terça-feira, 19 de julho de 2011

O Segredo da Vida

O Segredo da Vida e
a Chave da Felicidade

Sorrir é o nosso melhor remédio
O Otimismo é a solução dos nossos problemas
A Alegria é a cura dos nossos males
O Silêncio nos dá a ordem e a paz
A Paciência é a mãe das virtudes
A Natureza é o nosso caminho de liberdade
O Movimento é a nossa estrada da felicidade
Procure superar os seus limites
Ultrapasse as suas barreiras
Transcenda os seus obstáculos
Favoreça as boas tendências
Abra-se a novas possibilidades
Renove-se interior e exteriormente
Liberte-se de seus preconceitos e superstições
Seja bom e faça o bem sempre
Viva em paz uns com os outros
Busque a luz do conhecimento da verdade
Ame a vida
Pratique o amor
Seja justo em todos os seus momentos
Abrace o direito
Respeite para ser respeitado
Seja responsável por seus atos
Ame a verdade
Deseje a liberdade
Lute por sua felicidade
Tenha sempre juizo e bom-senso
Queira a sua saúde pessoal e o bem-estar dos outros
Crie amigos
Seja sempre generoso, fraterno e solidário
Procure construir sempre e jamais destruir
Ordene a sua mente
Discipline a sua razão
Organize os seus conhecimentos
Ilumine e fortaleça os outros
Anime os tristes
Motive os desanimados
Incentive os deprimidos
Ajude a ajudar
Trabalhe com alegria
Faça bem todas as coisas
Tenha fé
Reze sempre
Acredite em Deus e confie no Senhor

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O Amor permanece

Só o amor fica

Podem chocar-se as águas com as pedras do mar junto às areias das praias, ou tremer os sinos das igrejas anunciando um novo tempo, ou se violentar os bichos das matas e os animais das florestas em busca de alimento, ou se desentender os namorados em suas paqueras de desejo louco e paixão acalorada, ou entrar em conflito os grupos e as sociedades à procura de desenvolvimento e progresso no corpo, na alma e no espírito, ou as dificuldades perseguir as famílias e os trabalhos de homens e mulheres, ou os problemas impedir a satisfação de necessidades e a realização dos anseios de indivíduos e comunidades, ou ainda as contradições do tempo e da história ser motivo para a depressão de alguns e a tristeza e agressividade de outros, ou mesmo os pássaros deixar de cantar e as rosas não mais perfumar e encantar a natureza, ou os papagaios não mais soltar os seus palavrões, ou os macacois fugir de suas bananas, ou os leões não mais reinar em suas regiões de verde ecológico, enfim, embora todos digam “não”ao bem que devem fazer e à paz que precisam viver, e a divergência e a discórdia superem a convergência de pontos de vista e a concórdia dos corações e sentimentos, ainda assim, o mais importante é o amor, só a bondade fica, e o bem construido a todo instante e a cada situação vivida com equilíbrio e otimismo. Só o amor permanece. O amor gerado através da ajuda mútua, da fraternidade universal e da solidariedade entre os povos e nações. O amor transformado em prazer e sexo, em tesão e orgasmo, cujo resultado é a felicidade do casal, o bem-estar da família, a saúde da sociedade e a continuidade da espécie humana. Sim, o amor é eterno. O amor é Deus.

sábado, 9 de julho de 2011

A Questão Gay

A Questão Gay

Apresentação

Embora eu seja heterosexual e prefira mulheres no meu relacionamento de amor e sexo percebi a necessidade como filósofo e produtor de conteúdo de esclarecer algumas coisas que têm posto em dúvida e confundido nossa relação com os Gays, indo inclusive até a loucura da violência interpessoal. Eis como interpreto a Causa Gay:

1. Chega de preconceito

No Antigo Testamento, após o dilúvio e a tempestade e o temporal de 40 dias e 40 noites que sacudiu a Terra, quando muitos morreram e outros desapareceram sem mais dar notícia, Deus olhou para a Arca da Aliança e viu Noé e sua família e sua gente e seus animais e a vida que ainda restava e insistia em viver, e sem mais nem menos fez brilhar no Céu o Arco-Íris, sinal da aliança que então se fez entre o Criador e suas criaturas. Nesse instante, o Autor da Vida abençoou o território que restava e ordenou que se fizessem novas todas as coisas. E o mundo começou a mudar para melhor, o dilúvio nunca mais se repetiu, e as pessoas puderam viver em paz umas com as outras por longos dias, meses, anos, decênios, séculos e milênios. O Senhor dos tempos inaugurou assim um momento diferente de novas alternativas de vida, de diversas possibilidades de existência e de oportunidades variadas para tudo e para todos. Eis que ora os homens gritavam: “ Viva a diferença. Viva a diversidade. Viva a pluralidade. Bendito seja o Senhor para sempre!”. E assim o Planeta Global passou a respirar vida alternativa, amor colorido, realidade diversificada, onde as diferenças deveriam ser respeitadas, os contrários bem administrados, os preconceitos superados e as superstições ultrapassadas com inteligência e transcendidas com a sabedoria de quem gosta de viver a vida optando por permitir a liberdade para si e os outros, a felicidade para todos e cada um, a saúde coletiva e individual e o bem-estar geral de todos os cidadãos e cidadãs de sociedades em que o bem-comum deve ser sempre a lei reinante no convívio de diferentes, na interatividade de contextos diversos e no compartilhamento de ambientes variados. Pois bem. É justamente deste modo que eu observo a causa gay e suas consequências sociais e morais das quais não é possível se alienar nem ignorar nem se excluir de suas forças de diversidade múltipla e de variedade de conteúdos e de sujeitos que assumem compromissos e se unem em nome de um amor cujo símbolo é precisamente o Arco-Íris. Sim, viva a diferença, porque o importante é ser feliz. Os Gays estão aí, por aqui e por ali. É uma realidade social. Chega de preconceitos! Que cada qual siga a sua consciência com a transparência de virtudes bem abraçadas e a autenticidade de uma opção de vida feita com racionalidade e cordialidade, amor e responsabilidade. Devemos respeitar as diferenças. Viva a diversidade. Viva as pessoas verdadeiras que superam as pressões da sociedade, estão acima dos conceitos e definições alheias, vivem longe de estigmas ou marcas registradas de ambientes sociais hostis às suas alternativas de vida e opções de existência. Que Deus abençoe os Gays. Também são gente. São pessoas humanas e filhos do Senhor. Têm direito de ser alguém na vida. Merecem igualmente ser felizes. Portanto, viva a diferença, salve a diversidade, parabéns para a pluralidade. O importante é ser feliz.

2. Uma realidade social

Não podemos negar de jeito nenhum que o homossexualismo sempre foi uma realidade histórica e social no seio da humanidade, desde os tempos antigos passando pela Grécia de Sócrates e Platão até chegar aos nossos dias atuais, o que significa que o casamento gay e a união homoafetiva, seu desejo de adotar crianças e demais direitos civis dessa ligação de parceiros do mesmo sexo, seja homem com homem ou mulher com mulher, assim como a homofobia, devem ser reconhecidos como problema ou solução para muitas pessoas que fazem assim a sua opção de vida individual, seguem conscientemente sua postura sexual, procuram agir em nome de uma liberdade voltada para o respeito às diferenças, o incentivo à pluralidade de grupos e comunidades e o anseio por diversidade de conteúdos e relações presentes sobretudo nas sociedades modernas no mundo inteiro globalizado pelas revoluções culturais e científicas e tecnológicas e pelas metamorfoses sociais e familiares, quando conceitos novos de família se fazem e definições de sociedade diferentes se realizam, mostrando e demonstrando para nós como a realidade é mutável, os valores de vida se transformam e os princípios orientadores da existência se alteram de acordo com as necessidades temporais dos homens e das mulheres e seus desejos por mudanças de comportamento, outras estruturas de consciência e anseios diversos por liberdade e autenticidade, modelos que são fonte de felicidade para todos e cada um. Sendo assim, não podemos ignorar a realidade gay e a aspiração dos homossexuais em seguirem o seu caminho, porque também são filhos de Deus e querem ser alguém na vida, e como dizem: “através do amor colorido, do sexo salada de frutas, do símbolo do Arco-Íris, pode-se ser feliz igualmente, desde que tal trajetória de vida corresponda aos anseios mais fundos e profundos da natureza humana diversa, plural e diferente. Os Gays são uma alternativa de vida viável.

3. Uma opção de vida

O grande problema que envolve o homossexualismo e outras minorias no interior da realidade cotidiana em todo o Globo Terrestre é quando o “estigma” faz a cabeça das pessoas, transforma para pior o conceito e a definição de Gay na mente de grupos e indivíduos não bem orientados sobre a cultura que estabelece deveres e direitos à união homoafetiva, torna essa mentalidade algo aberrante e cujo desvio psicológico e comportamental pode comprometer o bom relacionamento com gente desse tipo, muito preconceituosa e que deixa o Arco-Íris na berlinda de uma interrogação onde uns advogam a causa gay enquanto outros pregam a homofobia com unhas e dentes seguindo seus preceitos morais e suas superstições religiosas, desfigurando a identidade e a dignidade desse povo inclinado a gostar de cidadãos ou cidadãs do mesmo sexo, rebaixando sua autonomia, independência e liberdade, interdependência e interatividade, desprezando sua atitude em sociedade, ignorando sua atuação no mercado de trabalho sobretudo em profissões liberais e nas áreas política e cultural, social e financeira, artística e musical, religiosa e institucional, e excluindo sua participação em regiões ideológicas em que as barreiras psicossociais são mais fortes, a contra-cultura é elevada, o contrassenso é enorme, a falta de equilíbrio é desconcertante e o bom-senso ordena tolerância e compreensão perante os “estigmas sociais” tão graves e críticos quanto a morte cerebral e as doenças sexualmente transmissíveis – DST – o que não só decreta o absurdo desaparecimento de homens e mulheres vivos como também a sua inadimplência ética e cultural, moral e espiritual, sujeitando-os a definidos bloqueios da consciência e à determinação da sociedade sobre seu destino, origem e meio, quando o que deveria prevalecer é o fato que se deve respeitar a opção de vida de cada um, entender as diferenças interpessoais, preferenciar o direito e a responsabilidade do julgamento, colocando a situação em seu devido lugar, ou seja, cada qual deve ser responsável por seus atos, abraçá-los com coragem e determinação, segui-los com seu ponto de vista pessoal, embora o seu entorno diga o contrário, visto que sua natureza os orienta para essa condição sexual, que deve ter a reverência sensata e racional de todos. Na vida, cada pessoa faz a sua opção sexual própria, seguindo sua consciência natural, ainda que os contrários insistam em estigmatizá-la ou fazer dos preconceitos sociais, morais e religiosos a negação de sua existência contradizendo em público ou não seu direito de viver e existir em sociedade. Respeitemos a decisão de cada um. A Vida sabe o que faz.

4. Respeitar as diferenças

Com certeza, a formação cultural e a educação familiar, o repertório de conhecimentos adquiridos com o tempo, sua estrutura moral e religiosa, seu comportamento ético e sua compostura espiritual, suas relações com as pessoas e suas atitudes na família e no trabalho, seus contatos e ambientes de vida e amigos prediletos, seu ponto de vista pessoal e sua mentalidade diferenciada dos demais, seus sentimentos e romances assumidos, seus compromissos em noitadas e shows, eventos e espetáculos de música, teatro e cinema, o modelo de profissão que experimentou ao longo de sua caminhada cotidiana, seus relacionamentos íntimos com homens e mulheres, sua sexualidade praticada de qualquer maneira, os desvios de caráter e os transtornos de personalidade, traumas obtidos com o tempo e frustrações internalizadas com o decorrer da história, o fantasma dos estigmas e os preconceitos sociais, morais e religiosos, a aberração psicológica e seus conflitos ideológicos com sua consciência, valores de transgressão sexual e princípios mal alicerçados, instáveis e relativos, indefinidos e indeterminados, a carência amorosa e distúrbios de sexualidade, doenças venéreas ou DST – Doenças Sexualmente Transmissíveis – como a AIDS, enfim, toda sorte de fundamentos psicossociais quem sabe projetaram esse ser diferente, amor colorido, uma salada de frutas sexuais, que se chama Gay, o homossexual consciente de sua condição sexual cuja natureza o fez assim, ou progrediu para que se tornasse alguém diverso dos demais, uma minoria social, algo plural em sua opção de vida primordial. Por isso, devemos respeitar as diferenças humanas, naturais e sociais, entre elas os Gays, e saber conviver com elas, discernindo o que é bom nisso tudo e o que nos faz bem temporalmente. Façamos a diferença entre as coisas.

