hospitais , todas as condições favoráveis à qualidade de saúde e bem-estar serão encontradas, trazendo de fato os benefícios esperados para a boa saúde do paciente. Um clima agradável e um ambiente favorável contribuem 99% para a cura, salvação e libertação positivas e otimistas do paciente. Melhorias no ambiente como atividades esportivas, artísticas e de lazer, grupos de discussão sobre temas e assuntos da realidade cotidiana, jogos e música, rádio e televisão, computador e internet, brincadeiras de diversão, ginástica e exercícios físicos, corridas e caminhadas, passeios turísticos, viagens e eventos, palestras e conferências, debates e seminários, ofertas de áreas verdes e clima ecológico, convergência com o meio-ambiente, equilíbrio com a natureza e harmonia e sintonia com o universo local e temporal, intercâmbio com famílias dos pacientes e outras comunidades adjacentes, interatividade entre os Profissionais de Saúde, pacientes e funcionários do estabelecimento hospitalar, compartilhamento de conteúdos, programas e conhecimentos generalizados, além da ética comportamental e da espiritualidade natural, trabalhos de inclusão social e participação individual e coletiva em projetos de promoção e elevação da auto-estima e bom astral de todos.
Aberrações de um comportamento
Consideraremos aqui os tradicionais problemas que envolvem a relação médico-paciente e suas soluções possíveis, cabíveis e viáveis.
1. A Problemática Patológica Real, Histórica e Atual
a) Monólogo x Diálogo - Médico e paciente não se abrem ao diálogo. O médico fala sozinho. O paciente não participa do seu tratamento de saúde. O médico dita as regras de conduta e o paciente passivamente obedece.
b) Fechamento x Abertura - Fechados entre si, não se abrem ao diálogo nem encontram as condições indispensáveis ao bom e eficiente tratamento médico. Bloqueados mentalmente, cheios de preconceitos e superstições, ambos, médico e paciente, não acham a via necessária ao bom entendimento.
c) Prisão x Liberdade - Presos em seus preconceitos, bloqueios e confusão mental, não dialogam nem se abrem a um ambiente de liberdade e felicidade que deveria reinar entre eles. Sair da prisão e encontrar a liberdade: eis o caminho certo para uma boa terapêutica de saúde, onde os problemas são superados, os preconceitos são destruídos e as soluções urgentes e eficazes são então construídas.
d) Caos x Ordem - O caos está instalado. Cabe, então, ao Profissional de Saúde ordenar o caos, organizar as idéias, administrar corretamente o ambiente adverso, gerenciar com autoridade e competência médica a patologia agora existente, oferecendo então a solução terapêutica necessária. O médico assim coloca ordem no caos.
e) Trevas x Luz - Uma luz interior surge, agora, a partir da qual médico e paciente finalmente se acham e se encontram, providenciando o bem-estar necessário, e favorecendo assim a qualidade de saúde de que o paciente precisa. Nasce a luz e terminam as trevas.
f) Escravidão x Libertação - Desde agora, libertam-se médico e paciente de suas prisões ideológicas, de seus preconceitos e superstições, da desordem patologicamente provocada , da escuridão doentia, e voltam-se pois os instrumentos necessários ao reerguimento da saúde do paciente, criando-se já um clima agradável de saúde e um ambiente favorável de bem-estar generalizado, no qual, ambos, médico e paciente, saem ganhando, este com a cura de sua doença ou a melhoria de seu estado patológico, e aquele com a alegria de saber que pôde cooperar de fato com a estabilidade crescente do quadro de saúde e bem-estar de seu paciente.
g) Tradição x Renovação Urge, desde agora, viabilizar o surgimento de uma nova mentalidade médica, uma nova visão-de-mundo acerca da medicina e suas conseqüentes soluções terapêuticas, ainda que se mantenha uma certa tradição na busca de tratamento eficaz para os problemas de saúde existentes. Renovar e renovar-se: eis o caminho adequado para o enfrentamento clínico e hospitalar dos problemas patológicos encontrados. h) Patologia x Terapêutica - Devem as soluções terapêuticas superar, ultrapassar e transcender os problemas patológicos. Deste modo, o paciente será beneficiado crescentemente, adquirindo presente e futuramente qualidade de saúde e bem-estar geral para os seus problemas existentes. Os diagnósticos serão corretos. O tratamento de saúde eficiente. O paciente salvo e curado. E o médico feliz e satisfeito. Saúde e bem-estar para todos.
2) As Soluções Terapêuticas Necessárias a) Mentalidade nova - Devem ser criadas uma nova mentalidade médica, uma nova visão-de-mundo a respeito da medicina, onde os problemas possam ser facilmente superados e as soluções tranquilamente encontradas.
b) Fortalecer o sistema imunológico - A defesa do corpo humano (órgãos, sistemas e aparelhos) deve ser fortalecida, criando-se as condições indispensáveis para o combate de doenças, moléstias e enfermidades, destruindo pois elementos estranhos ao organismo funcional humano, tais como vírus e bactérias.
c) Remédios vitais - O uso de remédios vitalmente adequados contribuirá certamente para o combate e cura das doenças, males e distúrbios encontrados no paciente diagnosticado.
d) Um clima agradável e um ambiente favorável - Realmente, construindo-se um meio-ambiente saudável, tanto nas clínicas médicas como nos hospitais , todas as condições favoráveis à qualidade de saúde e bem-estar serão encontradas, trazendo de fato os benefícios esperados para a boa saúde do paciente. Um clima agradável e um ambiente favorável contribuem 99% para a cura, salvação e libertação positivas e otimistas do paciente. Melhorias no ambiente como atividades esportivas, artísticas e de lazer, grupos de discussão sobre temas e assuntos da realidade cotidiana, jogos e música, rádio e televisão, computador e internet, brincadeiras de diversão, ginástica e exercícios físicos, corridas e caminhadas, passeios turísticos, viagens e eventos, palestras e conferências, debates e seminários, ofertas de áreas verdes e clima ecológico, convergência com o meio-ambiente, equilíbrio com a natureza e harmonia e sintonia com o universo local e temporal, intercâmbio com famílias dos pacientes e outras comunidades adjacentes, interatividade entre os Profissionais de Saúde, pacientes e funcionários do estabelecimento hospitalar, compartilhamento de conteúdos, programas e conhecimentos generalizados, além da ética comportamental e da espiritualidade natural, trabalhos de inclusão social e participação individual e coletiva em projetos de promoção e elevação da auto-estima e bom astral de todos.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Movimento
A Era do Movimento
A Mecânica da Vida e seus Motores de desenvolvimento
Atualmente vivemos aqui e agora o tempo da mudança, o momento da mobilidade, a situação de contínuo processo, as circunstâncias nômades da dinâmica da vida, seu estado permanente de atividade, de trabalho constante, de exercícios mentais, físicos e espirituais, em crescente diversidade de desenvolvimento cujos motores processadores de tais operações móveis são os desejos, os sonhos, os anseios, a vontade, a esperança, a necessidade de evoluir materialmente e progredir espiritualmente.
Tal é a realidade presente da existência humana, naturalmente constituida e culturalmente desenvolvida.
Essa a Mecânica da Vida.
Constatamos hoje no meio de nós o progresso científico e tecnológico, o crescimento financeiro e econômico da sociedade, sua emergência social, cultural e ambiental, sua emancipação ética e política, seu processo permanente de aculturação, intercâmbio de idéias e conhecimentos, interação de símbolos, valores e imagens, compartilhamento de ações e intenções, de interesses e experiências, de teorias e práticas, de consciências múltiplas e realidades diversas, de línguas variadas e linguagens diferentes, tudo e todos, enfim, provocando a velocidade do progresso e a aceleração do desenvolvimento, o que resulta de fato em saúde humana e bem-estar social, político e econômico, compromisso responsável com a cultura do bem e da paz e com uma mentalidade sem maldade e sem violência, ao mesmo tempo fraterna e solidária, amiga e generosa, de bem com a vida e em paz com sua consciência, positiva e otimista, de alto astral e auto-estima elevada.
Sim, realmente, somos eternos nômades.
Caminhamos crescendo, progredindo e evoluindo.
Andamos para frente e para cima, subindo os degraus móveis das escadarias do desenvolvimento, a partir de seus motores vitais que são os desejos humanos e suas necessidades naturais.
Portanto, mexa-se.
Não fique parado.
Acompanhe o ritmo da vida e da sociedade.
Trabalhe sem cessar.
Ocupe-se sempre que possível.
Mas repouse sempre que necessário.
Que Deus nos ajude.
A Mecânica da Vida e seus Motores de desenvolvimento
Atualmente vivemos aqui e agora o tempo da mudança, o momento da mobilidade, a situação de contínuo processo, as circunstâncias nômades da dinâmica da vida, seu estado permanente de atividade, de trabalho constante, de exercícios mentais, físicos e espirituais, em crescente diversidade de desenvolvimento cujos motores processadores de tais operações móveis são os desejos, os sonhos, os anseios, a vontade, a esperança, a necessidade de evoluir materialmente e progredir espiritualmente.
Tal é a realidade presente da existência humana, naturalmente constituida e culturalmente desenvolvida.
Essa a Mecânica da Vida.
Constatamos hoje no meio de nós o progresso científico e tecnológico, o crescimento financeiro e econômico da sociedade, sua emergência social, cultural e ambiental, sua emancipação ética e política, seu processo permanente de aculturação, intercâmbio de idéias e conhecimentos, interação de símbolos, valores e imagens, compartilhamento de ações e intenções, de interesses e experiências, de teorias e práticas, de consciências múltiplas e realidades diversas, de línguas variadas e linguagens diferentes, tudo e todos, enfim, provocando a velocidade do progresso e a aceleração do desenvolvimento, o que resulta de fato em saúde humana e bem-estar social, político e econômico, compromisso responsável com a cultura do bem e da paz e com uma mentalidade sem maldade e sem violência, ao mesmo tempo fraterna e solidária, amiga e generosa, de bem com a vida e em paz com sua consciência, positiva e otimista, de alto astral e auto-estima elevada.
Sim, realmente, somos eternos nômades.
Caminhamos crescendo, progredindo e evoluindo.
Andamos para frente e para cima, subindo os degraus móveis das escadarias do desenvolvimento, a partir de seus motores vitais que são os desejos humanos e suas necessidades naturais.
Portanto, mexa-se.
Não fique parado.
Acompanhe o ritmo da vida e da sociedade.
Trabalhe sem cessar.
Ocupe-se sempre que possível.
Mas repouse sempre que necessário.
Que Deus nos ajude.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Segurança Interna
As Bases da nossa
Segurança interior
Como os frutos do cajueiro precisam de tempo e maturidade para ficarem bons e ótimos para comer, assim igualmente a vida das pessoas que vivem em sociedade necessita de princípios que consolidem uma boa existência, de valores que dêem estrutura à nossa mente e ao nosso corpo, de regras sociais e ambientais que regularizem as nossas atitudes e as nossas atividades na família e no trabalho, na rua e no supermercado, e de normas que regulamentem a nossa conduta diante do convívio com os humanos e seus grupos e indivíduos, e ainda de boas idéias que possam qualificar os nossos relacionamentos diários e noturnos, e mesmo de símbolos e imagens que melhorem o nosso comportamento social, político, econômico e cultural, e outrossim de ideais que ordenem a nossa vivência vocacional e profissional, disciplinem a nossa criatividade, e organizem os nossos talentos e carismas, bem como os nossos sentimentos e conhecimentos, o que, enfim, constituem uma experiência de qualidade de vida e de excelente prática das boas coisas da vida e da obtenção da verdadeira paz de consciência, resultado do bom costume adquirido com o tempo de uma vida madura que deposita na bondade de suas ações, no equilíbrio de suas atitudes e no otimismo de suas vivências aquela mesma saúde adquirida pelos cajus, frutos de um cajueiro bem cuidado, bem educado e bem alimentado ao longo de seus dias.
Assim somos nós.
Somos como os cajus gostosos do cajueiro que só ficam bons como alimentos a partir do tempo de vida e a maturidade de suas vivências na árvore.
Quero ser gostoso como o caju.
Para isso, preciso de uma boa estabilidade de vida, crescimento interior, constância ética e religiosa, segurança interna e garantia de um cotidiano cheio de paixão pela vida cuja garantia de sustentabilidade certamente é a minha fé em Deus, a oração que faço todas as noites, o bem que realizo e a paz que eu vivo no meio das pessoas.
Vivendo assim, serei um bom caju, gostoso por ser bom, delicioso por estar maduro, e saboroso porque o tempo o fez assim.
Desse modo, estarei seguro nesta vida.
Garantido por Deus.
Em paz interiormente.
De bem com a vida.
Feliz ao lado de meus amigos.
Satisfeito junto às minhas mulheres.
O que eu quero mais neste mundo ?
Quero só segurança para bem viver esta vida de cada dia e de toda noite.
Quero ser como o caju.
Bom para Deus.
E gostoso para as mulheres.
E amigo dos homens que plantaram as raízes do meu cajueiro.
É assim que sou feliz.
Segurança interior
Como os frutos do cajueiro precisam de tempo e maturidade para ficarem bons e ótimos para comer, assim igualmente a vida das pessoas que vivem em sociedade necessita de princípios que consolidem uma boa existência, de valores que dêem estrutura à nossa mente e ao nosso corpo, de regras sociais e ambientais que regularizem as nossas atitudes e as nossas atividades na família e no trabalho, na rua e no supermercado, e de normas que regulamentem a nossa conduta diante do convívio com os humanos e seus grupos e indivíduos, e ainda de boas idéias que possam qualificar os nossos relacionamentos diários e noturnos, e mesmo de símbolos e imagens que melhorem o nosso comportamento social, político, econômico e cultural, e outrossim de ideais que ordenem a nossa vivência vocacional e profissional, disciplinem a nossa criatividade, e organizem os nossos talentos e carismas, bem como os nossos sentimentos e conhecimentos, o que, enfim, constituem uma experiência de qualidade de vida e de excelente prática das boas coisas da vida e da obtenção da verdadeira paz de consciência, resultado do bom costume adquirido com o tempo de uma vida madura que deposita na bondade de suas ações, no equilíbrio de suas atitudes e no otimismo de suas vivências aquela mesma saúde adquirida pelos cajus, frutos de um cajueiro bem cuidado, bem educado e bem alimentado ao longo de seus dias.
Assim somos nós.
Somos como os cajus gostosos do cajueiro que só ficam bons como alimentos a partir do tempo de vida e a maturidade de suas vivências na árvore.
Quero ser gostoso como o caju.
Para isso, preciso de uma boa estabilidade de vida, crescimento interior, constância ética e religiosa, segurança interna e garantia de um cotidiano cheio de paixão pela vida cuja garantia de sustentabilidade certamente é a minha fé em Deus, a oração que faço todas as noites, o bem que realizo e a paz que eu vivo no meio das pessoas.
Vivendo assim, serei um bom caju, gostoso por ser bom, delicioso por estar maduro, e saboroso porque o tempo o fez assim.
Desse modo, estarei seguro nesta vida.
Garantido por Deus.
Em paz interiormente.
De bem com a vida.
Feliz ao lado de meus amigos.
Satisfeito junto às minhas mulheres.
O que eu quero mais neste mundo ?
Quero só segurança para bem viver esta vida de cada dia e de toda noite.
Quero ser como o caju.
Bom para Deus.
E gostoso para as mulheres.
E amigo dos homens que plantaram as raízes do meu cajueiro.
É assim que sou feliz.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Emergência
Emergência
1
Naquela noite, em Copacabana, respirava-se turbulência, as ruas estavam confusas, as avenidas cheias de feridas, o comércio já fechava suas portas, os automóveis pareciam preocupados com o ambiente a sua volta, o cotidiano se encontrava inquieto e ocupado com suas complicadas transições temporais e reais, as pessoas circulavam pelos becos e pelas praças parcialmente agitadas, intranqüilas, misturando ao caótico dia a dia daquele bairro, impregnado da presença maciça de idosos, aposentados e pensionistas do INSS, jovens que trocavam idéias enquanto caminhavam, crianças ainda brincando naquele horário, trabalhadores que saiam e voltavam para casa em mais um dia de luta, mulheres que se apaixonavam no meio do caminho, pobres pedindo esmolas na porta das igrejas, mendigos carregados de cachaça fazendo bagunça e baderna por onde passavam, o chão sujo e quente pois fazia 39 graus naquele momento, as estrelas no céu anunciando profeticamente mais uma madrugada perigosa, violenta e de risco para os cariocas.
Era mais uma quarta-feira anoitecendo no Rio.
Perto das 22 horas, um grito de mulher sacudiu o ar doentio e o clima aparentemente calmo de Copa dos bacanas, a região dos namorados de todo fim de semana, o lugar dos bate-papos cotidianos.
Era Sheila.
Sheila Gonçalves Batista das Neves.
Uma jovem cidadã do Rio de Janeiro, de 29 anos, que então havia sido assaltada e assassinada naquele instante, em frente à Igreja na Rua Hilário de Gouveia, n. 36, diante da Praça dos Paraibas.
Levaram-lhe no assalto a bolsa cheia de dinheiro, documentos, cheques e cartões de crédito, e algumas faturas de banco que ela iria pagar no dia seguinte.
A PM foi avisada.
E conduziram-na já morta para o Instituto Médico Legal, ali no Estácio.
Seu enterro, na quinta-feira, no Cemitério do Caju, às 11 horas da manhã, teve grande contingente de participantes, amigos, familiares e parentes.
2
Seu Gonçalves, pai de Sheila, via-se inconformado com o crime, não aceitava de jeito nenhum o fato ocorrido, estava tão transtornado com o triste episódio que a partir do velório de sua filha no Caju, deixou de se alimentar e não ia mais ao trabalho, passando esses últimos dias trancado em seu apartamento, convivendo com a angústia da família, o sofrimento de sua mulher, dona Clotilde, e de seus outros 3 filhos.
Pai de família, trabalhador assalariado, 57 anos, seu Gonçalves enfrentava então mais uma contradição na sua vida, a morte de Sheila, de quem era muito amigo e uma filha predileta aos olhos daquele homem direito e de respeito, bom com os vizinhos, solidário com todos, cidadão generoso e fraterno, amigo das pessoas, um camarada cujo caráter era equilibrado, controlador de suas paixões, desejos e emoções, que tinha completo domínio de si mesmo.
Tal adversidade na existência de seu Gonçalves exigia dele, um cara de fé e adorador de Deus, o Senhor, mais um esforço de superação, em que deveria ultrapassar o choque da tragédia e transcender os antagonismos e contrariedades que a partir daquela hora se instalaram no seu viver diário.
Precisava ele, mais uma vez, na sua jornada difícil e na sua trajetória quase impossível de ser vivida, emergir espiritualmente, elevar-se perante os abismos agora oferecidos pela realidade do dia a dia, subir outra vez os degraus duros, ásperos e azedos da escadaria do amor de Deus, que Lhe pedia insistentemente naquela situação presente: “Filho, recomece tudo outra vez”.
3
Desde o início do século XXI, seu Gonçalves e seus familiares vêm meditando sobre a vida e seus conflitos e contradições diárias, a luta cotidiana, o desejo de realizar sonhos e a necessidade de viver uma existência mais calma e tranquila, em paz consigo mesma, buscando sempre superar as dificuldades do dia a dia, as contrariedades e adversidades encontradas à beira do caminho, o pessimismo e as negatividades dos maus relacionamentos e da péssima convivência de cada hora, aqui e agora, para isso se utilizando de uma filosofia de vida que traz consigo próprio há vários anos baseada fundamentalmente no otimismo e no pensamento positivo, na boa qualidade de vida que se deve ter, no alto astral e na auto-estima elevada, além de vivenciar com os seus todos os dias e noites uma experiência de equilíbrio mental e emocional, controle da mente e domínio de si mesmo, sem os quais sua vida não tem sentido nem razão de existir, o que ao lado do bem que faz e da paz que vive no meio de todos, lhe possibilita criar amizades por toda parte onde vai, desempenhar atividades humanas, naturais e culturais em que sobressaem a sua generosidade com as pessoas que encontra, a sua prática da fraternidade com seus semelhantes e o exercício da solidariedade com quem está próximo a si, ao seu lado ou em torno de si.
Tal atitude superadora de problemas os mais variados faz de seu Gonçalves um indivíduo querido na vizinhança, dentro e fora de casa, na família e no trabalho, com os amigos e conhecidos, tornando-o assim então um verdadeiro conselheiro espiritual para os demais que nele confiam suas interrogações existenciais e suas questões cotidianas, transformando-o em psicólogo do dia a dia, o explicador das coisas simples, o mestre da vida boa de se viver, o advogado dos “problemáticos”, o médico das almas, o orientador do povo, sempre quando se trata de assuntos do dia a dia.
Sua fé em Deus é o fundamento de sua alegria e bem-estar.
4
Alguns anos mais tarde, aos 60 anos, seu Gonçalves se aposentou pelo INSS.
Dizia ele: “A partir de agora, vou preparar a minha eternidade, como já o faço há muito tempo durante a minha jornada de vida e trajetória de existência. Desde então, serei mais amigo das pessoas, mais fraterno com os amigos, mais solidário com os pobres e necessitados, mais generoso com quem precisa da minha ajuda, da minha palavra de conforto, do meu conselho espiritual, da minha orientação psicológica, do meu braço colaborador ou da minha mão apontadora do melhor caminho de bem viver essa vida de cada dia. Serei ainda mais positivo e otimista, gerando ambientes de crescimento econômico, progresso social e evolução política, e de desenvolvimento material e espiritual, físico e mental, cultural e ambiental. Quero ser mais bom, fazendo o bem a todos e cada um e vivendo em paz uns com os outros. Desejo construir sempre e destruir jamais. Farei da minha fé em Deus o fundamento de uma boa ética comportamental e de uma ótima espiritualidade natural. Anseio por subir todos os dias e todas as noites, a partir de hoje, os degraus macios, leves e suaves das escadarias do amor, do qual gerarei minha nova e diferente filosofia de vida, com o qual criarei outros relacionamentos mais autênticos, transparentes e verdadeiros, no qual depositarei meus créditos de mútua ajuda, de favores reciprocamente distribuídos e de benefícios em prol dos mais carentes e pobres, e menos favorecidos, e para o qual indicarei a solução dos problemas cotidianos e a resposta certa e correta a todas as questões de cada momento.
Em função do amor de Deus, viverei a minha vida, levantarei o edifício do progresso e do desenvolvimento, criarei condições de saúde e bem-estar para todos, aumentando sempre o astral de grupos e indivíduos e elevando a auto-estima de quem ainda é triste e angustiado, doente e desesperado, aflito e agonizante em tempos de violência nas ruas da Cidade e de maldade e ruindade na cabeça e na vontade de muitas pessoas. Assim, saberei que a minha vida e a de quem está ao meu lado e ao meu redor estarão sempre em ordem, disciplinadas em suas mentes e atitudes, e organizadas em seus conhecimentos adquiridos, nas idéias compartilhadas e nas interações de cada dia. Realmente, desse modo não crescerei sozinho todavia estarei consciente de que comigo outros estarão subindo também, emergindo para situações boas e transformadoras e circunstâncias de vida ótimas e libertadoras, renovadoras de nossos princípios existenciais, morais e espirituais, e consolidadoras de suas bases fundamentais mais sólidas e consistentes, de onde se erguirão vidas novas, vidas em progresso, vidas livres e felizes.
Sim, desde agora construirei a minha felicidade, a felicidade de fazer os outros felizes”.
5
Uma greve de professores do Estado do Rio de Janeiro, promovida pelo SEPE - Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação – deixou nesta manhã de Segunda-feira, dia 4 de Maio de 2009, jovens do Ensino Médio sem aula, o que causou grande reboliço na Cidade e nas regiões circunvizinhas, turbulência nessas sociedades e comunidades de moradores, trabalhadores do ensino e estudantes em geral, confusão na cabeça das pessoas e complicação mental em muitos indivíduos e grupos que sofreram as conseqüências dessa paralisação de 48 horas dos mestres e demais agentes pedagógicos tais como diretores de escolas, professores e professoras estaduais do ensino público, coordenadores, inspetores e funcionários de todos esses colégios atingidos por esse caos educacional, desordem social, indisciplina de interessados em provocar instabilidade política e desorganização no sistema educacional do Estado, alunos e alunos e as demais comunidades adjacentes a essas instituições de ensino, todos transtornados com a decisão repentina dos docentes e seus colaboradores no meio do semestre, muitos inclusive preocupados com a saúde e o bem-estar dos jovens estudantes apanhados de surpresa por essa parada social dos profissionais de educação.
Seu Gonçalves, como todos já sabem, procurou agir rápido em tal situação instável instalada no Rio de Janeiro, não só ajudando a acalmar os ânimos e as tensões dos vizinhos, como também mantendo a tranqüilidade de seus 3 filhos, igualmente estudantes do ensino médio do Estado chocados com a bomba atômica que foi essa greve, como Michelle, de 16 anos, Eduardo, de 17 anos, e Roberto, de 18 anos, todos cursando as aulas, matérias e disciplinas do antigo científico aqui no nosso Estado.
Seu Gonçalves, experiente em circunstâncias como essa, sábio em seus aconselhamentos psicológicos e espirituais e compreensivo diante da reação estudantil, ordenou a seus garotos que refrescassem a cabeça, saíssem da rotina diária, dessem uma “paradinha de Pelé”, e fossem se distrair nesse período de greve ou indo à Praia de Copacabana ou Ipanema pela manhã, pois fazia sol nesses dias, tomar um banho de sol e mergulhar no mar, ou freqüentando os cinemas do bairro assistindo a um filme em cartaz nesses casas de entretenimento, ou mesmo fizessem outras coisas quaisquer diferentes da sala de aula como medida para aliviar as preocupações dessas horas inconstantes, as tensões exageradas e os conflitos internos que tais momentos provocam na vida de seus filhos e estudantes.
Deu certo.
Sua esposa, dona Clotilde, aproveitou o “feriado” ou o intervalo de paralisação do magistério para dar um passeio pelo Shopping da área, ou fazer umas compras então necessárias no Supermercado Mundial ali pertinho.
Resultado: “Emergimos outra vez”, concluiu seu Gonçalves.
Terminada a greve, a rotina voltou, os trabalhos recomeçaram e os estudos retornaram às suas atividades cotidianas.
Mais uma vitória na vida do seu Gonçalves.
A Greve na verdade fez bem a todos.
6
Copacabana, hoje, perto de meio-dia, está aparentemente tranqüila, com seu comércio nas ruas, praças e avenidas parcialmente tomado pelos transeuntes, moradores e trabalhadores do bairro, amigos que se encontram para saber das últimas novidades, crianças que se chocam em brincadeiras de pic-esconde, jovens que dialogam sobre as matérias e disciplinas da faculdade e seus conteúdos de conhecimento de qualidade, mulheres que namoram e paqueram seus machos de sempre, idosos e mais velhos que discutem sobre as possibilidades da internet, do computador e da informática na terceira idade, pobres e mendigos sentados nas calçadas sob as marquises pedindo esmolas ou um trocado em reais para comprar uma comida no restaurante ou botequim mais próximo, comerciantes, enfim, que interagem entre si, fazendo intercâmbios de produtos e matérias-primas baratas ao preço do mercado e compartilhando ao mesmo tempo seus interesses em negócios e investimentos a curtos, médios e longos prazos, analisando as viabilidades das relações de produção e consumo.
Sim, realmente, há movimento na Copa dos bacanas.
Todos trabalham, passeiam e se divertem.
Muitos em casa e nos seus apartamentos de 2 e 3 quartos.
Alguns se distraem na praia, outros lancham e almoçam nas padarias e lanchonetes ali localizadas.
Foi quando, surpreendentemente, sem mais nem menos, um arrastão de moleques de rua, menores abandonados e garotos cheirando cola ou fumando maconha, explodiu na Avenida Atlântica de frente para a praia e roubou e assaltou diversos banhistas, camelôs, grupos reunidos e indivíduos à paisana, levando-lhes dinheiro, documentos, cheques especiais, celulares, cartões de crédito e débito e até computadores, nootbooks e laptops de quem trabalhava ali mesmo na areia diante do mar, visto que à beira-mar já tem internet pública, a rede mundial de computadores, livre e gratuita, para quem queira realizar trabalhos e atividades naquele lugar.
No mesmo instante, a confusão se formou.