5. Seguir a consciência

A Cultura Gay e sua mentalidade homossexual é uma realidade abraçada por muitos que fazem de sua sexualidade a diferença no meio da sociedade quando constroem direitos civis e lutam por uma alternativa de vida que em seu entorno padece de grandes preconceitos, barreiras ideológicas e psicológicas e obstáculos ao conhecimento de algo que precisa ser encarado com seriedade e responsabilidade a fim de que superemos uma situação que hoje provoca polêmicas generalizadas, dissemina a violência entre grupos e comunidades e é objeto de agressividade por parte de vários indivíduos, estigmatizados por circunstâncias sociais e familiares que incentivam o proibido, cultivam a aberração de caráter e de personalidade, propagam a perseguição moral e religiosa, publicam condições de rua e de trabalho e de existência ainda duvidosas quando se referem à causa gay e seu mundo de efeitos e consequências sociais e culturais, políticas e ambientais. No entanto, urge reconhecer, admitir e ponderar com sensatez e equilíbrio que seus adeptos e seguidores quem sabe seguem a sua consciência natural ou talvez obedeçam a sua natureza padecente, que sofre os castigos de uma sociedade preconceituosa, que exige deles superação de valores tradicionais e transcendência de princípios absolutos em nome da liberdade humana e natural, base da verdadeira felicidade individual e coletiva. Desta maneira, deve-se levar em conta que os cidadãos ou cidadãs gays também têm a sua dignidade e percorrem esse caminho alternativo a partir de uma consciência diferencial e de uma liberdade plural onde a diversidade de opções deve ser uma realidade respeitada e venerada por todos e cada um. Compreendendo isso, evitaremos julgamentos antecipados, críticas sem valor algum, confusão social e complicações mentais e físicas, emocionais e psicológicas, morais e religiosas, éticas e espirituais. É preciso ser tolerante nessas horas de debate de idéias diferentes e contrárias, de duelo de preconceitos e de briga de controvérsias que muitas vezes não levam a nada e não possuem sentido algum, mas que precisam da nossa paciência virtuosa, da nossa ultrapassagem de estigmas sociais e de uma volta por cima para olhar a condição sexual gay de um modo novo, diferente, com os olhos da compreensão e com a ótica da tolerância comportamental e com a visão do respeito moral necessários nesses instantes de contradição. Fazendo isso, ignoraremos a violência e os transtornos provocados pela ignorância de ambas as partes envolvidas, o que nos levará certamente à paz interpessoal, à calma social e à tranquilidade existencial, repousando nossa cabeça no travesseiro certos de que cumprimos com a nossa obrigação ética: ser compreensivos com as diferenças, tolerar a diversidade e bater palmas para quem faz da vida plural uma opção de vida responsável que merece o respeito e a veneração de quantos partilham dessas mesmas idéias e ideais, valores e princípios. Conscientes somos mais livres, e portanto mais felizes.

6. Em busca da liberdade

O que é preciso enxergar na cultura homossexual é o que ela tem de bom e pode oferecer para nós de positivo como por exemplo a sua busca por liberdade, a sua opção de vida sexual e sua alternativa de comportamento baseada na diversidade de pontos de vista e visões novas e diferentes da realidade, e na pluralidade de sentimentos e emoções, o que nos faz olhar a vida de cada momento com os olhos otimistas pois passamos a observar a importância de se respeitar as diferenças entre grupos e indivíduos na sociedade, a partir de que urge ignorar o que de mentalidade ruim existe nessa atitude gay como os males da pedofilia, o homossexualismo corrupto, o hedonismo exacerbado, a linguagem e as normas distorcidas, as doenças venéreas como a sífilis, a hepatite B, a gonorréia e sobretudo a AIDS, nos levando a olhar o mundo da sexualidade com a ótica de Deus onde o que é bom e do bem deve ser preservado, e o que é mau e do mal, e ruim, rejeitado, ignorado e excluido da nossa vida de todo instante. Assim, constatamos socialmente um amor gay sim, porque a realidade nos mostra isso, mas que seja vivido, praticado e experimentado segundo as coisas boas da vida e que nos façam bem, assumindo com ele compromissos de respeito, seriedade e responsabilidade, convivendo portanto com a variedade de condições sexuais que devem fazer algo de positivo em nossa cabeça, agora tendo de encarar uma realidade transformadora e globalizada, onde os apelos das sociedades modernas se fazem ouvir, e seus gritos de dignidade e respeito, compreensão e tolerância precisam ser escutados por todos e cada um. Nesse sentido, precisamos visualizar no homossexualismo o que tem de positivo e bom, e rejeitar radicalmente o que é contrário à natureza e à consciência, aos bons valores da família e aos princípios de uma sociedade onde a ordem comum deve ser venerada, a disciplina de ações reverenciada e a organização de trabalhos e instituições respeitada em suas raízes desde o “Contrato Social” de Rousseau até os nossos dias atuais.

7. A Transparência é tudo

Aprecio no repertório do Arco-Íris, na cultura gay e no comportamento homossexual a sua sinceridade de vida, a sua honestidade no trabalho e na família, a sua autenticidade ética, espiritual e existencial, a sua bondade de ações, o seu desejo de ajudar as pessoas, a sua procura por solidariedade no contexto social, seu anseio por amor e paz entre comunidades muitas vezes discordantes e divergentes, sua função conciliadora resolvendo problemas e solucionando dificuldades, sua disponibilidade em construir a sua volta alternativas de vida razoável, sensata e equilibrada, criar oportunidades para todos, gerar possibilidades de trabalho e emprego, arte e música, teatro e cinema, enfim, sua aspiração por coisas boas e que fazem bem à sociedade como um todo. Gosto de sua transparência virtuosa, na consciência e na experiência cotidiana. Admiro seu convívio consigo mesmo quando sabendo das condições que a natureza lhe impôs resolve assumir a verdade da sua vida interior e realidade externa passando a viver e existir autenticamente segundo a ordem de sua natureza humana e em obediência a uma consciência que se acostumou com as aberrações morais e sociais de seu meio, os preconceitos da sociedade e os estigmas de um mundo “correto” que lhe carrega de turbulências variadas que afetam seu lado físico e mental, psicológico e espiritual. Seu universo é a realidade de uma minoria praticamente ignorada por esse ambiente hostil de uma realidade de vida onde predominam a religião que destrói, a cultura moderna e tradicional que despreza e uma mentalidade real e atual em que não imperam os valores da diversidade e os princípios da pluralidade. Não devemos esquecer que os gays ainda que nos incomodem ou atrapalhem socialmente também são filhos de Deus e têm portanto uma dignidade que deve ser respeitada por todos e cada um.

8. Ponto de vista pessoal

O que mais dói na vida de um sujeito que vive em sociedade é o peso da rejeição de seu meio, o fato de ser excluido da roda de amigos ou de ser ignorado pelo ambiente de família, rua e trabalho. Talvez por causa disso o cidadão ou cidadã gay prefira seguir a sua realidade pessoal, caminhar segundo seu ponto de vista próprio, optar pelo isolamento e a solidão ainda que mantenha contato com seu pequeno círculo de conhecidos, sabendo todavia que o estigma existe, o preconceito está presente, e é realmente empurrado para fora de seu contexto de vivências e experiências sociais, culturais e ambientais. Igualmente no mercado de trabalho sofre retaliações de seus colegas e é mantido distante de seu grupo de eventos, de shows musicais ou espetáculos de cinema, teatro e televisão. Quando participa de um ambiente de trabalho ou de uma reunião da empresa ou da assembléia do sindicato da categoria a que pertence, sempre é visto com outros olhos, observado sob a ótica do desprezo e do escárnio, não lembrado nas festas e aniversários, expulso de seu convívio familiar, sob a alegação de que “você é diferente”. Desde então, o homossexual escolhe viver a sua vida pessoal, isolar-se da sociedade, seguir experimentando o risco de ser rejeitado, padecendo a agonia de ser excluido, sofrendo com a ignorância de quase todos, só lhe restando a simpatia de quem é esclarecido mentalmente, tem a lucidez da consciência, o bom-senso das coisas, o equilíbrio de quem é bom e faz o bem e o juizo das pessoas compreensivas e tolerantes. Pois agora vive assim a sua realidade cotidiana. Prossegue a vida sob o risco da rejeição, o peso da ignorância da sociedade e a oneração de quem é excluido no corpo e na mente, nas idéias e nos ideais, nos princípios e valores que para si é o mais certo e correto de se viver. Porém como é minoria prevalece a ignorância da maioria. Resta-lhe o silêncio daqueles que o compreendem e toleram seus limites, seus estigmas, preconceitos, traumas e frustrações. Sua alternativa desde agora é viver a sua própria vida longe dos que não o aceitam. Até que Deus conscientize a sociedade de que ele também é gente, uma pessoa humana, filho desse mesmo Deus e Senhor da Vida que lhe deu dignidade de criatura amada, respeitada e valorizada pelo Criador, o Autor da Vida.

9. O importante é ser feliz

“O que importa é o que eu penso, e não o que os outros pensam de mim. O que vale é o meu ponto de vista pessoal, e não a opinião alheia. Podem me xingar, colocar defeitos em mim, que eu não vou mudar. A Natureza me fez assim. E por isso eu acho que Deus me aceita e gosta de mim. Se é natural, então é de Deus”, eis o pensamento dos homossexuais, que acreditam que sua condição sexual é vontade de Deus, é não só humana como também divina. Tendo em vista esse princípio gay, dizem eles: “O importante não é as palavras ou os discursos ou os preconceitos da sociedade. Quero ser feliz como todo mundo tem direito de ser feliz. Buscando essa alternativa de vida, posso encontrar a felicidade”. E ainda sugerem: “Sei que Deus quer a minha felicidade. Também sou filho de Deus. E minha dignidade consiste nisso: que eu sou de Deus”.

10. Ser alguém na vida

ONGs, Órgãos federais, estaduais e municipais dos Governos Nacionais e Internacionais, Federações artísticas e esportivas, Instituições Globais como a ONU, a UNESCO, a OMC, a FIFA, o COI, o FMI e outros, têm advogado a causa dos que sofrem com a violência das sociedades e a agressividade dos seus meios familiares e de trabalho e de rua, como é o caso dos Gays. Um exemplo de homofobia que constrangeu a todos os brasileiros aconteceu em Brasília, capital federal, quando 3 homossexuais abordaram em um ponto de ônibus do Distrito Federal alguns jovens que conversavam sobre seus problemas particulares. Ora, os jovens não gostaram da abordagem dos Gays e partiram para a briga e a perseguição deles até o desfecho fatal onde um desses cidadãos transsexuais recebeu uns golpes de facada que deram origem a sua morte quando chegara ao hospital. Ocorrências como essa revelam o estado de homofobia que contamina a muitos, contagia a quase todos e decepciona os mais esclarecidos e que têm por opção defender a vida e a dignidade das pessoas, ainda que sejam Gays, lutando pelos direitos humanos de todos os grupos e minorias das classes e categorias sociais tendo em vista sua cultura da vida, pela vida e para a vida, sua mentalidade de não violência, quando então pregam o bom convívio humano, a paz interpessoal, a concordância das diferenças e a convergência das diversidades, fazendo interagir os contrários para que enfim reine a tranquilidade das consciências, vença a liberdade de cada um e se acalmem as contradições aparentes e as adversidades aberrantes. Constroem assim a desconstrução do mal e seus efeitos negativos e suas consequências pessimistas para os ambientes onde convivem famílias de respeito, trabalhadores sinceros e cidadãos e cidadãs honestos. Igualmente também os Gays merecem a nossa tolerância e compreensão, entendendo que são criaturas de Deus e por isso têm uma dignidade própria mesmo que os preconceitos se façam barreiras para a nossa racionalidade tradicionalista ou obstáculos para a nossa inteligência conservadora, absolutista, tirana e ditatorial. Que impere entre nós o respeito pela pluralidade e a alternativa de cada um e a boa educação para com todos os “diferentes” mas que são iguais a nós como filhos e filhas do Criador. Deste modo, é nossa obrigação buscar a paz social, o bem-comum das comunidades e o bem-estar de todas as pessoas. Que nesse processo de geração de dignidade comum a todos Deus seja louvado, os homens se tolerem uns aos outros e as mulheres continuem a amar os seus parceiros de cama e companheiros de caminhada. Deus, o Autor da Vida, compreende a gente.