Uma gritaria geral acordou as pessoas que por lá passavam, parou o trânsito e os carros na região, a polícia e a PM apareceram, os meninos assaltantantes então atravessaram a Avenida Praiana levando tudo pela frente, derrubando pessoas e barracas, chutando areias, objetos e aparelhos eletrônicos, destruindo comidas e bebidas e estragando a festa dos turistas e estrangeiros que ali então se encontravam.
Bagunça generalizada.
Que palhaçada!
A Desordem se instalou, a indisciplina aconteceu e a desorganização imperou agora naquele momento.
Passados dez minutos, estava tudo no chão, a sujeira se espalhou pelo calçadão, com roupas e sapatos, sandálias e utensílios domésticos estirados no solo quente de quase 2 horas da tarde.
Terminado o arrastão, aos poucos se voltou à rotina diária.
Alguns feridos, outros machucados seriamente e muitos desesperados com a situação gerada foram conduzidos aos hospitais de emergência da região como o Miguel Couto e o Rocha Maia.
Nas adjacências da Avenida Atlântica, comercializando suas camisas, roupas e vestuários, seu Gonçalves, surpreso, soube do episódio e correu em direção à Praia e ao local do conflito na tentativa de ajudar a contornar a situação, manter a ordem pública, acalmar os ânimos das pessoas e tranqüilizar o ambiente hostil que se criara, como que interferindo naquelas circunstâncias adversas como meio de apaziguar os sujeitos envolvidos, amenizar os problemas produzidos e diminuir as gravidades ora surgidas.
Em pouco tempo, a ordem se restabeleceu.
A Paz retornou.
E o cotidiano voltou.
Seu Gonçalves, mais aliviado, agradeceu a Deus a volta ao normal, e louvou o Senhor por mais uma vitória do bem sobre o mal.
Apesar dos transtornos causados e dos distúrbios violentos, a vida se superou, ultrapassou-se mais uma vez a cultura da morte e da maldade e transcenderam-se positivamente as barreiras e dificuldades e contrariedades provocadas por uma mentalidade ruim e marginal, negativa e pessimista, maldosa, empreendedora de divisões e cultuadora de exclusões, que ainda impera em alguns setores da nossa sociedade.
Emergimos mais uma vez.
7
Vivenciando uma filosofia de vida baseada fundamentalmente na busca da fraternidade entre si e da solidariedade entre seus membros, na prática do bem e da paz e na construção de coisas boas para a sua comunidade, a partir é claro de uma visão otimista da realidade, ajudando-se portanto mutuamente, interagindo trabalhos, esforços e empenhos, e compartilhando tarefas e atividades cotidianas, fazendo intercâmbios sociais e culturais, políticos e econômicos, seu Gonçalves e um grupo de amigos, parentes e conhecidos partiram nesse final de semana, sábado, dia 9 de Maio de 2009, para um Mutirão em nome da AMACO – Associação de Moradores e Amigos de Copacabana – tendo em vista construir o SSS – Serviço Social Solidariedade – ali pertinho no final da Rua Tonelero, que seria um casarão grande onde se cuidaria de prestar auxílio, ajuda, colaboração e solidariedade à população de rua daquele bairro, de grande contingente de gente, tratando logo de sua saúde alimentar com medicina preventiva 24 horas por dia, além de garantir a infraestrutura de vida dessas pessoas como por exemplo cobertores e casacos para o frio durante o inverno que se aproxima, lanche e almoço periodicamente, remédios e médicos para suas enfermidades, cursos técnicos e de informática e de educação e cultura geral para quem se interessar, oferta de empregos quando preciso, auxílios transporte e moradia quando possível, desenvolvendo ainda exercícios físicos e de ginástica nas areias da Praia de Copacabana, aulas de mergulho e natação para quem quiser aprender o segredo das águas, programas de arte e lazer para quem pretende se distrair nesse tempo de violência nas ruas e avenidas de Copa, um bairro-Cidade, acolhendo, ajudando e promovendo assim os moradores e trabalhadores dessas regiões escuras e vazias da Cidade quase Maravilhosa do Rio de Janeiro.
Depois de 4 meses de intensos trabalhos, finalmente o casarão do SSS da AMACO ficou pronto, e dias mais tarde já passou a funcionar prestando como disse solidariedade às pessoas pobres e menos favorecidas que ali apareceriam, de preferência à população mais necessitada das ruas e becos, praças e avenidas de Copacabana.
Seu Gonçalves, feliz com a idéia, também ofereceu sua inteligência, seus braços e suas mãos, contribuindo para a construção de mais um espaço de emergência na sua localidade.
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Em mais uma Segunda-feira, dia 11 de Maio, de engarrafamento nas ruas e avenidas do Bairro, a Copa dos sacanas e dos bacanas do Rio de Janeiro amanheceu chorando, triste com a confusão em suas regiões e angustiada com os constantes conflitos em suas localidades, o que tornava o tempo feio, o ambiente da Cidade agonizante e o clima entre seus habitantes mais áspero e mais salgado, mais pesado e doentio, mais carregado de sonhos complicados que não se realizavam, pleno da possibilidade de controvérsias entre os seus vizinhos, de contrariedades nos relacionamentos e de adversidade nos negócios e empreendimentos, exagerando-se também no pessimismo que aparentemente atormentava quase a maioria e indo além dos limites no negativismo das relações humanas ou desumanas de cada dia, parecendo mesmo que a área municipal do Estado do Rio e sua capital estavam em estado de crise emocional, existencial e espiritual, viabilizando uma situação tal que os cariocas se encontravam na verdade em uma rua sem saída diante de tantos problemas mau resolvidos, de inúmeras dificuldades financeiras que envolviam grande parte de seus moradores e trabalhadores, distúrbios sociais como a violência urbana e a marginalização de grupos e indivíduos em seus morros e favelas, aberrações ambientais diariamente como o tiroteio de balas perdidas que assustavam os transeuntes em sua ida e volta ao trabalho, enfim, circunstâncias contrárias que se viviam cotidianamente como que se constantando e aprovando a vitória do bem sobre o mal, da guerra sobre a paz, do caos sobre a ordem, da indisciplina sobre a calma e a tranqüilidade, da desorganização política e econômica sobre os desejos de felicidade e os anseios de liberdade, levando a alegria do Rio ao chão, o sorriso do seu povo ao abismo e o otimismo de seus cidadãos à beira da loucura.
Aquele engarrafamento nessa manhã de Segunda-feira acordou mais uma vez a Cidade, conscientizando-a de vez de que não nascemos para a violência e a instabilidade social, não fomos feitos para a maldade, nossa origem não é nunca a desordem da consciência ou as brigas, os quebra-quebras e as pancadarias diurnas e noturnas das experiências e práticas rotineiras vividas quase que constantemente na vida real cotidiana, fechando pois assim as portas do bem que se deve fazer e da paz que se deve viver, do amor que se deve vivenciar e da vida que se deve amar e defender nessas horas difíceis da Cidade, ou nessas ocasiões turbulentas e caóticas experimentadas quase sempre pelos cariocas e brasileiros em geral, ou nesses instantes tristes e nesses momentos quase impossíveis que atravessamos diariamente no vai e vem de passeios e viagens, ginásticas e exercícios físicos, atividades de esporte e lazer e os esforços do trabalho e os empenhos de quem não quer jamais viver na lata do lixo da existência nem no inferno de uma vida baseada na cultura da morte e em uma mentalidade de maldade e violência que ainda imperam em Cidades como o Rio de Janeiro.
“Que Deus nos ajude”, pensou seu Gonçalves enquanto olhava da janela do seu apartamento o trânsito fechado, os passageiros nervosos e o ambiente hostil e adverso que se vivia naquele momento.
“Que o Senhor tenha pena de nós”, concluiu o pai de família, se dirigindo agora para as suas atividades comerciais nas ruas, praças e becos, e avenidas de Copacabana.
9
Nesta quinta-feira, dia 14 de Maio, seu Gonçalves e a mulher, dona Clotilde, vão participar de um debate no Jornal O Globo, ali na Rua Irineu Marinho, n. 35, no Centro da Cidade, já que foram convidados pelos seus dirigentes, que são muito amigos do casal, desde o tempo em que o pai de família trabalhando nos Correios entregava as cartas no referido órgão de imprensa.
O Tema do debate é “A Sexualidade humana e a vida familiar, questões e soluções”, no qual serão ouvidos alguns casais e outros especialistas na área bem como sexólogos e professores de sexologia em faculdades da Cidade. No decorrer dos discursos e conferências que ali serão realizados, os participantes trocarão idéias, críticas e sugestões de interesse da coletividade, também convidada a integrar as discussões no auditório de mídia impressa desse importante instrumento de notícias e reportagens sobre o Rio, o Brasil e o mundo inteiro.
Antes de se dirigirem ao local, o homem de Deus e dona Clotilde se prepararam, estudando a temática, conversando sobre suas experiências interpessoais e anotando algumas perguntas de referência para serem observadas e analisadas nesse encontro de suma importância e de grande interesse tendo em vista a necessidade atual de se esclarecer a vida sexual de estudantes e famílias em geral, orientá-los no bom caminho do amor, conscientizá-los da gravidade das DST – doenças sexualmente transmissíveis – e a melhor maneira de evitá-las, ou o jeito mais certo de conviver com elas.
Segundo o casal de Copacabana, seu Gonçalves e esposa, o amor vem de Deus, e na existência de homens e mulheres que se amam, como namorados e noivas, casais e marido e mulher, a conseqüência desse amor é o sexo, que se inicia com o desejo humano e natural que ambos, macho e fêmea, manifestam entre si, indo depois para a prática dessa relação amorosa cujo efeito imediato é o prazer sexual que tem como ponto mais forte e mais alto, a perfeição da sexualidade, o orgasmo quando o homem e a mulher, plenos de amor um pelo outro, se entregam mutuamente atingindo então a plenitude desse relacionamento cheio de paixão.
Entendido dessa forma, seu Gonçalves e dona Clotilde, ainda refletiram naquela ocasião que o sexo com amor, portanto sem maldade e sem violência, não é pecado contra Deus, o Senhor da Sexualidade, porque é algo natural, elemento constituinte na natureza humana, e tudo o que é da natureza é criado pelo Autor da Vida, não se tornando por conseguinte uma ofensa ou falta contra o Criador.
Considerada essa visão ética e espiritual da sexualidade humana e natural, mostrou-se então também que desvios de caráter e aberrações da personalidade, que alcançam sobretudo os homossexuais masculinos e femininos, tornam-se algo contrário e mesmo inimigo da boa relação de amor e sexo que envolve o homem e a mulher, configurando assim uma adversidade em relação à natureza criada, a qual precisa ser combatida e rejeitada radicalmente em nome do amor dos casais que se amam, do bem das famílias, da boa ordem na sociedade, da saúde do homem e da mulher e do bem-estar da humanidade local, regional e global, temporal e histórica, real e atual.
Outrossim, observou-se que não só o homossexualismo, como também a pornografia e a pedofilia, a prostituição infantil, o comércio de jovens e adolescentes para o exterior, a exploração e o monopólio da mulher, as doenças sexuais entre elas a gonorréia, a sífilis, a hepatite B e sobretudo a AIDS, são estados de contradição social e humana, natural e cultural, adversários da boa moral e bons costumes e virtudes, dos bons valores da consciência e suas intenções bondosas e pacíficas, e das boas experiências e comportamentos de indivíduos e grupos humano no meio de suas comunidades.
Tal foi o processo de discussão e o resultado do debate no Jornal O Globo, do qual todos saíram satisfeitos diante das interrogações colocadas, a lucidez dos depoimentos, a evidência das declarações e a clareza com que foi conduzida esse tempestade cerebral cujas idéias e conhecimentos lá apresentados serviram para formalizar uma outra, nova e diferente visão da realidade sexual, na teoria e na prática, interpretando-se assim a partir de agora a sexualidade de modo aberto, renovado e libertador, visto que o que interessa a curto, médio e longo prazo é manter a saúde do casal e consolidar o bem-estar e o bom relacionamento familiar, fruto de uma sexualidade livre e feliz, ordeira e pacífica.
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Um semana depois, a AMACO – Associação de Moradores e Amigos de Copacabana – convidou o ilustre seu Roberto de Araújo Gonçalves para participar em nome da entidade de uma entrevista no Programa Clóvis Monteiro de todas as manhãs na Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro, ali, no Bairro da Saúde, perto da Praça Mauá, cujo tema seria “Saúde e Qualidade de vida no cotidiano de uma família”.
Na entrevista da Rádio Tupi, seu Gonçalves destacou: “Saúde, meus ouvintes, começa na cabeça. Se a cabeça está boa, então tudo vai bem dentro de nós, e também fora ao nosso lado e a nossa volta. Porque dos bons pensamentos e das boas idéias que possuímos, dos sentimentos belos que temos e das experiências que realizamos diariamente, frutos, efeitos e conseqüências de uma vida de virtudes que vivemos todos os dias e todas as noites cuja essência são os bons valores da nossa consciência, tais como o respeito mútuo e a responsabilidade por nossos atos, o equilíbrio mental e emocional, o controle de nossos desejos, anseios e paixões e o domínio que exercemos sobre nós mesmos, o reto juízo e o bom-senso de nossas atitudes baseadas em pontos de vista razoáveis e inteligentes, em uma visão de mundo que tem como alicerce fundamental a nossa fé em Deus, sem O qual não há vida nem tem sentido e razão a existência, causa da nossa alegria de cada dia, do nosso otimismo em trabalhar e realizar as coisas e do nosso sorriso permanente, reflexo de Deus em nós, de uma vida sustentada pelo alto astral e auto-estima elevada de quem em seu cotidiano procura ser bom e fazer o bem a todos, viver em paz uns com os outros, ajudar a quem precisa, ser fraterno e solidário com as pessoas, sempre criando novos amigos e agindo com generosidade em todas as partes. É assim que entendo a boa saúde de um indivíduo ou de um grupo de companheiros que se unem e reúnem para fazer as suas atividades diurnas e noturnas. Isso é bem-estar para mim. Quem vive desse modo é uma pessoa livre e feliz.”
Terminada a entrevista, seu Gonçalves foi abraçado e cumprimentado por todos os presentes, que exaltaram a sua coragem de ser criativo e otimista diante de tanta violência e maldade que nos cercam, o seu pensamento positivo destacado pelo dono do programa de rádio o radialista Clóvis Monteiro, o seu sorriso sempre nos lábios e a sua alegria de quem faz da vida um carnaval constante, curador de tantos males, doenças e enfermidades.
“Isso é saúde pra mim”, insistiu seu Gonçalves, se despedindo de todos.
11
Como aconteceu no passado, durante a ECO-2002 e o PAN-2007, ambos na Cidade do Rio de Janeiro, quando, a partir de Copacabana, toda a população carioca se mobilizou, trabalhou com consciência e responsabilidade, respeitando os turistas e estrangeiros que cá mergulhavam, ajudando na boa imagem do Brasil no exterior, colaborando com os interesses e necessidades de seus atletas e agentes, cooperando com a saúde coletiva e o bem-estar pessoal e social de todos e cada um dos envolvidos, transformando os 2 eventos em honra nacional, também hoje em todas as áreas e comunidades do Rio se processa a construção de um movimento permanente de mobilização popular, onde através de mutirões de solidariedade e campanhas de fraternidade se condicionam bem e paz para os cidadãos fluminenses, garantias de seus direitos e necessidades, ordem urbana e rural, segurança institucional contra a violência marginalizada, qualidade de vida e trabalho, saúde e educação, tudo isto, enfim, instrumentos de conscientização social e ferramentas de libertação integral do homem e da mulher, moradores e trabalhadores aqui entre nós, entre eles o seu Gonçalves, que faz a sua parte, lutando para que a nossa vida sempre melhore, empenhando-se em favor do progresso do país, esforçando-se pela excelência de sua gente, batalhando sempre para que cariocas e brasileiros gozem de uma vida boa e ótima existência identificadas com a paz de sua consciência e o bem de sua interioridade ainda que os elementos externos igualmente participem da boa expectativa de felicidade que todos nós merecemos, por sermos filhos e filhas de Deus.
12
Nesse início de inverno, a AMACO e seu SSS, conforme vimos acima, está fazendo a campanha de casacos, agasalhos e cobertores a fim de providenciar o abrigo e a proteção da população de rua de Copacabana e todos os que se sentem carentes e necessitados, precisando da ajuda da associação e do seu serviço de solidariedade dos amigos de Copa, o que significa na verdade levar o calor de Deus e seu carinho de Criador para os pobres e menos favorecidos que vivem e perambulam pelas ruas e avenidas, becos e praças desse bairro dos bacanas, dos jovens sacanas, das crianças brincalhonas, das mulheres sempre bonitas e dos idosos e aposentados que com sua experiência e sabedoria de vida transformam o local em casa de acolhida e lugar de saúde e bem-estar para todos.
Também seu Gonçalves e sua família participam dessa campanha de solidariedade.
Juntos e unidos desejam revitalizar a região tornando os pobres mais ricos, os ricos mais fraternos e solidários, as comunidades mais felizes e pacíficas, o que na verdade contribui eficazmente para a diminuição da violência em suas adjacências visto que se aumentará a qualidade de vida dessas pessoas oferecendo-lhes ao mesmo tempo trabalho e emprego, capacitação técnica e profissional, cursos de ensino médio e fundamental, orientações psicológicas e sociais para a boa convivência, tratamento médico para os que se encontram com algum mal-estar ou enfermidade, enfim, a infraestrutura indispensável para uma vivência cotidiana digna de seres humanos e filhos e filhas de Deus que são.
A Campanha prossegue.
13
Com o fenômeno da globalização, hoje, às nossas portas e presente em nossos ambientes de vida, também aqui e agora no Rio de Janeiro a população carioca está mais consciente de suas responsabilidades sociais e culturais, políticas e econômicas, interagindo uns com os outros com mais respeito entre as pessoas, maior entendimento mútuo e melhor compreensão em seus relacionamentos cotidianos diversos cujos comportamentos põem em prática a cultura do bem e da paz e uma mentalidade sem violência e agressividade, transformando portanto as relações humanas entre grupos e indivíduos em experiências mais saudáveis e agradáveis, onde compartilham os seus conhecimentos cheios de conteúdos de qualidade e as suas situações de fraternidade e solidariedade, capazes de sempre criar novos amigos e gerar atitudes boas e generosas, animadoras dos tristes, motivadoras dos deprimidos e aflitos, incentivadoras dos desanimados e desesperados, os que fazem do medo e do pânico a única realidade de suas vidas.
Igualmente em Copacabana, e com o exemplo de vida de seu Gonçalves, encontramos pessoas interativas, compartilhamento de boas idéias e valores positivos da consciência, trabalhos cooperativos com a colaboração permanente de seus moradores e trabalhadores sobretudo em atividades do dia a dia, bem práticas, como a ajuda aos pobres e menos favorecidos do Bairro, dando-lhes sempre que possível ótimas qualidades de vida e trabalho, saúde e educação, e grandes oportunidades de realização profissional e satisfação vocacional.
Com essas possibilidades reais e tais alternativas de liberdade e felicidade, cá na Copa dos bacanas, nos entusiasmamos de fato com a probabilidade de realizar em outros tempos e diferentes lugares desse Brasil o mesmo ideal de renovação interior e exterior das comunidades e sua libertação concreta nas áreas físicas, mentais e espirituais, de todos os cidadãos brasileiros, e quem sabe lá fora.
14
Hoje de manhã, seu Gonçalves se dirigia para as suas atividades cotidianas no Bairro quando, passando pelo Posto de Gasolina na esquina da Rua Toneleros com a Rua República do Peru, avistou e se encontrou com um grupo de amigos que por ali circulavam, e iniciaram um debate polêmico sobre os assuntos e problemas do dia a dia da Cidade Maravilhosa, como por exemplo o Choque de Ordem da Prefeitura que procura limpar o Município de sujeiras e desordens de todo o tipo, de instabilidades nas ruas e nas praças e de desequilíbrios públicos e urbanos como o comércio dos camelôs, a presença de faixas e cartazes em demasia nos prédios do Centro e das Zonas Sul e Norte, os buracos de asfaltos e calçadas, os imóveis abandonados hoje cheios de mendigos e pobres da rua, o excesso de carros nas vias e avenidas de acesso ao trabalho e emprego, o mau estacionamento de automóveis, o congestionamento do trânsito, o tráfego exagerado de ônibus que perambulam por Copacabana, a insistência de casas antigas prestes a cair e desabar, o tráfico de drogas e entorpecentes nos morros e favelas, o comércio ilegal e a pirataria de produtos e mercadorias importadas, a corrupção sexual de menores e adolescentes, e outros sintomas caóticos presentes no dia a dia dos cariocas.
Seu Gonçalves observou uma coisa importante naquele encontro, que procurou refletir com esses seus colegas do Posto: “Amigos, emergência social é também fazer o que estamos realizando aqui e agora: discutir juntos e unidos os problemas da Cidade, refletindo sobre as suas causas e soluções, e debatendo as alternativas possíveis de enfrentamento de toda essa problemática cotidiana do Rio de Janeiro. Assim, emergimos, ou seja, crescemos politicamente, progredimos socialmente e evoluímos economicamente, desenvolvendo o nosso interior e exterior, produzindo pois mais qualidade de vida para a população carioca. Pois então, continuemos emergindo”, disse seu Gonçalves aos companheiros, encerrando o longo bate-papo travado ali naquele instante.
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Na tarde seguinte, a convite do Jornal O Globo, o comerciante aposentado seu Gonçalves ministrou a seguinte palestra no auditório desse importante órgão da imprensa carioca e brasileira, acerca da Terceira Idade e seu sentido para a vida da sociedade:
“ Experiência
A Escola da Vida
Na antiga sabedoria chinesa, muitos séculos a.C., Confúcio, fundador do Confucionismo, dizia em seus ensinamentos: “ A experiência é a escola da vida. Devemos aprender com os mais velhos. Devemos amar, respeitar e valorizar os mais velhos...”
Hoje, no cotidiano da nossa vida, quando eu me encontro e me deparo com os idosos, aposentados e pensionistas do INSS, velhinhos e velhinhas do dia-a-dia, me lembro da sabedoria de Confúcio e da sabedoria de minha mãe, Pensionista do INSS, dona Glória da Conceição Rodrigues Gomes, Mulher do Couto, Camponesa, Portuguesa com certeza..
Com efeito, dialogar com os mais velhos, durante 15 minutos, vale mais do que 3 horas dentro de uma faculdade, fazendo qualquer curso de graduação, ou pós-graduação, mestrado ou doutorado. É uma experiência humana, divina e maravilhosa.Você aprende tudo e de tudo, de tudo um pouco. O Idoso é uma verdadeira universidade em pessoa. Um bom conselheiro espiritual. Um mestre nas virtudes. Um solucionador de problemas. Um questionador da realidade. Um profeta de Deus. Grande administrador do dia-a-dia. Um bom professor do cotidiano das ruas. Ele está no botequim, no supermercado, na farmácia, no jornaleiro, na padaria, na rua, no ônibus, no metrô, na família, no trabalho, na escola, na rua, em qualquer lugar, em qualquer tempo ou momento da nossa vida.
Na saúde ou na educação, na família ou no trabalho, nas tristezas e angústias, nos problemas e dificuldades, nas controvérsias e contrariedades, no dia-a-dia da nossa vida, e sobretudo no final da vida, na hora da doença ou da morte, lembremo-nos dos mais velhos, senhores e senhoras de idade: eles e elas, presença de Deus na nossa vida. Por isso, justamente por isso, respeitemos os mais velhos, não os desprezemos nem façamos mal a eles ou elas, porque amanhã os mais velhos seremos nós. E nós gostamos de ser ouvidos, amados, respeitados e valorizados. Deus, o Senhor, abençoe os mais velhos.”
16
A partir dessa conferência no Centro da Cidade, seu Gonçalves ficou famoso e popular, e tornou-se palestrante extremamente solicitado para debates e seminários sobre temas diversos, tendo em vista a sua grande sabedoria de homem sofrido e trabalhador, experiente nas coisas públicas e inovador nas artes do bom relacionamento e da boa convivência. E assim mais uma vez o grande homem de Copacabana fez mais esse discurso sobre como se dar bem com os vizinhos, na Escola Municipal Mário Cláudio, na Tijuca:
“O Convívio dos Vizinhos
É fácil viver sozinho.
Difícil é viver com os outros.
No lugar do quebra-quebra e da pancadaria: por que não viver em paz uns com outros, sendo bom e fazendo o bem, amando a vida e praticando o amor, a fraternidade, a solidariedade e a generosidade ???
No lugar da bagunça e da palhaçada: por que não cultivar a concórdia e a misericórdia, o perdão e a amizade, o bom convívio social e a calma e a tranquilidade individual ???
No lugar da confusão no edifício e a fofoca nos corredores, a violência nas escadarias e a complicação nos elevadores: por que não dialogar e conversar, tomar uma água e um cafezinho, refrescar a cabeça com uma música e aliviar o stress e as tensões, as emoções e o nervosismo com um bate-papo legal, um sonho de natal ou uma brincadeira de carnaval ???
É hora de acordar e se levantar, arrumar a casa desarrumada, tomar um banho de luz e arranjar alguma coisa para fazer, e enfim desejar sempre um bom-dia para os nossos funcionários que nos ajudam, auxiliam e zelam pela nossa segurança.
Encontrar soluções e sair dos problemas.
Procurar respostas e fugir das perguntas.
Buscar remédios para tantas interrogações.
Afinal, não somos mais crianças.
Devemos ser adultos responsáveis.
Compreender as pessoas.
Respeitar os vizinhos.
Dialogar com os amigos.
Agir com juizo e bom-senso.
Incentivar a liberdade.
Procurar a felicidade.
Afinal, somos felizes quando fazemos os outros felizes.”
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A próxima conferência de seu Gonçalves foi sobre a importância de se viver em sociedade, proferida nos compartimentos da Rádio Tupi do Rio de Janeiro, no Bairro da Saúde, perto da Praça Mauá. Ei-la, que teve 2 partes:
“Inter-Dependente
Nestes mais de 56 anos de vida, agradeço a Deus, o Senhor, a graça de ser dependente.
Dependente de Deus, o Senhor, em primeiro lugar.
Dependente da minha mãe, dona Glória da Conceição Rodrigues Gomes.
Dependente da minha família.
Dependente dos meus amigos.
Durante a vida, aprendi a ser dependente,
aprendi a ser pobre,
aprendi a ser amado,
aprendi a ser ajudado.
Percebi, tomei consciência, aprendi como é importante ser dependente.
Depender dos outros.
E os outros dependerem de mim.
Ser inter-dependente.
Manter essa inter-dependência.
Permanecer inter-dependente.
Dependermos uns dos outros.
Ajudar-nos uns aos outros.
Amar-nos uns aos outros.
Acho que Deus é assim.
Amar e ser amado.
Ajudar e ser ajudado.
Eu depender dos outros e os outros dependerem de mim.
Acho que esse é o sentido da vida,
a razão de existir,
a essência da existência,
o fundamento da vida em sociedade.
Dependemos uns dos outros.
Somos pobres.
Graças a Deus.
Inter-Dependência
Razão Social, Consciência
Coletiva e Inteligência Comunitária
Dependemos uns dos outros.
Temos necessidade de interagir e compartilhar nossas idéias e ideais, intenções
e interesses, símbolos e valores, imagens e vivências.
Em nossa realidade prática cotidiana, nos movemos e nos comunicamos, construindo a vida e destruindo a morte, criando iniciativas e oportunidades de comunicação, abertura de possibilidades, renovação de trabalhos, atividades, operações e exercícios sociais, políticos, econômicos e culturais, libertação de preconceitos e superstições irreais e irracionais, anticulturais, impossibilitando a negação, os contrários e as contradições de uma experiência do bem que se faz e da paz que se vive, do amor que se pratica e da vida que se partilha, se comunica, interagindo com as pessoas, favorecendo uma sociedade comprometida com a fraternidade e a solidariedade cuja saúde social e bem-estar coletivo se identificam com comunidades seguras e estáveis garantidas pelo respeito pessoal e a responsabilidade social e ambiental que devem assumir tais experiências existenciais comunitárias.
Precisamos uns dos outros.
Desejamos uns aos outros.
Necessitamos repartir nossas riquezas culturais, nossa abertura social, nosso compromisso político, nosso crescimento econômico e nossa consciência ambiental.
Dependemos uns dos outros.
Somos dependentes.
Somos interdependentes.
Nossa dependência física, mental e espiritual propicia a geração de favores e benefícios cujos frutos e consequências vêm ajudar nossa pobreza e miséria existenciais, tornando possível uma nova experiência de vida onde não se admitem excluidos e marginalizados, nem presos nem escravos, nem cegos nem doentes, mas sim construtores de saúde social e bem-estar coletivo, criadores do bem que se distribui e da paz que se partilha, interagindo então com situações reais cotidianas em que todos e cada um encontram as alternativas de ser feliz, alegre e contente.
Com otimismo e positivismo, animando as pessoas ao redor, motivando sua auto-estima e alto-astral, incentivando seus trabalhos e atividades em prol da coletividade, sua emergência social e emancipação política, sua pluridade cultural e seu desenvolvimento econômico, podemos realizar projetos de vida voltados para a construção da cultura da vida, do bem e da paz, ignorando os valores e tendências da cultura da morte, da maldade e da violência.
Porque dependemos uns dos outros, é possível construir melhores condições, relações e situações de vida, trabalho, saúde e educação para todos nós, fugindo de experiências negativas contrárias à busca de nossa liberdade pessoal e felicidade coletiva.
Nossa interdependência faz-nos responsáveis uns pelos outros, favorecendo uma convivência social em que o respeito e o direito vividos são os motores do bem-comum social, do bem-estar coletivo e da paz e do bem comunitários.
Que Deus, o Senhor, nos ajude em nossos projetos sociais, nossos planos econômicos e nossos compromissos políticos, nossas atividades culturais e nossos exercícios éticos e morais, possibilitando um futuro-presente de paz e saúde para todos nós.
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Hoje, seu Gonçalves se dirigiu ao Colégio Paulo de Fronteim, na Tijuca, a fim de, através de uma palestra e um debate, responder à seguinte pergunta que lhe foi feita tempos atrás em uma das avenidas de Copacabana: “ A Vida, pro senhor, é fácil de viver ?”
“A Vida é um risco
O Risco de viver
No convívio diário com os perigos da cidade urbana ou das áreas rurais deste país onde muitas vezes reinam a maldade e a violência, as dores e os sofrimentos, as moléstias e as enfermidades, as doenças em geral, a exclusão e a marginalização social, a divisão e a luta de classes, a guerra dos sexos, o combate entre o bem e o mal, a batalha das ruas e dos campos, a opressão do poder, a depressão doentia, a repressão política, a dependência econômica, o caos ecológico e ambiental, a cultura da morte, a mentalidade da confusão e do conflito de relacionamentos, a crise da família, o confronto de ideologias diversas e interesses diferentes, a prisão psicológica e a escravidão ideológica, as adversidades da vida e as contrariedades existenciais, o negativismo ético e o pessimismo espiritual, a tristeza e a angústia, o esgotamento físico e mental, o cansaço do trabalho, a fadiga de tantos esforços e empenhos na realização de múltiplas atividades, as grandes e variadas tarefas cotidianas, o fluxo crescente de ocupações, o complexo cada vez maior de preocupações exageradas, a falta de limites dentro dos processos educacionais, a ausência de saúde e bem-estar individual e coletivo, o egoísmo solitário, a solidão patológica, o orgulho imoral, a vaidade das aparências destruidoras, a mentira em forma de pessoa, o olho grande que corrói, a inveja que mata, o ciúme que acaba com as boas relações, o desequilíbrio mental e emocional, a desordem real e rual, a indisciplina hierárquica, a desorganização dos pensamentos e conhecimentos, a carência de boas idéias construidoras, os traumas e as frustrações sentimentais, os comportamentos irreais e irracionais, a desrazão pessoal e a inconsciência grupal, a demência e a loucura de seres humanos – tudo isso, enfim, configura o risco de viver e existir, com o qual somos obrigados a conviver, nos relacionar cotidianamente. De fato, a vida é um risco, eis pois a condição humana a que estamos sujeitos desde que entramos neste mundo terrestre, assumimos um corpo e uma alma vivos e animados, dependentes que somos de seus determinismos e finitudes naturais e ambientais, temporais e históricas, sociais e culturais, reais e atuais, submetidos aos caprichos da vida e aos interesses de quem manda e tem mais poder, prisioneiros de partidos e ideologias que nos exploram e nos escravizam, escravos de uma cultura e de uma mentalidade que nos são hostis, que nos contrariam e contradizem. Sim, realmente, estamos diante de uma guerra diária entre o bem e o mal. Só nos resta pedir a Deus que nos ajude nessa batalha cotidiana. Sem esquecer é claro que devemos fazer também a nossa parte.”
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A Vida emergente de seu Gonçalves e de seu convívio de amigos, parentes e familiares se fundamenta com certeza
no sorriso sempre aberto para as pessoas ao seu lado e ao seu redor, na alegria contagiante que anima a todos e no otimismo cativante que motiva os mais velhos, incentiva os adultos e as crianças e entusiasma os mais jovens, fazendo o ambiente em seu entorno mais feliz de ser vivido, mais contente e alegre, onde os indivíduos e os grupos reunidos têm o desejo real de construir uma sociedade de bem com a vida e em paz consigo mesma.
Formam então a comunidade emergente de Copacabana cujo objetivo central é erguer os decaídos, tristes e desanimados; levantar os medrosos, aflitos e angustiados; dar uma força aos desequilibrados e desesperados; oferecer uma energia vital para fazer crescer os humanos, tornar possível o progresso dos cidadãos, transformar em evolução os seus trabalhos, empenhos e esforços, desenvolvendo desse modo as suas consciências em busca por boa saúde material e espiritual, e ótimo bem-estar físico e mental.
Assim, de fato, opera a comunidade emergente de Copacabana.
Dela, se produz boas, novas e diferentes idéias, conteúdos de conhecimento de qualidade, que visam construir o bem e a paz no bairro e em toda a Cidade Maravilhosa, destruindo pois a possibilidade da violência e da agressividade, sem lugar no meio desse grupo alegre e otimista, sempre sorridente, proporcionando a todos e a cada um momentos saudáveis de crescimento interior e exterior.
Tal a política de seu Gonçalves e seu grupo de trabalho, educador de todos.
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De fato, vem se observando em Copacabana e alguns bairros do Rio que os cariocas estão emergindo, saindo de uma vida de dificuldades, conflitos e aberrações para uma existência de boa qualidade espiritual, ótimas ações em prol da saúde pessoal e bem-estar coletivo dessas comunidades, excelentes atitudes favoráveis à interatividade das pessoas com que melhoram o seu ambiente de família e trabalho, aprimoram as suas atividades artísticas, esportivas e recreativas, e aperfeiçoam a consciência e a experiência de que juntos podem mais, unidos são mais fortes, solidários podem crescer bem se ajudando uns aos outros, o que certamente diminuirá os problemas da sociedade, eliminará as contradições da realidade cotidiana e acabará de uma vez por todas com as injustiças sociais por muitos ainda experimentadas nesses locais aqui e agora.
Deste modo, o trabalho emergente de seu Gonçalves e sua equipe interativa tem dado bons resultados para a coletividade, enfraquecendo a pobreza e a miséria material da grande maioria moradora nas favelas e morros adjacentes, desaparecendo com o pessimismo e o negativismo não só das autoridades responsáveis como também do povo que é acolhido e beneficiado por essa prática colaborativa, atingindo assim as metas buscadas por todos no momento presente: oferecer melhor qualidade de vida e trabalho, saúde e educação para os cidadãos dessas áreas, dar maior equilíbrio financeiro, psicológico e espiritual a essa população, realizar atividades que desenvolvam o lado otimista das pessoas, as façam alegres e felizes durante a sua caminhada terrena e consigam aumentar a auto-estima dessas criaturas que lutam por ser alguém na vida, cooperando pois com a aquisição de uma vida saudável e agradável que todos e cada precisam ter nesta realidade temporal hoje vivida por nós.
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Essa boa vida de dignidade humana elevada, de qualidade de trabalho, saúde e educação tornada excelente, e de quase perfeitas experiências de atividades que promovem o cidadão, tornando-o um agente social eficaz, um ativista político competente, um produtor cultural responsável e um criador de novas e diferentes oportunidades e alternativas econômicas e financeiras para si e seus companheiros de comunidade, faz com que seu Gonçalves e sua equipe de operações comunitárias realizem um trabalho de respeito, referência para outras ações semelhantes, e que fazem crescer o homem e a mulher e suas relações na família e na rua, no emprego e no supermercado, no restaurante e no shopping, possibilitando práticas emergentes em torno de si, geradoras de progresso nas comunidades e desenvolvimento na sociedade carioca, sempre evoluindo para dias melhores para seu povo trabalhador, bom e amigo, construtor de tendências de vida de qualidade dentro e fora de suas regiões, aqui e agora, o que é reconhecido por todos que vêm morar e trabalhar em suas fronteiras de mar, terra e ar.
Sim, estamos emergindo.
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Através dessas ações bem planejadas de cunho emergente, seu Gonçalves e seu grupo de trabalho possibilitam a todos e cada um dos indivíduos favorecidos maior crescimento material e espiritual, físico e mental, mais progresso social e cultural, político e econômico, mais condições de evolução na sua consciência de bons valores e na prática das boas virtudes da moralidade e da espiritualidade, mais desenvolvimento de suas aptidões, desejos e anseios, talentos e carismas, de sua criatividade pessoal capaz de beneficiar a sua experiência vocacional e a vivência de sua profissão dentro da sociedade carioca a partir de Copacabana. O Importante é que cada qual dos envolvidos nesses planos emergentes concretos se sintam bem consigo mesmos, de bem com a vida e em paz com suas consciências. Desse modo, não só as pessoas crescem, mas todas as comunidades emergem para situações de bem-estar pessoal e saúde coletiva, garantindo assim seus interesses em prol de uma humanidade mais justa, fraterna e solidária.
É assim que a vida deve caminhar.
Com todos evoluindo para melhores condições de vida e trabalho, saúde e educação.
Tal o sentido da emergência dos cidadãos comprometidos responsavelmente com essas práticas renovadoras das liberdades e libertadoras de prisões que amedrontam e de preconceitos que escravizam.
Que juntos e unidos possamos sustentar a emergência de todos e cada um.
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De tudo o que foi visto até aqui, podemos perceber que seu Gonçalves e sua equipe de trabalho em prol da emergência das pessoas na vida pessoal e social de suas comunidades de origem tornou-se uma referência de atividade produtiva que luta por melhores condições e situações e relações de vida e trabalho, saúde e educação para todos, fazendo crescer e se desenvolver entre eles o bem que devem fazer e a paz que devem praticar, promovendo assim grupos e indivíduos interessados em seu progresso material e espiritual, e em sua evolução física e mental, o que contribui eficazmente para uma sociedade humana de mais qualidade de vida e excelentes oportunidades e alternativas de emprego e trabalho, enriquecendo o conjunto da humanidade com pessoas cujos valores, virtudes e vivências se identificam com comportamentos que dão ênfase à dignidade humana, à ordem da natureza e ao bem-estar do universo e seus ambientes humanos e naturais. Tal o projeto emergente de seu Gonçalves e seus companheiros, que trabalham para a saúde de todos e o bem-estar de cada um, e o bem-comum de toda a sociedade carioca. Eis o processo de emergência social, moral e espiritual desenvolvido por esses trabalhadores e aposentados de Copacabana.
Que outros possam seguir também esse caminho.
Um caminho de paz social e de bem coletivo.
Eis o objetivo final dessa dinâmica de trabalho.
Queremos emergir.
Sempre.
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Hoje, seu Gonçalves e sua comunidade emergente de Copacabana receberam o Prêmio Emergência 2010 das mãos da Prefeitura do Rio cujo Prefeito Eduardo Paes salientou a importância desse trabalho social em favor da paz coletiva e do bem-estar das pessoas, trazendo-lhes grandes e inúmeros benefícios sociais, psicológicos e espirituais, promovendo então o progresso de grupos e indivíduos menos favorecidos econômica e socialmente, e estimulando por diversos instrumentos sócio-educativos e por variadas ferramentas político-culturais a sua qualidade de vida e trabalho, saúde e educação.
Parabéns, seu Gonçalves.
Líder de um grupo interessado no bem da comunidade, no caso Copacabana.
Tal trabalho emergente é atualmente referência nacional em termos de promoção social e ascese política, saúde econômica e bem-estar cultural.
Que igualmente um dia seu Gonçalves e seus sócios emergentes recebam também de Deus o Prêmio Eterno pelo bem que fizeram na Terra e pela paz que construíram temporalmente.
Que seu exemplo seja seguido por todos.
Eis uma lição de vida que jamais esqueceremos.
Obrigado, Senhor.
Obrigado, seu Gonçalves.
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Naquela noite, em Copacabana, respirava-se turbulência, as ruas estavam confusas, as avenidas cheias de feridas, o comércio já fechava suas portas, os automóveis pareciam preocupados com o ambiente a sua volta, o cotidiano se encontrava inquieto e ocupado com suas complicadas transições temporais e reais, as pessoas circulavam pelos becos e pelas praças parcialmente agitadas, intranqüilas, misturando ao caótico dia a dia daquele bairro, impregnado da presença maciça de idosos, aposentados e pensionistas do INSS, jovens que trocavam idéias enquanto caminhavam, crianças ainda brincando naquele horário, trabalhadores que saiam e voltavam para casa em mais um dia de luta, mulheres que se apaixonavam no meio do caminho, pobres pedindo esmolas na porta das igrejas, mendigos carregados de cachaça fazendo bagunça e baderna por onde passavam, o chão sujo e quente pois fazia 39 graus naquele momento, as estrelas no céu anunciando profeticamente mais uma madrugada perigosa, violenta e de risco para os cariocas.
Era mais uma quarta-feira anoitecendo no Rio.
Perto das 22 horas, um grito de mulher sacudiu o ar doentio e o clima aparentemente calmo de Copa dos bacanas, a região dos namorados de todo fim de semana, o lugar dos bate-papos cotidianos.
Era Sheila.
Sheila Gonçalves Batista das Neves.
Uma jovem cidadã do Rio de Janeiro, de 29 anos, que então havia sido assaltada e assassinada naquele instante, em frente à Igreja na Rua Hilário de Gouveia, n. 36, diante da Praça dos Paraibas.
Levaram-lhe no assalto a bolsa cheia de dinheiro, documentos, cheques e cartões de crédito, e algumas faturas de banco que ela iria pagar no dia seguinte.
A PM foi avisada.
E conduziram-na já morta para o Instituto Médico Legal, ali no Estácio.
Seu enterro, na quinta-feira, no Cemitério do Caju, às 11 horas da manhã, teve grande contingente de participantes, amigos, familiares e parentes.
2
Seu Gonçalves, pai de Sheila, via-se inconformado com o crime, não aceitava de jeito nenhum o fato ocorrido, estava tão transtornado com o triste episódio que a partir do velório de sua filha no Caju, deixou de se alimentar e não ia mais ao trabalho, passando esses últimos dias trancado em seu apartamento, convivendo com a angústia da família, o sofrimento de sua mulher, dona Clotilde, e de seus outros 3 filhos.
Pai de família, trabalhador assalariado, 57 anos, seu Gonçalves enfrentava então mais uma contradição na sua vida, a morte de Sheila, de quem era muito amigo e uma filha predileta aos olhos daquele homem direito e de respeito, bom com os vizinhos, solidário com todos, cidadão generoso e fraterno, amigo das pessoas, um camarada cujo caráter era equilibrado, controlador de suas paixões, desejos e emoções, que tinha completo domínio de si mesmo.
Tal adversidade na existência de seu Gonçalves exigia dele, um cara de fé e adorador de Deus, o Senhor, mais um esforço de superação, em que deveria ultrapassar o choque da tragédia e transcender os antagonismos e contrariedades que a partir daquela hora se instalaram no seu viver diário.
Precisava ele, mais uma vez, na sua jornada difícil e na sua trajetória quase impossível de ser vivida, emergir espiritualmente, elevar-se perante os abismos agora oferecidos pela realidade do dia a dia, subir outra vez os degraus duros, ásperos e azedos da escadaria do amor de Deus, que Lhe pedia insistentemente naquela situação presente: “Filho, recomece tudo outra vez”.
3
Desde o início do século XXI, seu Gonçalves e seus familiares vêm meditando sobre a vida e seus conflitos e contradições diárias, a luta cotidiana, o desejo de realizar sonhos e a necessidade de viver uma existência mais calma e tranquila, em paz consigo mesma, buscando sempre superar as dificuldades do dia a dia, as contrariedades e adversidades encontradas à beira do caminho, o pessimismo e as negatividades dos maus relacionamentos e da péssima convivência de cada hora, aqui e agora, para isso se utilizando de uma filosofia de vida que traz consigo próprio há vários anos baseada fundamentalmente no otimismo e no pensamento positivo, na boa qualidade de vida que se deve ter, no alto astral e na auto-estima elevada, além de vivenciar com os seus todos os dias e noites uma experiência de equilíbrio mental e emocional, controle da mente e domínio de si mesmo, sem os quais sua vida não tem sentido nem razão de existir, o que ao lado do bem que faz e da paz que vive no meio de todos, lhe possibilita criar amizades por toda parte onde vai, desempenhar atividades humanas, naturais e culturais em que sobressaem a sua generosidade com as pessoas que encontra, a sua prática da fraternidade com seus semelhantes e o exercício da solidariedade com quem está próximo a si, ao seu lado ou em torno de si.
Tal atitude superadora de problemas os mais variados faz de seu Gonçalves um indivíduo querido na vizinhança, dentro e fora de casa, na família e no trabalho, com os amigos e conhecidos, tornando-o assim então um verdadeiro conselheiro espiritual para os demais que nele confiam suas interrogações existenciais e suas questões cotidianas, transformando-o em psicólogo do dia a dia, o explicador das coisas simples, o mestre da vida boa de se viver, o advogado dos “problemáticos”, o médico das almas, o orientador do povo, sempre quando se trata de assuntos do dia a dia.
Sua fé em Deus é o fundamento de sua alegria e bem-estar.
4
Alguns anos mais tarde, aos 60 anos, seu Gonçalves se aposentou pelo INSS.
Dizia ele: “A partir de agora, vou preparar a minha eternidade, como já o faço há muito tempo durante a minha jornada de vida e trajetória de existência. Desde então, serei mais amigo das pessoas, mais fraterno com os amigos, mais solidário com os pobres e necessitados, mais generoso com quem precisa da minha ajuda, da minha palavra de conforto, do meu conselho espiritual, da minha orientação psicológica, do meu braço colaborador ou da minha mão apontadora do melhor caminho de bem viver essa vida de cada dia. Serei ainda mais positivo e otimista, gerando ambientes de crescimento econômico, progresso social e evolução política, e de desenvolvimento material e espiritual, físico e mental, cultural e ambiental. Quero ser mais bom, fazendo o bem a todos e cada um e vivendo em paz uns com os outros. Desejo construir sempre e destruir jamais. Farei da minha fé em Deus o fundamento de uma boa ética comportamental e de uma ótima espiritualidade natural. Anseio por subir todos os dias e todas as noites, a partir de hoje, os degraus macios, leves e suaves das escadarias do amor, do qual gerarei minha nova e diferente filosofia de vida, com o qual criarei outros relacionamentos mais autênticos, transparentes e verdadeiros, no qual depositarei meus créditos de mútua ajuda, de favores reciprocamente distribuídos e de benefícios em prol dos mais carentes e pobres, e menos favorecidos, e para o qual indicarei a solução dos problemas cotidianos e a resposta certa e correta a todas as questões de cada momento.
Em função do amor de Deus, viverei a minha vida, levantarei o edifício do progresso e do desenvolvimento, criarei condições de saúde e bem-estar para todos, aumentando sempre o astral de grupos e indivíduos e elevando a auto-estima de quem ainda é triste e angustiado, doente e desesperado, aflito e agonizante em tempos de violência nas ruas da Cidade e de maldade e ruindade na cabeça e na vontade de muitas pessoas. Assim, saberei que a minha vida e a de quem está ao meu lado e ao meu redor estarão sempre em ordem, disciplinadas em suas mentes e atitudes, e organizadas em seus conhecimentos adquiridos, nas idéias compartilhadas e nas interações de cada dia. Realmente, desse modo não crescerei sozinho todavia estarei consciente de que comigo outros estarão subindo também, emergindo para situações boas e transformadoras e circunstâncias de vida ótimas e libertadoras, renovadoras de nossos princípios existenciais, morais e espirituais, e consolidadoras de suas bases fundamentais mais sólidas e consistentes, de onde se erguirão vidas novas, vidas em progresso, vidas livres e felizes.
Sim, desde agora construirei a minha felicidade, a felicidade de fazer os outros felizes”.
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Uma greve de professores do Estado do Rio de Janeiro, promovida pelo SEPE - Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação – deixou nesta manhã de Segunda-feira, dia 4 de Maio de 2009, jovens do Ensino Médio sem aula, o que causou grande reboliço na Cidade e nas regiões circunvizinhas, turbulência nessas sociedades e comunidades de moradores, trabalhadores do ensino e estudantes em geral, confusão na cabeça das pessoas e complicação mental em muitos indivíduos e grupos que sofreram as conseqüências dessa paralisação de 48 horas dos mestres e demais agentes pedagógicos tais como diretores de escolas, professores e professoras estaduais do ensino público, coordenadores, inspetores e funcionários de todos esses colégios atingidos por esse caos educacional, desordem social, indisciplina de interessados em provocar instabilidade política e desorganização no sistema educacional do Estado, alunos e alunos e as demais comunidades adjacentes a essas instituições de ensino, todos transtornados com a decisão repentina dos docentes e seus colaboradores no meio do semestre, muitos inclusive preocupados com a saúde e o bem-estar dos jovens estudantes apanhados de surpresa por essa parada social dos profissionais de educação.
Seu Gonçalves, como todos já sabem, procurou agir rápido em tal situação instável instalada no Rio de Janeiro, não só ajudando a acalmar os ânimos e as tensões dos vizinhos, como também mantendo a tranqüilidade de seus 3 filhos, igualmente estudantes do ensino médio do Estado chocados com a bomba atômica que foi essa greve, como Michelle, de 16 anos, Eduardo, de 17 anos, e Roberto, de 18 anos, todos cursando as aulas, matérias e disciplinas do antigo científico aqui no nosso Estado.
Seu Gonçalves, experiente em circunstâncias como essa, sábio em seus aconselhamentos psicológicos e espirituais e compreensivo diante da reação estudantil, ordenou a seus garotos que refrescassem a cabeça, saíssem da rotina diária, dessem uma “paradinha de Pelé”, e fossem se distrair nesse período de greve ou indo à Praia de Copacabana ou Ipanema pela manhã, pois fazia sol nesses dias, tomar um banho de sol e mergulhar no mar, ou freqüentando os cinemas do bairro assistindo a um filme em cartaz nesses casas de entretenimento, ou mesmo fizessem outras coisas quaisquer diferentes da sala de aula como medida para aliviar as preocupações dessas horas inconstantes, as tensões exageradas e os conflitos internos que tais momentos provocam na vida de seus filhos e estudantes.
Deu certo.
Sua esposa, dona Clotilde, aproveitou o “feriado” ou o intervalo de paralisação do magistério para dar um passeio pelo Shopping da área, ou fazer umas compras então necessárias no Supermercado Mundial ali pertinho.
Resultado: “Emergimos outra vez”, concluiu seu Gonçalves.
Terminada a greve, a rotina voltou, os trabalhos recomeçaram e os estudos retornaram às suas atividades cotidianas.
Mais uma vitória na vida do seu Gonçalves.
A Greve na verdade fez bem a todos.
6
Copacabana, hoje, perto de meio-dia, está aparentemente tranqüila, com seu comércio nas ruas, praças e avenidas parcialmente tomado pelos transeuntes, moradores e trabalhadores do bairro, amigos que se encontram para saber das últimas novidades, crianças que se chocam em brincadeiras de pic-esconde, jovens que dialogam sobre as matérias e disciplinas da faculdade e seus conteúdos de conhecimento de qualidade, mulheres que namoram e paqueram seus machos de sempre, idosos e mais velhos que discutem sobre as possibilidades da internet, do computador e da informática na terceira idade, pobres e mendigos sentados nas calçadas sob as marquises pedindo esmolas ou um trocado em reais para comprar uma comida no restaurante ou botequim mais próximo, comerciantes, enfim, que interagem entre si, fazendo intercâmbios de produtos e matérias-primas baratas ao preço do mercado e compartilhando ao mesmo tempo seus interesses em negócios e investimentos a curtos, médios e longos prazos, analisando as viabilidades das relações de produção e consumo.
Sim, realmente, há movimento na Copa dos bacanas.
Todos trabalham, passeiam e se divertem.
Muitos em casa e nos seus apartamentos de 2 e 3 quartos.
Alguns se distraem na praia, outros lancham e almoçam nas padarias e lanchonetes ali localizadas.
Foi quando, surpreendentemente, sem mais nem menos, um arrastão de moleques de rua, menores abandonados e garotos cheirando cola ou fumando maconha, explodiu na Avenida Atlântica de frente para a praia e roubou e assaltou diversos banhistas, camelôs, grupos reunidos e indivíduos à paisana, levando-lhes dinheiro, documentos, cheques especiais, celulares, cartões de crédito e débito e até computadores, nootbooks e laptops de quem trabalhava ali mesmo na areia diante do mar, visto que à beira-mar já tem internet pública, a rede mundial de computadores, livre e gratuita, para quem queira realizar trabalhos e atividades naquele lugar.
No mesmo instante, a confusão se formou.
Uma gritaria geral acordou as pessoas que por lá passavam, parou o trânsito e os carros na região, a polícia e a PM apareceram, os meninos assaltantantes então atravessaram a Avenida Praiana levando tudo pela frente, derrubando pessoas e barracas, chutando areias, objetos e aparelhos eletrônicos, destruindo comidas e bebidas e estragando a festa dos turistas e estrangeiros que ali então se encontravam.
Bagunça generalizada.
Que palhaçada!
A Desordem se instalou, a indisciplina aconteceu e a desorganização imperou agora naquele momento.
Passados dez minutos, estava tudo no chão, a sujeira se espalhou pelo calçadão, com roupas e sapatos, sandálias e utensílios domésticos estirados no solo quente de quase 2 horas da tarde.
Terminado o arrastão, aos poucos se voltou à rotina diária.
Alguns feridos, outros machucados seriamente e muitos desesperados com a situação gerada foram conduzidos aos hospitais de emergência da região como o Miguel Couto e o Rocha Maia.
Nas adjacências da Avenida Atlântica, comercializando suas camisas, roupas e vestuários, seu Gonçalves, surpreso, soube do episódio e correu em direção à Praia e ao local do conflito na tentativa de ajudar a contornar a situação, manter a ordem pública, acalmar os ânimos das pessoas e tranqüilizar o ambiente hostil que se criara, como que interferindo naquelas circunstâncias adversas como meio de apaziguar os sujeitos envolvidos, amenizar os problemas produzidos e diminuir as gravidades ora surgidas.
Em pouco tempo, a ordem se restabeleceu.
A Paz retornou.
E o cotidiano voltou.
Seu Gonçalves, mais aliviado, agradeceu a Deus a volta ao normal, e louvou o Senhor por mais uma vitória do bem sobre o mal.
Apesar dos transtornos causados e dos distúrbios violentos, a vida se superou, ultrapassou-se mais uma vez a cultura da morte e da maldade e transcenderam-se positivamente as barreiras e dificuldades e contrariedades provocadas por uma mentalidade ruim e marginal, negativa e pessimista, maldosa, empreendedora de divisões e cultuadora de exclusões, que ainda impera em alguns setores da nossa sociedade.
Emergimos mais uma vez.