11. A Condição Sexual

Na Bíblia Sagrada, em seu primeiro livro, o Gênesis, quando Deus criou Adão, esperou ele dormir, e de sua costela fez a mulher, dizendo: “Não é bom que o homem esteja só.” Tudo bem até aqui. Todavia, o companheiro de Adão não poderia ser um outro homem ? Certo. Deus fez a mulher. Porém, o parceiro de Adão não poderia também ser um diferente macho ? A Possibilidade existe. Isso indica que o homossexualismo não é tão mau assim. Aliás, desde a Antiguidade, dos egípcios, fenícios e mesopotâmeos, até o tempo da Grécia e de Roma no Ocidente, os homossexuais sempre estiverem presentes como até hoje. Era algo normal e mesmo natural. Fazia parte dessas sociedades a prática do amor e união gay, a ligação entre homem e homem, mulher e mulher. Não era esquisita essa experiência nem estranhos os condicionados assim sexualmente. Diziam que era parte da natureza. Talvez vontade de Deus. Quem sabe tendências do corpo e organismo humanos. O Fato é que a tradição familiar e social dessas culturas diversas e diferentes mentalidades acolhia e consentia essa atividade e comportamento, tornando-se, como acontece atualmente, profissões do sexo, este comercializado como uma mercadoria qualquer. Sim, o sexo estava na moda e no mercado. Conviviam então homo, bi e heterossexuais. Cada qual exercia a sua função nas sociedades vigentes. Tal prática manifestava o ponto de vista individual, a opção de vida de cada um e a convivência de pessoas, grupos e sociedades alternativas. Deste modo, até os dias modernos, ações como essas têm se desenvolvido socialmente, refletindo que a natureza é feita de diferenças e a vida de diversidades e o universo de pluralidades. O que se busca portanto aqui e agora é que a paz reine em todos os corações, se acabe com a violência entre indivíduos e coletividades, se ignore os preconceitos, e saibamos conviver bem com os aparentes contrários, paradoxos que revelam a consciência de cada um de nós.

12. A Diversidade de Alternativas

A Desconstrução de preconceitos e estigmas sociais, a quebra de tabus e de padrões de estabilidade e a queda de modelos de autoridade competente, vem transformando para melhor a nossa realidade cotidiana, onde agora a guerra dos sexos é uma constância real, as opções de sexualidade se reverenciam umas às outras, tem início um maior respeito pelas diferenças de todos e cada um, de grupos e indivíduos, de comunidades e sociedades locais, regionais e globais. Parece que Deus desceu junto a nós para nos ensinar a compreensão recíproca de pontos de vista variados e fazer-nos tolerantes uns com os outros. Nesse espaço real e atual, há oportunidade para todos, todos se fazem presentes com suas identidades sexuais, suas visões de mundo carregadas de bons repertórios de sentimentos e conhecimentos, em que os saberes se trocam, os poderes geram intercâmbios culturais e o fazer, o ser e o ter possuem chances de produzir suas esferas de ação, colocar em comum seus pensamentos plurais, por à disposição suas escolhas, tendências e preferências nos campos da política e da economia, da cultura e da sociedade. Crescem todos com esse respeito mútuo. Desenvolvem-se responsabilidades e compromissos, direitos e deveres, lutas e obrigações que ao final serão em benefício de todos e cada um. Estamos evoluindo. Progredimos assim na consciência e seus valores, normas e princípios libertadores de nossas condições escravas e prisioneiras que muitas vezes o cotidiano nos apresenta. Sim, começamos a abrir nossas mentes para presentes e futuras liberdades. Estamos renovando nossos conteúdos de interpretação dos acontecimentos. E assim nos libertando de traumas antigos e frustrações de outrora, responsáveis por nossa paralisia temporal e fechamento na história. Aqui e agora, uma nova consciência se constrói. Estamos mais livres.

13. Pluralidade de Princípios

Os integrantes que constituem a diversidade sexual sejam eles homo, bi ou héteros têm em comum o seguimento de certos valores e o abarcamento de definidos princípios de vida e de moralidade identificados com o espírito de grupo, os direitos civis, a liberdade de expressão e de escolha, a busca da felicidade, o respeito entre si, a responsabilidade mútua, a interatividade de ações e atitudes, o compartilhamento de idéias e saberes, sentimentos e pontos de vista, experiências e visões novas e diferentes da realidade, a privacidade e a individualidade, a consciência moral e a transparência ética, o trabalho profissional e a constituição de uma família, o cultivo de conhecimentos de qualidade e o desempenho de sua própria sexualidade, a solidariedade e a fraternidade, a justiça social e a cultura ambiental, o esforço por uma vida de dignidade, o empenho pelo progresso físico e mental, material e espiritual, a evolução da consciência em si, de si e para si, a oportunidade de emprego e salário digno e condições de trabalho justas e elevadas, deveres e obrigações recíprocas, compromissos e responsabilidades comuns, enfim, toda uma sorte de possibilidades que caracterizam suas raizes sociais, seus paradigmas ideológicos e psicológicos, suas teorias e práticas políticas e partidárias ou não, seu repertório cultural e todo seu conjunto de normas existenciais e espirituais. Como se vê, a diversidade sexual é um universo de imensas e gigantescas possibilidades, de inúmeras alternativas de aprendizagem e de grandes oportunidades de investimentos e negócios. Seu intercâmbio de culturas diversas e mentalidades diferentes torna possível a construção de sociedades felizes a partir da produção de suas liberdades e opções de vida e trabalho próprias. Nesse mundo de pluralidades, impera a unidade dentro da diversidade. Somos um embora diversos.

14. O Convívio dos Opostos

Virtudes como o respeito, a paciência, o bom-senso, a tolerância, o equilíbrio, a compreensão, o bom juizo, o entendimento, o otimismo, a alegria e o sorriso devem ser levadas em conta quando se procura manter o bom convívio sexual e social entre as diversas categorias de sexualidade sejam homos, bi ou héteros, favorecendo assim a diversidade de valores e a variedade de princípios com que se procura se relacionar bem uns com os outros, convivendo em paz e com tranquilidade de alma e calma de corpo e de espírito, fazendo reinar entre todos e cada um a cultura da vida plural e a mentalidade sem violência e turbulência interpessoal, sem preconceitos e estigmas excluidores, sem agressividade e maldade, quando então haverá de imperar a lei natural segundo a qual Deus nos fez homem e mulher ainda que o homossexualismo como os casais bi sejam uma possibilidade em termos de natureza humana alicerçada em normas, conceitos e idéias que afirmam o respeito às diferenças, a diversidade sexual e a pluralidade da sexualidade cuja opção é dada a cada um sujeitos à condição natural de seu organismo físico que é justificada por ideais, ideologias e culturas que admitam essa viabilidade que a natureza nos impõe. De fato, devemos nos entender uns com os outros, seguindo cada qual a voz da sua natureza e fazendo a opção sexual fundamental que mais lhe agrada e interessa, sem o que permanecerão o choque de alternativas diferentes e contrárias, o duelo de opções diversas e adversas, o que é um mal para a sociedade que luta pelo fim desse debate sanguinário, turbulento, de agressões mútuas e violência generalizada. Vivemos hoje no século XXI e já é hora de parar com essas tendências negativas e possibilidades pessimistas tornando possível a saúde intercambial de comunidades variadas, de grupos e indivíduos bem intencionados e o bem-estar de toda a coletividade ansiosa pelo fim das intrigas, debates e transtornos geradores de distúrbios sociais, existenciais, espirituais e ambientais. Que cada qual ponha sua cabeça no lugar e então reine a paz entre as pessoas e impere entre nós a fraternidade mútua e a solidariedade recíproca. Chegou o momento do respeito à diversidade sexual e da reverência aos pontosde vista de cada um e seus efeitos comportamentais identificados com o bom convívio humano, real, familiar e social. Que as opções diversas se respeitem umas às outras. É vontadede Deus que isso aconteça. E é o desejo de todos os humanos e terrestres. Viva a diferença!

Conclusão

Ainda prefiro as mulheres. Continuo tolerante e compreensivo com relação aos gays. Respeito as diferenças. Contudo, minha opção sexual é a de ser hetero, heterossexual. Gosto de mulher. E só de mulher. Acho que Deus desde o princípio fez o homem e a mulher. Essa é a lei natural. Lei eterna. Desde sempre e para sempre o Senhor nos fez macho e fêmea. Em outras palavras, pau no canal, ferro no buraco e bengala na caverna. Tal é o Direito de Deus. A Lei maior e melhor. A Ordem da Natureza. O contrário disto joga fora na lata do lixo. Essa é a minha postura pessoal diante da questão homossexual. Ainda prefiro as mulheres.

terça-feira, 5 de julho de 2011

A Justiça entre nós

Intervenções Judiciais
Interferências Jurídicas

A Teoria Jurídica à luz da jurisprudência constitucional deve iluminar e fortalecer as decisões do Tribunal e as Sentenças dos Juizes, oferecer-lhes a possibilidade ou as condições necessárias para a solução de conflitos, a resposta adequada para a resolução de controvérsias sociais e políticas, ou que envolva qualquer ambiência da sociedade desde as crianças, jovens e adultos até questões de ordem financeira e cultural, sempre portanto resolvendo da melhor maneira possível os choques entre cidadãos ou empresas e instituições que à primeira vista não obtêm uma conciliação alternativa para os casos comuns que se apresentam às instituições e demais autoridades da Justiça. De fato, o Direito deve ser a luz e a força da Justiça. Esta capaz de intervir com lucidez e sobriedade, consciência e equilíbrio, bom-senso e sensatez a fim de esclarecer as perguntas envolvidas, definir comportamentos saudáveis e determinar a regra fundamental solucionadora dos conflitos existentes, dos duelos manifestados e das intrigas colocadas à frente da sociedade e da opinião pública. Desde então, juizes e desembargadores têm a missão de advogar em favor do bem e do direito, da paz e da tranquilidade, da concórdia e da convergência, diminuindo as instabilidades em jogo, destruindo as dúvidas e incertezas pertinentes e oferecendo a luz conciliadora ou solucionadora das partes em debate, ignorando a violência e a agressividade possíveis nessa hora de contradições aparentes e essenciais. A partir de agora, o Direito ilumina e a Justiça intervém para que a saúde individual e coletiva seja restabelecida, a paz social seja reintegrada e o equilíbrio das partes resolva mais um episódio de discórdias relativas ou de divergências absolutas. Então, o juiz se torna a chave da resposta positiva e o segredo da solução sensata, intervindo para definir a boa conduta nessa hora e determinando a sensatez das inteligências nesse instante de discordâncias reais e de divergências concretas. Sua posição lúcida e consciente, equilibrada e clara, deve ser acompanhada pela legislação em vigor, as regras éticas e espirituais que possibilitam sua conduta, a formação familiar recebida, o repertório cultural adquirido até aqui, os princípios e valores do Direito, o comportamento jurisprudencial das instituições a que pertence, o bom-senso das coisas e a mentalidade de bem e de paz que deve governar sua racionalidade. Nesse momento de decisão, a sentença deve seguir a sensatez, conciliar-se com a opinião pública e ter a aprovação da sociedade. A Soberania da Justiça caminha com a hegemonia da sociedade. Os dois têm que se entender e apresentar o melhor remédio para a cura desses males sociais, diversos e adversos, diferentes e contrários. Se a Justiça erra, a sociedade deve cobrar. Se a sociedade falha, então a Justiça deve apresentar o melhor caminho.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A Questão Gay

A Questão Gay

Apresentação

Embora eu seja heterosexual e prefira mulheres no meu relacionamento de amor e sexo percebi a necessidade como filósofo e produtor de conteúdo de esclarecer algumas coisas que têm posto em dúvida e confundido nossa relação com os Gays, indo inclusive até a loucura da violência interpessoal. Eis como interpreto a Causa Gay:

1. Chega de preconceito

No Antigo Testamento, após o dilúvio e a tempestade e o temporal de 40 dias e 40 noites que sacudiu a Terra, quando muitos morreram e outros desapareceram sem mais dar notícia, Deus olhou para a Arca da Aliança e viu Noé e sua família e sua gente e seus animais e a vida que ainda restava e insistia em viver, e sem mais nem menos fez brilhar no Céu o Arco-Íris, sinal da aliança que então se fez entre o Criador e suas criaturas. Nesse instante, o Autor da Vida abençoou o território que restava e ordenou que se fizessem novas todas as coisas. E o mundo começou a mudar para melhor, o dilúvio nunca mais se repetiu, e as pessoas puderam viver em paz umas com as outras por longos dias, meses, anos, decênios, séculos e milênios. O Senhor dos tempos inaugurou assim um momento diferente de novas alternativas de vida, de diversas possibilidades de existência e de oportunidades variadas para tudo e para todos. Eis que ora os homens gritavam: “ Viva a diferença. Viva a diversidade. Viva a pluralidade. Bendito seja o Senhor para sempre!”. E assim o Planeta Global passou a respirar vida alternativa, amor colorido, realidade diversificada, onde as diferenças deveriam ser respeitadas, os contrários bem administrados, os preconceitos superados e as superstições ultrapassadas com inteligência e transcendidas com a sabedoria de quem gosta de viver a vida optando por permitir a liberdade para si e os outros, a felicidade para todos e cada um, a saúde coletiva e individual e o bem-estar geral de todos os cidadãos e cidadãs de sociedades em que o bem-comum deve ser sempre a lei reinante no convívio de diferentes, na interatividade de contextos diversos e no compartilhamento de ambientes variados. Pois bem. É justamente deste modo que eu observo a causa gay e suas consequências sociais e morais das quais não é possível se alienar nem ignorar nem se excluir de suas forças de diversidade múltipla e de variedade de conteúdos e de sujeitos que assumem compromissos e se unem em nome de um amor cujo símbolo é precisamente o Arco-Íris. Sim, viva a diferença, porque o importante é ser feliz. Os Gays estão aí, por aqui e por ali. É uma realidade social. Chega de preconceitos! Que cada qual siga a sua consciência com a transparência de virtudes bem abraçadas e a autenticidade de uma opção de vida feita com racionalidade e cordialidade, amor e responsabilidade. Devemos respeitar as diferenças. Viva a diversidade. Viva as pessoas verdadeiras que superam as pressões da sociedade, estão acima dos conceitos e definições alheias, vivem longe de estigmas ou marcas registradas de ambientes sociais hostis às suas alternativas de vida e opções de existência. Que Deus abençoe os Gays. Também são gente. São pessoas humanas e filhos do Senhor. Têm direito de ser alguém na vida. Merecem igualmente ser felizes. Portanto, viva a diferença, salve a diversidade, parabéns para a pluralidade. O importante é ser feliz.

2. Uma realidade social

Não podemos negar de jeito nenhum que o homossexualismo sempre foi uma realidade histórica e social no seio da humanidade, desde os tempos antigos passando pela Grécia de Sócrates e Platão até chegar aos nossos dias atuais, o que significa que o casamento gay e a união homoafetiva, seu desejo de adotar crianças e demais direitos civis dessa ligação de parceiros do mesmo sexo, seja homem com homem ou mulher com mulher, assim como a homofobia, devem ser reconhecidos como problema ou solução para muitas pessoas que fazem assim a sua opção de vida individual, seguem conscientemente sua postura sexual, procuram agir em nome de uma liberdade voltada para o respeito às diferenças, o incentivo à pluralidade de grupos e comunidades e o anseio por diversidade de conteúdos e relações presentes sobretudo nas sociedades modernas no mundo inteiro globalizado pelas revoluções culturais e científicas e tecnológicas e pelas metamorfoses sociais e familiares, quando conceitos novos de família se fazem e definições de sociedade diferentes se realizam, mostrando e demonstrando para nós como a realidade é mutável, os valores de vida se transformam e os princípios orientadores da existência se alteram de acordo com as necessidades temporais dos homens e das mulheres e seus desejos por mudanças de comportamento, outras estruturas de consciência e anseios diversos por liberdade e autenticidade, modelos que são fonte de felicidade para todos e cada um. Sendo assim, não podemos ignorar a realidade gay e a aspiração dos homossexuais em seguirem o seu caminho, porque também são filhos de Deus e querem ser alguém na vida, e como dizem: “através do amor colorido, do sexo salada de frutas, do símbolo do Arco-Íris, pode-se ser feliz igualmente, desde que tal trajetória de vida corresponda aos anseios mais fundos e profundos da natureza humana diversa, plural e diferente. Os Gays são uma alternativa de vida viável.

3. Uma opção de vida

O grande problema que envolve o homossexualismo e outras minorias no interior da realidade cotidiana em todo o Globo Terrestre é quando o “estigma” faz a cabeça das pessoas, transforma para pior o conceito e a definição de Gay na mente de grupos e indivíduos não bem orientados sobre a cultura que estabelece deveres e direitos à união homoafetiva, torna essa mentalidade algo aberrante e cujo desvio psicológico e comportamental pode comprometer o bom relacionamento com gente desse tipo, muito preconceituosa e que deixa o Arco-Íris na berlinda de uma interrogação onde uns advogam a causa gay enquanto outros pregam a homofobia com unhas e dentes seguindo seus preceitos morais e suas superstições religiosas, desfigurando a identidade e a dignidade desse povo inclinado a gostar de cidadãos ou cidadãs do mesmo sexo, rebaixando sua autonomia, independência e liberdade, interdependência e interatividade, desprezando sua atitude em sociedade, ignorando sua atuação no mercado de trabalho sobretudo em profissões liberais e nas áreas política e cultural, social e financeira, artística e musical, religiosa e institucional, e excluindo sua participação em regiões ideológicas em que as barreiras psicossociais são mais fortes, a contra-cultura é elevada, o contrassenso é enorme, a falta de equilíbrio é desconcertante e o bom-senso ordena tolerância e compreensão perante os “estigmas sociais” tão graves e críticos quanto a morte cerebral e as doenças sexualmente transmissíveis – DST – o que não só decreta o absurdo desaparecimento de homens e mulheres vivos como também a sua inadimplência ética e cultural, moral e espiritual, sujeitando-os a definidos bloqueios da consciência e à determinação da sociedade sobre seu destino, origem e meio, quando o que deveria prevalecer é o fato que se deve respeitar a opção de vida de cada um, entender as diferenças interpessoais, preferenciar o direito e a responsabilidade do julgamento, colocando a situação em seu devido lugar, ou seja, cada qual deve ser responsável por seus atos, abraçá-los com coragem e determinação, segui-los com seu ponto de vista pessoal, embora o seu entorno diga o contrário, visto que sua natureza os orienta para essa condição sexual, que deve ter a reverência sensata e racional de todos. Na vida, cada pessoa faz a sua opção sexual própria, seguindo sua consciência natural, ainda que os contrários insistam em estigmatizá-la ou fazer dos preconceitos sociais, morais e religiosos a negação de sua existência contradizendo em público ou não seu direito de viver e existir em sociedade. Respeitemos a decisão de cada um. A Vida sabe o que faz.

4. Respeitar as diferenças

Com certeza, a formação cultural e a educação familiar, o repertório de conhecimentos adquiridos com o tempo, sua estrutura moral e religiosa, seu comportamento ético e sua compostura espiritual, suas relações com as pessoas e suas atitudes na família e no trabalho, seus contatos e ambientes de vida e amigos prediletos, seu ponto de vista pessoal e sua mentalidade diferenciada dos demais, seus sentimentos e romances assumidos, seus compromissos em noitadas e shows, eventos e espetáculos de música, teatro e cinema, o modelo de profissão que experimentou ao longo de sua caminhada cotidiana, seus relacionamentos íntimos com homens e mulheres, sua sexualidade praticada de qualquer maneira, os desvios de caráter e os transtornos de personalidade, traumas obtidos com o tempo e frustrações internalizadas com o decorrer da história, o fantasma dos estigmas e os preconceitos sociais, morais e religiosos, a aberração psicológica e seus conflitos ideológicos com sua consciência, valores de transgressão sexual e princípios mal alicerçados, instáveis e relativos, indefinidos e indeterminados, a carência amorosa e distúrbios de sexualidade, doenças venéreas ou DST – Doenças Sexualmente Transmissíveis – como a AIDS, enfim, toda sorte de fundamentos psicossociais quem sabe projetaram esse ser diferente, amor colorido, uma salada de frutas sexuais, que se chama Gay, o homossexual consciente de sua condição sexual cuja natureza o fez assim, ou progrediu para que se tornasse alguém diverso dos demais, uma minoria social, algo plural em sua opção de vida primordial. Por isso, devemos respeitar as diferenças humanas, naturais e sociais, entre elas os Gays, e saber conviver com elas, discernindo o que é bom nisso tudo e o que nos faz bem temporalmente. Façamos a diferença entre as coisas.

5. Seguir a consciência

A Cultura Gay e sua mentalidade homossexual é uma realidade abraçada por muitos que fazem de sua sexualidade a diferença no meio da sociedade quando constroem direitos civis e lutam por uma alternativa de vida que em seu entorno padece de grandes preconceitos, barreiras ideológicas e psicológicas e obstáculos ao conhecimento de algo que precisa ser encarado com seriedade e responsabilidade a fim de que superemos uma situação que hoje provoca polêmicas generalizadas, dissemina a violência entre grupos e comunidades e é objeto de agressividade por parte de vários indivíduos, estigmatizados por circunstâncias sociais e familiares que incentivam o proibido, cultivam a aberração de caráter e de personalidade, propagam a perseguição moral e religiosa, publicam condições de rua e de trabalho e de existência ainda duvidosas quando se referem à causa gay e seu mundo de efeitos e consequências sociais e culturais, políticas e ambientais. No entanto, urge reconhecer, admitir e ponderar com sensatez e equilíbrio que seus adeptos e seguidores quem sabe seguem a sua consciência natural ou talvez obedeçam a sua natureza padecente, que sofre os castigos de uma sociedade preconceituosa, que exige deles superação de valores tradicionais e transcendência de princípios absolutos em nome da liberdade humana e natural, base da verdadeira felicidade individual e coletiva. Desta maneira, deve-se levar em conta que os cidadãos ou cidadãs gays também têm a sua dignidade e percorrem esse caminho alternativo a partir de uma consciência diferencial e de uma liberdade plural onde a diversidade de opções deve ser uma realidade respeitada e venerada por todos e cada um. Compreendendo isso, evitaremos julgamentos antecipados, críticas sem valor algum, confusão social e complicações mentais e físicas, emocionais e psicológicas, morais e religiosas, éticas e espirituais. É preciso ser tolerante nessas horas de debate de idéias diferentes e contrárias, de duelo de preconceitos e de briga de controvérsias que muitas vezes não levam a nada e não possuem sentido algum, mas que precisam da nossa paciência virtuosa, da nossa ultrapassagem de estigmas sociais e de uma volta por cima para olhar a condição sexual gay de um modo novo, diferente, com os olhos da compreensão e com a ótica da tolerância comportamental e com a visão do respeito moral necessários nesses instantes de contradição. Fazendo isso, ignoraremos a violência e os transtornos provocados pela ignorância de ambas as partes envolvidas, o que nos levará certamente à paz interpessoal, à calma social e à tranquilidade existencial, repousando nossa cabeça no travesseiro certos de que cumprimos com a nossa obrigação ética: ser compreensivos com as diferenças, tolerar a diversidade e bater palmas para quem faz da vida plural uma opção de vida responsável que merece o respeito e a veneração de quantos partilham dessas mesmas idéias e ideais, valores e princípios. Conscientes somos mais livres, e portanto mais felizes.