7
Vivenciando uma filosofia de vida baseada fundamentalmente na busca da fraternidade entre si e da solidariedade entre seus membros, na prática do bem e da paz e na construção de coisas boas para a sua comunidade, a partir é claro de uma visão otimista da realidade, ajudando-se portanto mutuamente, interagindo trabalhos, esforços e empenhos, e compartilhando tarefas e atividades cotidianas, fazendo intercâmbios sociais e culturais, políticos e econômicos, seu Gonçalves e um grupo de amigos, parentes e conhecidos partiram nesse final de semana, sábado, dia 9 de Maio de 2009, para um Mutirão em nome da AMACO – Associação de Moradores e Amigos de Copacabana – tendo em vista construir o SSS – Serviço Social Solidariedade – ali pertinho no final da Rua Tonelero, que seria um casarão grande onde se cuidaria de prestar auxílio, ajuda, colaboração e solidariedade à população de rua daquele bairro, de grande contingente de gente, tratando logo de sua saúde alimentar com medicina preventiva 24 horas por dia, além de garantir a infraestrutura de vida dessas pessoas como por exemplo cobertores e casacos para o frio durante o inverno que se aproxima, lanche e almoço periodicamente, remédios e médicos para suas enfermidades, cursos técnicos e de informática e de educação e cultura geral para quem se interessar, oferta de empregos quando preciso, auxílios transporte e moradia quando possível, desenvolvendo ainda exercícios físicos e de ginástica nas areias da Praia de Copacabana, aulas de mergulho e natação para quem quiser aprender o segredo das águas, programas de arte e lazer para quem pretende se distrair nesse tempo de violência nas ruas e avenidas de Copa, um bairro-Cidade, acolhendo, ajudando e promovendo assim os moradores e trabalhadores dessas regiões escuras e vazias da Cidade quase Maravilhosa do Rio de Janeiro.
Depois de 4 meses de intensos trabalhos, finalmente o casarão do SSS da AMACO ficou pronto, e dias mais tarde já passou a funcionar prestando como disse solidariedade às pessoas pobres e menos favorecidas que ali apareceriam, de preferência à população mais necessitada das ruas e becos, praças e avenidas de Copacabana.
Seu Gonçalves, feliz com a idéia, também ofereceu sua inteligência, seus braços e suas mãos, contribuindo para a construção de mais um espaço de emergência na sua localidade.
8
Em mais uma Segunda-feira, dia 11 de Maio, de engarrafamento nas ruas e avenidas do Bairro, a Copa dos sacanas e dos bacanas do Rio de Janeiro amanheceu chorando, triste com a confusão em suas regiões e angustiada com os constantes conflitos em suas localidades, o que tornava o tempo feio, o ambiente da Cidade agonizante e o clima entre seus habitantes mais áspero e mais salgado, mais pesado e doentio, mais carregado de sonhos complicados que não se realizavam, pleno da possibilidade de controvérsias entre os seus vizinhos, de contrariedades nos relacionamentos e de adversidade nos negócios e empreendimentos, exagerando-se também no pessimismo que aparentemente atormentava quase a maioria e indo além dos limites no negativismo das relações humanas ou desumanas de cada dia, parecendo mesmo que a área municipal do Estado do Rio e sua capital estavam em estado de crise emocional, existencial e espiritual, viabilizando uma situação tal que os cariocas se encontravam na verdade em uma rua sem saída diante de tantos problemas mau resolvidos, de inúmeras dificuldades financeiras que envolviam grande parte de seus moradores e trabalhadores, distúrbios sociais como a violência urbana e a marginalização de grupos e indivíduos em seus morros e favelas, aberrações ambientais diariamente como o tiroteio de balas perdidas que assustavam os transeuntes em sua ida e volta ao trabalho, enfim, circunstâncias contrárias que se viviam cotidianamente como que se constantando e aprovando a vitória do bem sobre o mal, da guerra sobre a paz, do caos sobre a ordem, da indisciplina sobre a calma e a tranqüilidade, da desorganização política e econômica sobre os desejos de felicidade e os anseios de liberdade, levando a alegria do Rio ao chão, o sorriso do seu povo ao abismo e o otimismo de seus cidadãos à beira da loucura.
Aquele engarrafamento nessa manhã de Segunda-feira acordou mais uma vez a Cidade, conscientizando-a de vez de que não nascemos para a violência e a instabilidade social, não fomos feitos para a maldade, nossa origem não é nunca a desordem da consciência ou as brigas, os quebra-quebras e as pancadarias diurnas e noturnas das experiências e práticas rotineiras vividas quase que constantemente na vida real cotidiana, fechando pois assim as portas do bem que se deve fazer e da paz que se deve viver, do amor que se deve vivenciar e da vida que se deve amar e defender nessas horas difíceis da Cidade, ou nessas ocasiões turbulentas e caóticas experimentadas quase sempre pelos cariocas e brasileiros em geral, ou nesses instantes tristes e nesses momentos quase impossíveis que atravessamos diariamente no vai e vem de passeios e viagens, ginásticas e exercícios físicos, atividades de esporte e lazer e os esforços do trabalho e os empenhos de quem não quer jamais viver na lata do lixo da existência nem no inferno de uma vida baseada na cultura da morte e em uma mentalidade de maldade e violência que ainda imperam em Cidades como o Rio de Janeiro.
“Que Deus nos ajude”, pensou seu Gonçalves enquanto olhava da janela do seu apartamento o trânsito fechado, os passageiros nervosos e o ambiente hostil e adverso que se vivia naquele momento.
“Que o Senhor tenha pena de nós”, concluiu o pai de família, se dirigindo agora para as suas atividades comerciais nas ruas, praças e becos, e avenidas de Copacabana.
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Nesta quinta-feira, dia 14 de Maio, seu Gonçalves e a mulher, dona Clotilde, vão participar de um debate no Jornal O Globo, ali na Rua Irineu Marinho, n. 35, no Centro da Cidade, já que foram convidados pelos seus dirigentes, que são muito amigos do casal, desde o tempo em que o pai de família trabalhando nos Correios entregava as cartas no referido órgão de imprensa.
O Tema do debate é “A Sexualidade humana e a vida familiar, questões e soluções”, no qual serão ouvidos alguns casais e outros especialistas na área bem como sexólogos e professores de sexologia em faculdades da Cidade. No decorrer dos discursos e conferências que ali serão realizados, os participantes trocarão idéias, críticas e sugestões de interesse da coletividade, também convidada a integrar as discussões no auditório de mídia impressa desse importante instrumento de notícias e reportagens sobre o Rio, o Brasil e o mundo inteiro.
Antes de se dirigirem ao local, o homem de Deus e dona Clotilde se prepararam, estudando a temática, conversando sobre suas experiências interpessoais e anotando algumas perguntas de referência para serem observadas e analisadas nesse encontro de suma importância e de grande interesse tendo em vista a necessidade atual de se esclarecer a vida sexual de estudantes e famílias em geral, orientá-los no bom caminho do amor, conscientizá-los da gravidade das DST – doenças sexualmente transmissíveis – e a melhor maneira de evitá-las, ou o jeito mais certo de conviver com elas.
Segundo o casal de Copacabana, seu Gonçalves e esposa, o amor vem de Deus, e na existência de homens e mulheres que se amam, como namorados e noivas, casais e marido e mulher, a conseqüência desse amor é o sexo, que se inicia com o desejo humano e natural que ambos, macho e fêmea, manifestam entre si, indo depois para a prática dessa relação amorosa cujo efeito imediato é o prazer sexual que tem como ponto mais forte e mais alto, a perfeição da sexualidade, o orgasmo quando o homem e a mulher, plenos de amor um pelo outro, se entregam mutuamente atingindo então a plenitude desse relacionamento cheio de paixão.
Entendido dessa forma, seu Gonçalves e dona Clotilde, ainda refletiram naquela ocasião que o sexo com amor, portanto sem maldade e sem violência, não é pecado contra Deus, o Senhor da Sexualidade, porque é algo natural, elemento constituinte na natureza humana, e tudo o que é da natureza é criado pelo Autor da Vida, não se tornando por conseguinte uma ofensa ou falta contra o Criador.
Considerada essa visão ética e espiritual da sexualidade humana e natural, mostrou-se então também que desvios de caráter e aberrações da personalidade, que alcançam sobretudo os homossexuais masculinos e femininos, tornam-se algo contrário e mesmo inimigo da boa relação de amor e sexo que envolve o homem e a mulher, configurando assim uma adversidade em relação à natureza criada, a qual precisa ser combatida e rejeitada radicalmente em nome do amor dos casais que se amam, do bem das famílias, da boa ordem na sociedade, da saúde do homem e da mulher e do bem-estar da humanidade local, regional e global, temporal e histórica, real e atual.
Outrossim, observou-se que não só o homossexualismo, como também a pornografia e a pedofilia, a prostituição infantil, o comércio de jovens e adolescentes para o exterior, a exploração e o monopólio da mulher, as doenças sexuais entre elas a gonorréia, a sífilis, a hepatite B e sobretudo a AIDS, são estados de contradição social e humana, natural e cultural, adversários da boa moral e bons costumes e virtudes, dos bons valores da consciência e suas intenções bondosas e pacíficas, e das boas experiências e comportamentos de indivíduos e grupos humano no meio de suas comunidades.
Tal foi o processo de discussão e o resultado do debate no Jornal O Globo, do qual todos saíram satisfeitos diante das interrogações colocadas, a lucidez dos depoimentos, a evidência das declarações e a clareza com que foi conduzida esse tempestade cerebral cujas idéias e conhecimentos lá apresentados serviram para formalizar uma outra, nova e diferente visão da realidade sexual, na teoria e na prática, interpretando-se assim a partir de agora a sexualidade de modo aberto, renovado e libertador, visto que o que interessa a curto, médio e longo prazo é manter a saúde do casal e consolidar o bem-estar e o bom relacionamento familiar, fruto de uma sexualidade livre e feliz, ordeira e pacífica.
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Um semana depois, a AMACO – Associação de Moradores e Amigos de Copacabana – convidou o ilustre seu Roberto de Araújo Gonçalves para participar em nome da entidade de uma entrevista no Programa Clóvis Monteiro de todas as manhãs na Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro, ali, no Bairro da Saúde, perto da Praça Mauá, cujo tema seria “Saúde e Qualidade de vida no cotidiano de uma família”.
Na entrevista da Rádio Tupi, seu Gonçalves destacou: “Saúde, meus ouvintes, começa na cabeça. Se a cabeça está boa, então tudo vai bem dentro de nós, e também fora ao nosso lado e a nossa volta. Porque dos bons pensamentos e das boas idéias que possuímos, dos sentimentos belos que temos e das experiências que realizamos diariamente, frutos, efeitos e conseqüências de uma vida de virtudes que vivemos todos os dias e todas as noites cuja essência são os bons valores da nossa consciência, tais como o respeito mútuo e a responsabilidade por nossos atos, o equilíbrio mental e emocional, o controle de nossos desejos, anseios e paixões e o domínio que exercemos sobre nós mesmos, o reto juízo e o bom-senso de nossas atitudes baseadas em pontos de vista razoáveis e inteligentes, em uma visão de mundo que tem como alicerce fundamental a nossa fé em Deus, sem O qual não há vida nem tem sentido e razão a existência, causa da nossa alegria de cada dia, do nosso otimismo em trabalhar e realizar as coisas e do nosso sorriso permanente, reflexo de Deus em nós, de uma vida sustentada pelo alto astral e auto-estima elevada de quem em seu cotidiano procura ser bom e fazer o bem a todos, viver em paz uns com os outros, ajudar a quem precisa, ser fraterno e solidário com as pessoas, sempre criando novos amigos e agindo com generosidade em todas as partes. É assim que entendo a boa saúde de um indivíduo ou de um grupo de companheiros que se unem e reúnem para fazer as suas atividades diurnas e noturnas. Isso é bem-estar para mim. Quem vive desse modo é uma pessoa livre e feliz.”
Terminada a entrevista, seu Gonçalves foi abraçado e cumprimentado por todos os presentes, que exaltaram a sua coragem de ser criativo e otimista diante de tanta violência e maldade que nos cercam, o seu pensamento positivo destacado pelo dono do programa de rádio o radialista Clóvis Monteiro, o seu sorriso sempre nos lábios e a sua alegria de quem faz da vida um carnaval constante, curador de tantos males, doenças e enfermidades.
“Isso é saúde pra mim”, insistiu seu Gonçalves, se despedindo de todos.
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Como aconteceu no passado, durante a ECO-2002 e o PAN-2007, ambos na Cidade do Rio de Janeiro, quando, a partir de Copacabana, toda a população carioca se mobilizou, trabalhou com consciência e responsabilidade, respeitando os turistas e estrangeiros que cá mergulhavam, ajudando na boa imagem do Brasil no exterior, colaborando com os interesses e necessidades de seus atletas e agentes, cooperando com a saúde coletiva e o bem-estar pessoal e social de todos e cada um dos envolvidos, transformando os 2 eventos em honra nacional, também hoje em todas as áreas e comunidades do Rio se processa a construção de um movimento permanente de mobilização popular, onde através de mutirões de solidariedade e campanhas de fraternidade se condicionam bem e paz para os cidadãos fluminenses, garantias de seus direitos e necessidades, ordem urbana e rural, segurança institucional contra a violência marginalizada, qualidade de vida e trabalho, saúde e educação, tudo isto, enfim, instrumentos de conscientização social e ferramentas de libertação integral do homem e da mulher, moradores e trabalhadores aqui entre nós, entre eles o seu Gonçalves, que faz a sua parte, lutando para que a nossa vida sempre melhore, empenhando-se em favor do progresso do país, esforçando-se pela excelência de sua gente, batalhando sempre para que cariocas e brasileiros gozem de uma vida boa e ótima existência identificadas com a paz de sua consciência e o bem de sua interioridade ainda que os elementos externos igualmente participem da boa expectativa de felicidade que todos nós merecemos, por sermos filhos e filhas de Deus.
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Nesse início de inverno, a AMACO e seu SSS, conforme vimos acima, está fazendo a campanha de casacos, agasalhos e cobertores a fim de providenciar o abrigo e a proteção da população de rua de Copacabana e todos os que se sentem carentes e necessitados, precisando da ajuda da associação e do seu serviço de solidariedade dos amigos de Copa, o que significa na verdade levar o calor de Deus e seu carinho de Criador para os pobres e menos favorecidos que vivem e perambulam pelas ruas e avenidas, becos e praças desse bairro dos bacanas, dos jovens sacanas, das crianças brincalhonas, das mulheres sempre bonitas e dos idosos e aposentados que com sua experiência e sabedoria de vida transformam o local em casa de acolhida e lugar de saúde e bem-estar para todos.
Também seu Gonçalves e sua família participam dessa campanha de solidariedade.
Juntos e unidos desejam revitalizar a região tornando os pobres mais ricos, os ricos mais fraternos e solidários, as comunidades mais felizes e pacíficas, o que na verdade contribui eficazmente para a diminuição da violência em suas adjacências visto que se aumentará a qualidade de vida dessas pessoas oferecendo-lhes ao mesmo tempo trabalho e emprego, capacitação técnica e profissional, cursos de ensino médio e fundamental, orientações psicológicas e sociais para a boa convivência, tratamento médico para os que se encontram com algum mal-estar ou enfermidade, enfim, a infraestrutura indispensável para uma vivência cotidiana digna de seres humanos e filhos e filhas de Deus que são.
A Campanha prossegue.
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Com o fenômeno da globalização, hoje, às nossas portas e presente em nossos ambientes de vida, também aqui e agora no Rio de Janeiro a população carioca está mais consciente de suas responsabilidades sociais e culturais, políticas e econômicas, interagindo uns com os outros com mais respeito entre as pessoas, maior entendimento mútuo e melhor compreensão em seus relacionamentos cotidianos diversos cujos comportamentos põem em prática a cultura do bem e da paz e uma mentalidade sem violência e agressividade, transformando portanto as relações humanas entre grupos e indivíduos em experiências mais saudáveis e agradáveis, onde compartilham os seus conhecimentos cheios de conteúdos de qualidade e as suas situações de fraternidade e solidariedade, capazes de sempre criar novos amigos e gerar atitudes boas e generosas, animadoras dos tristes, motivadoras dos deprimidos e aflitos, incentivadoras dos desanimados e desesperados, os que fazem do medo e do pânico a única realidade de suas vidas.
Igualmente em Copacabana, e com o exemplo de vida de seu Gonçalves, encontramos pessoas interativas, compartilhamento de boas idéias e valores positivos da consciência, trabalhos cooperativos com a colaboração permanente de seus moradores e trabalhadores sobretudo em atividades do dia a dia, bem práticas, como a ajuda aos pobres e menos favorecidos do Bairro, dando-lhes sempre que possível ótimas qualidades de vida e trabalho, saúde e educação, e grandes oportunidades de realização profissional e satisfação vocacional.
Com essas possibilidades reais e tais alternativas de liberdade e felicidade, cá na Copa dos bacanas, nos entusiasmamos de fato com a probabilidade de realizar em outros tempos e diferentes lugares desse Brasil o mesmo ideal de renovação interior e exterior das comunidades e sua libertação concreta nas áreas físicas, mentais e espirituais, de todos os cidadãos brasileiros, e quem sabe lá fora.
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Hoje de manhã, seu Gonçalves se dirigia para as suas atividades cotidianas no Bairro quando, passando pelo Posto de Gasolina na esquina da Rua Toneleros com a Rua República do Peru, avistou e se encontrou com um grupo de amigos que por ali circulavam, e iniciaram um debate polêmico sobre os assuntos e problemas do dia a dia da Cidade Maravilhosa, como por exemplo o Choque de Ordem da Prefeitura que procura limpar o Município de sujeiras e desordens de todo o tipo, de instabilidades nas ruas e nas praças e de desequilíbrios públicos e urbanos como o comércio dos camelôs, a presença de faixas e cartazes em demasia nos prédios do Centro e das Zonas Sul e Norte, os buracos de asfaltos e calçadas, os imóveis abandonados hoje cheios de mendigos e pobres da rua, o excesso de carros nas vias e avenidas de acesso ao trabalho e emprego, o mau estacionamento de automóveis, o congestionamento do trânsito, o tráfego exagerado de ônibus que perambulam por Copacabana, a insistência de casas antigas prestes a cair e desabar, o tráfico de drogas e entorpecentes nos morros e favelas, o comércio ilegal e a pirataria de produtos e mercadorias importadas, a corrupção sexual de menores e adolescentes, e outros sintomas caóticos presentes no dia a dia dos cariocas.
Seu Gonçalves observou uma coisa importante naquele encontro, que procurou refletir com esses seus colegas do Posto: “Amigos, emergência social é também fazer o que estamos realizando aqui e agora: discutir juntos e unidos os problemas da Cidade, refletindo sobre as suas causas e soluções, e debatendo as alternativas possíveis de enfrentamento de toda essa problemática cotidiana do Rio de Janeiro. Assim, emergimos, ou seja, crescemos politicamente, progredimos socialmente e evoluímos economicamente, desenvolvendo o nosso interior e exterior, produzindo pois mais qualidade de vida para a população carioca. Pois então, continuemos emergindo”, disse seu Gonçalves aos companheiros, encerrando o longo bate-papo travado ali naquele instante.
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Na tarde seguinte, a convite do Jornal O Globo, o comerciante aposentado seu Gonçalves ministrou a seguinte palestra no auditório desse importante órgão da imprensa carioca e brasileira, acerca da Terceira Idade e seu sentido para a vida da sociedade:
“ Experiência
A Escola da Vida
Na antiga sabedoria chinesa, muitos séculos a.C., Confúcio, fundador do Confucionismo, dizia em seus ensinamentos: “ A experiência é a escola da vida. Devemos aprender com os mais velhos. Devemos amar, respeitar e valorizar os mais velhos...”
Hoje, no cotidiano da nossa vida, quando eu me encontro e me deparo com os idosos, aposentados e pensionistas do INSS, velhinhos e velhinhas do dia-a-dia, me lembro da sabedoria de Confúcio e da sabedoria de minha mãe, Pensionista do INSS, dona Glória da Conceição Rodrigues Gomes, Mulher do Couto, Camponesa, Portuguesa com certeza..
Com efeito, dialogar com os mais velhos, durante 15 minutos, vale mais do que 3 horas dentro de uma faculdade, fazendo qualquer curso de graduação, ou pós-graduação, mestrado ou doutorado. É uma experiência humana, divina e maravilhosa.Você aprende tudo e de tudo, de tudo um pouco. O Idoso é uma verdadeira universidade em pessoa. Um bom conselheiro espiritual. Um mestre nas virtudes. Um solucionador de problemas. Um questionador da realidade. Um profeta de Deus. Grande administrador do dia-a-dia. Um bom professor do cotidiano das ruas. Ele está no botequim, no supermercado, na farmácia, no jornaleiro, na padaria, na rua, no ônibus, no metrô, na família, no trabalho, na escola, na rua, em qualquer lugar, em qualquer tempo ou momento da nossa vida.
Na saúde ou na educação, na família ou no trabalho, nas tristezas e angústias, nos problemas e dificuldades, nas controvérsias e contrariedades, no dia-a-dia da nossa vida, e sobretudo no final da vida, na hora da doença ou da morte, lembremo-nos dos mais velhos, senhores e senhoras de idade: eles e elas, presença de Deus na nossa vida. Por isso, justamente por isso, respeitemos os mais velhos, não os desprezemos nem façamos mal a eles ou elas, porque amanhã os mais velhos seremos nós. E nós gostamos de ser ouvidos, amados, respeitados e valorizados. Deus, o Senhor, abençoe os mais velhos.”
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A partir dessa conferência no Centro da Cidade, seu Gonçalves ficou famoso e popular, e tornou-se palestrante extremamente solicitado para debates e seminários sobre temas diversos, tendo em vista a sua grande sabedoria de homem sofrido e trabalhador, experiente nas coisas públicas e inovador nas artes do bom relacionamento e da boa convivência. E assim mais uma vez o grande homem de Copacabana fez mais esse discurso sobre como se dar bem com os vizinhos, na Escola Municipal Mário Cláudio, na Tijuca:
“O Convívio dos Vizinhos
É fácil viver sozinho.
Difícil é viver com os outros.
No lugar do quebra-quebra e da pancadaria: por que não viver em paz uns com outros, sendo bom e fazendo o bem, amando a vida e praticando o amor, a fraternidade, a solidariedade e a generosidade ???
No lugar da bagunça e da palhaçada: por que não cultivar a concórdia e a misericórdia, o perdão e a amizade, o bom convívio social e a calma e a tranquilidade individual ???
No lugar da confusão no edifício e a fofoca nos corredores, a violência nas escadarias e a complicação nos elevadores: por que não dialogar e conversar, tomar uma água e um cafezinho, refrescar a cabeça com uma música e aliviar o stress e as tensões, as emoções e o nervosismo com um bate-papo legal, um sonho de natal ou uma brincadeira de carnaval ???
É hora de acordar e se levantar, arrumar a casa desarrumada, tomar um banho de luz e arranjar alguma coisa para fazer, e enfim desejar sempre um bom-dia para os nossos funcionários que nos ajudam, auxiliam e zelam pela nossa segurança.
Encontrar soluções e sair dos problemas.
Procurar respostas e fugir das perguntas.
Buscar remédios para tantas interrogações.
Afinal, não somos mais crianças.
Devemos ser adultos responsáveis.
Compreender as pessoas.
Respeitar os vizinhos.
Dialogar com os amigos.
Agir com juizo e bom-senso.
Incentivar a liberdade.
Procurar a felicidade.
Afinal, somos felizes quando fazemos os outros felizes.”
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A próxima conferência de seu Gonçalves foi sobre a importância de se viver em sociedade, proferida nos compartimentos da Rádio Tupi do Rio de Janeiro, no Bairro da Saúde, perto da Praça Mauá. Ei-la, que teve 2 partes:
“Inter-Dependente
Nestes mais de 56 anos de vida, agradeço a Deus, o Senhor, a graça de ser dependente.
Dependente de Deus, o Senhor, em primeiro lugar.
Dependente da minha mãe, dona Glória da Conceição Rodrigues Gomes.
Dependente da minha família.
Dependente dos meus amigos.
Durante a vida, aprendi a ser dependente,
aprendi a ser pobre,
aprendi a ser amado,
aprendi a ser ajudado.
Percebi, tomei consciência, aprendi como é importante ser dependente.
Depender dos outros.
E os outros dependerem de mim.
Ser inter-dependente.
Manter essa inter-dependência.
Permanecer inter-dependente.
Dependermos uns dos outros.
Ajudar-nos uns aos outros.
Amar-nos uns aos outros.
Acho que Deus é assim.
Amar e ser amado.
Ajudar e ser ajudado.
Eu depender dos outros e os outros dependerem de mim.
Acho que esse é o sentido da vida,
a razão de existir,
a essência da existência,
o fundamento da vida em sociedade.
Dependemos uns dos outros.
Somos pobres.
Graças a Deus.
Inter-Dependência
Razão Social, Consciência
Coletiva e Inteligência Comunitária
Dependemos uns dos outros.
Temos necessidade de interagir e compartilhar nossas idéias e ideais, intenções
e interesses, símbolos e valores, imagens e vivências.
Em nossa realidade prática cotidiana, nos movemos e nos comunicamos, construindo a vida e destruindo a morte, criando iniciativas e oportunidades de comunicação, abertura de possibilidades, renovação de trabalhos, atividades, operações e exercícios sociais, políticos, econômicos e culturais, libertação de preconceitos e superstições irreais e irracionais, anticulturais, impossibilitando a negação, os contrários e as contradições de uma experiência do bem que se faz e da paz que se vive, do amor que se pratica e da vida que se partilha, se comunica, interagindo com as pessoas, favorecendo uma sociedade comprometida com a fraternidade e a solidariedade cuja saúde social e bem-estar coletivo se identificam com comunidades seguras e estáveis garantidas pelo respeito pessoal e a responsabilidade social e ambiental que devem assumir tais experiências existenciais comunitárias.
Precisamos uns dos outros.
Desejamos uns aos outros.
Necessitamos repartir nossas riquezas culturais, nossa abertura social, nosso compromisso político, nosso crescimento econômico e nossa consciência ambiental.
Dependemos uns dos outros.
Somos dependentes.
Somos interdependentes.
Nossa dependência física, mental e espiritual propicia a geração de favores e benefícios cujos frutos e consequências vêm ajudar nossa pobreza e miséria existenciais, tornando possível uma nova experiência de vida onde não se admitem excluidos e marginalizados, nem presos nem escravos, nem cegos nem doentes, mas sim construtores de saúde social e bem-estar coletivo, criadores do bem que se distribui e da paz que se partilha, interagindo então com situações reais cotidianas em que todos e cada um encontram as alternativas de ser feliz, alegre e contente.
Com otimismo e positivismo, animando as pessoas ao redor, motivando sua auto-estima e alto-astral, incentivando seus trabalhos e atividades em prol da coletividade, sua emergência social e emancipação política, sua pluridade cultural e seu desenvolvimento econômico, podemos realizar projetos de vida voltados para a construção da cultura da vida, do bem e da paz, ignorando os valores e tendências da cultura da morte, da maldade e da violência.
Porque dependemos uns dos outros, é possível construir melhores condições, relações e situações de vida, trabalho, saúde e educação para todos nós, fugindo de experiências negativas contrárias à busca de nossa liberdade pessoal e felicidade coletiva.
Nossa interdependência faz-nos responsáveis uns pelos outros, favorecendo uma convivência social em que o respeito e o direito vividos são os motores do bem-comum social, do bem-estar coletivo e da paz e do bem comunitários.
Que Deus, o Senhor, nos ajude em nossos projetos sociais, nossos planos econômicos e nossos compromissos políticos, nossas atividades culturais e nossos exercícios éticos e morais, possibilitando um futuro-presente de paz e saúde para todos nós.
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Hoje, seu Gonçalves se dirigiu ao Colégio Paulo de Fronteim, na Tijuca, a fim de, através de uma palestra e um debate, responder à seguinte pergunta que lhe foi feita tempos atrás em uma das avenidas de Copacabana: “ A Vida, pro senhor, é fácil de viver ?”