6. Em busca da liberdade

O que é preciso enxergar na cultura homossexual é o que ela tem de bom e pode oferecer para nós de positivo como por exemplo a sua busca por liberdade, a sua opção de vida sexual e sua alternativa de comportamento baseada na diversidade de pontos de vista e visões novas e diferentes da realidade, e na pluralidade de sentimentos e emoções, o que nos faz olhar a vida de cada momento com os olhos otimistas pois passamos a observar a importância de se respeitar as diferenças entre grupos e indivíduos na sociedade, a partir de que urge ignorar o que de mentalidade ruim existe nessa atitude gay como os males da pedofilia, o homossexualismo corrupto, o hedonismo exacerbado, a linguagem e as normas distorcidas, as doenças venéreas como a sífilis, a hepatite B, a gonorréia e sobretudo a AIDS, nos levando a olhar o mundo da sexualidade com a ótica de Deus onde o que é bom e do bem deve ser preservado, e o que é mau e do mal, e ruim, rejeitado, ignorado e excluido da nossa vida de todo instante. Assim, constatamos socialmente um amor gay sim, porque a realidade nos mostra isso, mas que seja vivido, praticado e experimentado segundo as coisas boas da vida e que nos façam bem, assumindo com ele compromissos de respeito, seriedade e responsabilidade, convivendo portanto com a variedade de condições sexuais que devem fazer algo de positivo em nossa cabeça, agora tendo de encarar uma realidade transformadora e globalizada, onde os apelos das sociedades modernas se fazem ouvir, e seus gritos de dignidade e respeito, compreensão e tolerância precisam ser escutados por todos e cada um. Nesse sentido, precisamos visualizar no homossexualismo o que tem de positivo e bom, e rejeitar radicalmente o que é contrário à natureza e à consciência, aos bons valores da família e aos princípios de uma sociedade onde a ordem comum deve ser venerada, a disciplina de ações reverenciada e a organização de trabalhos e instituições respeitada em suas raízes desde o “Contrato Social” de Rousseau até os nossos dias atuais.

7. A Transparência é tudo

Aprecio no repertório do Arco-Íris, na cultura gay e no comportamento homossexual a sua sinceridade de vida, a sua honestidade no trabalho e na família, a sua autenticidade ética, espiritual e existencial, a sua bondade de ações, o seu desejo de ajudar as pessoas, a sua procura por solidariedade no contexto social, seu anseio por amor e paz entre comunidades muitas vezes discordantes e divergentes, sua função conciliadora resolvendo problemas e solucionando dificuldades, sua disponibilidade em construir a sua volta alternativas de vida razoável, sensata e equilibrada, criar oportunidades para todos, gerar possibilidades de trabalho e emprego, arte e música, teatro e cinema, enfim, sua aspiração por coisas boas e que fazem bem à sociedade como um todo. Gosto de sua transparência virtuosa, na consciência e na experiência cotidiana. Admiro seu convívio consigo mesmo quando sabendo das condições que a natureza lhe impôs resolve assumir a verdade da sua vida interior e realidade externa passando a viver e existir autenticamente segundo a ordem de sua natureza humana e em obediência a uma consciência que se acostumou com as aberrações morais e sociais de seu meio, os preconceitos da sociedade e os estigmas de um mundo “correto” que lhe carrega de turbulências variadas que afetam seu lado físico e mental, psicológico e espiritual. Seu universo é a realidade de uma minoria praticamente ignorada por esse ambiente hostil de uma realidade de vida onde predominam a religião que destrói, a cultura moderna e tradicional que despreza e uma mentalidade real e atual em que não imperam os valores da diversidade e os princípios da pluralidade. Não devemos esquecer que os gays ainda que nos incomodem ou atrapalhem socialmente também são filhos de Deus e têm portanto uma dignidade que deve ser respeitada por todos e cada um.

8. Ponto de vista pessoal

O que mais dói na vida de um sujeito que vive em sociedade é o peso da rejeição de seu meio, o fato de ser excluido da roda de amigos ou de ser ignorado pelo ambiente de família, rua e trabalho. Talvez por causa disso o cidadão ou cidadã gay prefira seguir a sua realidade pessoal, caminhar segundo seu ponto de vista próprio, optar pelo isolamento e a solidão ainda que mantenha contato com seu pequeno círculo de conhecidos, sabendo todavia que o estigma existe, o preconceito está presente, e é realmente empurrado para fora de seu contexto de vivências e experiências sociais, culturais e ambientais. Igualmente no mercado de trabalho sofre retaliações de seus colegas e é mantido distante de seu grupo de eventos, de shows musicais ou espetáculos de cinema, teatro e televisão. Quando participa de um ambiente de trabalho ou de uma reunião da empresa ou da assembléia do sindicato da categoria a que pertence, sempre é visto com outros olhos, observado sob a ótica do desprezo e do escárnio, não lembrado nas festas e aniversários, expulso de seu convívio familiar, sob a alegação de que “você é diferente”. Desde então, o homossexual escolhe viver a sua vida pessoal, isolar-se da sociedade, seguir experimentando o risco de ser rejeitado, padecendo a agonia de ser excluido, sofrendo com a ignorância de quase todos, só lhe restando a simpatia de quem é esclarecido mentalmente, tem a lucidez da consciência, o bom-senso das coisas, o equilíbrio de quem é bom e faz o bem e o juizo das pessoas compreensivas e tolerantes. Pois agora vive assim a sua realidade cotidiana. Prossegue a vida sob o risco da rejeição, o peso da ignorância da sociedade e a oneração de quem é excluido no corpo e na mente, nas idéias e nos ideais, nos princípios e valores que para si é o mais certo e correto de se viver. Porém como é minoria prevalece a ignorância da maioria. Resta-lhe o silêncio daqueles que o compreendem e toleram seus limites, seus estigmas, preconceitos, traumas e frustrações. Sua alternativa desde agora é viver a sua própria vida longe dos que não o aceitam. Até que Deus conscientize a sociedade de que ele também é gente, uma pessoa humana, filho desse mesmo Deus e Senhor da Vida que lhe deu dignidade de criatura amada, respeitada e valorizada pelo Criador, o Autor da Vida.

9. O importante é ser feliz

“O que importa é o que eu penso, e não o que os outros pensam de mim. O que vale é o meu ponto de vista pessoal, e não a opinião alheia. Podem me xingar, colocar defeitos em mim, que eu não vou mudar. A Natureza me fez assim. E por isso eu acho que Deus me aceita e gosta de mim. Se é natural, então é de Deus”, eis o pensamento dos homossexuais, que acreditam que sua condição sexual é vontade de Deus, é não só humana como também divina. Tendo em vista esse princípio gay, dizem eles: “O importante não é as palavras ou os discursos ou os preconceitos da sociedade. Quero ser feliz como todo mundo tem direito de ser feliz. Buscando essa alternativa de vida, posso encontrar a felicidade”. E ainda sugerem: “Sei que Deus quer a minha felicidade. Também sou filho de Deus. E minha dignidade consiste nisso: que eu sou de Deus”.

10. Ser alguém na vida

ONGs, Órgãos federais, estaduais e municipais dos Governos Nacionais e Internacionais, Federações artísticas e esportivas, Instituições Globais como a ONU, a UNESCO, a OMC, a FIFA, o COI, o FMI e outros, têm advogado a causa dos que sofrem com a violência das sociedades e a agressividade dos seus meios familiares e de trabalho e de rua, como é o caso dos Gays. Um exemplo de homofobia que constrangeu a todos os brasileiros aconteceu em Brasília, capital federal, quando 3 homossexuais abordaram em um ponto de ônibus do Distrito Federal alguns jovens que conversavam sobre seus problemas particulares. Ora, os jovens não gostaram da abordagem dos Gays e partiram para a briga e a perseguição deles até o desfecho fatal onde um desses cidadãos transsexuais recebeu uns golpes de facada que deram origem a sua morte quando chegara ao hospital. Ocorrências como essa revelam o estado de homofobia que contamina a muitos, contagia a quase todos e decepciona os mais esclarecidos e que têm por opção defender a vida e a dignidade das pessoas, ainda que sejam Gays, lutando pelos direitos humanos de todos os grupos e minorias das classes e categorias sociais tendo em vista sua cultura da vida, pela vida e para a vida, sua mentalidade de não violência, quando então pregam o bom convívio humano, a paz interpessoal, a concordância das diferenças e a convergência das diversidades, fazendo interagir os contrários para que enfim reine a tranquilidade das consciências, vença a liberdade de cada um e se acalmem as contradições aparentes e as adversidades aberrantes. Constroem assim a desconstrução do mal e seus efeitos negativos e suas consequências pessimistas para os ambientes onde convivem famílias de respeito, trabalhadores sinceros e cidadãos e cidadãs honestos. Igualmente também os Gays merecem a nossa tolerância e compreensão, entendendo que são criaturas de Deus e por isso têm uma dignidade própria mesmo que os preconceitos se façam barreiras para a nossa racionalidade tradicionalista ou obstáculos para a nossa inteligência conservadora, absolutista, tirana e ditatorial. Que impere entre nós o respeito pela pluralidade e a alternativa de cada um e a boa educação para com todos os “diferentes” mas que são iguais a nós como filhos e filhas do Criador. Deste modo, é nossa obrigação buscar a paz social, o bem-comum das comunidades e o bem-estar de todas as pessoas. Que nesse processo de geração de dignidade comum a todos Deus seja louvado, os homens se tolerem uns aos outros e as mulheres continuem a amar os seus parceiros de cama e companheiros de caminhada. Deus, o Autor da Vida, compreende a gente.

11. A Condição Sexual

Na Bíblia Sagrada, em seu primeiro livro, o Gênesis, quando Deus criou Adão, esperou ele dormir, e de sua costela fez a mulher, dizendo: “Não é bom que o homem esteja só.” Tudo bem até aqui. Todavia, o companheiro de Adão não poderia ser um outro homem ? Certo. Deus fez a mulher. Porém, o parceiro de Adão não poderia também ser um diferente macho ? A Possibilidade existe. Isso indica que o homossexualismo não é tão mau assim. Aliás, desde a Antiguidade, dos egípcios, fenícios e mesopotâmeos, até o tempo da Grécia e de Roma no Ocidente, os homossexuais sempre estiverem presentes como até hoje. Era algo normal e mesmo natural. Fazia parte dessas sociedades a prática do amor e união gay, a ligação entre homem e homem, mulher e mulher. Não era esquisita essa experiência nem estranhos os condicionados assim sexualmente. Diziam que era parte da natureza. Talvez vontade de Deus. Quem sabe tendências do corpo e organismo humanos. O Fato é que a tradição familiar e social dessas culturas diversas e diferentes mentalidades acolhia e consentia essa atividade e comportamento, tornando-se, como acontece atualmente, profissões do sexo, este comercializado como uma mercadoria qualquer. Sim, o sexo estava na moda e no mercado. Conviviam então homo, bi e heterossexuais. Cada qual exercia a sua função nas sociedades vigentes. Tal prática manifestava o ponto de vista individual, a opção de vida de cada um e a convivência de pessoas, grupos e sociedades alternativas. Deste modo, até os dias modernos, ações como essas têm se desenvolvido socialmente, refletindo que a natureza é feita de diferenças e a vida de diversidades e o universo de pluralidades. O que se busca portanto aqui e agora é que a paz reine em todos os corações, se acabe com a violência entre indivíduos e coletividades, se ignore os preconceitos, e saibamos conviver bem com os aparentes contrários, paradoxos que revelam a consciência de cada um de nós.

Conclusão

Ainda prefiro as mulheres. Continuo tolerante e compreensivo com relação aos gays. Respeito as diferenças. Contudo, minha opção sexual é a de ser hetero, heterossexual. Gosto de mulher. E só de mulher. Acho que Deus desde o princípio fez o homem e a mulher. Essa é a lei natural. Lei eterna. Desde sempre e para sempre o Senhor nos fez macho e fêmea. Em outras palavras, pau no canal, ferro no buraco e bengala na caverna. Tal é o Direito de Deus. A Lei maior e melhor. A Ordem da Natureza. O contrário disto joga fora na lata do lixo. Essa é a minha postura pessoal diante da questão homossexual. Ainda prefiro as mulheres.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Consciência e Liberdade

Consciência e Liberdade
A Vida como processo aberto para a felicidade

1. Ser feliz

Como a beleza das violetas em dias de outono anunciam o valor das sombras, a importância da noite e o despertar para a realidade da tristeza em nosso cotidiano, o que não passa de uma estrada para a grandeza da luz do dia, assim é o processo humano de viver onde as pessoas vivem a percorrer o caminho da felicidade, fruto de uma consciência cada vez maior e melhor de seus direitos na sociedade e de suas obrigações e deveres perante a coletividade, e de uma liberdade em que os princípios da racionalidade e os valores da inteligência orientam o desabrochar da vida humana em busca de sua libertação integral dentro do contexto real e atual em que existimos, em termos sociais e culturais, políticos e econômicos, o que demonstra por outro lado o grau de conscientização desenvolvido pelos grupos e indivíduos e suas comunidades na dinâmica de compreensão e entendimento de sua busca por maiores oportunidades de trabalho e emprego, chances de poder viver bem a vida de cada dia e de toda noite, alternativas de qualidade em seus esforços por riqueza de conteúdo humano e natural em todas as suas virtualidades de ordem ética e espiritual, psicológica e social. Assim se realiza o movimento em prol da felicidade no interior das sociedades humanas quando então constatamos que o progresso da humanidade se dá segundo uma diretriz psicológica e social onde conscientizar-se é libertar-se, sair da noite da violência e mergulhar em um mundo de bem e de paz, de bondade e respeito, de direito e responsabilidade, de concórdia e convergência, de interatividade e compartilhamento de ótimas raízes de saber, de fazer e de poder, de sentimentos e corações interligados, constituindo o nível cada vez mais aberto de fraternidade universal e solidariedade entre os povos. Logo, o processo de conscientização da humanidade é o seu caminho de libertação de traumas e medos e frustrações de toda espécie, fuga dos distúrbios da mente, do corpo e do espírito, saída de transtornos espirituais e materiais para jogar-se em um universo aberto de possibilidades onde identificamos a felicidade, via construida a partir de uma consciência de seus limites e de uma liberdade ansiosa por nudez física e metafísica, o seu desvelamento de preconceitos morais e de superstições religiosas à procura da verdade do seu ego, da transparência de suas virtudes e da autenticidade de seu caráter sincero e de sua personalidade disposta a cooperar com a saúde interpessoal das sociedades e de seu bem-estar individual e coletivo e o bem-comum de suas realidades envoltas pelos interesses cotidianos de suas gentes. Sim, da noite para o dia, da violência para a paz, a beleza das violetas se constrói, o que mostra a consciência de seu ser em transformação para melhor e sua liberdade, fonte da verdadeira felicidade. Sejamos como as violetas.

2. A Mulher Liberal

O Movimento feminista iniciado há alguns séculos atrás transformou para melhor as mulheres de ontem e de hoje, dando-lhes mais consciência de seus direitos e necessidades, desejos e anseios, e maior liberdade de ação, intervenção no mercado de trabalho, presença constante no seio da família, opção de vida, vocação e profissão, alternativa de sucesso na saúde e na educação, como médicas e professoras, possibilidade de construção de uma existência de qualidade e excelência capaz de desempenhar no meio da sociedade atitudes fraternas e solidárias, amigas e generosas, cultivando assim individual e coletivamente a cultura do bem e da paz e a mentalidade sem violência e agressividade, o que oferece à humanidade em seu conjunto e em seus detalhes grande oportunidade de conseguir felicidade, em função de seu crescimento interior e exterior, seu progresso material e espiritual, sua evolução física e mental, e seu desenvolvimento sustentável, garantindo pois às gerações presentes e futuras maior equilíbrio mental e emocional, boa orientação psicológica e espiritual, grande controle de suas atividades cotidianas e tamanho domínio de si mesma, sem o que é impossível viver de bem com a vida e fazer de Deus, o Senhor, o sentido de sua vida e a razão de seu existir.
Tal conscientização quase perfeita das mulheres de hoje contribuiu de fato para a sua libertação em termos de preconceitos morais e superstições religiosas, que as vinham aprisionando socialmente e escravizando culturalmente, impedindo a sua renovação interna e externa, bloqueando sobretudo a sua abertura à liberdade de escolha e expressão, liberdade de comportamento e de relacionamento, liberdade de amor e sexo, liberdade política e financeira, liberdade ética e religiosa.
Mais conscientes de quem são e do que podem ser e fazer, as mulheres atuais, em sua imensa maioria, atingiram um grande nível de liberdade, um alto grau de felicidade, como que parecendo a interferência do Senhor nosso Deus na história da humanidade, sobremaneira na vida dessas mulheres, que encontraram na mobilização feminista que vem se articulando temporalmente há muitos anos, o segredo de sua saúde humana e natural e a chave tão importante e interessante de seu bem-estar no convívio diário e noturno com os seus homens, parceiros de cama e companheiros de caminhada, seus machos do amor e seus amantes e amados do sexo.
Hoje, as mulheres, mais livres do que antes e mais conscientes do que outrora, trazem para nós homens e cidadãos deste Planeta Global a chance de consertarmos a nossa vida psicossocial, pois elas, a beleza em pessoa, são para nós o sentido da vida e a razão de existir, a ordem na família e no trabalho, o equilíbrio diante de nossas tensões, problemas e dificuldades, a calma da sociedade e a tranqüilidade de nossas comunidades, a paz em nossa convivência de todos os dias e todas as noites, e o bem, a bondade e a sensibilidade, o jeito carinhoso de ser, a maneira adequada de sentir e se comportar, o charme das fêmeas gostosas e carinhosas, o talento de criaturas prediletas de Deus, o carisma que somente elas sabem nos proporcionar, a sua criatividade na hora do aperto, nos momentos de decisão e nos instantes de dor e sofrimento.
Em todas essas circunstâncias da vida cotidiana, lá está a mulher, sempre otimista, sempre alegre e contente, sempre sorrindo para nós, sempre feliz por ser o que representa para a vida dos homens: a flor do amor, a rosa do perfume, a jóia do diamante, a luz do sol, a estrela do mar, a sereia do oceano, a garota do malandro, a menina do esperto, a beleza da coragem, a taça do vinho, a água do banho, a noite da madrugada, o encaixe da sexualidade, a dona da casa, a mestra da família, a doutora do trabalho, a estudante da universidade, o pão doce da padaria, a cachaça do botequim, o bom remédio da farmácia, a ótima revista do jornaleiro, as grandes compras do supermercado, a atriz da televisão, a repórter do rádio, a informática do computador, a conexão da minha internet, a minha namorada do celular que me telefona e paquera sem cessar querendo mais amor e mais sexo, mais carinho e atenção, mais desejo e mais paixão.
Eis as boas conseqüências de amor que o Feminismo nos trouxe durante todo o decorrer da história das sociedades humanas, desde os seus princípios até hoje.
Obrigado, Senhor, pela presença do Feminismo entre nós.

3. Seguir a consciência

Também é verdade aceita por muitos que a consciência humana deve ser critério de verdade em nossa vida, de onde é possível se orientar bem para a vida, ter princípios éticos e espirituais firmes e fortes e valores morais e sociais capazes de nos garantir uma estrada de estabilidade, segurança e tranquilidade no decorrer de nossa história real cotidiana, via essa que nos conduz ao encontro da liberdade, liberdade de ir e vir, liberdade de conhecimento e de sentimento, liberdade na sexualidade humana e natural, liberdade política e financeira, liberdade em questões de solidariedade mútua e fraternidade recíproca, o que certamente se torna para nós um campo aberto a outras alternativas de valor, novas oportunidades de negócios e diferentes possibilidades de boa saúde, bem-estar social e bem-comum desta sociedade em que nos inserimos a cada dia e toda noite, realizando progressos em nossas vocações naturais e profissões liberais, criando talentos que definem nossas diferenças no tempo e estabelecendo carismas que determinam nosso papel no cotidiano e nossa função na sociedade. Tal consciência da história, de nossos limites e possibilidades, nos faz livres para pensar e viver bem a nossa existência de cada momento e de todo instante. Essa situação de uma consciência que nos dirige na realidade e de uma liberdade que faz escolhas, realiza opções e procura alternativas, mostra e demonstra como fomos feitos para o bem e para o que é bom, daí Deus estar na consciência de cada um percorrendo conosco um caminho de felicidade, fruto de nossa liberdade de ação e movimento, onde construimos experiências positivas e otimistas, e bem equilibradas, razão desse processo contínuo de libertação que caracteriza a nossa evolução material e espiritual. Como se observa, a natureza é sábia, e fez de nossa consciência de fenômenos trancendentais a porta para a nossa felicidade neste mundo, aqui e além.

4. O Processo de Conscientização da Realidade

Tomar consciência das coisas, na verdade, é um processo lento de apreensão do conhecimento da realidade, dentro da qual se está inserido.
De fato, conhecer (tomar consciência) é um movimento globalizamte, onde se abstrai o todo em função de suas partes.
Lentamente, a partir das diferenças, formamos o conhecimento global, no qual se dá o processo de conscientização da realidade.
Conscientizar-se é o conhecimento do conhecimento vagarosamente adquirido, em que diferencialmente formamos a abstração ou apreensão do todo a ser conhecido.
Tal é o movimento construtor, articulador e globalizador da realidade.
A conscientização da realidade se dá por um movimento permanente de memorização, onde o conhecimento se fixa na consciência a partir de idéias ou símbolos repetidamente apreendidos ou abstraídos.
A memória, portanto, é importante nesse tal processo de conscientização da realidade.
Sucessivas idéias, teorias ou ideologias, quando continuamente, e repetidas vezes, memorizadas, passam então a se fixar na tomada de consciência da realidade.
Frequentemente, a memória se exercita, a fim de oferecer à consciência a tomada de conhecimento da verdade das coisas reais em si, de si e para si.
De si, em si e para si, a consciência abstrai ou apreende o conhecimento, através de um movimento de memorização lento, vagaroso e paciente, formando e informando de fato o que deve ser conhecido.
Ocorre, então, lentamente, um verdadeiro descobrimento da realidade, que revela pouco a pouco o grau ou nível de conscientização obtido, para cujo processo trabalha incessantemente a memória do sujeito humano que então se conscientiza.
Certamente, tal descobrimento da realidade acontece dentro da consciência (em si), partindo dela (de si) e terminando nela (para si): movimento de reflexão consciente, memorizador da realidade.
Assim, descobrir a realidade,
descobrir a verdade real, é um acontecimento fenomenológico(fenomenal), ou seja, são idéias(fenômenos da consciência) que se repetem dentro dela, de modo a se fixarem nela, refletindo o estado de consciência então observado, ou melhor, o estado de abstração ou apreensão da realidade em si, de si e para si.
Logo, memória e consciência atuam juntas, unindo-se na articulação do descobrimento da verdade da realidade.
Essa articulação do conhecimento em si, de si e para si, é o que chamamos de processo de conscientização da realidade.
É a consciência real.
Na realidade, a libertação da consciência.