“A Vida é um risco
O Risco de viver
No convívio diário com os perigos da cidade urbana ou das áreas rurais deste país onde muitas vezes reinam a maldade e a violência, as dores e os sofrimentos, as moléstias e as enfermidades, as doenças em geral, a exclusão e a marginalização social, a divisão e a luta de classes, a guerra dos sexos, o combate entre o bem e o mal, a batalha das ruas e dos campos, a opressão do poder, a depressão doentia, a repressão política, a dependência econômica, o caos ecológico e ambiental, a cultura da morte, a mentalidade da confusão e do conflito de relacionamentos, a crise da família, o confronto de ideologias diversas e interesses diferentes, a prisão psicológica e a escravidão ideológica, as adversidades da vida e as contrariedades existenciais, o negativismo ético e o pessimismo espiritual, a tristeza e a angústia, o esgotamento físico e mental, o cansaço do trabalho, a fadiga de tantos esforços e empenhos na realização de múltiplas atividades, as grandes e variadas tarefas cotidianas, o fluxo crescente de ocupações, o complexo cada vez maior de preocupações exageradas, a falta de limites dentro dos processos educacionais, a ausência de saúde e bem-estar individual e coletivo, o egoísmo solitário, a solidão patológica, o orgulho imoral, a vaidade das aparências destruidoras, a mentira em forma de pessoa, o olho grande que corrói, a inveja que mata, o ciúme que acaba com as boas relações, o desequilíbrio mental e emocional, a desordem real e rual, a indisciplina hierárquica, a desorganização dos pensamentos e conhecimentos, a carência de boas idéias construidoras, os traumas e as frustrações sentimentais, os comportamentos irreais e irracionais, a desrazão pessoal e a inconsciência grupal, a demência e a loucura de seres humanos – tudo isso, enfim, configura o risco de viver e existir, com o qual somos obrigados a conviver, nos relacionar cotidianamente. De fato, a vida é um risco, eis pois a condição humana a que estamos sujeitos desde que entramos neste mundo terrestre, assumimos um corpo e uma alma vivos e animados, dependentes que somos de seus determinismos e finitudes naturais e ambientais, temporais e históricas, sociais e culturais, reais e atuais, submetidos aos caprichos da vida e aos interesses de quem manda e tem mais poder, prisioneiros de partidos e ideologias que nos exploram e nos escravizam, escravos de uma cultura e de uma mentalidade que nos são hostis, que nos contrariam e contradizem. Sim, realmente, estamos diante de uma guerra diária entre o bem e o mal. Só nos resta pedir a Deus que nos ajude nessa batalha cotidiana. Sem esquecer é claro que devemos fazer também a nossa parte.”
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A Vida emergente de seu Gonçalves e de seu convívio de amigos, parentes e familiares se fundamenta com certeza
no sorriso sempre aberto para as pessoas ao seu lado e ao seu redor, na alegria contagiante que anima a todos e no otimismo cativante que motiva os mais velhos, incentiva os adultos e as crianças e entusiasma os mais jovens, fazendo o ambiente em seu entorno mais feliz de ser vivido, mais contente e alegre, onde os indivíduos e os grupos reunidos têm o desejo real de construir uma sociedade de bem com a vida e em paz consigo mesma.
Formam então a comunidade emergente de Copacabana cujo objetivo central é erguer os decaídos, tristes e desanimados; levantar os medrosos, aflitos e angustiados; dar uma força aos desequilibrados e desesperados; oferecer uma energia vital para fazer crescer os humanos, tornar possível o progresso dos cidadãos, transformar em evolução os seus trabalhos, empenhos e esforços, desenvolvendo desse modo as suas consciências em busca por boa saúde material e espiritual, e ótimo bem-estar físico e mental.
Assim, de fato, opera a comunidade emergente de Copacabana.
Dela, se produz boas, novas e diferentes idéias, conteúdos de conhecimento de qualidade, que visam construir o bem e a paz no bairro e em toda a Cidade Maravilhosa, destruindo pois a possibilidade da violência e da agressividade, sem lugar no meio desse grupo alegre e otimista, sempre sorridente, proporcionando a todos e a cada um momentos saudáveis de crescimento interior e exterior.
Tal a política de seu Gonçalves e seu grupo de trabalho, educador de todos.
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De fato, vem se observando em Copacabana e alguns bairros do Rio que os cariocas estão emergindo, saindo de uma vida de dificuldades, conflitos e aberrações para uma existência de boa qualidade espiritual, ótimas ações em prol da saúde pessoal e bem-estar coletivo dessas comunidades, excelentes atitudes favoráveis à interatividade das pessoas com que melhoram o seu ambiente de família e trabalho, aprimoram as suas atividades artísticas, esportivas e recreativas, e aperfeiçoam a consciência e a experiência de que juntos podem mais, unidos são mais fortes, solidários podem crescer bem se ajudando uns aos outros, o que certamente diminuirá os problemas da sociedade, eliminará as contradições da realidade cotidiana e acabará de uma vez por todas com as injustiças sociais por muitos ainda experimentadas nesses locais aqui e agora.
Deste modo, o trabalho emergente de seu Gonçalves e sua equipe interativa tem dado bons resultados para a coletividade, enfraquecendo a pobreza e a miséria material da grande maioria moradora nas favelas e morros adjacentes, desaparecendo com o pessimismo e o negativismo não só das autoridades responsáveis como também do povo que é acolhido e beneficiado por essa prática colaborativa, atingindo assim as metas buscadas por todos no momento presente: oferecer melhor qualidade de vida e trabalho, saúde e educação para os cidadãos dessas áreas, dar maior equilíbrio financeiro, psicológico e espiritual a essa população, realizar atividades que desenvolvam o lado otimista das pessoas, as façam alegres e felizes durante a sua caminhada terrena e consigam aumentar a auto-estima dessas criaturas que lutam por ser alguém na vida, cooperando pois com a aquisição de uma vida saudável e agradável que todos e cada precisam ter nesta realidade temporal hoje vivida por nós.
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Essa boa vida de dignidade humana elevada, de qualidade de trabalho, saúde e educação tornada excelente, e de quase perfeitas experiências de atividades que promovem o cidadão, tornando-o um agente social eficaz, um ativista político competente, um produtor cultural responsável e um criador de novas e diferentes oportunidades e alternativas econômicas e financeiras para si e seus companheiros de comunidade, faz com que seu Gonçalves e sua equipe de operações comunitárias realizem um trabalho de respeito, referência para outras ações semelhantes, e que fazem crescer o homem e a mulher e suas relações na família e na rua, no emprego e no supermercado, no restaurante e no shopping, possibilitando práticas emergentes em torno de si, geradoras de progresso nas comunidades e desenvolvimento na sociedade carioca, sempre evoluindo para dias melhores para seu povo trabalhador, bom e amigo, construtor de tendências de vida de qualidade dentro e fora de suas regiões, aqui e agora, o que é reconhecido por todos que vêm morar e trabalhar em suas fronteiras de mar, terra e ar.
Sim, estamos emergindo.
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Através dessas ações bem planejadas de cunho emergente, seu Gonçalves e seu grupo de trabalho possibilitam a todos e cada um dos indivíduos favorecidos maior crescimento material e espiritual, físico e mental, mais progresso social e cultural, político e econômico, mais condições de evolução na sua consciência de bons valores e na prática das boas virtudes da moralidade e da espiritualidade, mais desenvolvimento de suas aptidões, desejos e anseios, talentos e carismas, de sua criatividade pessoal capaz de beneficiar a sua experiência vocacional e a vivência de sua profissão dentro da sociedade carioca a partir de Copacabana. O Importante é que cada qual dos envolvidos nesses planos emergentes concretos se sintam bem consigo mesmos, de bem com a vida e em paz com suas consciências. Desse modo, não só as pessoas crescem, mas todas as comunidades emergem para situações de bem-estar pessoal e saúde coletiva, garantindo assim seus interesses em prol de uma humanidade mais justa, fraterna e solidária.
É assim que a vida deve caminhar.
Com todos evoluindo para melhores condições de vida e trabalho, saúde e educação.
Tal o sentido da emergência dos cidadãos comprometidos responsavelmente com essas práticas renovadoras das liberdades e libertadoras de prisões que amedrontam e de preconceitos que escravizam.
Que juntos e unidos possamos sustentar a emergência de todos e cada um.
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De tudo o que foi visto até aqui, podemos perceber que seu Gonçalves e sua equipe de trabalho em prol da emergência das pessoas na vida pessoal e social de suas comunidades de origem tornou-se uma referência de atividade produtiva que luta por melhores condições e situações e relações de vida e trabalho, saúde e educação para todos, fazendo crescer e se desenvolver entre eles o bem que devem fazer e a paz que devem praticar, promovendo assim grupos e indivíduos interessados em seu progresso material e espiritual, e em sua evolução física e mental, o que contribui eficazmente para uma sociedade humana de mais qualidade de vida e excelentes oportunidades e alternativas de emprego e trabalho, enriquecendo o conjunto da humanidade com pessoas cujos valores, virtudes e vivências se identificam com comportamentos que dão ênfase à dignidade humana, à ordem da natureza e ao bem-estar do universo e seus ambientes humanos e naturais. Tal o projeto emergente de seu Gonçalves e seus companheiros, que trabalham para a saúde de todos e o bem-estar de cada um, e o bem-comum de toda a sociedade carioca. Eis o processo de emergência social, moral e espiritual desenvolvido por esses trabalhadores e aposentados de Copacabana.
Que outros possam seguir também esse caminho.
Um caminho de paz social e de bem coletivo.
Eis o objetivo final dessa dinâmica de trabalho.
Queremos emergir.
Sempre.
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Hoje, seu Gonçalves e sua comunidade emergente de Copacabana receberam o Prêmio Emergência 2010 das mãos da Prefeitura do Rio cujo Prefeito Eduardo Paes salientou a importância desse trabalho social em favor da paz coletiva e do bem-estar das pessoas, trazendo-lhes grandes e inúmeros benefícios sociais, psicológicos e espirituais, promovendo então o progresso de grupos e indivíduos menos favorecidos econômica e socialmente, e estimulando por diversos instrumentos sócio-educativos e por variadas ferramentas político-culturais a sua qualidade de vida e trabalho, saúde e educação.
Parabéns, seu Gonçalves.
Líder de um grupo interessado no bem da comunidade, no caso Copacabana.
Tal trabalho emergente é atualmente referência nacional em termos de promoção social e ascese política, saúde econômica e bem-estar cultural.
Que igualmente um dia seu Gonçalves e seus sócios emergentes recebam também de Deus o Prêmio Eterno pelo bem que fizeram na Terra e pela paz que construíram temporalmente.
Que seu exemplo seja seguido por todos.
Eis uma lição de vida que jamais esqueceremos.
Obrigado, Senhor.
Obrigado, seu Gonçalves.
terça-feira, 3 de maio de 2011
SIME
SIME
Síndrome da Instabilidade Mental e Emocional
Hoje, aqui e agora, em nossa realidade cotidiana, carregada de distúrbios de toda natureza e transtornos na rua, na família e no trabalho, problemas de consciência e conflitos de relacionamento, dificuldades financeiras e limitações no emprego, choques ideológicos e bloqueios psicológicos na vida de cada dia e de toda noite, urge cultivar uma certa cultura de estabilidade em todas as situações do dia a dia, dentro e fora de casa, nas ações individuais e coletivas, nos intercâmbios políticos, sociais e culturais, nas interações diárias e noturnas com pessoas e colegas, parentes e amigos, familiares que nos rodeiam e acompanham em nossas tarefas e esforços, empenhos e atividades em prol do bem-estar de nossa comunidade local, o que com certeza acabará de vez com o modo descartável de viver e existir que atravessa o nosso cotidiano, quando alguns se casam nessa hora, mas daqui a um mês já estão separados e prontos para um novo romance; políticos que mudam de partido uma vez e outra; o empregado que começa a trabalhar agora e na semana seguinte é mandado embora, e obrigado a procurar uma outra atividade; o estudante ou o professor que não comparecem ao colégio e sempre estão ausentes em sala de aula; o doente que a toda instante procura o médico por causa da dor de cabeça constante; o cidadão que age com violência e desequilíbrio com seus colegas de trabalho; a agressividade de policiais no combate da bandidagem; enfim, esse comportamento instável e descartável, estranho e esquisito, inconstante e transitório, que passeia pela vida cotidiana de muita gente que, na hora do aperto, ou nos momentos de risco, ou nos instantes de perigo, perdem a cabeça, jogam tudo para o alto, e tomam a iniciativa de quebrar tudo pela frente, arrebentar e se destruir mental, física, emocional e espiritualmente. Nessas ocasiões de indefinições psicológicas e indeterminismos da mente, precisamos usar o bom-senso, ter juizo e manter o equilíbrio, a fim de superarmos as divergências internas e externas e ultrapassarmos as discordâncias interiores e exteriores. Precisamos de uma mentalidade onde o bem seja a fonte de nossas experiências e a paz a base de nossas práticas de vida, o respeito e a boa educação os fundamentos de atitudes racionais, sensatas e equilibradas. Tais sintomas de confusão da inteligência e de aberrações morais e espirituais, que alteram o nosso comportamento de quase todos os dias, caracteriza a Síndrome da Instabilidade Mental e Emocional, a SIME. Transcenderemos essas barreiras da consciência e esses obstáculos da experiência abraçando ações, ideias e virtudes, valores e princípios, que possam nos orientar no bom caminho da vida cujo sustentáculo e garantia de uma realidade equilibrada, de bons propósitos e ótimas atitudes, é decisivamente a nossa fé em Deus, a nossa oração de cada dia, o bem que fazemos, a bondade de nossas ações, as nossas atitudes solidárias quando ajudamos uns aos outros a serem alguém nesta vida, felizes por dentro e por fora. Deste modo, venceremos a SIME. É uma questão de exercício virtuoso em que construimos uma existência de bem com a vida e em paz com a consciência. São necessárias a luta e a paciência para ganharmos o jogo do bem contra o mal. Cultivemos experiências de estabilidade. Exercitemos a bondade de nossas práticas cotidianas. Sejamos constantes ao assumirmos compromissos responsáveis. Mantenhamos o direito e o respeito. Sejamos educados. E Deus nos dará a vitória.
Síndrome da Instabilidade Mental e Emocional
Hoje, aqui e agora, em nossa realidade cotidiana, carregada de distúrbios de toda natureza e transtornos na rua, na família e no trabalho, problemas de consciência e conflitos de relacionamento, dificuldades financeiras e limitações no emprego, choques ideológicos e bloqueios psicológicos na vida de cada dia e de toda noite, urge cultivar uma certa cultura de estabilidade em todas as situações do dia a dia, dentro e fora de casa, nas ações individuais e coletivas, nos intercâmbios políticos, sociais e culturais, nas interações diárias e noturnas com pessoas e colegas, parentes e amigos, familiares que nos rodeiam e acompanham em nossas tarefas e esforços, empenhos e atividades em prol do bem-estar de nossa comunidade local, o que com certeza acabará de vez com o modo descartável de viver e existir que atravessa o nosso cotidiano, quando alguns se casam nessa hora, mas daqui a um mês já estão separados e prontos para um novo romance; políticos que mudam de partido uma vez e outra; o empregado que começa a trabalhar agora e na semana seguinte é mandado embora, e obrigado a procurar uma outra atividade; o estudante ou o professor que não comparecem ao colégio e sempre estão ausentes em sala de aula; o doente que a toda instante procura o médico por causa da dor de cabeça constante; o cidadão que age com violência e desequilíbrio com seus colegas de trabalho; a agressividade de policiais no combate da bandidagem; enfim, esse comportamento instável e descartável, estranho e esquisito, inconstante e transitório, que passeia pela vida cotidiana de muita gente que, na hora do aperto, ou nos momentos de risco, ou nos instantes de perigo, perdem a cabeça, jogam tudo para o alto, e tomam a iniciativa de quebrar tudo pela frente, arrebentar e se destruir mental, física, emocional e espiritualmente. Nessas ocasiões de indefinições psicológicas e indeterminismos da mente, precisamos usar o bom-senso, ter juizo e manter o equilíbrio, a fim de superarmos as divergências internas e externas e ultrapassarmos as discordâncias interiores e exteriores. Precisamos de uma mentalidade onde o bem seja a fonte de nossas experiências e a paz a base de nossas práticas de vida, o respeito e a boa educação os fundamentos de atitudes racionais, sensatas e equilibradas. Tais sintomas de confusão da inteligência e de aberrações morais e espirituais, que alteram o nosso comportamento de quase todos os dias, caracteriza a Síndrome da Instabilidade Mental e Emocional, a SIME. Transcenderemos essas barreiras da consciência e esses obstáculos da experiência abraçando ações, ideias e virtudes, valores e princípios, que possam nos orientar no bom caminho da vida cujo sustentáculo e garantia de uma realidade equilibrada, de bons propósitos e ótimas atitudes, é decisivamente a nossa fé em Deus, a nossa oração de cada dia, o bem que fazemos, a bondade de nossas ações, as nossas atitudes solidárias quando ajudamos uns aos outros a serem alguém nesta vida, felizes por dentro e por fora. Deste modo, venceremos a SIME. É uma questão de exercício virtuoso em que construimos uma existência de bem com a vida e em paz com a consciência. São necessárias a luta e a paciência para ganharmos o jogo do bem contra o mal. Cultivemos experiências de estabilidade. Exercitemos a bondade de nossas práticas cotidianas. Sejamos constantes ao assumirmos compromissos responsáveis. Mantenhamos o direito e o respeito. Sejamos educados. E Deus nos dará a vitória.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
"Ápeiron"
“Ápeiron”
O Princípio dos Princípios
1
Era meados de Inverno na Cidade Maravilhosa. No Centro, final da tarde
de sexta-feira, por volta das 18 horas, o trânsito vivia o caos, as
pessoas iam e vinham velozmente, mais rápidas que o tempo, acelerando
os passos em direção aos seus apartamentos em outros bairros do Rio.
Notei que se preocupavam com alguma coisa. Talvez os problemas da
família ou os conflitos de seus trabalhos e empregos. Quem sabe as
dificuldades de relacionamento com algum parente, amigo ou conhecido.
Ou possivelmente crises de amor com suas namoradas, paqueras mal
realizadas, brigas com suas parceiras de cama ou distúrbios com suas
companheiras de caminhada. Ou ainda as turbulências diárias e noturnas
como pagamento de aluguel e condomínio, dívidas de cartões de crédito,
compras de supermercado mal sucedidas, débitos com IPTU e IPVA,
desequilíbrio nos orçamentos domésticos, falta de dinheiro em suas
contas correntes, poupanças em baixa ou no zero, e até situações de
inadimplência junto aos mercados de ações, do SERASA e do SPC.
Igualmente, transtornos mentais e emocionais, desordens internas,
indisciplina moral e espiritual, ou desorganização de sentimentos,
idéias e atitudes. Sim, observei em todas essas circunstâncias
aparentemente contraditórias, a presença de um Espírito de luta, de
busca por liberdade, fonte da verdadeira felicidade. Um Espírito
Guerreiro, de mentalidade à procura de segurança e estabilidade, mas
cuja ordem interior e equilíbrio externo dependiam desse movimento
permanente de trabalho e família, de rua e supermercado, de
restaurante e shopping, de botequim e padaria, de farmácia e
jornaleiro, de bate-papo com colegas de travessia, de relações onde os
princípios eram contrários e os valores adversos, da interatividade de
conteúdos em forma de pontos de vista novos e diferentes, de
intercâmbios culturais muitas vezes em choque, do duelo de visões da
realidade em constante dialética de pensamentos e ações, enfim, uma
cultura de combate atravessava as consciências daqueles transeuntes da
Avenida Rio Branco, no fim de um dia de trabalho, de compromissos
realizados e de responsabilidades satisfeitas. Sim, era o Império do
“Ápeiron”.
2
Jorge e Paula era um casal romântico, residente na Tijuca, que
trabalhavam no Teatro Municipal, ele como violinista da Orquestra e
ela como dançarina da elite de Ana Botafogo. Um casal como outro
qualquer. De vida simples, de trabalhos intensos e constantes, de
afazeres domésticos carregados de problemas e contradições, de
atividades na rua e em casa plenas das turbulências cotidianas, de
programas de televisão alternativos e notícias e reportagens ouvidas
pelo rádio com bastante atenção, interesse e desejo de participação na
vida da sociedade carioca, em que se inseriam no dia a dia de uma
existência globalizada, de condições naturais e ambientais instáveis e
inseguras, de ambientes também alienantes, presos à irrealidade de um
mundo em mudança e sujeitos algumas horas à irracionalidade de uma
imaginação fértil submetida às intempéries de uma realidade local
tremendamente conturbada, discordante de suas raizes e divergente de
suas normas de conduta quase sempre esquecidas por suas comunidades
envolvidas pela onda de violência e balas perdidas, de confrontos
entre policiais e bandidos, de gente que prefere atitudes agressivas,
a cultura da morte e uma mentalidade em que predominam a confusão das
idéias, as ações impensadas, os erros cometidos em nome da maldade de
quem não dá sentido à vida, é indiferente com os outros, ignora a
solidariedade e a fraternidade, perde-se em verdades relativas e
certezas misturadas com a dúvida, escravos do nada e do vazio
espiritual, de situações indefinidas e comportamentos indeterminados,
revelando de fato o inconsciente coletivo de uma sociedade em
transformação, ocupada ora e outra com as opções negativas de uma
realidade social onde reina o pessimismo das massas, a fome a miséria
dos morros e favelas, a mendicância das ruas e avenidas, becos e
praças, a violência dos marginais e o desrespeito das autoridades, a
ausência de competência das instituições e a insistência de uma ética
prisioneira da luz das trevas, de ódios chamados de amores, mortes
modificadas em vidas, bens transformados em maldades, onde a paz é a
crise da convivência, identificada com crianças que não reverenciam
seus pais, de jovens que não sonham mais, de velhos doentes e no
limite de sua natureza patológica, em torno da qual o universo parece
estar na berlinda entre o bem e o mal, o contexto histórico voando nas
asas do imaginário sem portas nem janelas, sem teto nem chão, o que
demonstra o mal-estar dos humanos que convivem com a guerra constante
nas ruas, o desemprego assustador, o conflito familiar, a carência
afetiva, quadros psicológicos que refletem a ideologia dos céticos, a
indiferença dos niilistas, o relativismo da verdade e dos
conhecimentos, o ateísmo das pessoas, a indefinição das consciências e
o indeterminismo individualista dos que compõem e integram os dias e
as noites e as madrugadas de um Rio sem transparência, precisando de
oportunidades e possibilidades de mudança, de metamorfose rural e
urbana, de transformação da realidade para melhor, a partir de que os
indivíduos e grupos respirem saúde mental, física e espiritual,
bem-estar psicológico e social, e o bem-comum da sociedade seja uma
realidade concreta, onde todos e cada um se sintam bem e em paz com
suas cabeças, com qualidade de vida respeitável, riqueza de conteúdos
existenciais exemplares movidos pelos princípios morais e religiosos
de comunidades comprometidas com valores do bem e da bondade, da
concórdia e da convergência, da interação de pessoas que compartilham
amizades sinceras e amores românticos, de atitudes generosas em seu
entorno, de ações solidárias e fraternas uns com os outros. Esse o
mundo de Jorge e Paula. Nesse universo de alternativas múltiplas e de
possibilidades polivalentes, eles encontraram enfim o “Ápeiron”.
3
De origem grega, a realidade “Ápeiron” concebida primeiramente por
Anaximandro, discípulo de Tales, filósofo pré-socrático da Escola de
Mileto, na Antiguidade, século VI a.C., designa o fluxo de situações
indefiníveis e o complexo de circunstâncias indetermináveis, os
momentos de crise política, social e econômica que exigem soluções
terapêuticas otimistas, os instantes turbulentos da nossa vida de cada
dia que requerem respostas positivas, o estado caótico de nossa
existência temporal que precisa de resoluções saudáveis e agradáveis a
todos e cada um, os fenômenos que nos contradizem cotidianamente
necessitando de remédios que curem as nossas anomalias mentais e
emocionais, salvem o nosso corpo, mente e espírito de nossos
transtornos físicos e materiais e libertem as nossas almas de nossos
distúrbios psicológicos e ideológicos, oferecendo-nos outras, novas e
diferentes alternativas de mudança em nosso universo interior e
externo, possibilidades de vida e trabalho, saúde e educação,
razoáveis e sensatas, equilibradas e ordenadas, disciplinadas e
organizadas, capazes de dissipar as obscuridades de um contexto
histórico incerto e inseguro, inconstante e insatisfeito consigo
mesmo, dando então aos homens e mulheres de sua época precisa boas
perspectivas presentes e futuras de saúde social, cultural e
ambiental, onde se obtenha vida de qualidade e riqueza de existência,
destruindo assim o quadro de contradições internas que muitas vezes se
apodera de uma determinada sociedade. Sim, o ”Ápeiron” é uma luz para
a humanidade, uma força que a anima, uma energia que a faz crescer,
progredir e evoluir, um Inconsciente Coletivo que se entusiasma no
cotidiano tendo em vista a superação de suas dúvidas e incertezas, a
ultrapassagem de suas dificuldades diárias e noturnas e a
transcendência de seu tempo dialético e crítico, abrindo para as
comunidades motivos para ir além de seus conflitos, e encontrar um
ótimo incentivo para seus sonhos de bem-estar coletivo, de paz social
e de quase perfeita saúde da consciência em caminho para a felicidade.
O “Ápeiron” é realista. Quer mudar para melhor o nosso cotidiano. É o
Espírito da Perfeita Metamorfose circunstancial, que encontra as
devidas respostas para os nossos problemas e apresenta as mais seguras
soluções para as nossas dificuldades. É um Espírito Universal. O
Princípio de uma vida boa e melhor. A Raiz da vida.
4
Hoje, sábado, por volta do meio-dia, o músico Jorge Teixeira das
Neves, 37 anos, e sua esposa dançarina Paula Marques de Souza, 29
anos, sairam juntos para almoçar no Restaurante Caçador, na Rua Doutor
Satamini, na Tijuca, e chegando perto dali, se depararam com um
tiroteio em plena Praça Saens Pena envolvendo policiais do BOPE e
traficantes de drogas que então comerciavam maconha e cocaina para
seus clientes vindos de algumas áreas da Cidade. Houve confronto entre
os marginais e a PM, balas perdidas atravessavam a calçada e o meio da
rua, por onde circulavam pessoas e suas famílias, filhos e netos, e
ônibus e automóveis seguindo pela via expressa da Rua Conde de Bonfim.
Neste momento, sem mais nem menos, os dois acompanhados de seus 2
filhos, se esconderam em uma Banca de Jornal situada na esquina da Rua
Carlos de Vasconcelos também na Praça. Então, uma imensa gritaria
sacudiu o silêncio das ruas, abalou o comércio local, balançou os
transeuntes que por lá passavam, os carros pararam, a confusão se
instalou, o medo tomou conta de todos, alguns se desesperaram e muitos
neste momento aflitos entraram em pânico. Jorge e Paula e seus
herdeiros fizeram silêncio e uma oração. Pediram calma às pessoas que
ali estavam e as mantiveram tranquilas, seguras e atentas, diante do
episódio violento que durou cerca de 15 minutos e deixou 2 bandidos
mortos em cima da calçada junto ao jornaleiro. O casal saiu de si e
foi ao encontro dos outros. Confiando em Deus, pois eram pessoas de
fé, providenciaram um jeito de dar segurança àqueles que ora se viam
conturbados emocionalmente e aflitos em suas mentes e corpos
transtornados com as ocorrências presentes e abalados com o desenrolar
dos acontecimentos. Dirigiram-se a cada um em particular, dizendo-lhes
que ficassem sossegados, não reagissem com agressividade, mantivessem
o equilíbrio e a ordem interior, agissem com bom-senso nesse instante
e aguardassem um final feliz para os fatos consumados. Senti na
verdade a sensibilidade do casal, sua atitude solidária e seu lado
fraterno tentando acalmar os ânimos e levar paz e bem àquele ambiente
de distúrbios inflamáveis e turbulências inquietantes. De fato, Paula
e Jorge, auxiliados pelos seus garotos, pensaram positivamente e
comportaram-se de um modo otimista perante o quadro negro do contexto
contraditório ali insistente. Sim, perceberam a ação do “Ápeiron”,
intervindo nos acontecimentos policiais e interferindo no destino
daquelas pessoas e seus ambientes de vida transformados em filme de
bang-bang, em terror do apocalipse e em fúria de perigosas atividades
onde os contrários falaram mais alto e as adversidades soltaram um
grito de guerra no meio daquela gente inocente, sem opções de
segurança e possibilidades de sair quem sabe ilesas daquele combate
das ruas. Observei portanto a mesma ação do “Ápeiron”, desde sempre e
para sempre ajudando a vida a resolver os seus problemas, mostrando à
humanidade o caminho certo do equilíbrio e do bom-senso, e outrossim
oferecendo a alternativa do otimismo que levanta e anima, da bondade
que acalma e sossega, da atitude pacífica de quem constrói a sua volta
a concordância de grupos e indivíduos separados pela confusão das
balas e o sussurro dos mais corajosos, e levantam entre si a bandeira
da convergência para criar em torno de si as condições cotidianas que
levam o bem às pessoas, a paz aos conflitos e a solução correta para
as dificuldades da vida. Com efeito, o Espírito do “Ápeiron” ali
estava presente, mexendo para o bem no cotidiano, movimentando as
pessoas para a mútua ajuda, a cooperação de serviços e a colaboração
de esforços, trabalhos sem fim e empenhos sem medida, com o intuito de
trazer de volta a paz e a tranquilidade àqueles ambientes
controversos, garantir o bem-estar e o bem-comum da sociedade, e dar
segurança às famílias envolvidas em seus momentos de tensão e
apreensão, de pressão social e incômodo das autoridades. Através de
Paula e Jorge e seus familiares, o “Ápeiron” operou o milagre da
transformação positiva e a metamorfose otimista que sustentou a calma
de todos e a tranquilidade da maioria. Sim, o “Ápeiron” está presente
em nossa realidade cotidiana. Ele nos ajuda a vencer as barreiras da
existência e os obstáculos da vida. Ele é real e atual.
5
Uma semana depois, percorríamos o Largo da Segunda –feira, igualmente
no Bairro da Tijuca, e no caminho conversávamos sobre o “Ápeiron”, a
Origem da Natureza e o Fundamento do tempo e da eternidade, o
Princípio do Universo e a Raiz de todos os seres e de todas as coisas,
a Fonte da Paz e a Base do bem e da bondade, o Sustento da vida
cotidiana, quando, de repente notamos um tremendo engarrafamento que
ia do Supermercados Mundial na Haddock Lobo até a Rua dos Araújos,
bloqueando todo o tráfego da Rua Conde de Bonfim, a essa altura, 10
horas da manhã, bastante lotada de veículos e transeuntes, carros
particulares e ônibus intermunicipais, táxis e vans, e observamos que
os motoristas e as pessoas na rua e na calçada viam-se perturbadas
pelo barulho do trânsito, parado devido a obras de saneamento básico e
consertos de eletricidade em ruas paralelas e transversais, o que
certamente provocou um clima de instabilidade emocional nas
adjacências, fazendo com que pessoas se entreolhassem inquietas com a
mobilidade anormal e a falta de planejamento urbano em situações como
essa, que refletia o estado patológico de mentes desequilibradas, de
consciências insensatas querendo resolver tudo na base do
quebra-quebra e da pancadaria, de inteligências submetidas aos
transtornos das ruas e às intemperanças de grupos que se aproveitavam
da turbulência mental e da confusão generalizada naquelas localidades
para espalhar uma mentalidade cuja ideologia é a briga eo conflito, a
contrariedade e a adversidade, a crítica e a dialética, o ceticismo
das aparências que se contradizem, o choque de pontos de vista
insustentáveis e incompatíveis, enfim, uma rede de complicações fora
da razão e da realidade, que assumiam aquele dia a dia levando-lhe
barreiras psicológicas e sociais que visavam a sua inadimplência real
e a sua insustentabilidade cotidiana. Nesse instante, Jorge Teixeira e
Paula Souza com seus amigos, parentes e familiares que ali se
encontravam, sentiram a energia do “Ápeiron” e tomaram a iniciativa de
fazer alguma coisa por aquele caos urbano instalado em regiões
tijucanas. E o que fizeram naquelas circunstâncias críticas e onerosas
para os cidadãos lá parados, foi lançar as bases da boa convivência de
moradores, vizinhos e trabalhadores em busca de fraternidade entre os
indivíduos e solidariedade entre suas comunidades, desenvolvendo ações
e palavras de conforto e segurança, de equilíbrio e sensatez, de
otimismo e alegria, a fim de que todos suportassem com paciência
aquele ambiente engarrafado, transmitindo-lhes a calma do corpo e da
alma, e a tranquilidade e o repouso do espírito, o que os ajudaria a
conviver bem com o problema gerado, e quem sabe encontrar a melhor
saída para tal congestionamento de vidas, carros e comércio ambulante
em geral. Sim, a força do “Ápeiron” estava lá mais uma vez. Sua luz
nos iluminou e encontramos respostas positivas para as nossas
dificuldades momentâneas. Seu Espírito desceu no meio de nós, e
percebemos que as pessoas se controlavam e se animavam para a vida,
dominavam a si mesmas, se contagiavam umas às outras, sorriam para
todos os lados, para todas as faces e para todos os contextos humanos
e naturais que ali estavam. Era o “Ápeiron” atuando outra vez.
Movimentando a vida. Transformando para melhor a realidade. Salvando
como sempre o cotidiano da existência. Pouco a pouco, o trânsito
fluiu, as coisas voltaram ao normal, a natureza respirou, os
passarinhos cantaram beijando as flores de início da primavera. E a
vida continuou. Os homens seguiram. E as mulheres caminhavam. Jorge e
Paula se abraçaram e se beijaram e se dirigiram para o trabalho no
Teatro Municipal.
6
Os gregos me ensinaram que o “Ápeiron” é o Princípio dos Princípios.
Compreendendo-O entendemos que a vida é turbulência, a realidade é
caos e o cotidiano está em crise constantemente, exigindo do homem e
da mulher, em função dos quais giram todas as coisas e todos os seres
da natureza e do universo, a ordenação racional dos ambientes
contraditórios, a maneira disciplinadora dos comportamentos instáveis
e inseguros, o modo organizador das idéias aparentemente confusas, dos
sentimentos quase indefinidos, das atitudes muitas vezes impensadas,
incoerentes e sem lógica, e dos conhecimentos e experiências
indeterminadas, tornando assim esse mundo de complicações ideológicas
e desrazões sociais e psicológicas, de loucuras imaginárias e ações
irreais e irracionais, mais inteligíveis, o que transforma a pessoa
humana em mais responsável por suas descobertas científicas, por suas
intervenções na realidade cotidiana e por suas interferências no
destino de populações inteiras, que dependem de sua boa razoabilidade,
de sua ética comportamental equilibrada e de seu otimismo espiritual,
alegria social e bom-senso em suas atividades de cada dia e de toda
noite. Deste modo, abstraimos do cotidiano o “Ápeiron”, e desvelamos a
sua capacidade de apreender a solução dos problemas da realidade, a
sua potencialidade capaz de fortalecer pessoas e iluminar ambientes
visando a saúde da coletividade e o bem-estar de seus grupos,
comunidades e sociedades múltiplas e polivalentes. O “Ápeiron” é o
Gestor da história da humanidade, a Beleza da natureza e a Grandeza do
universo, a Riqueza de uma criação sujeita aos seus arbítrios
responsáveis e aos seus caprichos comprometidos com as boas relações
humanas e naturais dos cidadãos que integram sociedades emergentes,
políticas alternativas, culturas de respeito e de direito, e
mentalidades que advogam o bem da vida e a paz das consciências. Nesse
campo de convergências que se constroem e de discordâncias que se
apagam, ali está o Espírito do “Ápeiron” respondendo às inquietações
de suas criaturas, resolvendo problemas, conflitos e dificuldades, e
solucionando turbulências, crises de toda ordem e o caos da vida
social em que várias vezes mergulhamos, cumulando-nos assim de seus
créditos sem fim, de seus favores sem medida e de seus benefícios
inesgotáveis. O “Ápeiron” não é um deus, mas é mais do que um deus. É
o Senhor que responde positivamente aos tempos indefiníveis e trata
com otimismo, sorriso e alegria as questões humanas, naturais e
sociais, apresentando-lhes a ótima resolução para suas dúvidas
eternas, incertezas relativas e vazios existenciais. A Energia do
“Ápeiron” conduz a história e o tempo, faz acontecer a bondade, leva a
paz às comunidades e faz do bem o segredo da felicidade e o sucesso na
vida. O “Ápeiron” é bom e nos faz bem.
7
Manifesta-se o “Ápeiron” de diferentes maneiras como, por exemplo, na
música de Jorge Teixeira ou na dança de Paula Souza; nas coisas boas
que acontecem na vida, como uma partida de futebol no Maracanã entre
Flamengo e Vasco da Gama ou no desfile da Mangueira ou do Salgueiro no
Sambódromo da Marquês de Sapucaí durante o Carnaval deste ano; nos
acontecimentos positivos do final de semana como a descoberta da cura
da AIDS ou a criação de mais 200 escolas de ensino médio para os
estudantes do Rio; nos fenômenos cotidianos depois de atos de
violência e agressividade quando se tiram ótimas lições para a vida
como o tiroteio de balas perdidas entre policiais e bandidos, a greve
dos professores do Estado, o engarrafamento na Avenida Brasil, a
passeata dos alunos do ensino universitário pela Avenida Rio Branco no
Centro da Cidade, o casamento matrimonial de um homem e uma mulher que
se amam, se respeitam e se valorizam um ao outro, a festa de
aniversário de 15 anos de uma jovem garota de Copacabana, a Copa do
Mundo de 2014 no Brasil e as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, a
Guerra do Iraque ou do Afeganistão, Shows musicais de cantores e
bandas de rock, eventos artísticos e esportivos de grande porte,
espetáculos de teatro e cinema, rádio e televisão dos quais participam
muitos artistas, atores e atrizes em geral, e assim por diante. Isso
mostra o realismo do “Ápeiron” e seu poder de apreensão de bons
conteúdos de existência e sua força de abstração de circunstâncias
favoráveis ao bem-estar do ser humano, sempre interferindo com o
objetivo de creditar à humanidade mais saúde mental e emocional,
física e espiritual, dentro de suas sociedades humanas e naturais e de
seus grupos e comunidades locais, regionais e globais. O Espírito do
“Ápeiron” é concreto e intervém sempre em benefício do homem e da
mulher, nas diversas situações da vida e nos seres que lhe servem de
instrumentos de bondade e de paz no seu dia a dia, como é o caso de
Jorge o Músico Violinista e de Paula a dançarina do Teatro Municipal.
Eles são ferramentas do “Ápeiron” em nossa sociedade carioca de aqui e
agora.
8
Reflexos dessa Luz Eterna ou Força Providente ou Energia Poderosa a
que chamamos “Ápeiron” se encontram fortemente na vida cotidiana de
todos nós, desde os casos reais e acontecimentos atuais envolvendo
família e trabalho, rua e supermercado, rádio e televisão, computador
e internet, até situações extremas ou circunstâncias decisivas quando
precisamos encontrar uma saída para as nossas dificuldades, uma
resposta para as nossas perguntas , dúvidas e incertezas, uma solução
positiva para os nossos conflitos diários e noturnos: esse raio de luz
que nos aponta a resolução correta e imediata para dissolver as
obscuridades da nossa mente, as anomalias do nosso corpo e as
tempestades, inquietudes e instabilidades de nosso espírito, eis a
presença do “Ápeiron”, a cura perfeita de nossos males, a salvação
absoluta de nossas dores pessoais e sofrimentos sociais, a libertação
completa de nossos transtornos psicológicos e distúrbios físicos,
mentais e espirituais. Sem o “Ápeiron”, a insegurança toma conta de
nós, perdemos o equilíbrio interno e a paz interior, ficamos sem as
garantias de Alguém que intercede em nosso favor, intervém em nossa
vida para nos encher de créditos e benefícios, e interfere em nossos
afazeres domésticos e atividades de rua para nos cumular de graças e
luzes, forças e talentos, carismas e poderes, energias e criatividade,
com os quais podemos definir os melhores remédios curadores de nossa
miséria espiritual, pobreza de alma e carência corporal. O “Ápeiron” é
o Médico das consciências, o Fundamento das coisas boas que ocorrem na
nossa vida de cada dia, a Tábua de Salvação que nos socorre dos riscos
e perigos da existência, o Libertador de nossas almas, a Providência
Divina, o nosso Advogado cotidiano, o Banqueiro da Vida que carrega de
créditos e capital humano as nossas contas de todos os dias e todas as
noites. O “Ápeiron” é a Bondade em pessoa. O Amigo dos amigos. Deus e
Senhor. O Autor da Vida. O Criador.
9
Quando os gregos antigos, antes de Sócrates, se referiam ao “Ápeiron”,
depois de ouvirem as tradições de outros povos, seus costumes e
lendas, valores e culturas, diziam que Ele era como uma Luz no final
de um túnel. Este é como o mundo a nossa volta, o cotidiano que nos
circula, a realidade que nos envolve, parcialmente obscura, mal
iluminada pelos faróis de nossos carros, carregada de problemas de
toda ordem, que exigem soluções muitas vezes rápidas e imediatas,
emergentes, como insistissem em continuar vivendo a vida ainda que com
as dificuldades do dia a dia e as contradições do ambiente ao nosso
lado e em torno de nós. A Certeza de que no fim da chegada desse túnel
sombrio, de lâmpadas ofuscadas e sem brilho suficiente para conduzir
bem os seus transeuntes, existe uma Luz, já garante a fé e o
entusiasmo dos automóveis, anima a sua corrida, motiva a sua
caminhada, incentiva a sua jornada até essa Luz, o Sol da nossa vida,
que nos fortalece durante o processo de chegada, nos dá a energia
necessária para andarmos até o extremo, fortifica o nosso trabalho e o
nosso movimento rumo ao objetivo final que é atravessar esse túnel
escuro, negro de claridade relativa, preto de dúvidas, transtornos no
camiinho e distúrbios na estrada. Mas estamos certos que existe uma
Luz lá no final. Essa Luz é a nossa salvação. Assim é o “Ápeiron”. A
Providência que energiza tudo e a todos. A Força que nos empurra para
a frente e para o alto. A Estrela que brilha em nosso deserto
espiritual, aquece a nossa solidão e acalora o nosso vazio
existencial, abrasa os nossos nadas reais e atuais, carregando-nos de
saúde e bem-estar, sinais de que Alguém caminha conosco, diante de
nós, fazendo-nos seguir seus reflexos de Luz a conduzir a nossa
estrada de vida. Eis o “Ápeiron”. Que na mistura dos acontecimentos ou
na confusão das idéias, na complicação dos nossos conhecimentos e
experiências, nas indefinições sentimentais e nos indeterminismos
sociais, políticos e econômicos, sempre encontra uma alternativa de
sucesso e uma opção de felicidade para nós e nossos companheiros de
realidade e parceiros de cotidiano. O “Ápeiron” é uma Luz. A Luz.
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Segundo Anaximandro de Mileto e seus adeptos e seguidores, o
“Ápeiron”, o Princípio da Vida, é constituido dos 4 elementos da
natureza(ar, fogo, terra e água), que, por sua vez, dão origem a todos
os seres e a todas as coisas que formam o universo. Nessa mistura de
elementos naturais, certamente, está o segredo desse Fundamento de
todos os fundamentos, Raiz do bem e da paz, Fonte da vida e da
existência, Base do tempo e da história, e de toda a eternidade.
Portanto, o “Ápeiron” é natural. Está inserido na natureza embora seja
o seu Autor e Criador. Por isso, seguir a natureza, suas leis e
reflexos, seus fenômenos e manifestações na realidade cotidiana, é uma
opção que nos leva de fato ao “Ápeiron”, a reconhecer a sua Presença
divina, humana e natural, real e atual, junto aos nossos problemas de
cada dia, no interior de situações que envolvem o nosso destino
espiritual e existencial, dentro das relações que estabelecemos com os
outros, a partir de que sentimos a sua Providência trazendo-nos
benefícios sem fim, créditos sem limites e favores que não se esgotam.
É a energia do “Ápeiron” operando maravilhas em nossa vida diária,
iluminando-nos diante das dificuldades e fortalecendo-nos perante os
conflitos e contrariedades de todo instante. Ele é o Espírito da Luz,
o Sol da nossa vida interior, o Farol que abre caminho a nossa frente,
levando-nos por estradas seguras e estáveis, conduzindo nossos passos
em direção da felicidade cuja fonte é a nossa liberdade, interventora
da realidade e condutora de nossos planos e metas cotidianas. Somos
livres mas também responsáveis por nossos destinos. Podemos contar com
o “Ápeiron” nessa empreitada, todavia depende de nós as boas coisas
que devem acontecer na nossa vida, da nossa opção real, da nossa
alternativa de trabalho e das nossas possibilidades de ação e de
comportamento no convívio diuturno que mantemos com as pessoas em
torno de nós. Dependemos do “Ápeiron”, porém o “Ápeiron” depende de
nós igualmente.
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A Presença e a intervenção do “Ápeiron” em suas vidas de cada dia e de toda noite, fez com que Jorge e Paula reativassem ainda mais a sua consciência da Providência Divina interferindo positivamente em seus trabalhos e afazeres cotidianos, em suas atividades na família e em seu contato com amigos e colegas de sempre. Foi o que ocorreu ontem quando o casal foi a um casamento de um outro casal de noivos na Barra da Tijuca,amigos seus. Então, participaram da missa do matrimônio e se dirigiram para a festa de comes e bebes logo em seguida ao ato religioso. Tudo ia bem, quando no meio do evento houve a necessidade de mais vinho e mais salgados, sem o que ficaria mal para o casal saber que a festa não poderia prosseguir pois faltava o essencial para satisfazer o desejo e as necessidades das pessoas convidadas. Foi quando Alguém, não se sabe quem, interferiu no desenrolar dos acontecimentos e providenciou mais uma recarga de vinho e salgados para que a festa continuasse e chegasse até o fim. Logo logo a calma voltou e a tranquilidade desceu novamente ao ambiente onde todos festejavam a conexão amorosa e sexual de mais um casal apaixonado e feliz porque Alguém tomou a iniciativa de determinar a chegada de mais bebida e comida para o desfecho feliz daquele episódio envolvendo famílias e amigos, parentes e conhecidos do casal anfitrião. Ora, Jorge e Paula observaram a mão e o braço do “Ápeiron” intercedendo em favor do casal e seus convidados, reanimando a festa, apaziguando os convidados e levando um clima de saúde e bem-estar para aquele contexto festivo de muito coleguismo, relações boas de convivência, relacionamentos saudáveis e agradáveis e intercâmbios sociais e familiares de alto nível de equilíbrio e segurança. Terminada a cerimônia, todos retornaram a suas casas felizes e tranquilos, sabendo que a Providência Divina, o “Ápeiron” realizara mais uma vez maravilhas no meio de nós. Ao final, todos louvavam e bendiziam a Deus por tal desfecho positivo, pelo sorriso e alegria das pessoas e pelo otimismo que ao final tomou conta de todos. Sim, o “Ápeiron” é maravilhoso.
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Muitos questionam há séculos por que o mal existe no mundo, por que existem pessoas ruins, violentas e agressivas, por que têm doenças, moléstias e enfermidades no meio de nós, por que às vezes as pessoas brigam, as famílias entram em conflito internamente, o trabalho não vai bem já que o patrão vive nos perseguindo o dia inteiro, os namorados entram em choque e seus romances em muitas horas não dão certo, os casais quase sempre se desentendem, os amigos discutem na rua por um motivo qualquer, o dia a dia possui dificuldades de transporte, os problemas se introduzem nos ambientes de escola e hospital, enfim, por que o mal, a maldade das pessoas, que atinge igualmente a natureza viva que respira e o universo material e espiritual que nos rodeia... Bem, eu só sei dizer que o “Ápeiron” não é o responsável por isso, porque Ele é bom e amigo das pessoas, providencia tudo para o bem de todos os que são bons e fazem o bem. Por isso mesmo, Jorge e Paula confiam no “Ápeiron”, acreditam em sua Providência humana e divina, mesmo perante os obstáculos da vida e as contradições da existência e as turbulências da realidade cotidiana, ainda que as confusões na cabeça de grupos e indivíduos sejam barreiras para as boas soluções e as ótimas respostas que nossos ambientes exigem de nós, ou as complicações morais e religiosas nos causem preconceitos éticos e superstições espirituais, nos deixando no vazio de nossas privacidades e no relativismo das duvidas e incertezas que atravessam nossos contextos de sociedade em transformação, necessitada de mudanças permanentes e novidades que façam a diferença na vida, nos levando a situações de saúde e bem-estar pessoal e coletivo. Sim, o “Ápeiron” tem uma coisa de bom: é que Ele é bom e amigo de quem é bom e amigo das pessoas, como no caso de Jorge e Paula, que se alegram nas virtudes que praticam e ficam contentes com as boas experiências de convívio que mantêm com as comunidades a que pertencem ou onde se inserem de vez em quando. Como observamos, o “Ápeiron” é o Princípio do bem, da bondade e da amizade, embora indefinido em sua natureza ou indeterminado em suas condições humanas e divinas de viver e existir. Por isso, nos instantes de deserto da nossa vida, lá está o “Ápeiron” nos ajudando a resolver nossas depressões doentias, nossas tristezas e angústias patológicas. Nos momentos de aflição e medo, pânico e desespero, outra vez o “Ápeiron” se apresenta a nós para novamente nos ajudar resolucionar essas transtornos da mente, do corpo e do espírito, e esses distúrbios de ordem material e espiritual. O “Ápeiron” não atua sozinho, Ele trabalha com quem é bom e faz o bem e é amigo das pessoas. Assim é o “Ápeiron”. Talvez por isso os gregos antigos gostavam tanto dEle.
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O caso de Paulinho, um menino das ruas de Copacabana,deixou Paula e Jorge impressionados com o modo pelo qual trabalha o “Ápeiron” na vida das pessoas. Dizia Paulinho que em sua comunidade do Borel, na Tijuca, onde ele tinha a sua família,faltava quase tudo, todavia a fé em Alguém Superior deixava-os sempre animados para a vida de cada dia, o trabalho a ser realizado, a escola quando era possível frequentar, e outras coisas mais do dia a dia de Paulinho e seus parentes, amigos e familiares. Dissera Paulinho que em meio às carências diárias e noturnas, diante das necessidades de todo instante e perante as dificuldades financeiras e psicológicas de seus familiares, a presença do “Ápeiron” os fazia caminhar para a frente e para o alto, motivados que ficavam com as maravilhas deste Alguém Supremo em suas existências cotidianas. Paulinho disse que sua mãe sempre encontrava dinheiro na rua para as suas necessidades, sempre achava uma terceira via solucionadora de seus problemas, conflitos e dificuldades de toda hora, minuto e segundo. Quando alguém estava doente, sempre se achava uma resposta que dava resolução àquele distúrbio. Esses e outros transtornos cotidianos e suas soluções e respostas originárias, surpreendentes e aparentemente milagrosas, tornavam a vida e o ambiente existencial de Paulinho e os seus mais convidativo para a fé e a crença no “Ápeiron”, razão de suas vidas e sentido de suas realidades envolvidas pela pobreza e a necessidade que tinham de buscar melhores condições de vida para todos. Paulinho disse ainda que está na rua só de passeio, mas que gosta de ficar em casa e trabalhar de vez em quando. Eis pois mais uma das manifestações do “Ápeiron” em nossas realidades cotidianas.
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O Reflexo do “Ápeiron’ na vida de uma pessoa, grupo ou indivíduos, é observado quando se percebe que tal sujeito é do bem e de paz, e portanto é orientado, guiado e conduzido pelo Espírito de Deus, o Espírito da Divina Providência, que conduz todos os seus atos, ações, atitudes e atividades em sua realidade própria e na realidade de outros, tornando possível a iniciativa em prol da amizade e da generosidade, da fraternidade e da solidariedade, o que faz com que todos os envolvidos nesse projeto de ação social trabalhem para a saúde e o bem-estar de todos e cada um. Esse momento positivo e tal instante de otimismo no ambiente das pessoas revelam a presença do “Ápeiron” conduzindo o cotidiano de homens e mulheres, fazendo a história das sociedades humanas e construindo o tempo e a eternidade de comunidades inteiras constituidoras da humanidade de todos os tempos e lugares. Tal contexto de bondade e concórdia, de alegria e de paz, no interior das pessoas e suas comunidades locais, regionais e globais, mostra e demonstra que Alguém guia tal realidade, transforma para melhor os seus conteúdos cotidianos e produz um clima de bem-estar social e político, econômico e cultural na existência de todos, o que anima o desejo de cada um por dias melhores, melhores condições de vida e trabalho, saúde e educação, para todas essas sociedades ansiosas por metamorfoses positivas e otimistas em sua vida de cada dia e de toda noite. O “Ápeiron”é essencialmente positivo e otimista, e suas respostas aos nossos questionamentos e suas soluções para as nossas interrogações obedecem sempre a esse critério de bem-estar e bem-comum para todos e cada um. O “Ápeiron” é do bem e da paz.
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Que bom que temos esperança de vida e boas razões para vivermos o dia a dia, com o otimismo de sempre, a alegria no rosto e um jeito contente de ser e de se manifestar a todos, poder sorrir para as pessoas ao nosso lado, e transmitir-lhes ótimas perspectivas de existência, garantindo-lhes o bem que devemos fazer e a paz que devemos viver, sustentando atitudes positivas e a bondade das ações, o equilíbrio dos relacionamentos e o bom-senso de sentimentos elevados e comportamentos ricos em conteúdo, de virtudes excelentes e grande qualidade de vida. Foi o que assistimos hoje no velório de um colega nosso no Cemitério do Caju. Pareciam todos tristes diante do Padre que fazia a cerimônia do enterro. Mas após aquele culto de alguns minutos, alguém do meio do povo começou a cantar uma música de vitória em homenagem aos mortos que morrem na esperança do Senhor. Aquela música alegrou e contagiou a cada um ali presente. Percebi a Força do “Ápeiron” se refletindo lá naquele instante. De repente, um movimento na capela, e todos conversavam, alguns sorriam abertamente, outros eram otimistas, mais adiante alguém publicava positividade, e então aquela sala do defunto tornou-se mais festa do que tristeza, mais alegria do que angústia, com mais atividades saudáveis e agradáveis do que ocorrências depressivas e deprimidas. A Esperança brotara. A Vida era mais forte do que a morte. O Cemitério parecia não existir. Todos estavam alegres pois aquela música e a pregação do sacerdote suscitara-lhes esperança de vida após a morte. E de que o Céu era bonito e Deus era bacana e a vida era legal. Esse momento positivo produzido pelo “Ápeiron” cauou-nos felicidade e bem-estar sabendo da possibilidade de felicidade eterna para todos os que acreditam em Deus. Era o “Ápeiron” mais uma vez presente entre nós. Bendito seja a Divina Providência agora e para sempre.
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O Manifesto do “Ápeiron” ocorre muitas vezes em situações de agressividade grupal ou individual ou em circunstâncias de violência urbana ou rural quando em meio a brigas e intrigas, discórdias e divergências, onde quase todos se machucam e se ferem sem saber direito o porquê, há um contingente de pessoas que fazem a diferença agindo contrariamente ao comum das coisas, tomando atitudes de bondade e amizade, solidariedade e fraternidade, generosidade relativa e ações geradoras de saúde coletiva e bem-estar interpessoal, revelando assim a presença da Providência Divina que atua sempre em benefício de todos e cada um, produzindo créditos e favores em forma de ajuda mútua e cooperação recíproca, onde existe a colaboração de quase todos na construção de um ambiente de bem e de paz, de amor e vida, cujos efeitos são o respeito entre as pessoas, a ordem social e pessoal, o equilíbrio das mentes e das emoções, a disciplina na vida cotidiana e a organização das atividades diárias e noturnas da maioria dos componentes das comunidades afetadas cujas sociedades procuram conviver sossegadamente diminuindo as regiões de conflito, superando os contextos de distúrbios físicos e mentais, materiais e espirituais, e renovando as ações em prol do bem-comum desta parcela local, regional e global da humanidade representada. Eis pois a presença do “Ápeiron” entre nós.
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Inseridos em um mundo globalizado como o nosso onde se misturam o bem e o mal, a saúde e a doença, a paz e a violência, o amor e o ódio, a luz e as trevas, a verdade e a mentira, eis que o “Ápeiron” se manifesta na bondade das pessoas, na construção de boas idéias e ótimos conhecimentos, na prática das virtudes, na experiência de bem-estar na sociedade, na família e no trabalho, na vivência de bons sentimentos em relação aos outros, no compromisso responsável com a geração de fraternidade e solidariedade no meio de nós, na produção de valores e princípios que bem orientam para a vida, no equilíbrio de indivíduos e no bom-senso dos cidadãos, na alegria das crianças, no bate-papo dos idosos no meio da rua, nos homens trabalhadores que sustentam suas famílias, no namoro e na paquera entre rapazes e moças, nas mulheres bonitas e elegantes que passam por nós, no comércio que funciona em nosso bairro, nos supermercados, restaurantes e shoppings da Cidade, no bom governo do Presidente da República, no bom andamento da economia de mercado, na cultura fértil de músicos e artistas, na realidade social em vias de desenvolvimento, na cura de doenças e assim por diante. O “Ápeiron” é sempre positivo e construtor de boas possibilidades. Na confusão de balas perdidas, no meio urbano e rural, lá está o “Ápeiron” articulando ações de boa vontade e ajuda às pessoas. O “Ápeiron” é o Fundamento de quem é bom e amigo de todos e cada um.