5. A Realidade da Consciência
e a Consciência da Realidade

A Consciência humana tem limites ?
Em seu mundo interior, os fenômenos ali presentes e insistentes são os símbolos, as idéias, as imagens, os valores e as vivências da pessoa humana, responsáveis por sua interação com a realidade cotidiana e o meio-ambiente local, regional e global no interior dos quais vive, convive socialmente e sobrevive material e espiritualmente.
Tais fenômenos da consciência constituem sua realidade interna.
Contudo, pode-se perguntar:
a) Além de si, ou fora de si, existe alguma realidade ?
b) É possível sua realidade exterior ?
c) Ou tudo é interno, todos são interiores ?
d) Existe alguma coisa fora da consciência ?
e) Ou será que a consciência é a única realidade ?
f) Eu sou tudo e todos ?
g) Eu sou o pensamento ?
h) A Realidade é pensamento ?
i) A Realidade é a consciência que abarca a tudo e a todos ?
j) O Real é racional ?
k) O Racional é real ?
l) Não existe diferença entre consciência e realidade ?
Acredito na possibilidade de uma realidade exterior, fora e além da consciência interior.
Com efeito, a consciência é limitada, e além de suas fronteiras ou fora de seus limites próprios, existe e insiste o outro, uma outra realidade, caso isso seja possível.
Eu e os outros formamos e desenvolvemos uma única realidade eterna, infinita, permanente, constante, imutável, estável, absoluta, necessária, imprescindível,
universal e fundamental, cujas consciências são mutáveis, inconstantes, instáveis, finitas, relativas, variáveis, móveis e individualizadas, proporcionando uma relação distributiva, integrada, interativa e compartilhada em que a interpretação da realidade pelas consciências operantes do eu e dos outros seja verdadeiramente global e diferencial.
A partir deste ponto-de-vista, acima referido, pode-se observar a real diferença entre consciência e realidade.
Por conseguinte, a consciência-em-si é a sua realidade própria, interna e externa, visto que internamente ela é inteligível, e, por outro lado, externamente, ela é sensível, ou seja, através dos sentidos humanos(visão, olfato, audição, gosto e toque) ela entra em contato com a experiência concreta.
Outrossim, a consciência-de-si é a sua auto-reflexão sobre si mesma.
A Consciência-para-si é a sua relação subjetiva com a sua objetividade que ela
desenvolve dentro de si.
Logo, a consciência-em-si, de si e para si manifesta interiormente seus fenômenos vitais que tornam possível seu contato com a realidade externa, fora e além de si mesma.
Os fenômenos vitais que acontecem no interior da consciência humana em seu choque com a realidade exterior são pois de ordem simbólica, ideológica, imaginária, valorativa e vivencial.
Na ordem simbólica, temos os símbolos ou representações mentais de algo real.
Na ordem ideológica, temos as idéias ou representações inteligíveis da mente humana.
Na ordem imaginária, temos as imagens ou representações mentais em movimento constante ou transitório.
Na ordem valorativa, temos os valores ou representações intencionais da consciência humana.
Na ordem vivencial, temos as vivências ou ocorrências vitais ou acontecimentos comportamentais ou atuais do homem e da mulher.
Esse processo de abstração do conhecimento faz-nos livres.

6. A Verdadeira Libertação

O Processo de libertação interior e social, familiar e cotidiana, ocorre a partir do momento em que o homem e a mulher seguindo a sua consciência abraçam valores de vida moral e religiosa abertos à verdade e se comprometem seria e responsavelmente com princípios éticos e espirituais estáveis, absolutos e constantes, consolidados com o tempo e praticamente eternizados em uma vida de normas sociais e interpessoais onde reinam a transparência de virtudes, uma vida autêntica feita com qualidade de conteúdo de conhecimento, sentimento e experiência renovadora e aberta, a verdade de um saber em que imperam ideologias de liberdade, fraternidade e solidariedade, o respeito às diferenças, a cultura da diversidade e da pluralidade, uma mentalidade voltada para a prática do bem e da bondade, da concórdia e da convergência, enriquecida de equilíbrio mental e emocional, do bom-senso das coisas, da tranquilidade do corpo e da alma, do repouso do espírito e da calma assumida cotidianamente quando se procura levar um existência sem violência e agressividade. Tal estado de raizes positivas e realidades otimistas se constitui no verdadeiro progresso psicológico humano, sua evolução física e crescimento espiritual onde Alguém Superior, o Espírito de Deus, passa a ter voz e vez na vida da humanidade. Desse modo se dá o movimento libertador da história da humanidade pois se constroem então as bases de uma sociedade feliz, ordeira e pacífica, fraterna e solidária, interativa e compartilhada, saudável e agradável, justa e direita, de respeito e de bem com a vida, e em repouso com sua consciência individual e coletiva. Essa a caminhada que os humanos e terrestres fazem em busca de sua felicidade, a partir da liberdade de escolhas, um mundo de opções elevadas, um universo de alternativas polivalentes e um campo de possibilidades fundas, fecundas e profundas. Geram-se pois assim a liberdade da consciência e a consciência da liberdade ainda que em meio a um contexto de transtornos de rua, de família e de trabalho, de contradições no cotidiano e de distúrbios na inteligência, que deve comandar esse espaço libertador que se abre a sua frente. Eis que a nossa libertação se aproxima de agora em diante.

7. A Questão Gay

No Antigo Testamento, após o dilúvio e a tempestade e o temporal de 40 dias e 40 noites que sacudiu a Terra, quando muitos morreram e outros desapareceram sem mais dar notícia, Deus olhou para a Arca da Aliança e viu Noé e sua família e sua gente e seus animais e a vida que ainda restava e insistia em viver, e sem mais nem menos fez brilhar no Céu o Arco-Íris, sinal da aliança que então se fez entre o Criador e suas criaturas. Nesse instante, o Autor da Vida abençoou o território que restava e ordenou que se fizessem novas todas as coisas. E o mundo começou a mudar para melhor, o dilúvio nunca mais se repetiu, e as pessoas puderam viver em paz umas com as outras por longos dias, meses, anos, decênios, séculos e milênios. O Senhor dos tempos inaugurou assim um momento diferente de novas alternativas de vida, de diversas possibilidades de existência e de oportunidades variadas para tudo e para todos. Eis que ora os homens gritavam: “ Viva a diferença. Viva a diversidade. Viva a pluralidade. Bendito seja o Senhor para sempre!”. E assim o Planeta Global passou a respirar vida alternativa, amor colorido, realidade diversificada, onde as diferenças deveriam ser respeitadas, os contrários bem administrados, os preconceitos superados e as superstições ultrapassadas com inteligência e transcendidas com a sabedoria de quem gosta de viver a vida optando por permitir a liberdade para si e os outros, a felicidade para todos e cada um, a saúde coletiva e individual e o bem-estar geral de todos os cidadãos e cidadãs de sociedades em que o bem-comum deve ser sempre a lei reinante no convívio de diferentes, na interatividade de contextos diversos e no compartilhamento de ambientes variados. Pois bem. É justamente deste modo que eu observo a causa gay e suas consequências sociais e morais das quais não é possível se alienar nem ignorar nem se excluir de suas forças de diversidade múltipla e de variedade de conteúdos e de sujeitos que assumem compromissos e se unem em nome de um amor cujo símbolo é precisamente o Arco-Íris. Sim, viva a diferença, porque o importante é ser feliz. Os Gays estão aí, por aqui e por ali. É uma realidade social. Chega de preconceitos! Que cada qual siga a sua consciência com a transparência de virtudes bem abraçadas e a autenticidade de uma opção de vida feita com racionalidade e cordialidade, amor e responsabilidade. Devemos respeitar as diferenças. Viva a diversidade. Viva as pessoas verdadeiras que superam as pressões da sociedade, estão acima dos conceitos e definições alheias, vivem longe de estigmas ou marcas registradas de ambientes sociais hostis às suas alternativas de vida e opções de existência. Que Deus abençoe os Gays. Também são gente. São pessoas humanas e filhos do Senhor. Têm direito de ser alguém na vida. Merecem igualmente ser felizes. Portanto, viva a diferença, salve a diversidade, parabéns para a pluralidade. O importante é ser feliz.

8. O Poder das Idéias

Pensando o pensamento e o concretizando na realidade cotidiana, assim o homem e a mulher vêm desconstruindo seus instantes de violência e seus momentos de agressividade, seu convívio social transtornado e carregado de distúrbios na mente, no corpo e no espírito, e ao mesmo tempo construindo suas opções de liberdade consciente de suas responsabilidades e compromissos, direitos e deveres e obrigações, produzindo pois ideais de felicidade, saúde e bem-estar, idéias construtivas e otimistas e positivas, princípios éticos e morais ricos em conteúdo cultural, valores que refletem qualidade de vida e excelência de virtudes, normas de vida que ordenem sua consciência e seus fenômenos inteligentes, disciplinem suas atitudes e atividades em prol do bem-comum da sociedade e organizem seus sentimentos e conhecimentos, experiências e ações voltadas para a geração de comportamentos interativos e compartilhados, fraternos e solidários, ordeiros e pacíficos, concordantes e convergentes, o que na verdade revela sua luta histórica pela libertação de suas comunidades, grupos e famílias, interessados no progresso sustentável de todos povos e no desenvolvimento globalizado das nações do mundo inteiro. Por meio de suas instituições e empreendimentos evoluem produzindo qualidade de vida e trabalho para todos e cada um. Tal o poder das boas idéias. Elas fazem crescer para melhor as sociedades humanas.

9. A Consciência é eterna

Prefiro chamar de consciência, e não de espírito, a realidade eterna do ser humano e seus efeitos em termos de conhecimento, sentimento e experiência cotidiana, onde se desenvolvem os fenômenos conscientes e inconscientes dessa natureza do homem e da mulher. Nessa consciência relativa – pois só a consciência de Deus é absoluta – se dá o processo de construção da liberdade, necessariamente comprometida com os desejos humanos e suas necessidades naturais, deveres e obrigações como também direitos, interesses e intencionalidades boas ou más, salientando que somente desconstruindo a maldade, a violência e a agressividade do dia a dia, o cidadão ou cidadã do tempo e da história poderá se libertar desses medos e pânicos mentais e sociais, aflições e desesperos físicos e emocionais, adversidades e contrariedades materiais e espirituais. Em outras palavras, abraçando virtudes como bondade, justiça, paz e bem, verdade e transparência, equilíbrio e autenticidade, juizo e bom-senso, direito e respeito, compromisso e responsabilidade, saúde individual e bem-estar coletivo, e realizando atividades fraternas e solidárias, ordeiras e pacíficas, podem a natureza e a existência humanas caminhar segundo o movimento de libertação interior e externa, conquistando tempo e espaço nas sociedades, criando boas condições de vida e trabalho para todos e cada um, definindo novas alternativas de saúde e educação e determinando diferentes possibilidades de idéias e ideologias, valores e princípios, e normas de vida, quando conseguirá, enfim, a sua desejada felicidade cuja base real e atual deve ser a verdadeira liberdade onde as diferenças são respeitadas, a diversidade reverenciada e a pluralidade de raizes culturais é bem aceita por todas as comunidades, grupos e indivíduos locais, regionais e globais. Tal conjunto de fenômenos que se dão na consciência relativa têm a tendência de ser eternos, já que essa dinâmica de eternidade reflete o estado de memória, imaginação e racionalidade da pessoa humana. Consequentemente, o progresso dos povos.

domingo, 19 de junho de 2011

Deus e Senhor

A Idéia de Deus

A Consciência humana e a construção histórica
das diferentes visões-de-Deus no interior da humanidade

Primórdios

Deus é uma idéia ?
Ou Deus é uma realidade ?
Deus é uma Energia ?
O Pensamento ?
Uma possibilidade ?
Deus criou o homem, ou o homem criou Deus ?
O Fato é que no decorrer da história da humanidade até os dias atuais o ser humano em geral tem criado na sua própria consciência uma certa imagem de Deus, à qual dá existência, ou então simplesmente a nega e ignora.
Para os que acreditam em Deus, Ele é uma garantia de fé, uma segurança de vida, sobre as quais se apóiam, e abraçam-nas como sua tábua de salvação nesta vida.
Para os que não têm fé, os ateus, Ele não existe, e por isso cotidianamente o negam, o contrariam, o ignoram e o contradizem, ainda que possa ter a possibilidade de existir, segundo eles.
E para nós quem é Deus ?
Ou ainda o que é Deus ?
Deus, na verdade, é uma realidade, todavia essa realidade tem muitos nomes diferentes, ou pode ser interpretada de diversas maneiras, como se observa no movimento tempo-espacial e histórico da vida das sociedades humanas, em todos os tempos e lugares, desde seus princípios mais remotos até os dias de hoje.
É o que veremos de agora em diante.