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Em meio à turbulência de campos e cidades, aos transtornos da mente, do corpo e do espírito, aos distúrbios da realidade cotidiana, à violência e agressividade das pessoas, aos conflitos de grupos e indivíduos na rua, na família e no trabalho, eis que surge o “Ápeiron” para dar soluções a problemas sem definição aparente ou apresentar respostas para as interrogações mais inquietantes do ser humano em geral, resolvendo situações de dificuldade financeira e indeterminismos sociais, aberrações éticas e políticas, e distorções na área ideológica e psicológica. Então, o “Ápeiron” aparece com favores espirituais, créditos de bondade e amizade, benefícios em forma de solidariedade e fraternidade humanas, agindo sempre de modo positivo e otimista, alegre e festivo, feliz e contente, ora colocando a liberdade como fundamento das resoluções encontradas ora atuando pela ajuda mútua entre cidadãos e seus talentos e carismas a serviço uns dos outros. O “Ápeiron” ou a Providência Divina opera sempre construindo a vida e destruindo a cultura da maldade e da morte e toda e qualquer mentalidade pregadora da divisão entre comunidades e divergência entre sociedades e discordância perante a conjuntura da humanidade. Diante do “Ápeiron” tudo é possível desde que favoreça o bem e a paz da existência humana e natural. O “Ápeiron” quer a tranquilidade da alma e a calma dos espíritos, o repouso do corpo e o descanso da mente. Ele é a paz.
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Nas coisas boas que fazemos, quando ajudamos o próximo ou algum necessitado, ao orientar uma pessoa no caminho do bem e da virtude, ao solucionarmos dificuldades alheias ou resolvermos os problemas dos outros, quando diminuimos os conflitos sociais e a violência urbana e rural, ao cultivar a paz e a harmonia entre os cidadãos da cidade, na solidariedade com os amigos, parentes e familiares, na experiência de fraternidade com comunidades, grupos e indivíduos, no bom-senso das coisas e no equilíbrio de nossas atividades, relacionamentos e atitudes, práticas e comportamentos, ao iluminarmos alguém que vivia na confusão da mente e nos distúrbios da consciência e nos transtornos da inteligência, ao inserimos otimismo e alegria na vida da família e no ambiente de rua e trabalho, ao tranquilizarmos uma situação de agressividade e falta de juizo, ao acalmarmos as pessoas na rua depois de uma briga entre transeuntes ou um choque de pontos de vista entre conhecidos, ao agirmos com respeito e responsabilidade no meio da realidade social e cotidiana, ao enfraquecermos mentalidades que cultivam a discórdia e culturas que pregam a divergência em nome da liberdade construtora de felicidade, ao fazermos uma oração pelos vivos e mortos, ao inserirmos Deus na nossa vida dando-lhe voz e vez em nossos trabalhos e convívio diário e noturno, enfim, quando o “Ápeiron” nessas horas se manifesta a nós e aos outros, então podemos acreditar que a Providência Divina zela por nós, cuida de nossos afazeres públicos e privados, tem a boa vontade de nos ajudar a levar um cotidiano melhor com mais saúde interpessoal e bem-estar social e coletivo, contribuindo assim para uma sociedade de paz e justiça e uma humanidade democrática, bem organizada, feliz e pacífica, ordeira e solidária, onde todos se sintam bem uns com os outros. Nesses instantes, observa-se as ações do “Ápeiron”. O “Ápeiron” é sempre positivo, está sempre construindo, e não destrói nada nem ninguém. Ele é bom com todos e cada um.
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Hoje, mais uma vez, observei no silêncio da madrugada a ação do “Ápeiron”. Eu estava refletindo na sala do meu apartamento quando percebi que da confusão mental em que me encontrava e da mistura de conceitos e definições em minha cabeça foi surgindo uma luz orientadora de meu cotidiano, uma força capaz de ordenar a minha consciência e uma energia vital que transformava para melhor meus complicados conhecimentos, então indefinidos e sujeitos à indeterminação das coisas. Nesse silêncio repousante, calmante para o meu corpo e tranquilizador da minha alma, consegui disciplinar as minhas idéias e organizar minhas atividades para o dia seguinte, trazendo assim paz para o meu espírito agora mais descansado. No mesmo instante, fiz uma oração de ação de graças ao “Ápeiron”, pois sabia que Ele era o responsável por essa harmonia interior que ora se instalava em mim. Nesse silêncio pacífico e ordeiro, refiz as minhas necessidades físicas, mentais e espirituais, e reordenei meus desejos de felicidade, a partir da construção mais uma vez de meu ideal de liberdade, passando então a fazer as melhores escolhas para a minha vida, as opções mais razoáveis para mais um dia de trabalho, as alternativas mais viáveis para um mundo de atitudes e relacionamentos em que mais tarde me envolveria. Senti que Alguém ordenava a minha inteligência, dissipava as trevas do meu ser, pensar e existir, iluminava o meu interior e fortalecia as minhas decisões e possibilidades mais acertadas. Sim, cresci internamente. Progredi espiritualmente. Evoluí mentalmente. Era o “àpeiron”.
21
Depois de um dia inteiro de trabalho intenso e exaustivo, cheguei cansado em casa e fui direto pra cama sem falar muito direito com minha família. Deitei-me fadigado. E foi então que eu caí em uma fossa daquelas de deixar a pessoa no fundo do poço, sem praticamente chances de se recuperar e sem alternativas prováveis de superação e recuperação. Dormi profundamente. E foram muitas horas de sono intenso e extenso. Sem forças, quase não conseguia me levantar. Fez-se noite a minha vida. Não falava com ninguém. Não mais ia à rua. Faltava ao trabalho quase que constantemente. Minhas energias desapareceram. Isolei-me de tudo e de todos. Queria me animar e não conseguia. Nada me motivava interior e externamente. Não tinha incentivo para coisa alguma. Desci ao mais profundo da depressão psicológica, e meus dias então eram tristeza e angústia, aflição e desespero, pânico e medo. Não mais era aquele cara entusiasmado de sempre. Todavia, de repente, sem eu esperar, uma luz foi me animando, Alguém começava a me erguer e empurrar para a frente e para o alto, me oferecendo conselhos cotidianos, ajudando-me a subir de novo os degraus da escadaria da existência, agora impulsionado por um poder estranho e uma força esquisita que anseiavam de qualquer maneira levantar-me daquele abismo da alma e do chão do meu espírito. Sim, minhas forças se reanimaram, minhas energias subiram ao mais alto da montanha espiritual, e outra vez consegui refazer minha vida de casa e do trabalho. Consegui ir tomar um café e uma água no botequim da esquina. E assim eu outra vez de volta, novamente de pé, com mais saúde mental e bem-estar físico e espiritual. Retomei então a minha vida. Obrigado, “Ápeiron”.
22
Os Gregos antigos tinham razão quando diziam que o “Ápeiron” diante da mistura dos acontecimentos cotidianos, nas fadigas e nos cansaços, no esgotamento mental e emocional, físico e espiritual, era o socorro dos necessitados, o auxílio dos pobres, o benefício na hora certa, a solução menos esperada, a resposta mais adequada, a tábua de salvação que nos garante e tranquiliza, a porta da libertação de dificuldades, problemas e conflitos internos e externos, o grito de liberdade, o instante eterno de felicidade, o momento novo e diferente que nos surpreende com a ajuda imprescindível, a situação de saúde e bem-estar que experimentamos, o bem-comum da sociedade, as circunstâncias de vida, bem e paz que invadem a nossa existência interior, a calma da alma e a tranquilidade do espírito, o repouso do corpo depois de um grande dia de trabalho, o equilíbrio de uma pessoa virtuosa, o bom-senso das coisas, o otimismo de quem está de bem com a vida e em paz com sua consciência, a alegria de viver, o sorriso aberto para a família e os amigos, o respeito e o direito, o compromisso responsável, a animação para quem está triste, abatido e deprimido, o incentivo de um colega de trabalho, a motivação para ir à rua, o entusiasmo da juventude, enfim, todas as manifestações de bondade, concórdia e convergência da Providência Divina perante as suas criaturas. O “Ápeiron” é o Fundamento de todos os fundamentos. O Senhor.
O Princípio dos Princípios
1
Era meados de Inverno na Cidade Maravilhosa. No Centro, final da tarde
de sexta-feira, por volta das 18 horas, o trânsito vivia o caos, as
pessoas iam e vinham velozmente, mais rápidas que o tempo, acelerando
os passos em direção aos seus apartamentos em outros bairros do Rio.
Notei que se preocupavam com alguma coisa. Talvez os problemas da
família ou os conflitos de seus trabalhos e empregos. Quem sabe as
dificuldades de relacionamento com algum parente, amigo ou conhecido.
Ou possivelmente crises de amor com suas namoradas, paqueras mal
realizadas, brigas com suas parceiras de cama ou distúrbios com suas
companheiras de caminhada. Ou ainda as turbulências diárias e noturnas
como pagamento de aluguel e condomínio, dívidas de cartões de crédito,
compras de supermercado mal sucedidas, débitos com IPTU e IPVA,
desequilíbrio nos orçamentos domésticos, falta de dinheiro em suas
contas correntes, poupanças em baixa ou no zero, e até situações de
inadimplência junto aos mercados de ações, do SERASA e do SPC.
Igualmente, transtornos mentais e emocionais, desordens internas,
indisciplina moral e espiritual, ou desorganização de sentimentos,
idéias e atitudes. Sim, observei em todas essas circunstâncias
aparentemente contraditórias, a presença de um Espírito de luta, de
busca por liberdade, fonte da verdadeira felicidade. Um Espírito
Guerreiro, de mentalidade à procura de segurança e estabilidade, mas
cuja ordem interior e equilíbrio externo dependiam desse movimento
permanente de trabalho e família, de rua e supermercado, de
restaurante e shopping, de botequim e padaria, de farmácia e
jornaleiro, de bate-papo com colegas de travessia, de relações onde os
princípios eram contrários e os valores adversos, da interatividade de
conteúdos em forma de pontos de vista novos e diferentes, de
intercâmbios culturais muitas vezes em choque, do duelo de visões da
realidade em constante dialética de pensamentos e ações, enfim, uma
cultura de combate atravessava as consciências daqueles transeuntes da
Avenida Rio Branco, no fim de um dia de trabalho, de compromissos
realizados e de responsabilidades satisfeitas. Sim, era o Império do
“Ápeiron”.
2
Jorge e Paula era um casal romântico, residente na Tijuca, que
trabalhavam no Teatro Municipal, ele como violinista da Orquestra e
ela como dançarina da elite de Ana Botafogo. Um casal como outro
qualquer. De vida simples, de trabalhos intensos e constantes, de
afazeres domésticos carregados de problemas e contradições, de
atividades na rua e em casa plenas das turbulências cotidianas, de
programas de televisão alternativos e notícias e reportagens ouvidas
pelo rádio com bastante atenção, interesse e desejo de participação na
vida da sociedade carioca, em que se inseriam no dia a dia de uma
existência globalizada, de condições naturais e ambientais instáveis e
inseguras, de ambientes também alienantes, presos à irrealidade de um
mundo em mudança e sujeitos algumas horas à irracionalidade de uma
imaginação fértil submetida às intempéries de uma realidade local
tremendamente conturbada, discordante de suas raizes e divergente de
suas normas de conduta quase sempre esquecidas por suas comunidades
envolvidas pela onda de violência e balas perdidas, de confrontos
entre policiais e bandidos, de gente que prefere atitudes agressivas,
a cultura da morte e uma mentalidade em que predominam a confusão das
idéias, as ações impensadas, os erros cometidos em nome da maldade de
quem não dá sentido à vida, é indiferente com os outros, ignora a
solidariedade e a fraternidade, perde-se em verdades relativas e
certezas misturadas com a dúvida, escravos do nada e do vazio
espiritual, de situações indefinidas e comportamentos indeterminados,
revelando de fato o inconsciente coletivo de uma sociedade em
transformação, ocupada ora e outra com as opções negativas de uma
realidade social onde reina o pessimismo das massas, a fome a miséria
dos morros e favelas, a mendicância das ruas e avenidas, becos e
praças, a violência dos marginais e o desrespeito das autoridades, a
ausência de competência das instituições e a insistência de uma ética
prisioneira da luz das trevas, de ódios chamados de amores, mortes
modificadas em vidas, bens transformados em maldades, onde a paz é a
crise da convivência, identificada com crianças que não reverenciam
seus pais, de jovens que não sonham mais, de velhos doentes e no
limite de sua natureza patológica, em torno da qual o universo parece
estar na berlinda entre o bem e o mal, o contexto histórico voando nas
asas do imaginário sem portas nem janelas, sem teto nem chão, o que
demonstra o mal-estar dos humanos que convivem com a guerra constante
nas ruas, o desemprego assustador, o conflito familiar, a carência
afetiva, quadros psicológicos que refletem a ideologia dos céticos, a
indiferença dos niilistas, o relativismo da verdade e dos
conhecimentos, o ateísmo das pessoas, a indefinição das consciências e
o indeterminismo individualista dos que compõem e integram os dias e
as noites e as madrugadas de um Rio sem transparência, precisando de
oportunidades e possibilidades de mudança, de metamorfose rural e
urbana, de transformação da realidade para melhor, a partir de que os
indivíduos e grupos respirem saúde mental, física e espiritual,
bem-estar psicológico e social, e o bem-comum da sociedade seja uma
realidade concreta, onde todos e cada um se sintam bem e em paz com
suas cabeças, com qualidade de vida respeitável, riqueza de conteúdos
existenciais exemplares movidos pelos princípios morais e religiosos
de comunidades comprometidas com valores do bem e da bondade, da
concórdia e da convergência, da interação de pessoas que compartilham
amizades sinceras e amores românticos, de atitudes generosas em seu
entorno, de ações solidárias e fraternas uns com os outros. Esse o
mundo de Jorge e Paula. Nesse universo de alternativas múltiplas e de
possibilidades polivalentes, eles encontraram enfim o “Ápeiron”.
3
De origem grega, a realidade “Ápeiron” concebida primeiramente por
Anaximandro, discípulo de Tales, filósofo pré-socrático da Escola de
Mileto, na Antiguidade, século VI a.C., designa o fluxo de situações
indefiníveis e o complexo de circunstâncias indetermináveis, os
momentos de crise política, social e econômica que exigem soluções
terapêuticas otimistas, os instantes turbulentos da nossa vida de cada
dia que requerem respostas positivas, o estado caótico de nossa
existência temporal que precisa de resoluções saudáveis e agradáveis a
todos e cada um, os fenômenos que nos contradizem cotidianamente
necessitando de remédios que curem as nossas anomalias mentais e
emocionais, salvem o nosso corpo, mente e espírito de nossos
transtornos físicos e materiais e libertem as nossas almas de nossos
distúrbios psicológicos e ideológicos, oferecendo-nos outras, novas e
diferentes alternativas de mudança em nosso universo interior e
externo, possibilidades de vida e trabalho, saúde e educação,
razoáveis e sensatas, equilibradas e ordenadas, disciplinadas e
organizadas, capazes de dissipar as obscuridades de um contexto
histórico incerto e inseguro, inconstante e insatisfeito consigo
mesmo, dando então aos homens e mulheres de sua época precisa boas
perspectivas presentes e futuras de saúde social, cultural e
ambiental, onde se obtenha vida de qualidade e riqueza de existência,
destruindo assim o quadro de contradições internas que muitas vezes se
apodera de uma determinada sociedade. Sim, o ”Ápeiron” é uma luz para
a humanidade, uma força que a anima, uma energia que a faz crescer,
progredir e evoluir, um Inconsciente Coletivo que se entusiasma no
cotidiano tendo em vista a superação de suas dúvidas e incertezas, a
ultrapassagem de suas dificuldades diárias e noturnas e a
transcendência de seu tempo dialético e crítico, abrindo para as
comunidades motivos para ir além de seus conflitos, e encontrar um
ótimo incentivo para seus sonhos de bem-estar coletivo, de paz social
e de quase perfeita saúde da consciência em caminho para a felicidade.
O “Ápeiron” é realista. Quer mudar para melhor o nosso cotidiano. É o
Espírito da Perfeita Metamorfose circunstancial, que encontra as
devidas respostas para os nossos problemas e apresenta as mais seguras
soluções para as nossas dificuldades. É um Espírito Universal. O
Princípio de uma vida boa e melhor. A Raiz da vida.
4
Hoje, sábado, por volta do meio-dia, o músico Jorge Teixeira das
Neves, 37 anos, e sua esposa dançarina Paula Marques de Souza, 29
anos, sairam juntos para almoçar no Restaurante Caçador, na Rua Doutor
Satamini, na Tijuca, e chegando perto dali, se depararam com um
tiroteio em plena Praça Saens Pena envolvendo policiais do BOPE e
traficantes de drogas que então comerciavam maconha e cocaina para
seus clientes vindos de algumas áreas da Cidade. Houve confronto entre
os marginais e a PM, balas perdidas atravessavam a calçada e o meio da
rua, por onde circulavam pessoas e suas famílias, filhos e netos, e
ônibus e automóveis seguindo pela via expressa da Rua Conde de Bonfim.
Neste momento, sem mais nem menos, os dois acompanhados de seus 2
filhos, se esconderam em uma Banca de Jornal situada na esquina da Rua
Carlos de Vasconcelos também na Praça. Então, uma imensa gritaria
sacudiu o silêncio das ruas, abalou o comércio local, balançou os
transeuntes que por lá passavam, os carros pararam, a confusão se
instalou, o medo tomou conta de todos, alguns se desesperaram e muitos
neste momento aflitos entraram em pânico. Jorge e Paula e seus
herdeiros fizeram silêncio e uma oração. Pediram calma às pessoas que
ali estavam e as mantiveram tranquilas, seguras e atentas, diante do
episódio violento que durou cerca de 15 minutos e deixou 2 bandidos
mortos em cima da calçada junto ao jornaleiro. O casal saiu de si e
foi ao encontro dos outros. Confiando em Deus, pois eram pessoas de
fé, providenciaram um jeito de dar segurança àqueles que ora se viam
conturbados emocionalmente e aflitos em suas mentes e corpos
transtornados com as ocorrências presentes e abalados com o desenrolar
dos acontecimentos. Dirigiram-se a cada um em particular, dizendo-lhes
que ficassem sossegados, não reagissem com agressividade, mantivessem
o equilíbrio e a ordem interior, agissem com bom-senso nesse instante
e aguardassem um final feliz para os fatos consumados. Senti na
verdade a sensibilidade do casal, sua atitude solidária e seu lado
fraterno tentando acalmar os ânimos e levar paz e bem àquele ambiente
de distúrbios inflamáveis e turbulências inquietantes. De fato, Paula
e Jorge, auxiliados pelos seus garotos, pensaram positivamente e
comportaram-se de um modo otimista perante o quadro negro do contexto
contraditório ali insistente. Sim, perceberam a ação do “Ápeiron”,
intervindo nos acontecimentos policiais e interferindo no destino
daquelas pessoas e seus ambientes de vida transformados em filme de
bang-bang, em terror do apocalipse e em fúria de perigosas atividades
onde os contrários falaram mais alto e as adversidades soltaram um
grito de guerra no meio daquela gente inocente, sem opções de
segurança e possibilidades de sair quem sabe ilesas daquele combate
das ruas. Observei portanto a mesma ação do “Ápeiron”, desde sempre e
para sempre ajudando a vida a resolver os seus problemas, mostrando à
humanidade o caminho certo do equilíbrio e do bom-senso, e outrossim
oferecendo a alternativa do otimismo que levanta e anima, da bondade
que acalma e sossega, da atitude pacífica de quem constrói a sua volta
a concordância de grupos e indivíduos separados pela confusão das
balas e o sussurro dos mais corajosos, e levantam entre si a bandeira
da convergência para criar em torno de si as condições cotidianas que
levam o bem às pessoas, a paz aos conflitos e a solução correta para
as dificuldades da vida. Com efeito, o Espírito do “Ápeiron” ali
estava presente, mexendo para o bem no cotidiano, movimentando as
pessoas para a mútua ajuda, a cooperação de serviços e a colaboração
de esforços, trabalhos sem fim e empenhos sem medida, com o intuito de
trazer de volta a paz e a tranquilidade àqueles ambientes
controversos, garantir o bem-estar e o bem-comum da sociedade, e dar
segurança às famílias envolvidas em seus momentos de tensão e
apreensão, de pressão social e incômodo das autoridades. Através de
Paula e Jorge e seus familiares, o “Ápeiron” operou o milagre da
transformação positiva e a metamorfose otimista que sustentou a calma
de todos e a tranquilidade da maioria. Sim, o “Ápeiron” está presente
em nossa realidade cotidiana. Ele nos ajuda a vencer as barreiras da
existência e os obstáculos da vida. Ele é real e atual.
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Uma semana depois, percorríamos o Largo da Segunda –feira, igualmente
no Bairro da Tijuca, e no caminho conversávamos sobre o “Ápeiron”, a
Origem da Natureza e o Fundamento do tempo e da eternidade, o
Princípio do Universo e a Raiz de todos os seres e de todas as coisas,
a Fonte da Paz e a Base do bem e da bondade, o Sustento da vida
cotidiana, quando, de repente notamos um tremendo engarrafamento que
ia do Supermercados Mundial na Haddock Lobo até a Rua dos Araújos,
bloqueando todo o tráfego da Rua Conde de Bonfim, a essa altura, 10
horas da manhã, bastante lotada de veículos e transeuntes, carros
particulares e ônibus intermunicipais, táxis e vans, e observamos que
os motoristas e as pessoas na rua e na calçada viam-se perturbadas
pelo barulho do trânsito, parado devido a obras de saneamento básico e
consertos de eletricidade em ruas paralelas e transversais, o que
certamente provocou um clima de instabilidade emocional nas
adjacências, fazendo com que pessoas se entreolhassem inquietas com a
mobilidade anormal e a falta de planejamento urbano em situações como
essa, que refletia o estado patológico de mentes desequilibradas, de
consciências insensatas querendo resolver tudo na base do
quebra-quebra e da pancadaria, de inteligências submetidas aos
transtornos das ruas e às intemperanças de grupos que se aproveitavam
da turbulência mental e da confusão generalizada naquelas localidades
para espalhar uma mentalidade cuja ideologia é a briga eo conflito, a
contrariedade e a adversidade, a crítica e a dialética, o ceticismo
das aparências que se contradizem, o choque de pontos de vista
insustentáveis e incompatíveis, enfim, uma rede de complicações fora
da razão e da realidade, que assumiam aquele dia a dia levando-lhe
barreiras psicológicas e sociais que visavam a sua inadimplência real
e a sua insustentabilidade cotidiana. Nesse instante, Jorge Teixeira e
Paula Souza com seus amigos, parentes e familiares que ali se
encontravam, sentiram a energia do “Ápeiron” e tomaram a iniciativa de
fazer alguma coisa por aquele caos urbano instalado em regiões
tijucanas. E o que fizeram naquelas circunstâncias críticas e onerosas
para os cidadãos lá parados, foi lançar as bases da boa convivência de
moradores, vizinhos e trabalhadores em busca de fraternidade entre os
indivíduos e solidariedade entre suas comunidades, desenvolvendo ações
e palavras de conforto e segurança, de equilíbrio e sensatez, de
otimismo e alegria, a fim de que todos suportassem com paciência
aquele ambiente engarrafado, transmitindo-lhes a calma do corpo e da
alma, e a tranquilidade e o repouso do espírito, o que os ajudaria a
conviver bem com o problema gerado, e quem sabe encontrar a melhor
saída para tal congestionamento de vidas, carros e comércio ambulante
em geral. Sim, a força do “Ápeiron” estava lá mais uma vez. Sua luz
nos iluminou e encontramos respostas positivas para as nossas
dificuldades momentâneas. Seu Espírito desceu no meio de nós, e
percebemos que as pessoas se controlavam e se animavam para a vida,
dominavam a si mesmas, se contagiavam umas às outras, sorriam para
todos os lados, para todas as faces e para todos os contextos humanos
e naturais que ali estavam. Era o “Ápeiron” atuando outra vez.
Movimentando a vida. Transformando para melhor a realidade. Salvando
como sempre o cotidiano da existência. Pouco a pouco, o trânsito
fluiu, as coisas voltaram ao normal, a natureza respirou, os
passarinhos cantaram beijando as flores de início da primavera. E a
vida continuou. Os homens seguiram. E as mulheres caminhavam. Jorge e
Paula se abraçaram e se beijaram e se dirigiram para o trabalho no
Teatro Municipal.
6
Os gregos me ensinaram que o “Ápeiron” é o Princípio dos Princípios.
Compreendendo-O entendemos que a vida é turbulência, a realidade é
caos e o cotidiano está em crise constantemente, exigindo do homem e
da mulher, em função dos quais giram todas as coisas e todos os seres
da natureza e do universo, a ordenação racional dos ambientes
contraditórios, a maneira disciplinadora dos comportamentos instáveis
e inseguros, o modo organizador das idéias aparentemente confusas, dos
sentimentos quase indefinidos, das atitudes muitas vezes impensadas,
incoerentes e sem lógica, e dos conhecimentos e experiências
indeterminadas, tornando assim esse mundo de complicações ideológicas
e desrazões sociais e psicológicas, de loucuras imaginárias e ações
irreais e irracionais, mais inteligíveis, o que transforma a pessoa
humana em mais responsável por suas descobertas científicas, por suas
intervenções na realidade cotidiana e por suas interferências no
destino de populações inteiras, que dependem de sua boa razoabilidade,
de sua ética comportamental equilibrada e de seu otimismo espiritual,
alegria social e bom-senso em suas atividades de cada dia e de toda
noite. Deste modo, abstraimos do cotidiano o “Ápeiron”, e desvelamos a
sua capacidade de apreender a solução dos problemas da realidade, a
sua potencialidade capaz de fortalecer pessoas e iluminar ambientes
visando a saúde da coletividade e o bem-estar de seus grupos,
comunidades e sociedades múltiplas e polivalentes. O “Ápeiron” é o
Gestor da história da humanidade, a Beleza da natureza e a Grandeza do
universo, a Riqueza de uma criação sujeita aos seus arbítrios
responsáveis e aos seus caprichos comprometidos com as boas relações
humanas e naturais dos cidadãos que integram sociedades emergentes,
políticas alternativas, culturas de respeito e de direito, e
mentalidades que advogam o bem da vida e a paz das consciências. Nesse
campo de convergências que se constroem e de discordâncias que se
apagam, ali está o Espírito do “Ápeiron” respondendo às inquietações
de suas criaturas, resolvendo problemas, conflitos e dificuldades, e
solucionando turbulências, crises de toda ordem e o caos da vida
social em que várias vezes mergulhamos, cumulando-nos assim de seus
créditos sem fim, de seus favores sem medida e de seus benefícios
inesgotáveis. O “Ápeiron” não é um deus, mas é mais do que um deus. É
o Senhor que responde positivamente aos tempos indefiníveis e trata
com otimismo, sorriso e alegria as questões humanas, naturais e
sociais, apresentando-lhes a ótima resolução para suas dúvidas
eternas, incertezas relativas e vazios existenciais. A Energia do
“Ápeiron” conduz a história e o tempo, faz acontecer a bondade, leva a
paz às comunidades e faz do bem o segredo da felicidade e o sucesso na
vida. O “Ápeiron” é bom e nos faz bem.
7
Manifesta-se o “Ápeiron” de diferentes maneiras como, por exemplo, na
música de Jorge Teixeira ou na dança de Paula Souza; nas coisas boas
que acontecem na vida, como uma partida de futebol no Maracanã entre
Flamengo e Vasco da Gama ou no desfile da Mangueira ou do Salgueiro no
Sambódromo da Marquês de Sapucaí durante o Carnaval deste ano; nos
acontecimentos positivos do final de semana como a descoberta da cura
da AIDS ou a criação de mais 200 escolas de ensino médio para os
estudantes do Rio; nos fenômenos cotidianos depois de atos de
violência e agressividade quando se tiram ótimas lições para a vida
como o tiroteio de balas perdidas entre policiais e bandidos, a greve
dos professores do Estado, o engarrafamento na Avenida Brasil, a
passeata dos alunos do ensino universitário pela Avenida Rio Branco no
Centro da Cidade, o casamento matrimonial de um homem e uma mulher que
se amam, se respeitam e se valorizam um ao outro, a festa de
aniversário de 15 anos de uma jovem garota de Copacabana, a Copa do
Mundo de 2014 no Brasil e as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, a
Guerra do Iraque ou do Afeganistão, Shows musicais de cantores e
bandas de rock, eventos artísticos e esportivos de grande porte,
espetáculos de teatro e cinema, rádio e televisão dos quais participam
muitos artistas, atores e atrizes em geral, e assim por diante. Isso
mostra o realismo do “Ápeiron” e seu poder de apreensão de bons
conteúdos de existência e sua força de abstração de circunstâncias
favoráveis ao bem-estar do ser humano, sempre interferindo com o
objetivo de creditar à humanidade mais saúde mental e emocional,
física e espiritual, dentro de suas sociedades humanas e naturais e de
seus grupos e comunidades locais, regionais e globais. O Espírito do
“Ápeiron” é concreto e intervém sempre em benefício do homem e da
mulher, nas diversas situações da vida e nos seres que lhe servem de
instrumentos de bondade e de paz no seu dia a dia, como é o caso de
Jorge o Músico Violinista e de Paula a dançarina do Teatro Municipal.
Eles são ferramentas do “Ápeiron” em nossa sociedade carioca de aqui e
agora.
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Reflexos dessa Luz Eterna ou Força Providente ou Energia Poderosa a
que chamamos “Ápeiron” se encontram fortemente na vida cotidiana de
todos nós, desde os casos reais e acontecimentos atuais envolvendo
família e trabalho, rua e supermercado, rádio e televisão, computador
e internet, até situações extremas ou circunstâncias decisivas quando
precisamos encontrar uma saída para as nossas dificuldades, uma
resposta para as nossas perguntas , dúvidas e incertezas, uma solução
positiva para os nossos conflitos diários e noturnos: esse raio de luz
que nos aponta a resolução correta e imediata para dissolver as
obscuridades da nossa mente, as anomalias do nosso corpo e as
tempestades, inquietudes e instabilidades de nosso espírito, eis a
presença do “Ápeiron”, a cura perfeita de nossos males, a salvação
absoluta de nossas dores pessoais e sofrimentos sociais, a libertação
completa de nossos transtornos psicológicos e distúrbios físicos,
mentais e espirituais. Sem o “Ápeiron”, a insegurança toma conta de
nós, perdemos o equilíbrio interno e a paz interior, ficamos sem as
garantias de Alguém que intercede em nosso favor, intervém em nossa
vida para nos encher de créditos e benefícios, e interfere em nossos
afazeres domésticos e atividades de rua para nos cumular de graças e
luzes, forças e talentos, carismas e poderes, energias e criatividade,
com os quais podemos definir os melhores remédios curadores de nossa
miséria espiritual, pobreza de alma e carência corporal. O “Ápeiron” é
o Médico das consciências, o Fundamento das coisas boas que ocorrem na
nossa vida de cada dia, a Tábua de Salvação que nos socorre dos riscos
e perigos da existência, o Libertador de nossas almas, a Providência
Divina, o nosso Advogado cotidiano, o Banqueiro da Vida que carrega de
créditos e capital humano as nossas contas de todos os dias e todas as
noites. O “Ápeiron” é a Bondade em pessoa. O Amigo dos amigos. Deus e
Senhor. O Autor da Vida. O Criador.
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Quando os gregos antigos, antes de Sócrates, se referiam ao “Ápeiron”,
depois de ouvirem as tradições de outros povos, seus costumes e
lendas, valores e culturas, diziam que Ele era como uma Luz no final
de um túnel. Este é como o mundo a nossa volta, o cotidiano que nos
circula, a realidade que nos envolve, parcialmente obscura, mal
iluminada pelos faróis de nossos carros, carregada de problemas de
toda ordem, que exigem soluções muitas vezes rápidas e imediatas,
emergentes, como insistissem em continuar vivendo a vida ainda que com
as dificuldades do dia a dia e as contradições do ambiente ao nosso
lado e em torno de nós. A Certeza de que no fim da chegada desse túnel
sombrio, de lâmpadas ofuscadas e sem brilho suficiente para conduzir
bem os seus transeuntes, existe uma Luz, já garante a fé e o
entusiasmo dos automóveis, anima a sua corrida, motiva a sua
caminhada, incentiva a sua jornada até essa Luz, o Sol da nossa vida,
que nos fortalece durante o processo de chegada, nos dá a energia
necessária para andarmos até o extremo, fortifica o nosso trabalho e o
nosso movimento rumo ao objetivo final que é atravessar esse túnel
escuro, negro de claridade relativa, preto de dúvidas, transtornos no
camiinho e distúrbios na estrada. Mas estamos certos que existe uma
Luz lá no final. Essa Luz é a nossa salvação. Assim é o “Ápeiron”. A
Providência que energiza tudo e a todos. A Força que nos empurra para
a frente e para o alto. A Estrela que brilha em nosso deserto
espiritual, aquece a nossa solidão e acalora o nosso vazio
existencial, abrasa os nossos nadas reais e atuais, carregando-nos de
saúde e bem-estar, sinais de que Alguém caminha conosco, diante de
nós, fazendo-nos seguir seus reflexos de Luz a conduzir a nossa
estrada de vida. Eis o “Ápeiron”. Que na mistura dos acontecimentos ou
na confusão das idéias, na complicação dos nossos conhecimentos e
experiências, nas indefinições sentimentais e nos indeterminismos
sociais, políticos e econômicos, sempre encontra uma alternativa de
sucesso e uma opção de felicidade para nós e nossos companheiros de
realidade e parceiros de cotidiano. O “Ápeiron” é uma Luz. A Luz.
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Segundo Anaximandro de Mileto e seus adeptos e seguidores, o
“Ápeiron”, o Princípio da Vida, é constituido dos 4 elementos da
natureza(ar, fogo, terra e água), que, por sua vez, dão origem a todos
os seres e a todas as coisas que formam o universo. Nessa mistura de
elementos naturais, certamente, está o segredo desse Fundamento de
todos os fundamentos, Raiz do bem e da paz, Fonte da vida e da
existência, Base do tempo e da história, e de toda a eternidade.
Portanto, o “Ápeiron” é natural. Está inserido na natureza embora seja
o seu Autor e Criador. Por isso, seguir a natureza, suas leis e
reflexos, seus fenômenos e manifestações na realidade cotidiana, é uma
opção que nos leva de fato ao “Ápeiron”, a reconhecer a sua Presença
divina, humana e natural, real e atual, junto aos nossos problemas de
cada dia, no interior de situações que envolvem o nosso destino
espiritual e existencial, dentro das relações que estabelecemos com os
outros, a partir de que sentimos a sua Providência trazendo-nos
benefícios sem fim, créditos sem limites e favores que não se esgotam.
É a energia do “Ápeiron” operando maravilhas em nossa vida diária,
iluminando-nos diante das dificuldades e fortalecendo-nos perante os
conflitos e contrariedades de todo instante. Ele é o Espírito da Luz,
o Sol da nossa vida interior, o Farol que abre caminho a nossa frente,
levando-nos por estradas seguras e estáveis, conduzindo nossos passos
em direção da felicidade cuja fonte é a nossa liberdade, interventora
da realidade e condutora de nossos planos e metas cotidianas. Somos
livres mas também responsáveis por nossos destinos. Podemos contar com
o “Ápeiron” nessa empreitada, todavia depende de nós as boas coisas
que devem acontecer na nossa vida, da nossa opção real, da nossa
alternativa de trabalho e das nossas possibilidades de ação e de
comportamento no convívio diuturno que mantemos com as pessoas em
torno de nós. Dependemos do “Ápeiron”, porém o “Ápeiron” depende de
nós igualmente.
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A Presença e a intervenção do “Ápeiron” em suas vidas de cada dia e de toda noite, fez com que Jorge e Paula reativassem ainda mais a sua consciência da Providência Divina interferindo positivamente em seus trabalhos e afazeres cotidianos, em suas atividades na família e em seu contato com amigos e colegas de sempre. Foi o que ocorreu ontem quando o casal foi a um casamento de um outro casal de noivos na Barra da Tijuca,amigos seus. Então, participaram da missa do matrimônio e se dirigiram para a festa de comes e bebes logo em seguida ao ato religioso. Tudo ia bem, quando no meio do evento houve a necessidade de mais vinho e mais salgados, sem o que ficaria mal para o casal saber que a festa não poderia prosseguir pois faltava o essencial para satisfazer o desejo e as necessidades das pessoas convidadas. Foi quando Alguém, não se sabe quem, interferiu no desenrolar dos acontecimentos e providenciou mais uma recarga de vinho e salgados para que a festa continuasse e chegasse até o fim. Logo logo a calma voltou e a tranquilidade desceu novamente ao ambiente onde todos festejavam a conexão amorosa e sexual de mais um casal apaixonado e feliz porque Alguém tomou a iniciativa de determinar a chegada de mais bebida e comida para o desfecho feliz daquele episódio envolvendo famílias e amigos, parentes e conhecidos do casal anfitrião. Ora, Jorge e Paula observaram a mão e o braço do “Ápeiron” intercedendo em favor do casal e seus convidados, reanimando a festa, apaziguando os convidados e levando um clima de saúde e bem-estar para aquele contexto festivo de muito coleguismo, relações boas de convivência, relacionamentos saudáveis e agradáveis e intercâmbios sociais e familiares de alto nível de equilíbrio e segurança. Terminada a cerimônia, todos retornaram a suas casas felizes e tranquilos, sabendo que a Providência Divina, o “Ápeiron” realizara mais uma vez maravilhas no meio de nós. Ao final, todos louvavam e bendiziam a Deus por tal desfecho positivo, pelo sorriso e alegria das pessoas e pelo otimismo que ao final tomou conta de todos. Sim, o “Ápeiron” é maravilhoso.
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Muitos questionam há séculos por que o mal existe no mundo, por que existem pessoas ruins, violentas e agressivas, por que têm doenças, moléstias e enfermidades no meio de nós, por que às vezes as pessoas brigam, as famílias entram em conflito internamente, o trabalho não vai bem já que o patrão vive nos perseguindo o dia inteiro, os namorados entram em choque e seus romances em muitas horas não dão certo, os casais quase sempre se desentendem, os amigos discutem na rua por um motivo qualquer, o dia a dia possui dificuldades de transporte, os problemas se introduzem nos ambientes de escola e hospital, enfim, por que o mal, a maldade das pessoas, que atinge igualmente a natureza viva que respira e o universo material e espiritual que nos rodeia... Bem, eu só sei dizer que o “Ápeiron” não é o responsável por isso, porque Ele é bom e amigo das pessoas, providencia tudo para o bem de todos os que são bons e fazem o bem. Por isso mesmo, Jorge e Paula confiam no “Ápeiron”, acreditam em sua Providência humana e divina, mesmo perante os obstáculos da vida e as contradições da existência e as turbulências da realidade cotidiana, ainda que as confusões na cabeça de grupos e indivíduos sejam barreiras para as boas soluções e as ótimas respostas que nossos ambientes exigem de nós, ou as complicações morais e religiosas nos causem preconceitos éticos e superstições espirituais, nos deixando no vazio de nossas privacidades e no relativismo das duvidas e incertezas que atravessam nossos contextos de sociedade em transformação, necessitada de mudanças permanentes e novidades que façam a diferença na vida, nos levando a situações de saúde e bem-estar pessoal e coletivo. Sim, o “Ápeiron” tem uma coisa de bom: é que Ele é bom e amigo de quem é bom e amigo das pessoas, como no caso de Jorge e Paula, que se alegram nas virtudes que praticam e ficam contentes com as boas experiências de convívio que mantêm com as comunidades a que pertencem ou onde se inserem de vez em quando. Como observamos, o “Ápeiron” é o Princípio do bem, da bondade e da amizade, embora indefinido em sua natureza ou indeterminado em suas condições humanas e divinas de viver e existir. Por isso, nos instantes de deserto da nossa vida, lá está o “Ápeiron” nos ajudando a resolver nossas depressões doentias, nossas tristezas e angústias patológicas. Nos momentos de aflição e medo, pânico e desespero, outra vez o “Ápeiron” se apresenta a nós para novamente nos ajudar resolucionar essas transtornos da mente, do corpo e do espírito, e esses distúrbios de ordem material e espiritual. O “Ápeiron” não atua sozinho, Ele trabalha com quem é bom e faz o bem e é amigo das pessoas. Assim é o “Ápeiron”. Talvez por isso os gregos antigos gostavam tanto dEle.
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O caso de Paulinho, um menino das ruas de Copacabana,deixou Paula e Jorge impressionados com o modo pelo qual trabalha o “Ápeiron” na vida das pessoas. Dizia Paulinho que em sua comunidade do Borel, na Tijuca, onde ele tinha a sua família,faltava quase tudo, todavia a fé em Alguém Superior deixava-os sempre animados para a vida de cada dia, o trabalho a ser realizado, a escola quando era possível frequentar, e outras coisas mais do dia a dia de Paulinho e seus parentes, amigos e familiares. Dissera Paulinho que em meio às carências diárias e noturnas, diante das necessidades de todo instante e perante as dificuldades financeiras e psicológicas de seus familiares, a presença do “Ápeiron” os fazia caminhar para a frente e para o alto, motivados que ficavam com as maravilhas deste Alguém Supremo em suas existências cotidianas. Paulinho disse que sua mãe sempre encontrava dinheiro na rua para as suas necessidades, sempre achava uma terceira via solucionadora de seus problemas, conflitos e dificuldades de toda hora, minuto e segundo. Quando alguém estava doente, sempre se achava uma resposta que dava resolução àquele distúrbio. Esses e outros transtornos cotidianos e suas soluções e respostas originárias, surpreendentes e aparentemente milagrosas, tornavam a vida e o ambiente existencial de Paulinho e os seus mais convidativo para a fé e a crença no “Ápeiron”, razão de suas vidas e sentido de suas realidades envolvidas pela pobreza e a necessidade que tinham de buscar melhores condições de vida para todos. Paulinho disse ainda que está na rua só de passeio, mas que gosta de ficar em casa e trabalhar de vez em quando. Eis pois mais uma das manifestações do “Ápeiron” em nossas realidades cotidianas.
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O Reflexo do “Ápeiron’ na vida de uma pessoa, grupo ou indivíduos, é observado quando se percebe que tal sujeito é do bem e de paz, e portanto é orientado, guiado e conduzido pelo Espírito de Deus, o Espírito da Divina Providência, que conduz todos os seus atos, ações, atitudes e atividades em sua realidade própria e na realidade de outros, tornando possível a iniciativa em prol da amizade e da generosidade, da fraternidade e da solidariedade, o que faz com que todos os envolvidos nesse projeto de ação social trabalhem para a saúde e o bem-estar de todos e cada um. Esse momento positivo e tal instante de otimismo no ambiente das pessoas revelam a presença do “Ápeiron” conduzindo o cotidiano de homens e mulheres, fazendo a história das sociedades humanas e construindo o tempo e a eternidade de comunidades inteiras constituidoras da humanidade de todos os tempos e lugares. Tal contexto de bondade e concórdia, de alegria e de paz, no interior das pessoas e suas comunidades locais, regionais e globais, mostra e demonstra que Alguém guia tal realidade, transforma para melhor os seus conteúdos cotidianos e produz um clima de bem-estar social e político, econômico e cultural na existência de todos, o que anima o desejo de cada um por dias melhores, melhores condições de vida e trabalho, saúde e educação, para todas essas sociedades ansiosas por metamorfoses positivas e otimistas em sua vida de cada dia e de toda noite. O “Ápeiron”é essencialmente positivo e otimista, e suas respostas aos nossos questionamentos e suas soluções para as nossas interrogações obedecem sempre a esse critério de bem-estar e bem-comum para todos e cada um. O “Ápeiron” é do bem e da paz.
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Que bom que temos esperança de vida e boas razões para vivermos o dia a dia, com o otimismo de sempre, a alegria no rosto e um jeito contente de ser e de se manifestar a todos, poder sorrir para as pessoas ao nosso lado, e transmitir-lhes ótimas perspectivas de existência, garantindo-lhes o bem que devemos fazer e a paz que devemos viver, sustentando atitudes positivas e a bondade das ações, o equilíbrio dos relacionamentos e o bom-senso de sentimentos elevados e comportamentos ricos em conteúdo, de virtudes excelentes e grande qualidade de vida. Foi o que assistimos hoje no velório de um colega nosso no Cemitério do Caju. Pareciam todos tristes diante do Padre que fazia a cerimônia do enterro. Mas após aquele culto de alguns minutos, alguém do meio do povo começou a cantar uma música de vitória em homenagem aos mortos que morrem na esperança do Senhor. Aquela música alegrou e contagiou a cada um ali presente. Percebi a Força do “Ápeiron” se refletindo lá naquele instante. De repente, um movimento na capela, e todos conversavam, alguns sorriam abertamente, outros eram otimistas, mais adiante alguém publicava positividade, e então aquela sala do defunto tornou-se mais festa do que tristeza, mais alegria do que angústia, com mais atividades saudáveis e agradáveis do que ocorrências depressivas e deprimidas. A Esperança brotara. A Vida era mais forte do que a morte. O Cemitério parecia não existir. Todos estavam alegres pois aquela música e a pregação do sacerdote suscitara-lhes esperança de vida após a morte. E de que o Céu era bonito e Deus era bacana e a vida era legal. Esse momento positivo produzido pelo “Ápeiron” cauou-nos felicidade e bem-estar sabendo da possibilidade de felicidade eterna para todos os que acreditam em Deus. Era o “Ápeiron” mais uma vez presente entre nós. Bendito seja a Divina Providência agora e para sempre.
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O Manifesto do “Ápeiron” ocorre muitas vezes em situações de agressividade grupal ou individual ou em circunstâncias de violência urbana ou rural quando em meio a brigas e intrigas, discórdias e divergências, onde quase todos se machucam e se ferem sem saber direito o porquê, há um contingente de pessoas que fazem a diferença agindo contrariamente ao comum das coisas, tomando atitudes de bondade e amizade, solidariedade e fraternidade, generosidade relativa e ações geradoras de saúde coletiva e bem-estar interpessoal, revelando assim a presença da Providência Divina que atua sempre em benefício de todos e cada um, produzindo créditos e favores em forma de ajuda mútua e cooperação recíproca, onde existe a colaboração de quase todos na construção de um ambiente de bem e de paz, de amor e vida, cujos efeitos são o respeito entre as pessoas, a ordem social e pessoal, o equilíbrio das mentes e das emoções, a disciplina na vida cotidiana e a organização das atividades diárias e noturnas da maioria dos componentes das comunidades afetadas cujas sociedades procuram conviver sossegadamente diminuindo as regiões de conflito, superando os contextos de distúrbios físicos e mentais, materiais e espirituais, e renovando as ações em prol do bem-comum desta parcela local, regional e global da humanidade representada. Eis pois a presença do “Ápeiron” entre nós.
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Inseridos em um mundo globalizado como o nosso onde se misturam o bem e o mal, a saúde e a doença, a paz e a violência, o amor e o ódio, a luz e as trevas, a verdade e a mentira, eis que o “Ápeiron” se manifesta na bondade das pessoas, na construção de boas idéias e ótimos conhecimentos, na prática das virtudes, na experiência de bem-estar na sociedade, na família e no trabalho, na vivência de bons sentimentos em relação aos outros, no compromisso responsável com a geração de fraternidade e solidariedade no meio de nós, na produção de valores e princípios que bem orientam para a vida, no equilíbrio de indivíduos e no bom-senso dos cidadãos, na alegria das crianças, no bate-papo dos idosos no meio da rua, nos homens trabalhadores que sustentam suas famílias, no namoro e na paquera entre rapazes e moças, nas mulheres bonitas e elegantes que passam por nós, no comércio que funciona em nosso bairro, nos supermercados, restaurantes e shoppings da Cidade, no bom governo do Presidente da República, no bom andamento da economia de mercado, na cultura fértil de músicos e artistas, na realidade social em vias de desenvolvimento, na cura de doenças e assim por diante. O “Ápeiron” é sempre positivo e construtor de boas possibilidades. Na confusão de balas perdidas, no meio urbano e rural, lá está o “Ápeiron” articulando ações de boa vontade e ajuda às pessoas. O “Ápeiron” é o Fundamento de quem é bom e amigo de todos e cada um.
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Em meio à turbulência de campos e cidades, aos transtornos da mente, do corpo e do espírito, aos distúrbios da realidade cotidiana, à violência e agressividade das pessoas, aos conflitos de grupos e indivíduos na rua, na família e no trabalho, eis que surge o “Ápeiron” para dar soluções a problemas sem definição aparente ou apresentar respostas para as interrogações mais inquietantes do ser humano em geral, resolvendo situações de dificuldade financeira e indeterminismos sociais, aberrações éticas e políticas, e distorções na área ideológica e psicológica. Então, o “Ápeiron” aparece com favores espirituais, créditos de bondade e amizade, benefícios em forma de solidariedade e fraternidade humanas, agindo sempre de modo positivo e otimista, alegre e festivo, feliz e contente, ora colocando a liberdade como fundamento das resoluções encontradas ora atuando pela ajuda mútua entre cidadãos e seus talentos e carismas a serviço uns dos outros. O “Ápeiron” ou a Providência Divina opera sempre construindo a vida e destruindo a cultura da maldade e da morte e toda e qualquer mentalidade pregadora da divisão entre comunidades e divergência entre sociedades e discordância perante a conjuntura da humanidade. Diante do “Ápeiron” tudo é possível desde que favoreça o bem e a paz da existência humana e natural. O “Ápeiron” quer a tranquilidade da alma e a calma dos espíritos, o repouso do corpo e o descanso da mente. Ele é a paz.
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Nas coisas boas que fazemos, quando ajudamos o próximo ou algum necessitado, ao orientar uma pessoa no caminho do bem e da virtude, ao solucionarmos dificuldades alheias ou resolvermos os problemas dos outros, quando diminuimos os conflitos sociais e a violência urbana e rural, ao cultivar a paz e a harmonia entre os cidadãos da cidade, na solidariedade com os amigos, parentes e familiares, na experiência de fraternidade com comunidades, grupos e indivíduos, no bom-senso das coisas e no equilíbrio de nossas atividades, relacionamentos e atitudes, práticas e comportamentos, ao iluminarmos alguém que vivia na confusão da mente e nos distúrbios da consciência e nos transtornos da inteligência, ao inserimos otimismo e alegria na vida da família e no ambiente de rua e trabalho, ao tranquilizarmos uma situação de agressividade e falta de juizo, ao acalmarmos as pessoas na rua depois de uma briga entre transeuntes ou um choque de pontos de vista entre conhecidos, ao agirmos com respeito e responsabilidade no meio da realidade social e cotidiana, ao enfraquecermos mentalidades que cultivam a discórdia e culturas que pregam a divergência em nome da liberdade construtora de felicidade, ao fazermos uma oração pelos vivos e mortos, ao inserirmos Deus na nossa vida dando-lhe voz e vez em nossos trabalhos e convívio diário e noturno, enfim, quando o “Ápeiron” nessas horas se manifesta a nós e aos outros, então podemos acreditar que a Providência Divina zela por nós, cuida de nossos afazeres públicos e privados, tem a boa vontade de nos ajudar a levar um cotidiano melhor com mais saúde interpessoal e bem-estar social e coletivo, contribuindo assim para uma sociedade de paz e justiça e uma humanidade democrática, bem organizada, feliz e pacífica, ordeira e solidária, onde todos se sintam bem uns com os outros. Nesses instantes, observa-se as ações do “Ápeiron”. O “Ápeiron” é sempre positivo, está sempre construindo, e não destrói nada nem ninguém. Ele é bom com todos e cada um.
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Hoje, mais uma vez, observei no silêncio da madrugada a ação do “Ápeiron”. Eu estava refletindo na sala do meu apartamento quando percebi que da confusão mental em que me encontrava e da mistura de conceitos e definições em minha cabeça foi surgindo uma luz orientadora de meu cotidiano, uma força capaz de ordenar a minha consciência e uma energia vital que transformava para melhor meus complicados conhecimentos, então indefinidos e sujeitos à indeterminação das coisas. Nesse silêncio repousante, calmante para o meu corpo e tranquilizador da minha alma, consegui disciplinar as minhas idéias e organizar minhas atividades para o dia seguinte, trazendo assim paz para o meu espírito agora mais descansado. No mesmo instante, fiz uma oração de ação de graças ao “Ápeiron”, pois sabia que Ele era o responsável por essa harmonia interior que ora se instalava em mim. Nesse silêncio pacífico e ordeiro, refiz as minhas necessidades físicas, mentais e espirituais, e reordenei meus desejos de felicidade, a partir da construção mais uma vez de meu ideal de liberdade, passando então a fazer as melhores escolhas para a minha vida, as opções mais razoáveis para mais um dia de trabalho, as alternativas mais viáveis para um mundo de atitudes e relacionamentos em que mais tarde me envolveria. Senti que Alguém ordenava a minha inteligência, dissipava as trevas do meu ser, pensar e existir, iluminava o meu interior e fortalecia as minhas decisões e possibilidades mais acertadas. Sim, cresci internamente. Progredi espiritualmente. Evoluí mentalmente. Era o “àpeiron”.
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Depois de um dia inteiro de trabalho intenso e exaustivo, cheguei cansado em casa e fui direto pra cama sem falar muito direito com minha família. Deitei-me fadigado. E foi então que eu caí em uma fossa daquelas de deixar a pessoa no fundo do poço, sem praticamente chances de se recuperar e sem alternativas prováveis de superação e recuperação. Dormi profundamente. E foram muitas horas de sono intenso e extenso. Sem forças, quase não conseguia me levantar. Fez-se noite a minha vida. Não falava com ninguém. Não mais ia à rua. Faltava ao trabalho quase que constantemente. Minhas energias desapareceram. Isolei-me de tudo e de todos. Queria me animar e não conseguia. Nada me motivava interior e externamente. Não tinha incentivo para coisa alguma. Desci ao mais profundo da depressão psicológica, e meus dias então eram tristeza e angústia, aflição e desespero, pânico e medo. Não mais era aquele cara entusiasmado de sempre. Todavia, de repente, sem eu esperar, uma luz foi me animando, Alguém começava a me erguer e empurrar para a frente e para o alto, me oferecendo conselhos cotidianos, ajudando-me a subir de novo os degraus da escadaria da existência, agora impulsionado por um poder estranho e uma força esquisita que anseiavam de qualquer maneira levantar-me daquele abismo da alma e do chão do meu espírito. Sim, minhas forças se reanimaram, minhas energias subiram ao mais alto da montanha espiritual, e outra vez consegui refazer minha vida de casa e do trabalho. Consegui ir tomar um café e uma água no botequim da esquina. E assim eu outra vez de volta, novamente de pé, com mais saúde mental e bem-estar físico e espiritual. Retomei então a minha vida. Obrigado, “Ápeiron”.
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Os Gregos antigos tinham razão quando diziam que o “Ápeiron” diante da mistura dos acontecimentos cotidianos, nas fadigas e nos cansaços, no esgotamento mental e emocional, físico e espiritual, era o socorro dos necessitados, o auxílio dos pobres, o benefício na hora certa, a solução menos esperada, a resposta mais adequada, a tábua de salvação que nos garante e tranquiliza, a porta da libertação de dificuldades, problemas e conflitos internos e externos, o grito de liberdade, o instante eterno de felicidade, o momento novo e diferente que nos surpreende com a ajuda imprescindível, a situação de saúde e bem-estar que experimentamos, o bem-comum da sociedade, as circunstâncias de vida, bem e paz que invadem a nossa existência interior, a calma da alma e a tranquilidade do espírito, o repouso do corpo depois de um grande dia de trabalho, o equilíbrio de uma pessoa virtuosa, o bom-senso das coisas, o otimismo de quem está de bem com a vida e em paz com sua consciência, a alegria de viver, o sorriso aberto para a família e os amigos, o respeito e o direito, o compromisso responsável, a animação para quem está triste, abatido e deprimido, o incentivo de um colega de trabalho, a motivação para ir à rua, o entusiasmo da juventude, enfim, todas as manifestações de bondade, concórdia e convergência da Providência Divina perante as suas criaturas. O “Ápeiron” é o Fundamento de todos os fundamentos. O Senhor.
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