A Imagem de Deus no tempo e na história

1) Os Povos Antigos e sua representação da idéia de Deus ( Séc. antigos a.C. até o Séc. IV d.C.)
a) O Povo da China
Os Chineses, seguidores e admiradores de Confúcio, fundador do Confucionismo, de tradição milenar, têm uma cultura onde a experiência de vida – os mais velhos – desenha toda e qualquer forma de religiosidade ou divindade. Ou seja, a possibilidade de um deus eterno combinaria certamente com idéias e ideais voltados para a temporalidade, eternidade, experiência, tradição, fundamentalismo cultural, radicalismo ético e moral. Deus então é o Senhor mais velho, com quem devemos aprender a grandes lições da vida.
b) O Povo da Índia
Os Indianos buscam basicamente em Sidarta Gautâmi, o Buda, fundador do Budismo, seu Modelo de Religião ou Filosofia religiosa, com fortes apelos para a ordem, a paz e a organização da mente, de onde certamente o deus indiano viria, nela se apoiaria e em função dela construiria seu pensamento e suas atividades e atributos fundamentais.
c) O Povo do Egito
Os Egípcios e seus Faraós propunham uma imagem divina que se formatava e configurava com o poder que seus governantes tinham diante do seu povo. Ou seja, deus no céu e o faraó na terra. Sua política se identificava com sua religião. Políticos e religiosos eram a mesma coisa, possuíam os mesmos cargos e as mesmas funções.
d) O Povo da Mesopotâmia
Os Mesopotâmios, cuja religiosidade, culto e divindade sacralizavam-se em regimes politeístas, viviam e conviviam em uma sociedade confusa, quase que alheia às suas estruturas políticas, as quais quase sempre misturavam-se com sua religiosidade. Vários deuses fundamentavam as atividades cotidianas do povo mesopotâmico, cujo dia-a-dia complicava-se e se confundia com cultos sacrais, liturgias obscuras, deuses estranhos e uma religiosidade que servia de base para a dominação, a exploração e a escravidão do povo pelo poder então reinante.

e) O Povo da Fenícia
Os Fenícios, com suas atividades marítimas, comerciais e mercantilistas, geraram um Modelo de Deus cuja identidade relacionava-se com um Deus Ativista, Trabalhador, Empreendedor, Comerciante que desejava o crescimento, o progresso e o bem-estar do seu povo.
f) O Povo da Pérsia
Os Persas, principalmente com Dario a frente do seu povo, e seu paradigma ético e moral de governar os seus, estenderam seu domínio idealizando um deus moralmente elevado e eticamente dominador. Por conseguinte, o deus persa era de uma fortaleza de virtudes tal que tornava a população persa combatente de ideologias influenciadas pelos vícios e decadências morais, corrupção ética e comportamentos aberrantes.
g) O Povo dos Hebreus
Os Hebreus, Judeus ou Israelitas acreditavam em uma religião monoteísta cujo Deus único, soberano, Todo-Poderoso, Onipotente, prometeu, com diversos sinais dos tempos, um Messias, Jesus Cristo, que seria o Salvador do mundo e o Redentor da humanidade. O Povo desde então esperava ansiosamente a chegada do Messias, o Rei Santo de Israel.
h) O Povo dos Caldeus
Os Caldeus misturavam religião com todos os campos da atividade humana, na qual os deuses infiltravam-se, inseriam suas vontades e incluiam seus desejos. Ora, esses deuses nada mais eram do que uma forma dos poderosos exercerem seu domínio sobre o povo escravo, dependente e explorado.
i) O Povo da Babilônia
Os Babilônicos, sobretudo no tempo do Rei Nabucodonozor, semelhantes aos seus vizinhos, desenvolviam uma religiosidade igualmente confusa e complicada cujo regime também se oferecia como instrumento de dominação e exploração do povo então escravo, prisioneiro e dependente. Os deuses trabalhavam para o Rei.
j) O Povo da Grécia
Na Mitologia Grega se desenhavam os deuses da Grécia Antiga. Seus mitos, deuses antropomórficos, em forma de gente humana, comungavam, se identificavam e participavam do cotidiano grego, da sua realidade do dia-a-dia, onde a ética e a política de Atenas e outras cidades gregas tinham um papel privilegiado na cultura da época.
k) O Povo de Roma
A Cultura Romana - instável, inconstante e perambulante do ponto-de-vista religioso – possuía uma estrutura política forte e militarmente quase invencível, contudo bastante flexível e acomodada quanto ao seu interesse em aculturar, colonizar, manipular e monopolizar outros povos subalternos, mais fracos e derrotados em seus conflitos guerreiros contra o Poder de Roma, ao ponto de seus líderes imperadores, entre eles César Augusto, Marco Aurélio e Nero, desenvolverem um ideal cultural que suportava, e até apoiava, os cultos religiosos daqueles povos e nações submetidas aos imperadores romanos. Prevaleceu então portanto em Roma e em seus vizinhos o culto de diferentes religiões monoteístas e politeístas. Tal era a estratégia política de dominação e sujeição do Poder Romano. Uma política forte, mas tolerante quanto aos cultos religiosos.
2) Deus no Mundo Medieval ( Séc. IV d.C. até o Séc.XIV d.C.)
No período medieval, tempo da Cristandade, sob a influência da Igreja Católica construiu-se um Modelo de Deus chamado Santíssima Trindade – Deus uno e trino – onde 3 pessoas formavam uma mesma natureza divina: o Pai Criador da Vida; o Filho, Jesus Cristo, Salvador do Mundo e Redentor da Humanidade: e o Espírito Santo Santificador da Igreja Católica, também chamada de Povo de Deus Peregrino sobre a Terra.
3) Deus visto pela Modernidade ( Séc. XIV d.C. até o Séc. XVIII d.C.)
A Idade Moderna tem início com diversos movimentos, tais como, a Reforma Protestante(contrária a muitos princípios da Igreja Católica), o Mercantilismo(nascido da burguesia da Idade Média), o Renascimento e o fluxo de idéias e ideais do Iluminismo – igualdade, liberdade e fraternidade – que culminaram na Revolução Francesa (1789). Tais movimentos mostraram uma nova visão-de-mundo, de homem e de sociedade. E consequentemente, uma nova visão-de-Deus. Deus era algo ou Alguém Racionalista, Científico, Tecnológico, que Projetara o homem e a mulher, a Terra, a Natureza, a Criação e o Universo, para crescerem e evoluirem infinitamente e assim serem eternamente livres e felizes. Ou seja, quando a deusa-Razão ocupa o lugar de Deus na Catedral de Notre Dame, em Paris, apresentava-se ao mundo inteiro o deus humano que o homem e a mulher projetaram para substituir o Deus Imortal, Real e Tradicional. Desde então, o Materialismo propagou-se internacionalmente sob a influência do Racionalismo e do Cientificismo modernos.
4) Como os contemporâneos imaginam a realidade divina ( Séc. XVIII d.C. até os nossos dias atuais )
A Revolução Francesa(1789), a Revolução Industrial(Inglaterra), o Partido Comunista fundado por Karl Marx e Engels, o Existencialismo(França e Alemanha), o Cientificismo(a Ciência como critério de verdade), os Meios de Comunicação Social, a ascensão da Ciência e da Tecnologia, o Rádio e a Televisão, o Telefone Celular, a Era da Informática(Computador,Internet), o Humanismo e o Historicismo(uma nova consciência do homem, do mundo, do tempo e da história), a multiplicação de seitas e diferentes credos religiosos, a abertura e renovação da Igreja Católica com o Concílio Vaticano II, ao lado do crescente ideal ateísta, relativista, indeterminista, ceticista, niilista e individualista – características do tempo atual – condicionaram, por um lado, a boa-fé do ser humano, e, por outro lado, a indiferença, a negação e a impossibilidade da existência de Deus no meio da sociedade contemporânea. Hoje, portanto, o mundo humano, natural e cultural está dividido entre ateus e não-ateus.
5) Deus nos dias de hoje ( Séc. XX e Séc. XXI )
Atualmente, como em toda a trajetória da vida da humanidade, a idéia de Deus parece subordinada e dependente da visão-de-mundo, de homem, de mulher e de sociedade, características, em todos os tempos e lugares da história humana, da produção cultural, racional ou não, que o ser humano constrói dentro da sociedade deste mundo temporal e histórico no qual vivemos.
Em outras palavras, o homem e a mulher dão origem à idéia de Deus. E por conseguinte, segundo tal ponto-de-vista humano, Deus, hoje, é Global e Diferencial. De acordo com a visão de cada um e a mentalidade desenhada em toda a sociedade, Deus pode ser individualizado ou generalizado. Obedece pois às diferenças de cada pessoa humana como também acontece na consciência ou inconsciência coletiva geral de todas as sociedades humanas atuais. Deus pois é global e diferencial. Serve a todos e a cada um. É manipulado por todos e por cada um.
Restam-nos algumas questões que ainda não foram resolvidas pela humanidade global ou diferencial:
1)Deus criou o homem e a mulher, ou foi criado por eles no decorrer de toda a história das sociedades humanas atuais e tradicionais ?
2)Deus pode e deve ser manipulado, instrumentalizado e racionalizado pelo homem e pela mulher ?
3) Deus intervém ou interfere ou não na vida, na natureza, no universo e na história da humanidade ?
4) Deus tem ou não vida própria ?
5) Deus é real ou racional ? É realidade espiritual ou apenas um mero sonho metafísico da humanidade ?
6) Deus é apenas um boneco na mão do homem e da mulher, ou tem uma vida própria e pessoal, ou se identifica de fato com uma realidade espiritual consciente e natural, e verdadeiramente transcendente ?
Responda você mesmo a estas interrogações.

Finalização

A História da humanidade tem nos revelado que a visão cultural do homem e da mulher sobre as diferentes faces da realidade é que criou até hoje a idéia de Deus que mantemos em nossa consciência humana e natural. Todavia, uma pergunta oportuna nos interessa neste momento, aqui e agora: Idéia de Deus ou Realidade Divina ? Deus criou ou é criado pelo homem e pela mulher ?
Esta resposta deve ser dada por cada um de nós pessoalmente.
Logo, o debate e a reflexão permanecem.
A Luta continua.
Que o Senhor Deus nos ajude a compreendê-Lo.
Que o Senhor Deus nos ajude igualmente a entender a racionalidade humana, que interpreta a tudo e a todos. Falta-lhe, porém, ainda hoje, a humildade em conhecer a verdade e reconhecer de fato que Deus é a Razão Superior e a Inteligência Suprema, Autora da Vida, Criadora do homem e da mulher, Genitora da natureza e do universo, Senhora do tempo e da história, Deusa de toda a eternidade.
Que Ela, Deusa e Senhora, nos ajude e nos abençôe sempre.